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CLIPPING - SETEMBRO/09 |
| — clipping outubro |
| 30/9/2009 | Laboratório entrega na próxima semana vacina contra gripe suína à Europa |
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da
Folha Online O
grupo farmacêutico britânico GlaxoSmithKline (GSK) anunciou nesta
quarta-feira que começará a entregar o primeiro lote de vacinas contra a
gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1) a diversos governos
europeus a partir da próxima semana. "Depois
da aprovação da Comissão Europeia esperamos iniciar os envios da
Pandemrix aos governos europeu a partir da próxima semana", afirma
em um comunicado o presidente da GlaxoSmithKline Biologicals, Jean Stéphenne.
A
Comissão Europeia autorizou na terça-feira (29) a comercialização das
duas primeiras vacinas contra a gripe suína: a Pandemrix da GSK e
Focetria do laboratório suíço Novartis. A comercialização será feita
nos 27 países da União Europeia, além de Islândia, Liechtenstein e
Noruega. O
Reino Unido, país europeu mais afetado pela nova gripe, Espanha e França
devem ser os primeiros a receber a fórmula. As autoridades sanitárias
britânicas anunciaram uma campanha de vacinação em outubro para tentar
evitar uma nova onda de gripe no inverno do hemisfério Norte. Na
sexta-feira passada (25), a Agência Europeia de Medicamentos (EMEA)
recomendou à Comissão Europeia que autorizasse a comercialização das
vacinas. A
agência recomendou um calendário de vacinação de duas doses com um
intervalo de três semanas para os adultos, incluindo as mulheres grávidas,
e as crianças a partir de seis meses de idade. Em comunicado, contudo,
reconheceu que há dados preliminares que sugerem que apenas uma dose pode
bastar para os adultos e explica que as recomendações podem ser
atualizadas em função dos resultados dos estudos clínicos. A
EMEA informou ainda que continua examinado outras vacinas. |
| 30/9/2009 | China e Estados Unidos já aprovaram a comercialização de vacinas e devem iniciar em breve campanhas de vacinação |
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Segundo
a OMS (Organização Mundial de Saúde), a gripe A (H1N1) matou pelo menos
3.917 pessoas, 75% delas no continente americano. Os especialistas temem
um aumento do número de casos com a chegada do inverno no hemisfério
Norte. A
OMS revelou na semana passada que a capacidade mundial de produção de
vacinas contra a nova gripe é de 3 bilhões de doses por ano, 2 bilhões
a menos do que previa em maio. Além disso, informou que os resultados dos
estudos clínicos realizados até o momento indicam que só será necessária
uma dose para imunizar de maneira efetiva crianças e adultos em bom
estado de saúde. Sintomas
A
gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A,
chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas
semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de
cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos
olhos e fluxo nasal. Para
diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada
nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada
espalha o vírus, e examinada em laboratório. O tratamento precoce com os antivirais Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da infecção, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).(Folha Online) |
| 30/9/2009 | Indígenas correm mais risco de contrair gripe suína |
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As
populações indígenas de todo o mundo correm um risco mais alto de
contrair a gripe suína, já que muitas têm um sistema imunológico
fraco, além de problemas de saúde, advertiu nesta quarta a organização
Survival International. Em
um relatório divulgado hoje em Londres, a organização aponta que os indígenas
da Austrália e do Canadá foram afetados pela pandemia da doença, devido
ao fato de que muitos viverem na pobreza, além da grande quantidade de
casos de diabetes, obesidade e alcoolismo. O
relatório da organização é divulgado dias depois do envio de máscaras
e álcool para as mãos a comunidades em Manitoba (Canadá). Estas povoações registraram uma média de 130 casos de gripe em cada 100 mil pessoas, comparado com somente 24 em cada 100 mil na população geral, acrescenta a Survival International. (Terra) |
| 30/9/2009 | Rio desativa postos de referência para gripe suína |
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FABIANA
CIMIERI - Agencia Estado RIO
- Por causa da diminuição da procura, a Secretaria Estadual de Saúde do
Rio decidiu desativar hoje os últimos centros de referência que ainda
estavam realizando atendimentos a pacientes com sintomas de gripe suína. Os
centros que ainda estavam em funcionamento funcionavam nas Unidades de
Pronto-Atendimento (UPAs) da Tijuca, Ilha do Governador (ambos na zona
norte), Campo Grande e Bangu (ambos na zona oeste). No
dia 10 de setembro, já haviam sido desativados os centros de referência
localizados nos hospitais Getúlio Vargas (zona norte), Albert Schweitzer
(zona oeste) e na UPA de Manguinhos (zona norte). Segundo
balanço da secretaria, desde 27 de julho, quando começaram a ser
inaugurados, o centros realizaram 22,2 mil atendimentos por 390
profissionais de saúde. Com a desativação dos Centros de Referência para Gripe, pacientes com sintomas da doença no Rio devem procurar as UPAs 24 Horas, postos de saúde e os Serviços de Pronto-Atendimento. (estadão.com.br) |
| 29/9/2009 | Agência europeia aprova comercialização de duas vacinas contra gripe suína |
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da
France Presse, em Londres (Inglaterra) da
Folha Online A
Agência Europeia de Medicamentos (EMEA) recomendou nesta sexta-feira à
Comissão Europeia, órgão executivo da União Europeia, que autorize a
comercialização de duas vacinas contra a gripe suína produzidas pelos
laboratórios Novartis e GlaxoSmithKline. A
Comissão Europeia, que geralmente se limita a seguir as recomendações
da EMEA, deve decidir em breve se autoriza a venda nos 27 países membros
da União Europeia, Islândia e Noruega, segundo um comunicado da agência
que tem sede em Londres. As
duas vacinas autorizadas pelo Comitê de Especialistas da EMEA são a
Focetria, produzida pelo grupo farmacêutico suíço Novartis, e a
Pandemrix, do britânico GlaxoSmithKline. "O
Comitê recomenda um calendário de vacinação de duas doses com um
intervalo de três semanas para os adultos, incluindo as mulheres grávidas,
e as crianças a partir de seis meses de idade", afirma um comunicado
da EMEA. No
entanto, a agência regulatória reconhece que há dados preliminares que
sugerem que apenas uma dose pode bastar para os adultos e explica que as
recomendações podem ser atualizadas em função dos resultados dos
estudos clínicos. A
EMEA informou ainda que continua examinado
outras vacinas. "As
vacinas são as ferramentas mais importantes para administrar uma pandemia
de influenza porque ajudam a reduzir os contágios e as mortes com a
construção de uma imunização contra o vírus da gripe pandêmica",
destaca a EMEA. China
e Estados Unidos já aprovaram a comercialização de vacinas e devem
iniciar em breve campanhas de vacinação. Segundo
a OMS (Organização Mundial de Saúde), a gripe A (H1N1) matou pelo menos
3.917 pessoas, 75% delas no continente americano. Os especialistas temem
um aumento do número de casos com a chegada do inverno no hemisfério
Norte. A
OMS revelou na quinta-feira que a capacidade mundial de produção de
vacinas contra a nova gripe é de 3 bilhões de doses por ano, 2 bilhões
a menos do que previa em maio. Além disso, informou que os resultados dos
estudos clínicos realizados até o momento indicam que só será necessária
uma dose para imunizar de maneira efetiva crianças e adultos em bom
estado de saúde. Sintomas
A
gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A,
chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas
semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de
cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos
olhos e fluxo nasal. Para
diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada
nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada
espalha o vírus, e examinada em laboratório. O
tratamento precoce com os antivirais Tamiflu ou Relenza pode ajudar a
reduzir a gravidade e a duração da infecção, de acordo com o CDC
(Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos). |
| 29/9/2009 | Américas alertam para combinação de gripe suína e pobreza |
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da
Efe, em Washington Ministros
da Saúde do continente americano se reuniram nesta segunda-feira em
Washington e demonstraram preocupação com a ameaça que representa para
a região a combinação da pandemia da gripe suína --como é chamada a
gripe A (H1N1)-- com a crise econômica. Na
inauguração da reunião do Conselho Diretor da Organização
Pan-Americana da Saúde (Opas), o ministro da Saúde, José Gomes Temporão,
se referiu a um prejuízo que poderia ocasionar a combinação destas duas
ameaças aos setores sociais com menos recursos. "A crise econômica
dificultou o cumprimento dos Objetivos do Milênio, especialmente na área
da assistência da saúde", disse Temporão. "Devemos
trabalhar mais intensamente na estratégia para o fortalecimento da prevenção,
o tratamento das doenças e a defesa da Saúde", disse. Já
a diretora da OPAS, Mirta Roses Periago, afirmou que "a crise econômica
é uma ameaça para a saúde". "Pela primeira vez em uma década
haverá este ano uma queda da renda per capita nas Américas, onde há
ainda uma queda nas remessas enviadas a seus países pelos emigrantes e do
investimento em saúde". A
funcionária explicou que os fatores econômicos têm um impacto múltiplo,
já que as pessoas postergam as consultas médicas e os tratamentos e as
que não podem recorrer aos serviços do setor privado recorrerão mais
aos serviços públicos. Periago
também pediu "resposta coordenada à pandemia de gripe dada por
Estados-membros" da OPAS. "Os países da América, começando
pelo México, estiveram na primeira linha de batalha e, tanto seus serviços
de saúde como seus governos, responderam rapidamente e de forma solidária",
acrescentou. Já
