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| 30/10/2009 | Remédio para colesterol pode combater
gripe, diz estudo |
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Pode haver um novo tratamento para a
gripe suína que já está nas prateleiras das farmácias: as estatinas,
remédios vendidos comercialmente com nomes como Lipitor e Zocor, usadas
para diminuir os níveis de colesterol. Pesquisadores divulgaram hoje um
estudo mostrando que pessoas que usam esses medicamentos e foram
hospitalizadas por causa da gripe sazonal tinham duas vezes mais chances
de sobreviver do que as que não tomavam esse tipo de remédio. Isso não prova que as estatinas são
a cura para a gripe, já que mais estudos ainda são realizados para
verificar se essas drogas podem ser um bom tratamento. O estudo sobre as
estatinas, apresentado hoje durante um congresso médico, envolveu 2.800
pessoas pesquisadas entre 2007 e 2008. "O estudo é muito
promissor", disse a coordenadora, Ann Thomas, da Divisão de Saúde Pública
do Oregon. A estatinas são conhecidas também por reduzirem a maioria dos
problemas causados pela gripe, independentemente se for a sazonal ou a
causada pelo vírus A H1N1, são as inflamações, uma reação exagerada
do sistema imunológico enquanto luta contra o vírus. Estudos prévios também descobriram
que as estatinas podem ajudar as pessoas a superar a pneumonia e sérias
infecções bacterianas do sistema sanguíneo. A nova pesquisa,
patrocinada pelos Centros de Prevenção e Controle de Doenças, é o
maior já feito nos Estados Unidos que analisa o efeito das estatinas
contra gripe. |
| 30/10/2009 | Suíça anuncia restrições à vacina da GlaxoSmithKline contra gripe suína |
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da France Presse, em Genebra, da Folha
Online A vacina Pandemrix criada pelo laboratório
britânico GlaxoSmithKline para a gripe suína não poderá ser utilizada
nas mulheres grávidas, nos menores de 18 anos e nos adultos acima de 60
anos, anunciou a Swissmedic, autoridade suíça de regulação dos
medicamentos. A Comissão Europeia aprovou no fim de
setembro, por recomendação da Agência Europeia de Medicamento (Emea), o
uso da Pandemrix para combater a pandemia de gripe A (H1N1) nos 27 países
do bloco, além de Islândia, Liechtenstein e Noruega. A incerteza foi provocada pelo
medicamento coadjuvante AS03 utilizado para a vacina da GlaxoSmithKline. "Os dados atuais se referem
fundamentalmente aos adultos, mas não existe nenhum dado para as mulheres
grávidas e os relativos a crianças são insuficientes", afirma a
Swissmedic em um comunicado. "Portanto, a Swissmedic ainda não
autorizou a utilização da Pandemrix nas mulheres grávidas, nos menores
de 18 anos e nos adultos com mais de 60 anos", completa o texto. A aprovação "rápida" da
Pandemrix, além da Focetria da Novartis e Celvapan do laboratório
americano Baxter, foi resultado do fato de que todas elas obtiveram em
2005 uma aprovação modelo, que permite a alteração da cepa, contra o vírus
da gripe aviária, H5N1. Vacinação O GlaxoSmithKline (GSK) anunciou em 30
de setembro a entrega do primeiro lote de vacinas contra a gripe suína a
diversos governos europeus. O Reino Unido, país europeu mais
afetado pela nova gripe, Espanha e França foram os primeiros a receber a
fórmula. As autoridades sanitárias britânicas anunciaram uma campanha
de vacinação em outubro para tentar evitar uma nova onda de gripe no
inverno do hemisfério Norte. A agência europeia recomendou um
calendário de vacinação de duas doses com um intervalo de três semanas
para os adultos, incluindo as mulheres grávidas, e as crianças a partir
de seis meses de idade. Em comunicado, contudo, reconheceu que
há dados preliminares que sugerem que apenas uma dose pode bastar para os
adultos e explica que as recomendações podem ser atualizadas em função
dos resultados dos estudos clínicos. Sintomas A gripe suína é uma doença respiratória
causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de
pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com
febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e
nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal. Para diagnosticar a infecção, uma
amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros
dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada
em laboratório. |
| 30/10/2009 | Rio confirma mais 4 mortes por gripe suína e soma 120 |
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A Secretaria de Estado de Saúde e
Defesa Civil (Sesdec) informou nesta quinta-feira que foram confirmados
quatro novas mortes de pacientes infectados pelo vírus da da gripe H1N1 -
a gripe suína - no Rio de Janeiro. Até agora, o Estado registrou 120
mortes pela nova gripe. Três das mortes ocorreram durante o mês
de agosto e um em setembro. Entre as vítimas estão duas mulheres, um
homem e uma criança de 3 anos. De abril a outubro, o País registrou
17.219 casos da nova gripe, com 1.368 mortes confirmadas. A taxa de
mortalidade da doença no Brasil é 0,7 por 100 mil habitantes. |
| 30/10/2009 | Em uma semana, Espanha vê número de doentes de gripe suína dobrar |
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da Efe, em Madri O número de pessoas contaminadas pelo
vírus da gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)-- na Espanha
dobrou em uma semana, chegando a 80.981 novos afetados, informou nesta
quinta-feira o Ministério de Saúde e Política Social espanhol. Na
semana entre os dias 11 e 17 deste mês, o número de contaminados pelo vírus
foi de 42.387. O ministério também confirmou que a
gripe atou 63 pessoas na Espanha, nove a mais do que o último número,
anunciado no dia 22. Porém, segundo o Ministério, quase
todos os casos que chegam aos centros de atendimento apresentam um quadro
leve e respondem aos tratamentos convencionais. Na Espanha, a campanha de vacinação
contra a gripe suína começará no próximo dia 16. Terão prioridade os
chamados grupos de risco, ou seja, profissionais de saúde, funcionários
dos serviços essenciais --como bombeiros--, grávidas e doentes crônicos
desde os seis meses de idade. Sintomas A gripe suína é uma doença respiratória
causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de
pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com
febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e
nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal. Para diagnosticar a infecção, uma
amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros
dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada
em laboratório. O tratamento precoce com os antivirais
Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da
infecção, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos
Estados Unidos).(Folha Online) |
| 30/10/2009 | Sul da Itália tem quatro mortes por gripe suína em três dias |
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da Ansa, em Nápoles A cidade de Nápoles (sul da Itália)
registrou nesta quinta-feira a quarta morte em apenas três dias causada
pelo vírus da gripe suína, como é chamada a gripe A (H1N1). No total, a
Itália já contabiliza 11 mortes em decorrência da doença, que voltou a
afetar as nações do hemisfério Norte devido à chegada das estações
mais frias do ano. No país, a vítima mais recente foi o
médico Eugenio Campanile, 73, que sofria de sérios problemas respiratórios.
Campanile estava internado no hospital Cotugno, em Nápoles. No mesmo centro médico estão
internados outros três pacientes que contraíram a doença, todos os
quadros são considerados graves. Na terça-feira (27), um outro médico,
de 55 anos, morreu devido à gripe. Nos últimos dias morreu um preso que
estava internado com sérias complicações de saúde devido à infecção.
Ele também sofria de problemas respiratórios e cumpria prisão perpétua.
Grande parte das vítimas da gripe que
morreram no sul da Itália nos últimos dias tinham problemas de saúde
que aceleraram o agravamento da doença. Algumas delas morreram apenas uma
hora depois de serem internadas. |
| 30/10/2009 | Betis confirma seis casos de gripe suína. Oito seguem em observação. |
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Atualmente na Segunda Divisão do
Campeonato Espanhol, o Betis anunciou mais uma péssima notícia para o
seu fanático torcedor. Nesta quinta-feira, o clube de Sevilla confirmou
que seis atletas do elenco contraíram a gripe A, popularmente conhecida
como Gripe Suína e foram afastados imediatamente do elenco para iniciarem
recuperação. Em entrevista coletiva, os médicos do
Betis confirmaram o cancelamento de todos os treinamentos desta semana e
pediram a suspensão da partida contra o Villarreal B, neste domingo, válida
pela décima rodada da Série B espanhola. Contudo, a comissão técnica
ainda fará uma análise mais detalhada de todos os jogadores para contar
a relação disponível para o confronto. "Todos os membros do plantel, que
tiveram contatos com os infectados, apresentam os sintomas da doença. Por
isso, todo o elenco já acabou medicado com Tamiflú", contou o chefe
do departamento médico do clube de Sevilla, Tomás Calero. De acordo com o presidente da equipe,
José León, a resposta da Real Federação Espanhola será recebida
durante a manhã desta sexta-feira, horário de Brasília. "É
evidente que receberemos uma resolução favorável, pois o risco de contágio
é claro. Isso é muito importante, para evitar o risco de contato físico
com os rivais." Os jogadores infectados pelo vírus
H1N1 no Betis são: Sergio Garcia, Arzu, Sunny, Carlos Garcia, Nelson e
Israel Bascón. Entretanto, Rivas, Nano, Damià, Fernando Vega, Juande,
Pavone, Caffa e Emaná apresentaram os sintomas e correm grande risco de
estarem doentes, principalmente pelo contato diário com os atletas
confirmados. |
| 30/10/2009 | Vacina contra gripe suína pode causar doença rara |
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A vacinação contra a gripe suína
(H1N1) pode aumentar o número de casos da Síndrome de Guillain-Barré,
que afeta nervos responsáveis pela função motora, impedindo a locomoção,
segundo neurologistas. Em nota, o Ministério da Saúde admite que
"acompanhará a possível ocorrência da Síndrome de Guillain-Barré
associada à vacina da nova gripe, que começou a ser distribuída no
Hemisfério Norte". Segundo o ministério, "no
Brasil, a possibilidade de ocorrência da síndrome em virtude da vacina,
ainda que esta seja rara, será monitorada em parceria com as secretarias
estaduais e municipais". Professor de neurologia da
Universidade Federal Fluminense, o médico Osvaldo Nascimento explica que
a ocorrência da síndrome está associada a algumas vacinas. "A
vacina modifica o sistema imunológico, que se prepara para combater o vírus.
Às vezes, a reação do organismo ataca também o nervo periférico e o
paciente apresenta fraqueza nas pernas, que atinge também os braços. E
pode afetar ainda a face, provocando paralisia facial. Em casos mais
graves, o paciente tem dificuldades para respirar, alterações na pressão
e na frequência cardíaca, necessitando de terapia intensiva e suporte
respiratório", explica. Alerta entre especialistas O médico, que é da Academia
Americana de Neurologia, recebeu comunicado da entidade alertando para
possível aumento dos casos da síndrome devido à vacinação contra a
gripe suína. "A população não deve ficar alarmada porque os casos
são raros. Além disso, o problema tem tratamento. O fundamental é
identificar a síndrome no início", afirma. Um dos tratamentos é com
imunoglobulina, derivado do sangue que não é produzido no País. Além
de caro, o produto não é fabricado na quantidade suficiente para
abastecer o mercado mundial. Em agosto, o governo inglês enviou,
em caráter sigiloso, carta aos 600 principais neurologistas do país
pedindo alerta para um possível aumento do número de casos da sídrome. Tamiflu: receitas serão retiradas O ministro da Saúde, José Gomes
Temporão, disse ontem que o governo estuda a liberação da venda do
Tamiflu, medicamento usado contra a gripe suína, nas farmácias do Brasil
a partir de 2010. O remédio, que antes do início da pandemia era vendido
sob prescrição médica, deverá ter controle muito mais rígido: a ideia
é exigir a retenção da receita. "Estamos revendo a estratégia de
distribuição do medicamento. Temos que evitar a automedicação e a
compra sem receita porque foram registrados casos de resistência",
disse. Segundo a Anvisa, que recebeu a incumbência
de rever a política de controle do medicamento, a previsão é que a nova
classificação do Tamiflu seja colocada em análise na próxima reunião
da diretoria. Durante a pandemia, o medicamento
sumiu das farmácias e todo estoque foi centralizado no Ministério da Saúde,