Temporão indicou que a pandemia "mostrou a necessidade da preparação
adequada dos serviços de saúde e a coordenação tanto entre as agências
de cada país como entre as autoridades dos países, para combater estas
emergências". O
ministro da Saúde se referiu ainda à mudança climática, e advertiu que
"pode ter consequências catastróficas para a saúde". Na
reunião, que termina na sexta-feira, os ministros analisam com especial
atenção a ameaça da gripe, as doenças para as quais não há
atendimento e outras infecções relacionadas com a pobreza. A agenda
inclui discussões sobre o atendimento primário da saúde, a segurança
dos hospitais, a saúde dos adolescentes, a igualdade de gênero, a doação
e o transplante de órgãos humanos, e o relatório anual que será
apresentado por Roses Periago. A
Opas, o escritório regional para as Américas da OMS (Organização
Mundial da Saúde), já realizou uma reunião prévia em julho passado, em
Cancún, onde se encontraram mais de 950 especialistas do mundo para
estudar a gripe, sua prevenção e o desenvolvimento de vacinas. "Não
podemos baixar a guarda, e além disso temos de ter uma grande dose de
humildade para lidar com este vírus e reconhecer que ainda pode nos
surpreender", disse. Segundo a Opas, até a semana passada tinham sido notificados 137.147 casos confirmados de gripe suína em 35 países das Américas. Destes, 3.020 casos acabaram em morte. Entre os mortos, as idades variam de 23 anos a 33 anos. (Folha Online) |
| 29/9/2009 | Gripe suína prejudica turismo religioso na Arábia Saudita |
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Países
como Egito, Tunísia e Iraque têm procurado limitar o número de
peregrinos que vão a Meca Reuters
MECA,
Arábia Saudita - Em pé atrás de uma parede de pérolas e rosários em
uma loja em Meca, o vendedor de souvenirs Mohammad Hamdi diz que os negócios
nunca foram tão ruins. Lojas,
hotéis e operadoras de turismo da cidade mais sagrada do islã estão
contabilizando as perdas depois que muitos peregrinos, preocupados com a
gripe suína, ficaram em casa. Ainda
faltam dois meses para o haj, um dos maiores encontros religiosos do
mundo, mas já houve uma queda significativa para uma peregrinação
menor, conhecida como umra, que pode ser feita em qualquer época do ano. "Em
anos anteriores as pessoas estavam comprando muito, mas agora poucos vêm,
o que está afetando as vendas", disse Hamdi, do Egito. As
perdas em Meca são pequenas se comparadas às riquezas da Arábia
Saudita, onde fica um quinto das reservas de petróleo do mundo. As
taxas de ocupação hoteleira durante os últimos 10 dias do Ramadã,
quando muitos realizam a umra, caíram em mais de um terço, para 55%,
quando comparadas ao ano passado, disse Walid Abu Sabaa, chefe da comissão
de turismo e hotéis da Câmara de Comércio de Meca. Países como Egito, Tunísia e Iraque têm procurado limitar o número de peregrinos depois que a Arábia Saudita pediu que idosos e pessoas com doenças crônicas adiassem suas viagens.(Estadão.com.br) |
| 18/9/2009 | OMS elogia Brasil por doação de vacinas contra a gripe suína |
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A Organização Mundial da Saúde
(OMS) expressou nesta sexta-feira sua satisfação com o anúncio de nove
países, incluindo o Brasil, de que doarão parte de suas vacinas contra
gripe suína para os países em desenvolvimento. "Os atuais estoques de vacina
pandêmica são inadequados para uma população mundial na qual,
virtualmente, todo mundo é suscetível a ser infectado por este vírus
novo e muito contagioso", disse a diretora-geral da OMS, Margaret
Chan, em comunicado no qual agradecia as doações. Os nove países que se comprometeram a
doar 10% de sua produção de vacinas são Brasil, EUA, Austrália, França,
Itália, Nova Zelândia, Noruega, Suíça e Reino Unido. Segundo disse nesta sexta, em
entrevista coletiva, o porta-voz da OMS, Gregory Hartl, a capacidade atual
de produção de vacinas, de 94 milhões de doses por semana, é
insuficiente para cobrir a população mundial. Perguntado sobre que quantidade da
população mundial a OMS acha que deve ser vacinada, Hartl não quis dar
um número, mas insistiu em que, para a organização, "o grupo
prioritário para receber vacinas são os funcionários da saúde".
Depois, acrescentou, corresponde a cada país estabelecer quais são seus
principais grupos de risco. Hartl também informou que, "até
agora, todos os testes clínicos feitos indicam que uma dose de vacina é
suficiente para imunizar a pessoa". O porta-voz afirmou que as doações
de vacinas que a OMS receber serão destinadas a "alguns dos 85 países
do mundo que não têm acesso a elas". No entanto, ressaltou que
existem vários critérios para que os países pobres sejam elegíveis
para receber vacinas. Um deles é que tenham estabelecido um plano de
distribuição das vacinas entre sua população. Segundo o último balanço que a OMS
publicará nesta sexta-feira e que Hartl antecipou, o vírus já causou no
mundo pelo menos 3,4 mil mortos, e há mais de 300 mil casos da doença.(TERRA) |
| 18/9/2009 | Crianças com sintomas de gripe suína não devem ser vacinadas, diz médica |
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da Folha Online A segunda fase da Campanha de Vacinação
contra a poliomielite (paralisia infantil) ocorrerá no próximo sábado
(19), das 8h às 17h, em todo o país. Crianças menores de cinco anos com
suspeita de gripe suína não deverão ser vacinadas no dia da campanha,
segundo a médica Helena Sato, coordenadora do programa de imunização da
Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo. No podcast, a médica recomenda que
criança com febre superior a 38ºC precisa passar por uma avaliação médica,
mas, assim que melhorar dos sintomas, poderá ser vacinada contra a
poliomielite. "Crianças apenas com coriza nasal, tosse, fazendo
inalação ou tomando antibiótico, poderão ser vacinadas sem nenhum
problema. A vacina é contra indicada para crianças imunodeprimidas, que
fazem tratamento com quimioterapia e radioterapia", diz. A imunização ocorrerá nas UBSs
(unidades básicas de saúde) e nos postos volantes em escolas, igrejas e
shoppings. A relação com os endereços está disponível no portal da
Prefeitura de São Paulo, ou pode ser consultada pelo fone 156 (central de
atendimento). |
| 18/9/2009 | Gripe suína ataca comunidades indígenas do Canadá |
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Da France Presse A primeira epidemia de gripe H1N1 do
outono chegou ao Canadá por comunidades indígenas isoladas da ilha de
Vancouver, no oeste do país, anunciou nesta quinta-feira a Associação Médica
Canadense (AMC). Um médico citado pela publicação
afirmou ter tratado recentemente "dezenas" de doentes nas
comunidades indígenas da ilha Flores, diante de Vancouver. Segundo as autoridades, as comunidades
indígenas são mais vulneráveis à gripe que o restante da população
canadense devido às precárias condições de higiene em que vivem. A gripe suína já deixou 76 mortos no
Canadá, segundo o último balanço anunciado quarta-feira pela ministra
federal da Saúde, Leona Aglukkaq.(G1) |
| 18/9/2009 | Gripe suína afeta mais de 296 mil pessoas no mundo |
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da Folha Online Mais de 296 mil pessoas já foram
contaminadas pela gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)-- desde
abril passado, conforme dados da OMS (Organização Mundial de Saúde). Do
total, ao menos 3.486 morreram. Conforme balanço divulgado nesta
sexta-feira, a região do mundo mais atingida pela doença continua sendo
a América, que concentra 75% do total de mortes, com 2.625 entre 124.126
casos. Segundo a própria OMS, porém, o número pode ser ainda maior,
porque os países não estão mais relatando caso a caso. De acordo com a OMS, nas regiões
tropicais das Américas Central e do Sul, o avanço da gripe suína
continua forte, porém não há um padrão consistente de doenças
respiratórias --há, no entanto, aumentos contínuos em Bolívia e
Venezuela. Nas áreas temperadas das regiões, a atividade do vírus tem
diminuído. Sintomas A gripe suína é uma doença respiratória
causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de
pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com
febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e
nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal. Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada em laboratório.(Folha online) |
| 18/9/2009 | Produção de vacina para gripe suína está aquém do previsto, diz OMS |
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REUTERS GENEBRA - A produção anual da vacina
contra o vírus da gripe suína será 'substancialmente menor' do que as
4,9 bilhões de doses que a Organização Mundial da Saúde (OMS)
considerava ser possível, disse um porta-voz nesta sexta-feira. Gregory
Hartl afirmou que, com base nos resultados dos testes clínicos de cerca
de 25 laboratórios, a produção semanal é inferior a 94 milhões de
doses, embora pareça que uma dose basta para garantir a imunidade contra
essa cepa da gripe suína. A cifra real será substancialmente
menor do que 4,9 bilhões - disse Hartl a jornalistas. A OMS havia previsto que um terço dos
quase 7 bilhões de habitantes do planeta poderão vir a ser contaminados
pela gripe suína, mas até agora a maioria das vítimas sofre apenas
sintomas brandos. Hartl não forneceu uma cifra exata,
mas afirmou que as estimativas anteriores, de 4,9 bilhões de doses, se
baseavam na expectativa de que os laboratórios transfeririam toda a sua
capacidade produtiva das vacinas contra a gripe sazonal para a vacina
contra o H1N1, e obteriam uma boa produtividade. Em nota, a OMS disse que os atuais
suprimentos da vacina contra a gripe pandêmica são 'inadequados para uma
população mundial em que praticamente todos estão suscetíveis à infecção'.(TERRA) |
| 14/9/2009 | OMS diz que 40% das mortes pela nova gripe são de pessoas saudáveis |
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20
mil especialistas participam de congresso sobre medicina pulmonar. Doença
crônica das vias respiratórias é 3ª causa de morte no mundo. Vacinação
antigripe nos EUA deveria iniciar por crianças este mês, diz estudo.
Vacina do H1N1 deve ser eficiente com dose única, afirma fabricante. Um
especialista da Organização Mundial da Saúde afirmou nesta
segunda-feira (14) que 40% dos casos graves e das mortes causadas pela
nova gripe correspondem a pessoas saudáveis, e a taxa de mortalidade é
ligeiramente mais alta nas idades entre 25 e 49 anos. Na
abertura do congresso anual da Sociedade Respiratória Europeia (ERS, em
inglês), em Viena, um especialista da OMS confirmou que, em muitas partes
do mundo, a nova gripe já desbancou a gripe sazonal. 'A
taxa de mortandade é ligeiramente superior no grupo de entre 25 e 49
anos' O
especialista advertiu que, embora, em geral, a nova gripe não seja muito
agressiva, chama a atenção o fato de que grande parte das mortes
causadas, assim como os casos mais graves, foi registrada em pessoas que
eram saudáveis antes de contrair o vírus A (H1N1). Além disso, destacou
o fato de que o grupo de mais risco seja o de adultos. "Inclusive
a taxa de mortandade é ligeiramente superior no grupo de entre 25 e 49
anos, e 40% dos casos graves e das mortes afetam pessoas que seriam
consideradas saudáveis", afirmou. "Ainda
não sabemos com exatidão de onde veio este vírus. Até agora, o A
(H1N1) praticamente não sofreu mutação. Isso é uma sorte. As cepas são
muito homogêneas. As complicações pulmonares são registradas com mais
frequência do que na gripe comum sazonal", ressaltou. De
acordo com os dados da OMS, que parou de contabilizar o número de
contagiados e só registra o número de mortes e casos graves, o maior número
de pacientes internados por causa da doença nos Estados Unidos e na Austrália
é entre os menores de 20 anos. Até
a próxima quarta-feira, cerca de 20 mil especialistas participam do
congresso da ERS, a maior conferência mundial de medicina pulmonar. O
fórum concentra grande parte de sua atenção nas doenças crônicas das
vias respiratórias, que avançaram até se transformar na terceira causa
de morte em nível mundial.(JB) |
| 11/9/2009 | Suspensão de aulas pode frear gripe suína, afirma OMS |
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O
fechamento de escolas no início de um surto da gripe suína --como é
chamada a gripe A (H1N1)-- em uma comunidade pode frear, em grande parte,
a disseminação do vírus entre estudantes e familiares, além de dar
tempo para o armazenamento de remédios, afirmou a OMS (Organização
Mundial da Saúde) nesta sexta-feira. Mesmo com a conclusão, a OMS
ponderou que isso não é uma recomendação mundial e que as decisões
sobre o assunto são "complexas e relacionadas ao contexto". Salas
de aula tiveram seu papel na rápida transmissão da gripe suína em Nova
York e outras localidades. À medida que as instituições de ensino
recebem seus alunos de volta às aulas no hemisfério norte, muitas estão
analisando como reduzir os riscos de infecção. Não há uma medida que
por si só impeça totalmente a disseminação da gripe, mas certas ações
podem brecá-la, afirmou o órgão da ONU a seus 193 países-membros. Conforme
a OMS, o melhor é "fechar as escolas no início do surto, de preferência
antes que 1% da população adoeça". Se o fechamento tarda, "a
redução da transmissão provavelmente será muito limitada", ainda
conforme a organização. "Em condições ideais, o fechamento das
escolas pode reduzir a procura pelos serviços de saúde em estimados 30%
a 50%." Reduzir
o número de pessoas com necessidade de cuidados médicos é especialmente
importante ao se combater as gripes, porque os hospitais e outras instituições
de saúde correm o risco de ficar sobrecarregadas. Estudantes,
professores e funcionários devem providenciar um espaço para isolar
qualquer pessoa que adoeça no recinto, acrescentou. Quando as escolas
estiverem fechadas, medidas devem ser tomadas para limitar reuniões
sociais de estudantes, disse a OMS. "Se estudantes se reunirem em
outro local que não a escola, continuarão a espalhar o vírus, e as
vantagens de se fechar as escolas serão reduzidas, senão
anuladas."(Folha Online) |
| 11/9/2009 | G7 e México debatem meios de conter pandemia de gripe suína |
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Representantes
do G7, da OMS (Organização Mundial de Saúde) e do México iniciaram
nesta sexta-feira, em Bruxelas, uma reunião extraordinária que pretende
coordenar esforços para o combate ao avanço da gripe suína --como é
chamada a gripe A (H1N1)-- no hemisfério Norte ainda nestes outono e
inverno. O
diretor adjunto da OMS, Keiji Fukuda, participa da reunião. Há, além
dos representantes do G7 --composto por Estados Unidos, Reino Unido,
Alemanha, França, Itália, Japão e Canadá-- representantes da Suécia,
que está na presidência rotativa da União Europeia e da Espanha, que
assumirá o controle do bloco em janeiro que vem --esses, na qualidade de
observadores. O
grupo já decidiu "dar uma autorização rápida' para a vacina
contra gripe suína, assim que ela estiver disponível, e, ao longo da
reunião, examinou as experiências de cada país e quais seriam as
melhores estratégias de vacinação da população. Os países discutiram
ainda como ajudar os países em desenvolvimento a aumentar seus níveis de
preparação com o acesso a antivirais e vacinas, por exemplo. "Temos
que aumentar os preparativos para enfrentar a pandemia", afirmou a
comissária da Saúde da União Europeia (UE), Androulla Vassiliou. No
final da reunião, G7 e México deverão divulgar comunicado conjunto
sobre os próximos passos da comunidade internacional para minimizar ao máximo
os efeitos da pandemia.(Folha Online) |
| 11/9/2009 | OMS soma 277 mil casos de gripe suína; América concentra maioria |
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da
Efe, em Genebra O
número de casos de gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)-- no
mundo superam os 277.607, dos quais 3.205 acabaram em morte, informou a
OMS (Organização Mundial de Saúde) nesta sexta-feira. A América
continua sendo a região onde aconteceram mais mortes, com 2.467
confirmadas entre o total de 120.653 casos. No
Brasil, há 6.592 casos da doença e 769 mortes confirmadas, conforme
informações das secretarias estaduais de saúde. Segundo
balanço da OMS, na região do Pacífico Ocidental houve 306 mortes em
69.389 casos; no Sudeste asiático, 221 em 22.387; na Europa, 125 em 49
mil; no Mediterrâneo oriental, 51 em 9.844; e, na África, 35 em 6.336.
Os dados correspondem aos contágios contabilizados até o dia 6 de
setembro e a agência reitera que são os casos confirmados em laboratório,
por isso que se estima que o número total é mais elevado. O
comunicado da OMS também diagnostica que nas áreas temperadas do Hemisfério
Sul, a situação está voltando à normalidade e cita como exemplos
Chile, Argentina, Austrália e Nova Zelândia. Por outro lado, vê
atividade da pandemia nas regiões tropicais da Ásia e América e cita
como exemplos Equador, Venezuela, Índia, Camboja e Bangladesh. Nas
áreas tropicais da América Central e do Caribe --Costa Rica, El
Salvador, Guatemala, Honduras, Panamá e Cuba-- prossegue a tendência de
baixa nas afecções respiratórias da população. Na Europa e Ásia
Ocidental, em geral o nível de contágio é baixo, exceto alguns casos do
leste do continente, ainda conforme as conclusões da OMS. Sintomas
A
gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A,
chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas
semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de
cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos
olhos e fluxo nasal. Para
diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada
nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada
espalha o vírus, e examinada em laboratório. |
| 11/9/2009 | SP: 67% mudam hábitos de higiene por medo da gripe suína |
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Pesquisa do governo de São
Paulo indica que 67% dos moradores do Estado mudaram seus hábitos de
higiene e saúde por causa da epidemia de gripe suína. A pesquisa foi
feita por telefone com mil entrevistados. Segundo o governo, 45% dos
mudaram os hábitos disseram que pararam de apertar a mão de outra pessoa
para cumprimentá-las. Segundo a Secretaria de
Estado de Saúde, a mudança maior foi no hábito de lavar as mãos, reforçado
por 84% dos entrevistados que mudaram seus hábitos. Além disso, 72%
afirmaram evitar aglomerações em locais fechados e 50% passaram a
utilizar álcool em gel. A pesquisa aponta ainda
que metade dos entrevistados acredita que a epidemia já atingiu o ponto
crítico no Estado e irá recuar. O governo diz também que 38% não têm
medo da doença, 31% estão com pouco medo e 30% com muito medo. De acordo com dados do
Ministério da Saúde divulgados na semana passada, 657 pessoas morreram
infectadas pela gripe suína no País. O Brasil, segundo os dados da
Organização Mundial da Saúde, é o país com maior número de casos
fatais da doença.(TERRA) Venezuela registra 55
mortes pela gripe suína As mortes de pessoas
infectadas pela gripe suína subiram para 55 na Venezuela, onde foram
registrados 1,103 mil casos da doença, segundo dados do Ministério da Saúde
divulgados hoje pela imprensa local. Até segunda-feira
passada, tinham sido registradas 52 mortes de pessoas infectadas com o vírus
H1N1, segundo dados do Instituto Nacional de Higiene (INH) informados pela
imprensa local. Entre as três mortes
registradas esta semana, está uma jovem de 22 anos grávida, afirmou o
jornal "El Nacional", citando dados do Ministério da Saúde. O ministro da Saúde
venezuelano, Carlos Rotondaro, insistiu em sua chamada à população para
que vá imediatamente aos centros de saúde após os primeiros sintomas da
doença. Segundo as autoridades de
saúde venezuelanas, foi detectado que a maioria das mortes de infectados
com a nova gripe ocorreu devido a complicações derivadas da demora no
tratamento. (TERRA) |
| 11/9/2009 | Laboratório australiano diz que vacina contra gripe suína funciona em dose única |
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MAGGIE FOX da Reuters, em Washington
(EUA) O laboratório australiano
CSL disse nesta quinta-feira que basta uma dose única da vacina contra a
gripe suína para proteger adultos, o que significa que a oferta existente
pode durar mais do que previam as autoridades sanitárias. Uma dose de 15 microgramas
da vacina da CSL, que não usa um adjuvante (substância que reforça a
imunização), obteve a reação imunológica desejada em 95% dos 240
adultos testados, relatou a empresa na revista "New England Journal
of Medicine". Na semana passada, os
laboratórios Novartis e Sinovac haviam apresentado conclusões
semelhantes. A cepa pandêmica do vírus
da gripe suína, denominado oficialmente gripe A (H1N1), pode vir a
infectar 2 bilhões de pessoas, ou um terço da população mundial,
segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). Por se tratar de uma nova
variação do vírus, especialistas diziam que provavelmente seriam necessárias
duas doses para garantir a imunização. As autoridades do Hemisfério