que o distribuiu nos estados. |
| 30/10/2009 | Filhas de Obama recebem vacina contra gripe suína nos EUA |
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da France Presse, em Washington (EUA) da Folha Online Malia e Sasha Obama, as filhas do
presidente americano, foram vacinadas contra a gripe suína, denominada
oficialmente gripe A (H1N1), anunciou uma porta-voz da primeira-dama,
Michelle Obama, no blog da Casa Branca. O casal presidencial, por outro lado,
deverá esperar para receber sua imunização, já que não faz parte de
uma faixa da população americana com prioridade --grávidas, pessoas com
saúde frágil e jovens com menos de 24 anos. Até o final do ano, os Estados Unidos
devem distribuir de 45 a 55 milhões de doses de vacinas, menos que o
inicialmente previsto. No fim de semana passado, Obama
proclamou estado de emergência nacional nos EUA devido à epidemia de
gripe suína (H1N1). No país, o novo vírus deixou mais de mil mortos e
provocou pelo menos 20 mil internações. O vírus continua se propagando e
atingiu 46 dos 50 Estados do país foram atingidos. Milhões de pessoas
contraíram a doença e o número de casos segue aumentando. O decreto assinado qualifica a situação
de "emergência nacional". Ele reforça a capacidade dos centros
médicos de administrar o fluxo de pacientes contaminados pelo vírus,
facilitando a condução de operações de emergência. Em nota enviada ao Congresso, Obama
explica que a medida de emergência foi tomada "para estarmos prontos
na hipótese de um rápido aumento do número de casos no país, que
poderia submergir os serviços de saúde". A gripe suína já matou pelo menos
5.000 pessoas em todo o mundo, segundo o último balanço da OMS (Organização
Mundial da Saúde).(Folha Online) |
| 28/10/2009 | Ministério estuda maior rigor na venda de remédio contra gripe suína |
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DIANA BRITO O ministro da Saúde, José Gomes
Temporão, afirmou na manhã desta quarta-feira que o ministério está
fazendo uma revisão detalhada de sua estratégia de combate ao vírus da
gripe suína --a gripe A (H1N1). Ele falou à imprensa após participar de
evento da OMS (Organização Mundial da Saúde) no Rio. Segundo Temporão, a empresa que
fabrica o Tamiflu (oseltamivir) --a farmacêutica suíça Roche-- será
responsável pelo retorno do remédio às farmácias. Cartela
do Tamiflu, recomendado contra a gripe suína, que pode voltar às farmácias
"Evidente que estamos revendo a
questão da dispersão do medicamento. É claro que isso vai depender da
empresa que fabrica o remédio, que não teve condições de manter a
oferta que o governo precisava comprar e ao mesmo tempo manter o
medicamento nas farmácias. A empresa que vai ter que dizer se vai ter
condições." Assim que surgiram os primeiros casos
de gripe suína no Brasil, a Roche priorizou o atendimento à demanda do
Ministério da Saúde, que chegou formalizar um pedido à farmacêutica.
Sobre as declarações desta quarta, empresa afirmou que a produção do
Tamiflu já está em capacidade máxima e que manterá como prioridade
atender os pedidos do ministério. Temporão disse também que o Ministério
da Saúde vai ter que tomar providências para evitar a automedicação e
a compra sem receita médica do Tamiflu. O ministro prevê, inclusive, que
as receitas fiquem retidas na farmácia, à exemplo de prática já
adotada na venda de remédios controlados. "Isso é fundamental, porque já
foram detectados em vários países do mundo casos de resistência ao
Tamiflu, que é a única arma que nós temos, além da vacina, que
poderemos contar a partir do ano que vem." Este maior controle na venda do
Tamiflu, segundo Temporão, será discutido na próxima reunião da Anvisa
(Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O órgão, responsável
pela regulação do mercado farmacêutico, confirmou a informação.(Folha
Online) |
| 28/10/2009 | Itália pode vacinar jogadores de futebol contra gripe suína |
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O ministro da Saúde da Itália,
Ferruccio Fazio, e o médico da seleção italiana e presidente da Associação
de Médicos Esportivos de Futebol, Enrico Castellacci, se reunirão na
sexta-feira para estudar a possibilidade de vacinar os jogadores contra o
vírus da gripe suína (A H1N1). A ideia é incluir os atletas entre as
pessoas que terão prioridade para receber a vacina no país. O temor
aumentou com as confirmações de que jogadores de clubes europeus estão
com o vírus. Na França, o jogo entre Paris
Saint-Germain e o Olympique de Marselha, que seria realizado no domingo,
foi adiado por causa da divulgação do terceiro caso de gripe suína no
elenco do PSG. Na Inglaterra, a Agência de Proteção
de Saúde pediu aos clubes de futebol do país que combatam o
"desagradável" hábito dos jogadores de cuspir em meio aos
jogos, pois isso poderia aumentar o risco de espalhar o vírus da gripe suína.