Norte têm pressa em iniciar programas de vacinação em massa antes que
chegue o inverno, época em que há maior difusão das gripes comuns. Outros laboratórios, como
Sanofi-Aventis, GlaxoSmithKline e MedImmune, também estão preparando
vacinas contra o A (H1N1) para completar os estoques dos governos. As vacinas contra o A
(H1N1) serão administradas separadamente das vacinas contra as gripes
sazonais, o que as autoridades globais admitem que poderá criar um
pesadelo logístico. Se os pacientes só precisarem de uma dose da imunização
contra a gripe pandêmica, a complicação seria bem menor. "Não há bandeiras
vermelhas aqui. Achamos que podemos ter 5 milhões de doses prontas para
distribuir no fim de setembro", disse Raburn Mallory, da MedImmune,
em entrevista. "Como a nossa vacina é uma vacina viva, ela tende a
ter uma eficácia de uma dose melhor do que as vacinas mortas." Nos EUA, as autoridades
esperam que a campanha de vacinação comece só a partir de meados de
outubro.(Folha Online) |
| 11/9/2009 | Campinas confirma 13ª morte por gripe suína na cidade |
|
Rose Mary de Souza A Secretaria de Saúde de
Campinas confirmou nesta sexta feira a 13ª morte por gripe suína na
cidade. Trata-se de uma mulher de 46 anos que morreu no último dia 31 de
agosto depois de ficar uma semana internada. Ela apresentava outras doenças
e obesidade mórbida. Dos 13 óbitos registrados
no município, nove foram de mulheres, entre elas uma gestante, e quatro
homens. No total, foram 183 pessoas infectadas pelo vírus Influenza A
(H1N1) desde junho, sendo que a maioria já recebeu alta. A Vigilância
Epidemiológica investiga três óbitos suspeitos pela gripe suína e
aguarda resultado de exames. De acordo com a análise
da Vigilância Epidemiológica a Secretaria de Saúde, houve redução no
número de casos de gripe suína na cidade. No final de julho, a média de
casos confirmados por dia era de quatro doentes. Este número caiu para um
caso nas últimas duas semanas de agosto. Segundo a Secretaria, com relação
ao número de casos notificados de Sindrome Respiratória Aguda Grave (SRAG),
o número caiu de 20 por dia no final de julho para cinco no final de
agosto. (TERRA) |
| 11/9/2009 | Campeonato de futebol da China pode ser suspenso pela gripe suína |
|
da France Presse A confirmação de casos
gripe suína --a gripe A (H1N1)-- entre os jogadores de um dos principais
clubes de futebol da China pode resultar na suspensão do campeonato
nacional, informou a imprensa local. Oito jogadores do clube
Chongqing foram contaminados, e a partida da equipe contra o Hangzhou
Lucheng, programada para domingo, foi adiada. Toda a equipe, incluído o
treinador holandês Arie Haan, foi colocada em quarentena. Até o momento
nenhum dos outros 15 clubes da primeira divisão chinesa registrou casos
da doença. A federação chinesa já
alertou que se jogadores de pelo menos três clubes forem afetados pela
gripe, o campeonato deve ser suspenso. O Ministério da Saúde da
China afirmou que o número de novos casos da gripe deve ser alto nos próximos
meses. "Segundo estimativas
dos especialistas, nosso país pode registrar no outono [do país] dezenas
de milhões de pessoas contaminadas pela gripe H1N1", declarou o
vice-diretor do departamento de emergências do Ministério da Saúde,
Liang Wannian.(Folha Online) |
| 11/9/2009 | Número de mortos por gripe suína em MG chega a 49 |
|
colaboração para a Folha
Online O número de mortes por
gripe suína --doença causada pelo vírus da influenza A (H1N1)-- em
Minas Gerais chegou a 49, informou nesta sexta-feira a Secretaria de Saúde
do Estado. Cumprindo recomendações
do Ministério da Saúde, Minas Gerais agora computa em seus balanços
tanto moradores do Estado que morreram no próprio Estado, quanto mineiros
que morreram em outros lugares do país. A cidade com mais mortos
é Belo Horizonte. Seis moradores da cidade morreram, incluindo um que
estava em viagem a Pernambuco. Na sequência vem Uberlândia, com cinco
mortes. Nova Lima, Uberaba e Virgínia têm dois óbitos cada. Com as confirmações, o
total de mortes no país já chega a, pelo menos, 769 --segundo dados das
secretarias estaduais de Saúde. Entretanto, o Ministério da Saúde
confirmou 657 mortes no país em decorrência da doença até a o dia 29
de agosto. Sintomas A gripe suína é uma doença
respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é
transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe
comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores
musculares e nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal. Para diagnosticar a infecção,
uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco
primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e
examinada em laboratório. Os antigripais Tamiflu e
Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus
H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático,
de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados
Unidos).(Folha Online) |
| 10/9/2009 | Jacarezinho (PR) fecha lojas à noite para evitar gripe suína |
|
JOSÉ MASCHIO da Agência Folha, em
Londrina A Prefeitura de
Jacarezinho, no norte do Paraná, proibiu em decreto o funcionamento de
estabelecimentos comerciais e prestadoras de serviço após às 18h30 como
forma de evitar a propagação da gripe A (H1N1). A medida, que vem
provocando polêmica na cidade, também veta a "aglomeração de
pessoas nas vias públicas" e eventos "de qualquer natureza, públicos
ou particulares, em locais fechados ou ao ar livre". As proibições começaram
a valer desde terça-feira (8) e vão até o dia 27 de setembro. As penas
para o descumprimento do decreto municipal vão de R$ 300 para
frequentadores de bares a R$ 1.500 para estabelecimentos, escolas, clubes
e igrejas que desrespeitarem a proibição de aglomeração. Donos de bares,
supermercados e restaurantes da cidade, que tem 40 mil habitantes,
anunciaram que irão ingressar na Justiça com pedido de liminar contra o
decreto. Segundo a Associação Comercial e Industrial de Jacarezinho,
pelo menos dez estabelecimentos que abrem à noite serão afetados pelo
decreto. Em nota, a prefeita Tina
Toneti (PT) justificou a medida dizendo que é uma forma de ''endurecer a
fiscalização e fazer com que a comunidade participe da campanha contra a
gripe A''. Em Jacarezinho, há 29 casos confirmados da doença, duas
mortes e 112 pessoas monitoradas, em casa, pela Secretaria Municipal da Saúde.
O secretário municipal da
Saúde, José Francisco de Souza Silva, disse que não se trata de um
"toque de recolher", como chegou a ser noticiado na imprensa.
''Quem veiculou essa notícia não leu o decreto. As pessoas podem
circular normalmente pelas ruas'', disse. |
| 10/9/2009 | Estados de Minas, Paraná e Rio Grande do Sul confirmam mais mortes por gripe suína |
|
da Folha Online As Secretarias de Saúde
do de Minas, Paraná e do Rio Grande do Sul confirmaram nesta
quinta-feira, ao todo, mais 16 mortes em decorrência da gripe suína --a
gripe A (H1N1). De acordo com os novos
balanços, no Paraná, já são 217 mortes. O Estado é o segundo com
maior número de mortes em decorrência da doença, atrás apenas de São
Paulo (236). Além das mortes confirmadas, o Paraná também possui 6.889
casos da doença. No Rio Grande do Sul, as
mortes por causa da doença subiram para 130. Das nove novas mortes
confirmadas, sete são homens e duas mulheres. Já em Minas, foram
confirmadas mais três morte elevando o total de óbitos para 36. Com as confirmações, o
total de mortes no país já chega a, pelo menos, 756 --segundo dados das
secretarias estaduais de Saúde. Entretanto, o Ministério da Saúde
confirmou nesta semana passada 657 mortes no país em decorrência da doença,
até a o dia 29 de agosto. Sintomas
A gripe suína é uma doença
respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é
transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe
comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores
musculares e nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal. Para diagnosticar a infecção,
uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco
primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e
examinada em laboratório. |
| 10/9/2009 | França pede fim dos beijos no rosto para evitar a gripe suína |
|
da BBC Brasil Autoridades de saúde na
França pedem que a população evite qualquer tipo de contato físico
para reduzir as chances de contágio por gripe suína --como é chamada a
gripe A (H1N1). Algumas escolas e empresas chegaram a proibir o beijo no
rosto, o cumprimento tradicional na França. Uma agência de
monitoramento de gripe suína no país acaba de anunciar que o país pode
ter até 20 mil novos casos de gripe suína a cada semana. O número é
contestado pelo Ministério da Saúde, mas a central de atendimento telefônico
do governo ainda recomenda que se evite abraços e apertos de mão. Funcionários de escritórios
concordaram em tomar diversas medidas para diminuir as chances de
contaminação pela doença, incluindo limpar as mãos frequentemente com
gel antibactericida e até usar máscaras. Muita gente recebeu
laptops para trabalhar de casa, caso o número de pessoas com gripe suína
se eleve repentinamente. O governo francês não
parece disposto a arriscar e recomenda até mesmo uma distância de
segurança de um metro de qualquer pessoa com suspeita de gripe, mas a
ideia de suspender os beijos ainda não está sendo amplamente adotada no
país. |
| 10/9/2009 | Estados de Minas, Paraná e Rio Grande do Sul confirmam mais mortes por gripe suína |
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da Folha Online As Secretarias de Saúde
do de Minas, Paraná e do Rio Grande do Sul confirmaram nesta
quinta-feira, ao todo, mais 16 mortes em decorrência da gripe suína --a
gripe A (H1N1). De acordo com os novos
balanços, no Paraná, já são 217 mortes. O Estado é o segundo com
maior número de mortes em decorrência da doença, atrás apenas de São
Paulo (236). Além das mortes confirmadas, o Paraná também possui 6.889
casos da doença. No Rio Grande do Sul, as
mortes por causa da doença subiram para 130. Das nove novas mortes
confirmadas, sete são homens e duas mulheres. Já em Minas, foram
confirmadas mais três morte elevando o total de óbitos para 36. Com as confirmações, o
total de mortes no país já chega a, pelo menos, 756 --segundo dados das
secretarias estaduais de Saúde. Entretanto, o Ministério da Saúde
confirmou nesta semana passada 657 mortes no país em decorrência da doença,
até a o dia 29 de agosto. Sintomas
A gripe suína é uma doença
respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é
transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe
comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores
musculares e nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal. Para diagnosticar a infecção,
uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco
primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e
examinada em laboratório. Os antigripais Tamiflu e
Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus
H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático,
de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos). |
| 10/9/2009 | Diretora da OMS diz que gripe é benigna na maioria dos casos |
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Especialista, no entanto,
lembrou que surto no hemisfério sul provocou'pressão social e
nervosismo' Efe Espanha - A diretora de Saúde
Pública da Organização Mundial da Saúde (OMS), María Neira, afirmou
nesta quarta-feira, 9, que os dados epidemiológicos sobre a gripe A
obtidos no hemisfério sul, onde o inverno rígido já passou, mostra que
a doença "continua sendo benigna numa percentagem altíssima dos
casos". Em
declarações à Rádio Nacional da Espanha, Neira afirmou que a experiência
no hemisfério sul é "importantíssima" para o prognóstico que
a OMS faz sobre o desenvolvimento da gripe, que em países como Nova Zelândia,
Argentina e Chile já "substituiu completamente" o vírus da
gripe comum. Neira acrescentou que, com
os dados obtidos nos países do sul, onde o inverno está quase acabando,
é possível "preparar" um modelo de atuação e prever como a
gripe vai se expandir no hemisfério norte. "Por
enquanto, os resultados convidam a sermos serenos e positivos", disse
a representante da OMS. A
especialista, no entanto, lembrou que o surto da doença no hemisfério
sul provocou muitas situações de "pressão social e um pouco de
nervosismo". |
| 10/9/2009 | Estudo não vê vantagem em tratamento de adulto gripado |
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FABIANE LEITE e EDUARDO
KATTAH Uma revisão de estudos
publicada na edição mais recente da revista científica The Lancet
Infectious Diseases aponta que não vale a pena governos investirem no
tratamento de adultos saudáveis vítimas da gripe sazonal com os
antivirais oseltamivir (Tamiflu) e zanamivir (Relenza). De acordo com o
trabalho, aplicar recursos na vacinação dessa população seria mais
barato e efetivo. Não houve conclusão sobre o efeito das drogas contra
complicações. O levantamento, realizado
pela área de economia da saúde do Ministério da Saúde do Reino Unido,
avaliou dados disponíveis na literatura médica nos últimos anos para
avaliar se era vantajoso para o sistema público comprar a droga e
fornecer também para adultos com gripe sazonal, além de idosos e pessoas
com saúde debilitada, que já são o público-alvo. O estudo destaca que é
discutível o valor clínico dos remédios, que nos estudos demonstraram
ser capazes de reduzir de meio dia até um dia apenas a duração dos
sintomas da gripe. "Apesar de a gripe entre adultos ser uma
prioridade para a saúde pública, recomendar o uso de antivirais não
parece ser a ação mais apropriada", enfatiza o trabalho, que
destaca a possibilidade de investimento na vacinação. A reportagem não
conseguiu ouvir os fabricantes das duas drogas. Atualmente, no Brasil, os
dois antivirais são aprovados para o combate da gripe sazonal e da suína
e o oseltamivir passou a ser fornecido, pelo governo, contra a nova doença.
No entanto, neste ano, o novo vírus passou a ser dominante entre os casos
de gripe. ALTA Após 70 dias de
tratamento, o analista de sistema Rodrigo Novelli, de 27 anos, teve alta
ontem, em Belo Horizonte. Ele é apontado como o paciente que até o
momento ficou mais tempo internado por causa da gripe suína em todo o País. Ao longo de 45 dias,
Novelli ficou isolado no Centro de Tratamento Intensivo do Hospital das Clínicas
da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ele permaneceu
inconsciente a maior parte do tempo. Respirava com ajuda de aparelhos e
seu estado era anunciado como gravíssimo nos boletins diários do HC. |
| 10/9/2009 | Popularidade de Lula cai com crise política e gripe suína, diz pesquisa |
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Segundo levantamento CNT/Sensus,
aprovação ao presidente caiu 4,7 pontos. Da BBC Brasil em Brasília
- A popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva caiu 4,7 pontos
em setembro, chegando a 76,8%, segundo pesquisa da CNT/Sensus, divulgada
nesta terça-feira. A principal razão para a
queda, segundo o estudo, está na má percepção da população sobre o
sistema de saúde, diante da disseminação da gripe suína. As recentes crises políticas,
envolvendo o presidente do Senado, José Sarney, e uma suposta reunião
entre a então secretária da Receita Federal, Lina Vieira, e a
ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, também afetaram a imagem do
presidente, de acordo a pesquisa. No levantamento anterior,
realizada em maio, a aprovação ao presidente Lula chegou a 81,5% -
sugerindo uma percepção mais positiva em relação à crise financeira
internacional. A pesquisa divulgada nesta
terça-feira também mostra que houve aumento na parcela da população
que avalia como "ruim" o desempenho do presidente: o índice
subiu três pontos, para 18,7%. Lina e Dilma "Tanto o governo como
o presidente Lula estão arcando com o ônus das crises. Tivemos, nos últimos
meses, uma pauta continuamente negativa, com os efeitos Lina-Dilma e
Senado", disse Ricardo Guedes, coordenador da pesquisa. Segundo o levantamento,
41,5% dos entrevistados têm conhecimento da discussão que colocou Lina e
Dilma em lados opostos. Dentre essa parcela, 35,9% acreditam na versão da
ex-secretária da Receita, enquanto 23,6% acreditam na ministra. "É importante
ressaltar, porém, que a popularidade do presidente Lula continua
significativamente alta", acrescentou. Segundo ele, a aprovação
ao governo Lula caiu principalmente entre as mulheres mais escolarizadas
das regiões Sul e Sudeste do país. BBC Brasil - Todos os direitos
reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por
escrito da BBC. |
| 8/9/2009 | Brasil oficializa compra de vacina contra gripe suína |
|
AE
- Agencia Estado SÃO
PAULO - O Brasil oficializou a compra de 18 milhões de doses de vacina
contra o vírus da Influenza A (H1N1), popularmente conhecida como gripe
suína, do laboratório Sanofi Pasteur. O contrato, que será financiado
com recursos do Ministério da Saúde, foi assinado na sexta-feira com a
Fundação Butantã, do governo de São Paulo, que ficará responsável
pela finalização da produção de 17 milhões de doses a granel. Outro 1
milhão de doses chegará pronto para uso, mas, segundo a fundação havia
anunciado, passará por testes nos seus laboratórios. Os
valores da negociação não foram divulgados. Segundo Isaías Raw,
presidente da Fundação Butantã, eles dependem ainda de aprovação de
medida provisória no Congresso que prevê R$ 1 bilhão para a compra de
vacinas. Segundo o fornecedor, o contrato prevê ainda um fornecimento
opcional de 15 milhões de doses para a hipótese de a Organização
Mundial da Saúde (OMS) determinar que a vacina de gripe sazonal seja
paralisada para que se dê prioridade à fabricação de imunizantes
contra o vírus da nova gripe. "A
vacina (a granel) será formulada com adjuvantes (componentes) do Butantã.
É a primeira vez que é formulada com produto brasileiro. É uma parceria
muito interessante. Se funcionar como esperamos, até os franceses podem
usar nossa adjuvante", disse Raw, que espera que os testes apontem
que haja imunização com apenas uma dose, pois assim o produto a granel
poderá render mais. O início de testes com humanos, anunciado para este
mês, ainda depende de aprovação de comitês de ética, informou ontem
Raw. |
| 8/9/2009 | Gripe suína mata chefe da segurança de Rafael Correa |
|
AE
- Agencia Estado QUITO
- O chefe da segurança do presidente do Equador, Rafael Correa, morreu
semanas após ter contraído o vírus da Influenza A (H1N1), popularmente
conhecida como gripe suína, informaram ontem autoridades locais. O
coronel da Aeronáutica John Merino foi hospitalizado com a nova gripe em
10 de agosto e morreu no domingo, no Hospital Militar, segundo comunicado
do governo. A
Influenza A (H1N1) já matou pelo menos 44 pessoas no Equador, segundo
dados do Ministério da Saúde. O vírus atingiu também o ministro da
Coordenação Política, Ricardo Patino, e mais um membro da força de
segurança encarregada de proteger o presidente. O próprio Correa ficou
uma semana em observação médica, mas os médicos confirmaram que ele não
estava com a doença. Em
outro caso separado, o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, voltou
ontem ao trabalho, após ficar uma semana isolado por estar com o vírus
da nova gripe. Sorridente e aparentando boa saúde, Uribe cumprimentou vários
empresários em um encontro no escritório presidencial, segundo fotos
divulgadas pelo governo. Uribe
começou a apresentar sintomas mais fortes da doença durante um encontro
da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), no dia 28 de agosto, na
Argentina. Mais membros da administração contraíram o vírus, como o
alto comissário para a paz Frank Pearl, o chefe da segurança do
presidente, general Flavio Buitrago, e o chefe da Aeronáutica Civil,
Fernando Sanclemente. Outro líder latino-americano também contraiu a
doença. O presidente da Costa Rica, Oscar Arias, já se recuperou, após
uma semana isolado, e voltou ao trabalho em 25 de agosto. Temor
na China O
ministro da Saúde chinês, Chen Zhu, afirmou que a situação no país
relativa à nova gripe era "preocupante". O número de casos
aumenta rapidamente na China com o início do ano escolar e a aproximação
do inverno. Chen afirmou em Pequim que o governo lançará um programa
nacional de vacinações. Ele advertiu, porém, que pode faltar vacina. O
ministro notou que, na semana passada, 95% das novas infecções surgiram
no próprio país, não vindas do exterior. A China já registrou 5.592
ocorrências da doença, mas sem nenhuma morte relacionada ao vírus. Na
sexta-feira, a Organização Mundial de Saúde (OMS) informou que pelo
menos 2.837 pessoas morreram em razão do vírus no mundo. As autoridades
temem uma segunda onda de infecções com a chegada do outono e inverno no
Hemisfério Norte. O
ministro da Saúde afirmou que há preocupação com o feriado de uma
semana previsto para outubro, com grandes comemorações para marcar o 60º
aniversário do regime comunista na China. Segundo Chen, estima-se que 200
milhões de pessoas se desloquem pelo país, aumentando os riscos de
disseminação da doença. O
governo planeja vacinar 65 milhões de pessoas, ou 5% da população
chinesa, antes do fim do ano. Porém o ministro advertiu para o limite na
produção chinesa de vacinas. "O suprimento ficará abaixo da
demanda, se comparado com a demanda de 1,3 bilhão de pessoas",
notou. As informações são da Dow Jones. |
| 8/9/2009 | Gripe suína: Laboratório do PR já analisou 7 mil exames |
|
SOLANGE
SPIGLIATTI - Agencia Estado SÃO
PAULO - O Laboratório Central do Estado (Lacen) do Paraná já analisou
mais de 7 mil exames para gripe suína desde que recebeu autorização do
Ministério da Saúde para realização dos diagnósticos, em 27 de julho.