O alerta foi feito após vários
atletas que atuam no país serem contaminados com o vírus. Blackburn e
Bolton são os times com jogadores que estão com a gripe. O ministro italiano já anunciou a
vacinação de todos os atletas italianos que participarão dos Jogos Olímpicos
de Inverno de Vancouver em 2010.(Folha Online) |
| 28/10/2009 | Gripe suína: Inglaterra pode proibir 'cuspe' de jogadores |
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A confirmação da contaminação dos
jogadores do Blackburn com o vírus da gripe suína - H1N1 -, e o medo de
um possível surto em outros clubes que disputam o Campeonato Inglês,
fizeram a Agência de Proteção à Saúde do país (HPA) tomar uma
atitude inusitada: proibir os jogadores de cuspirem no gramado. Em conversa com a Federação Inglesa
(FA), a agência solicitou que os jogadores de todos os clubes sejam
orientados a evitar definitivamente o hábito, comum não só em terras
inglesas, mas nos campos de todo planeta bola. Segundo os médicos, cuspir
no gramado pode aumentar muito o risco de contaminação pela gripe suína. "Cuspir, além de desagradável,
é anti-higiênico. Acredito que os jogadores não fazem isso em lugares públicos,
então, não deveriam fazer dentro do campo também", diz um
comunicado da Agência de Proteção à Saúde. A princípio, o pedido da Agência foi
bem visto dentro da Federação Inglesa, que informou que "se guiará
pelas autoridades pertinentes no que diz respeito à saúde". Dentre
as providências solicitadas aos atletas estão também as mais conhecidas
aos cidadãos 'comuns': lavar as mãos com frequência, cobrir nariz e
boca ao espirrar ou tossir.(Yahoo Notícias) |
| 28/10/2009 | Gripe suína: governo estuda volta do Tamiflu às farmácias |
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O governo solicitou à Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a revisão da política de
controle do Tamiflu, antiviral usado no tratamento da gripe suína. A idéia
é tornar a vigilância mais rígida do que é atualmente. O medicamento
pode voltar a ser comercializado em farmácias em 2010, segundo informou
nesta quarta-feira o jornal O Estado de S.Paulo. Antes do surto da gripe suína, o
Tamiflu era vendido nas farmácias sob prescrição médica. De acordo com
o jornal, a ideia é começar a exigir a retenção da receita, assim como
ocorre com alguns medicamentos antidepressivos, por exemplo. A nova
classificação deve ser analisada na próxima reunião da diretoria da
Anvisa. "Há uma expectativa de que, no próximo ano, o remédio
volte a ser comercializado", disse ao jornal o diretor da Anvisa,
Dirceu Barbano. O maior rigor para a venda do
medicamento seria uma forma de evitar que o uso do produto seja feito de
forma indiscriminada. No início da epidemia da doença, a
empresa fabricante, a Roche, recolheu o Tamiflu do varejo. O Ministério
da Saúde não determinou uma proibição formal para a comercialização
nas farmácias, mas fez um pedido à fabricante. A Roche, por sua vez,
informava que a prioridade era atender a demanda do governo. |
| 28/10/2009 | Adolescente morre em Jacareí, em São Paulo, vítima da gripe suína |
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SÃO PAULO - A adolescente Amanda
Montroni, de 16 anos, morreu na terça-feira em Jacareí, cidade a 82 Km
da capital paulista, vítima de gripe suína. A família acusa o hospital
de negligência. Amanda morreu depois de 14 dias
internada no Hospital São Francisco. Segundo a família, a adolescente
teve dores no corpo e febre alta dias antes de ser hospitalizada e chegou
a ser medicada e mandada de volta para casa por três vezes, até que foi
internada. - Ele só dava medicamento, ficava
quatro horas e mandava embora, entendeu? Porque ela já estava sentindo o
sintoma que eu falei pra ele, e ele não suspeitou nada, achou que era a
garganta que estava inflamada - conta a mãe da garota, Andréa Montroni. O diretor técnico do hospital,
Alberto Sampaio Junior, negou ter havido negligência. - Não tinha como internar antes.