Segundo informações da Agência Estadual de Notícias, a média
corresponde a 200 exames por dia. Nos casos em que o médico ou a vigilância
julgue necessário o exame, o paciente deve seguir as orientações do
profissional de saúde que indicará o local onde deverá ser feia a
coleta do material. Após
a coleta, a amostra é enviada imediatamente ao Lacen, onde será
analisada em até 48 horas. Depois da missão dos laudos, o resultado fica
disponível on line para as 22 Regionais de Saúde, que repassam para as
Secretarias Municipais de Saúde, responsáveis por informar aos pacientes
o resultado. |
| 8/9/2009 | Casos de gripe suína explodem na China e preocupam governo |
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da
France Presse, em Pequim O
ministro da Saúde da China, Chen Zhu, expressou nesta terça-feira
inquietação em relação ao súbito aumento do número de casos de gripe
suína --como é chamada a gripe A (H1N1)-- na porção continental do país,
com o início das aulas e o término do verão (hemisfério norte).
"Houve uma evolução recente da gripe H1N1 e enfrentamos uma situação
sombria", disse. Leia
a cobertura completa da gripe suína Saiba
quais são os sintomas da gripe suína O
país já registrou 5.592 casos da doença --mais de mil desses casos
foram confirmados só na última semana--, porém não teve nenhuma morte.
No Brasil, já foram registrados mais de 6.000 casos e mais de 700 mortes.
O
ministro destacou que a China iniciará esta semana o programa nacional de
vacinação, o primeiro país a fazer isto, mas advertiu que os laboratórios
não vão conseguir responder à demanda. A China espera vacinar 5% da
população de 1,3 bilhão de habitantes, ou seja, 65 milhões de pessoas,
até o fim do ano. Algumas
categorias da população serão prioritárias, assim como algumas zonas
geográficas com importante presença do vírus. O
ministro também manifestou inquietação com a aproximação do feriado
prolongado de 1º de outubro, aniversário da fundação da China
comunista, época de grandes deslocamentos e que neste ano marcará o 60º
aniversário do país. Sintomas
A
gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A,
chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas
semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de
cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos
olhos e fluxo nasal. Para
diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada
nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada
espalha o vírus, e examinada em laboratório. O
tratamento precoce com os antivirais Tamiflu ou Relenza pode ajudar a
reduzir a gravidade e a duração da infecção, de acordo com o CDC
(Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos). |
| 3/9/2009 | Gripe suína matou 36 crianças americanas, informa centro de saúde |
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da
Folha Online O
vírus da gripe suína --A H1N1-- matou 36 crianças americanas, informou
o Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC
na sigla em inglês) nesta quinta-feira. O
centro afirmou que 67% delas apresentavam condições médicas de alto
risco, o que as colocava sob maior risco de desenvolver doença grave,
como asma, ou estavam incapacitadas, como com paralisia cerebral. Vinte e
dois por cento das crianças, no entanto, tinham menos de 5 anos e eram
perfeitamente saudáveis. "Até
8 de agosto de 2009, o CDC recebeu notificações de 477 mortes associadas
à pandemia de gripe H1N1 de 2009 nos Estados Unidos, incluindo 36 mortes
de crianças abaixo de 18 anos", escreveram os pesquisadores do CDC
no relatório semanal da agência sobre morte e doença. "Os
resultados dessa análise indicam que, das 36 crianças que morreram, sete
(19%) tinham menos de 5 anos e 24 (67%) tinham uma ou mais condição médica
de alto risco." A
nova gripe H1N1 foi declarada uma pandemia em junho e vem se propagando
pelo mundo desde então. Ela permanece ativa nos EUA desde que foi
identificada em abril -- o que é bastante incomum para o vírus, que em
geral fica ativo apenas nos meses mais frios. Sabe-se
que ela afeta as crianças maiores e os adultos jovens mais do que a gripe
sazonal, o que tem preocupado os médicos. A gripe sazonal é capaz de
matar crianças saudáveis e aquelas com condições clínicas favoráveis
à doença, mas os médicos temem mais mortes de crianças, pois elas têm
sido mais afetadas. A
equipe do CDC disse que é importante identificar e tratar as crianças
infectadas com H1N1 rapidamente, especialmente se têm doença grave ou se
pertencem a um grupo de alto risco, como crianças com asma, diabete ou
outras condições crônicas. Uma
vacina contra o H1N1 não estará disponível antes de outubro nos EUA,
dizem as autoridades. *Sintomas
* A
gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A,
chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas
semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de
cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos
olhos e fluxo nasal. Para
diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada
nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada
espalha o vírus, e examinada em laboratório. O tratamento precoce com os antivirais Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da infecção, de acordo com o CDC. |
| 3/9/2009 | Escola do Rio suspende duas turmas por causa da gripe suína |
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Duas turmas do Colégio Edem Escola Dinâmica do Ensino Moderno foram
suspensas hoje (3) para evitar possíveis contágios pela influenza A
(H1N1) - gripe suína. As turmas são de bebês de um e dois anos de
idade, que tinham contato com uma funcionária com sintomas da doença. Segundo o colégio, a medida foi
tomada em caráter preventivo, e os país foram aconselhados a deixarem os
filhos em casa. Outros dois alunos - eles são irmãos, e um tem quatro
anos e o outro 14 - tiveram diagnóstico positivo para a gripe suína na
semana passada, mas as turmas não foram suspensas, cabendo aos pais a
decisão de enviar os filhos à escola. Os cerca de 30 bebês só voltam ao colégio, qno bairro de Laranjeiras, na próxima terça-feira (8). Agência Brasil |
| 3/9/2009 | Gripe suína: HC de Ribeirão Preto adia 70 cirurgias para liberar leitos para casos da doença |
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SÃO PAULO - O aumento dos casos de gripe suína fez com que o Hospital
das Clínicas de Ribeirão Preto, a 319 km de São Paulo, prorrogasse 70
cirurgias eletivas, não emergenciais, no mês passado. A principal mudança
foi a desativação de três salas cirúrgicas no HC Campus. O local foi
transformado para atender pacientes grávidas com sintomas respiratórios.
O HC de Ribeirão Preto faz 1,4 mil procedimentos de baixa complexidade
por mês. - Algumas cirurgias foram remanejadas para o Hospital Estadual e para
outras salas do próprio HC, mas algumas não puderam ser remarcadas ainda
- disse o diretor clínico do HC-UE, Fábio Fernandes Neves. A secretária da Saúde Carla Palhares afirmou que o município também
pode adiar cirurgias eletivas, mas a medida ainda não foi necessária. (
GLOBO) |
| 3/9/2009 | Não há falta de Tamiflu para tratamento da "gripe suína", diz governo |
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BRASÍLIA
- O diretor de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Vigilância
Sanitária do Ministério da Saúde, Eduardo Hage, afirmou em audiência
de comissão da Câmara dos Deputados que não há falta do medicamento
Tamiflu para tratamento de "gripe suína" (rebatizada de gripe A H1N1 pela OMS) . Ele também rebateu o
entendimento de que haja restrição de uso aos casos graves e a pessoas
em situação de risco. “Não
se trata de impedir o tratamento, mas de indicar o melhor tratamento”,
afirmou Hage durante reunião da Comissão de Seguridade Social e Família.
Segundo ele, o protocolo da Organização Mundial de Saúde (OMS) orienta
o uso a casos graves ou pacientes com fator de risco, como problemas cadíacos.
O diretor foi convidado para discutir a estratégia de distribuição do
medicamento para tratamento da doença. A
polêmica sobre a distribuição se deu diante das dificuldades de
distribuição do medicamento aos Estados e municípios e às farmácias.
O Ministério da Saúde informou em agosto que não há proibições para
a comercialização e que a diminuição do número de produtos à venda
se deu pelo fato de a fabricante ter sido chamada a dar prioridade aos
pedidos do governo federal. Hage
frisou que a “dificuldade eventual” de distribuição e utilização
do medicamento nos Estados e municípios não se deve à falta do Tamiflu.
“Até a semana passada, são quase um milhão de tratamentos distribuídos”,
contabilizou o diretor, frisando que, dessa forma, há quantidade
significativamente maior do produto do que a demanda. Boletim Segundo
o último boletim divulgado na última quarta-feira pelo Ministério da Saúde,
foram confirmados 6.592 casos graves de gripe suína no Brasil. O número
representa 87,1% dos casos de gripe identificados até o dia 29 de agosto,
no País. Ao todo, segundo o ministério, foram registradas 657 mortes
provocadas pela doença. Segundo
o ministério, o Brasil tem a 6ª maior taxa de mortalidade no mundo, que
representa o percentual de mortes em relação à população. De acordo
com o boletim, o nível de infecção no hemisfério sul aumentou nos últimos
meses por causa do inverno. Em
contrapartida, o ministério informou que, nas últimas três semanas, foi
identificada tendência de redução no número de casos graves. Diante
desta tendência, o ministério informou que passará a divulgar boletins
quinzenalmente. Os relatórios vinham sendo divulgados a cada semana. Desafio O
diretor do Ministério da Saúde apontou que, entre os desafios no
enfrentamento da doença, está o tratamento de gestantes. Durante
sua exposição, Hage destacou que há uma atenção especial às grávidas.
Porém, ele salientou que a gestação não é, por si só, um fator de
risco. “Temos identificado que a gestação, com outro fator de risco,
aumenta a probabilidade de agravar”, descreveu. Segundo
Hage, a segunda onda de epidemia também é uma preocupação. “Todos os
países estão se preparando para isso”, afirmou. A expectativa é que a
nova onda surja no hemisfério norte. “Não se sabe se as medidas até
então adotada podem diminuir sua eficácia”, destacou.(Último Segundo) |
| 3/9/2009 | Mato Grosso registra 2ª morte por gripe suína |
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Juliana Michaela A
Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso confirmou nesta quinta-feira
a segunda morte pelo vírus da gripe suína. Os óbitos são do município
de Rondonópolis. O
primeiro registro foi da mulher de um caminhoneiro que morreu em Toledo
(PR) e o segundo é de uma moça de 26 anos, com síndrome de down. Há
ainda outros dois óbitos que aguardam resultado laboratorial. Existem
notificados no Estado 301 casos de Influenza A, sendo 35 confirmados, 68
descartados, 147 aguardam resultado e 36 que apresentaram os sintomas
leves e não tiveram material coletado. A
Secretaria Municipal de Saúde de Rondonópolis orienta os pacientes com
sintomas de gripe sejam encaminhados à unidade de saúde mais próxima e
os casos sem gravidade permaneçam isolados e monitorados em casa. (Terra) |
| 3/9/2009 | China aprova vacina local contra a gripe suína |
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Agencia Estado PEQUIM - A Administração Estatal de Alimentos e Medicamentos
da China aprovou nesta quinta-feira uma vacina contra a gripe suína
produzida no próprio país pela Sinovac Biotech. Segundo a empresa, a
vacina é efetiva após uma única dose. A Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou para uma possível falta
de vacinas contra a gripe suína, na medida em que o inverno se aproxima
do Hemisfério Norte. Mais de duas dezenas de laboratórios em todo o
mundo correm para testar, produzir e exportar vacinas antes que a pandemia
entre na segunda fase. Segundo a OMS, pelo menos 2.185 pessoas em todo o
mundo morreram depois de contrair o´vírus. |
| 3/9/2009 | Laboratório diz que dose única de vacina basta contra gripe suína |
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REUTERS
ZURIQUE
- O laboratório Novartis alardeou nesta quinta-feira a eficácia da dose
única da sua vacina contra a gripe suína, dando novas esperanças de que
os estoques, embora limitados, darão conta das campanhas de imunização
em massa a serem iniciadas neste mês. O
vírus H1N1 surgiu em abril na América do Norte e desde então se
espalhou por quase todo o mundo. A Organização Mundial da Saúde
declarou situação de pandemia em 11 de junho, e estima que 2 bilhões de
pessoas venham a ser afetadas. Muitos
especialistas previam que seria preciso administrar duas doses por pessoa,
como forma de mitigar uma segunda onda de infecções, quando começar o
inverno no Hemisfério Norte. Em
alguns países a vacinação em massa deve começar já neste mês, e
muitos outros farão o mesmo em outubro. A
Novartis disse que, em um teste preliminar, sua vacina contra o H1N1 gerou
uma forte reação imunológica após uma única dose. O laboratório
chinês Sinovac também diz que sua vacina precisa de apenas uma dose para
ser eficaz. -
Os primeiros dados são encorajadores e indicam que, caso o fornecimento
seja limitado devido à baixa produção, dar à população uma só
injeção poderia bastar para gerar proteção contra a gripe suína -
disse o analista da Vontobel Andrew Weiss, referindo-se à vacina da
Novartis. A
produtividade da vacina inicialmente mostrou-se baixa, o que reduziria a
oferta. Mas no mês passado a OMS disse que esse indicador está
melhorando, e uma das cepas da gripe pandêmica estava gerando a mesma
quantidade de vacinas do que o que se obtém na vacina contra a gripe
sazonal. Vacinas
à base de células, como a da Novartis, são mais rápidas e fáceis de
produzir do que as vacinas tradicionais contra a gripe, cultivadas em ovos
de galinha. Mas a oferta por enquanto é limitada. Elas representam
atualmente cerca de 30 por cento da capacidade do laboratório suíço. Outros
laboratórios, como Sanofi Aventis, GlaxoSmithKline e MedImmune -unidade
da AstraZeneca - também correm para desenvolver vacinas contra o H1N1,
enquanto os governos se empenham em garantir estoques. O laboratório australiano CSL já produz uma vacina conta o H1N1, oferecendo de 1 milhão a 1,5 milhão de doses por semana até atender a todas as suas encomendas. (JB Online) |
| 3/9/2009 | Minas Gerais confirma 24 mortes provocadas pela gripe suína |
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colaboração
para a Folha Online A
Secretaria de Saúde do Estado registrou três novos casos de mortes
provocadas por gripe suína --Influenza A (H1N1)-- em Minas Gerais. Ao
todo, o Estado registra 24 mortes. Até
o momento, há 924 casos suspeitos e 286 casos confirmados de Influenza A.
Outros 370 casos foram descartados. Os
casos foram confirmadas após realização de exame laboratorial enviado
pela Fiocruz. O Estado passou a contabilizar, assim como o Ministério das
Saúde, as mortes de dois moradores mineiros que morreram em Olinda (PE) e
Campinas (SP). Balanço
divulgado nesta quarta-feira (2) pelo Ministério da Saúde contabilizava
657 mortes por gripe suína no país, entre 25 de abril e 29 de agosto. O
número representa um acréscimo de cem óbitos em referência ao
levantamento da semana passada. Apesar
do aumento no número de mortes, houve uma diminuição no número de
pacientes com gripe suína que evoluíram para casos graves. Entre 23 de
29 de agosto, o Ministério da Saúde recebeu 151 notificações de casos
graves da gripe A (H1N1); contra 639 casos registrados entre os dias 16 a
22 de agosto; e contra 1.165 registros entre os dias 9 e 15 do mês
passado. "A
análise epidemiológica dos dados permite concluir que a transmissão do
novo vírus A (H1N1) e os casos graves provocados por ele estão
diminuindo no Brasil", afirmou a pasta, em nota. Ao todo, foram
confirmados 6.592 casos graves da gripe suína no país até esta quarta. O
Brasil tem a sexta maior taxa de mortalidade entre os 15 países com maior
número de mortes, o que significa o percentual de óbitos em relação à
população de cada país. Mesmo
quando são contabilizadas, o número de mortos divulgado pelas
secretarias e pelo ministério podem divergir. A diferença ocorre porque
os critérios considerados pelos órgãos não é o mesmo --algumas
secretarias contabilizam apenas os moradores do Estado que morreram por
gripe suína, outras contam todos os óbitos, independentemente de sua
origem. Sintomas A
gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A,
chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas
semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de
cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos
olhos e fluxo nasal. Para
diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada
nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada
espalha o vírus, e examinada em laboratório. Os antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).(Folha Online) |
| 2/9/2009 | Gripe suína: estudo minimiza poder de mutação do vírus |
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AE - Agencia Estado SÃO PAULO - Coloque o vírus da gripe suína numa sala com
outras versões do causador da influenza e eles não se juntarão para
formar uma nova superdoença. Em vez disso, a gripe suína simplesmente
derrotará as outras, diz um estudo publicado ontem no site PLoS Currents:
Influenza (www.ploscurrents.org),
criado pela "Public Library of Science" para compartilhar
informações científicas sobre a enfermidade. Os pesquisadores da
Universidade de Michigan infectaram furões com várias versões da gripe
para investigar os temores de que a suína poderia se fundir às outras e
gerar um vírus mais letal. Mas o vírus da gripe suína, o H1N1, não
sofreu mutações - análise da secreção nasal dos furões mostrou que não
houve troca genética. |
| 2/9/2009 | Araçatuba confirma 1ª morte por gripe suína |
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Chico Siqueira A
Secretaria de Saúde de Araçatuba, a 545 km de São Paulo, confirmou
nesta quarta-feira a primeira morte por gripe suína no município.
Trata-se de uma mulher de 50 anos, cujo nome não foi divulgado, que
estava internada no hospital Santa Casa desde o dia 19 de agosto. Ela
havia apresentado os primeiros sintomas no dia 14. Uma
mulher de 30 anos, que estava grávida, perdeu o bebê com cinco meses de
gestação e está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da
Santa Casa em estado gravíssimo. Segundo
nota distribuída pela secretaria, a vítima fatal "fazia parte do
grupo de risco, sendo portadora de lúpus, doença crônica que acarreta,
entre outras complicações, a diminuição da imunidade. Ela havia
apresentado os primeiros sintomas de gripe no dia 14 de agosto, sendo
internada no dia 19 para coleta de material para exame e início do
tratamento com medicação específica", diz a nota. De acordo com a prefeitura, apesar da morte, não
haverá mudanças no atendimento porque "todos os procedimentos
adotados até agora pelo Serviço Municipal de Saúde seguem os critérios
estabelecidos por protocolos do Ministério da Saúde". "Não
estão previstas mudanças de posturas no atendimento aos suspeitos, uma
vez que, além deste óbito estar diretamente ligado às complicações próprias
de baixa imunidade, o serviço de saúde mantém total segurança no
atendimento aos usuários", completa o comunicado. Já a grávida, segundo o diretor clínico da Santa
Casa, Sérgio Smolentizov, foi internada no dia 15 e no dia 29 apresentou
um Acidente Vascular Cerebral (AVC), o que contribuiu para agravar seu
estado de saúde. Vítima em Auriflama Especial para Terra |
| 2/9/2009 | Cidade de SP confirma 3ª morte por gripe suína |
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Rose Mary de Souza A prefeitura de Sumaré, região de Campinas,
confirmou na terça-feira uma morte por gripe suína de um homem de 36
anos. Ele estava internado no Hospital Estadual de Sumaré e faleceu no
dia 12 de agosto. A vítima sofria de obesidade e apresentou complicações
em decorrência de uma infecção pelo vírus da gripe suína e por uma
doença respiratória aguda grave. Com esse registro, o município totaliza três óbitos
causados pelo vírus influenza A H1N1. A prefeitura recebeu um lote com os
resultados de exames clínicos de pacientes e tinha, até ontem, 16
pacientes com a infecção da doença. Além disso, familiares de dois
pacientes que foram a óbitos no mês passado esperam os resultados do
Instituto Adolf Lutz, em São Paulo. Após 10 semanas de epidemia, três das 19 cidades
da região metropolitana de Campinas não registram caso de gripe suína:
Holambra, Engenheiro Coelho e Santo Antonio de Posse. De acordo com dados do Ministério da Saúde, 557
pessoas já morreram infectadas pela gripe suína no País. O Brasil,
segundo os dados da Organização Mundial da Saúde, é o país com maior
número de casos fatais da doença. Especial para Terra |
| 2/9/2009 | RS confirma mais seis mortes por gripe suína; total chega a 105 no Estado |
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da
Folha Online A
Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul confirmou nesta terça-feira
mais seis mortes em decorrência da gripe suína --a gripe A (H1N1). Com
isso, já chega a 105 o total de mortes no Estado. Entre as vítimas, há
duas gestantes --de 15 e 26 anos--; um rapaz de 25 anos; e três mulheres
de 49, 45 e 22 anos. Com
a confirmação, o total de mortes no país já chega a, pelo menos, 604
--segundo dados das secretarias estaduais de Saúde. Entretanto,
os óbitos não foram contabilizados pelo Ministério da Saúde que, até
a semana passada, somava 557 mortes no país decorrentes da gripe suína. Outros
Estados
Também
nesta terça-feira, a Secretaria de Saúde de Minas Gerais confirmou nesta
terça-feira novas mortes em decorrência da gripe suína --a gripe A
(H1N1)-- e o número total saltou de 12 para 21 no Estado. O
novo balanço do órgão inclui as duas mortes contabilizadas pelo Ministério
da Saúde em Minas, mas que ocorreram em outros Estados --Pernambuco e São
Paulo. As duas vítimas, porém, eram moradores de Minas. Foram
confirmadas mais mortes também em Goiás --a primeira no Estado--; em
Santa Catarina, onde 32 pessoas já morreram; e no Pará -- que confirmou
a segunda morte. Estado
de São Paulo
A
Secretaria de Saúde de São Bernardo (Grande SP) também confirmou mais
uma morte por gripe suína, elevando para nove o número de mortes no
município. A vítima foi uma mulher de 49 anos, que tinha diabetes, e
estava internada desde 16 de julho. Apesar
da confirmação, a morte ainda não foi contabilizada pela Secretaria
Estadual de Saúde que, até a semana passada, somava 179 óbitos em São
Paulo, enquanto o Ministério da Saúde contabilizava 223 mortes no Estado
até o último balanço. Sintomas A
gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A,
chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas
semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de
cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos
olhos e fluxo nasal. Para
diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada
nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada
espalha o vírus, e examinada em laboratório. Os antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos). |
| 2/9/2009 | Gripe suína se torna mais ativa com volta às aulas, afirmam EUA |
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Por Maggie Fox WASHINGTON (Reuters) - A
gripe suína está se propagando mais rápido na região sudeste dos
Estados Unidos, onde as escolas iniciaram as aulas mais cedo do que em
outros locais após as férias de verão, informou uma autoridade de saúde
norte-americana na quarta-feira. O vírus pandêmico da
influenza H1N1 está ativo desde março, mas as autoridades observaram um
aumento claro de sua atividade em algumas regiões nas últimas semanas,
disse a jornalistas a médica Anne Schuchat, do Centro para Controle e
Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês). "Esse pequeno aumento
que observamos concentra-se no Sudeste, entre as crianças em idade
escolar," afirmou Schuchat. Especialistas em saúde
afirmam que as crianças em idade escolar e os adultos jovens têm maior
probabilidade de serem infectados pela gripe suína, e disseram que já
esperavam que a pandemia se tornasse mais ativa com a volta às aulas,
quando as crianças têm maior contato umas com as outras. "As aulas voltaram e
as pessoas começam a prestar atenção," disse a secretária de Saúde
e Serviços Humanos, Kathleen Sebelius, a jornalistas durante uma reunião
sobre gripe suína. O CDC não recomendou o
fechamento das escolas, a menos que haja muitos casos da doença,
afirmando que tais medidas têm pouco efeito na contenção da gripe. Na terça-feira,
autoridades sanitárias de Nova York afirmaram que disponibilizarão neste
ano vacinas gratuitas contra a gripe H1N1 e a sazonal a todas as crianças
em idade de freqüentar o ensino fundamental. A Casa Branca afirmou que
os esforços do governo visam minimizar o impacto do H1N1 sobre a saúde
da nação e sobre a economia. Isso inclui medidas educativas sobre
higiene, especialmente porque a vacina contra o H1N1 não estará disponível
para a população antes de outubro. "Não esperamos ter a
vacina antes que haja um aumento de casos da doença," disse Schuchat. Cinco empresas estão
desenvolvendo a vacina contra a gripe suína para o mercado
norte-americano --a unidade MedImmune da AstraZeneca, a CSL, a
GlaxoSmithKline, a Novartis e a Sanofi-Aventis. A gripe sazonal infecta
entre 5 e 20 por cento das populações todos os anos, mas 90 por cento
dos casos graves e mortes ocorrem com idosos. Ela mata entre 250 mil e 500
mil pessoas em todo o mundo. Como o vírus H1N1 é
novo, mais pessoas estão suscetíveis a ele e a Organização Mundial da
Saúde (OMS) prevê que 2 bilhões de pessoas provavelmente serão
infectadas. Sebelius afirmou que se
preocupa com uma corrida de pacientes ao pronto-socorro e com uma
sobrecarga aos médicos. "Sabemos que pode haver uma tendência de
sobrecarregar o sistema de saúde," afirmou Sebelius. Com isso, o governo dos
EUA está lançando campanhas publicitárias e educativas sobre a gripe
para que as pessoas que não precisam de cuidado médico não o procurem. Pessoas com asma, doenças
pulmonares, diabete, doenças do coração, assim como grávidas e
obesos mórbidos, têm um risco muito maior de ficarem gravemente
doentes com a gripe. O CDC afirma que essas pessoas, assim como as crianças,
os trabalhadores da saúde e os adultos jovens, devem ser imunizados
primeiro quando a primeira vacina para o H1N1 ficar disponível. A vacina da gripe sazonal
já está disponível nos EUA e o CDC pede que os norte-americanos tomem a
vacina, mesmo que ela não ofereça proteção contra o H1N1, porque a
gripe sazonal também deverá estar em circulação. Na terça-feira, o CDC contou com a ajuda de Elmo, personagem do programa de TV Vila Sésamo, em quatro spots publicitários de interesse público. O objetivo era estimular as crianças a lavar as mãos e cobrir a boca ao tossir .(Reuters) |
| 2/9/2009 | Dose da vacina contra gripe suína custará entre R$ 5 e R$ 38, diz OMS |
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da
Folha Online O preço de uma dose da
vacina contra a gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1),
poderá variar de US$ 2,5 (R$ 4,70) a US$ 20 (R$ 37,70), dependendo da
economia do país comprador, informou a OMS (Organização Mundial de Saúde).
"Os países de maior
renda poderão pagar entre US$ 10 e US$ 20 a dose, os países com renda média
pagarão mais ou menos a metade disso, e os países mais pobres pagarão a
metade da metade", afirmou a médica Marie-Paule Kieny, especialista
em vacinas da OMS. Segundo ela, estes preços
servem apenas de orientação. "Estamos de acordo em
dizer que as primeiras doses
da vacina estarão à disposição dos governos para sua utilização em
setembro", acrescentou Kieny, que disse estar segura da efetividade
da fórmula. O Centro de Prevenção e
Controle de Doenças dos EUA disse na semana passada que dificilmente as
vacinas estarão disponíveis antes de outubro. Cerca de 30 protótipos de
vacinas estão sendo desenvolvidos
às pressas para combater a dita "gripe suína", que surgiu em
abril passado no México e EUA e desde então se espalhou para o mundo
todo. A OMS declarou em junho que o mundo vive uma situação de pandemia.
"Nenhum país terá
uma vacina para todos a partir do primeiro dia que estiver disponível
para o uso", disse Kieny ao Boletim da OMS, uma publicação da ONU
(Organização das Nações Unidas). Os laboratórios que
desenvolvem a vacina contra o vírus H1N1 incluem MedImmune, CSL,
GlaxoSmithKline, Novartis e Sanofi-Aventis. Outros laboratórios que
fabricam vacinas para a gripe incluem Baxter e Solvay. Kieny disse que "uma
avaliação clínica completa" das vacinas H1N1 não será necessária,
apenas testes para saber se a indicação seria para uma ou duas doses da
vacina, se algumas pessoas correriam risco ao tomar a injeção e se ela
pode ser administrada em conjunto com outras vacinas. Pesquisas com vacinas
desenvolvidas para o combate à gripe aviária H5N1, que é mais fatal do
que a variedade pandêmica embora menos contagiosa entre humanos, ajudaram
os laboratórios a desenvolverem rapidamente versões contra o H1N1, disse
a especialista. "Com base no amplo
conhecimento disponível a respeito das vacinas sazonais e dos resultados
obtidos por meio da avaliação das vacinas contra a gripe aviária H5N1,
não há dúvida de que será possível fazer vacinas eficazes contra o
H1N1 pandêmico", disse ela. Especialistas dos EUA
disseram nesta semana que dificilmente o H1N1 vai se misturar a outros vírus
comuns, o que poderia criar uma "supergripe". Kieny afirmou que
a nova cepa teria de sofrer mutações muito significativas para que as
novas vacinas deixassem de funcionar. "Embora o vírus
possa ter mutações, esperamos que haja suficiente proteção cruzada por
meio do reconhecimento do novo vírus. Mas se o vírus mudar demais, vamos
precisar de novas vacinas", disse ela ao Boletim da OMS. Sintomas
A gripe suína é uma doença
respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é
transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe
comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores
musculares e nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal. Para diagnosticar a infecção,
uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco
primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e
examinada em laboratório. Os antigripais Tamiflu e
Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus
H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático,
de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos. (Folha Online) |