Mesmo porque, num primeiro momento, ela teve um outro quadro e foi
medicada inclusive com antibiótico, não tinha nada a ver com o quadro da
gripe suína - afirma. - Quando ela teve presente o quadro, aí sim,
procedeu-se a internação. Nesse momento, anteriormente ela não teve o
quadro compatível - disse. Na escola estadual Coronel Carlos
Porto, onde Amanda estudava, a preocupação de outros pais é evidente. - - Nem copos descartáveis, nem sabão
para lavar as mãos, nem um álcool. Eu estive na escola de manhã hoje, não
tem isso pros alunos - diz a empregada doméstica Léa Chaves Santos. Essa é a segunda morte confirmada na
cidade. Depois de quase uma semana internada no Hospital Alvorada, no dia
31 de julho, uma mulher de 37 anos que estava grávida morreu vítima da
doença. Até agora 80 casos da nova gripe
foram confirmados em Jacareí. A secretaria estadual de Educação
informou que a estudante estava afastada da escola desde o dia sete de
outubro, por isso, as aulas não foram suspensas. A secretaria informou
também que a unidade toma todas as medidas preventivas de higiene. |
| 28/10/2009 | Quatro jogadores do Betis podem estar com Gripe Suína |
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Na manhã desta quarta-feira, o
departamento médico do Betis anunciou que quatro jogadores da equipe
podem estar infectados pela Gripe Suína. E que alguns outros atletas também
podem ter contraído o vírus, mas ainda não apresentam sintomas. As
informações são do jornal As, de Madri. Os jogadores Sunny, Arzu, Carlos García
e Sergio García são os atletas que supostamente estão infectados. O
chefe do departamento médico do Betis, Tomás Calero, disse que os
jogadores já estão sob cuidados. "Carlos García, Sergio García,
Arzu e Sunny estão sofrendo de um processo infeccioso que provavelmente
é causado pelo vírus H1N1. Dentro de 48 horas será possível saber se
os jogadores contraíram a Gripe Suína, pois eles já fizeram
exames". Para Calero ainda há, pelo menos,
mais cinco jogadores que também podem estar infectados, mas não
apresentam sintomas evidentes da doença. "Israel, Damiá, Juande, Nano e
Ricardo podem estar com o vírus encubado, mas ainda não há uma grande
preocupação com eles. Tem que ver a evolução, pois cada caso é um
caso. O vírus funciona de uma maneira distinta em cada organismo e como já
está alarmado, é necessário cuidados específicos", finalizou o médico.
O clube já enviou para a Federação
Espanhola um informe contando a situação e, se os casos forem
confirmados, é possível que a partida de domingo, contra o Villareal B,
seja adiada(Terra) |
| 23/10/2009 | Vacinação contra a nova gripe nos EUA enfrenta a falta de imunizantes |
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Da Reuters Em Milwaukee, Departamento de Saúde tem menos de 7 mil doses. Homem recebe dose da vacina contra a nova gripe nos Estados Unidos, nesta sexta-feira (23). No país, faltam vacinas para todos. Em Milwaukee, por exemplo, o Departamento de Saúde tem menos de 7 mil doses para serem aplicadas. |
| 23/10/2009 | Gripe suína deixa 5.000 mortos em todo o mundo, diz OMS |
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da Folha Online Ao menos 5.000 pessoas, em 195 países
e territórios, morreram por causa da gripe suína, denominada
oficialmente gripe A (H1N1) desde seu surgimento em março passado,
segundo o mais recente balanço divulgado nesta sexta-feira pela OMS
(Organização Mundial da Saúde). O balanço anterior citava 4.735
mortos. A nova gripe, que tem baixa
letalidade, mas é transmitida facilmente, deixou 414.945 pessoas
infectadas em todo o mundo. Os dados correspondem aos contágios
contabilizados até o dia 17 de outubro e a agência das Nações Unidas
reitera que os casos registrados são os confirmados em laboratório, e,
por isso, estima que o número total seja maior. Segundo a organização, que decretou
pandemia em junho passado, a gripe começou a retroceder nas regiões
tropicais e os contágios se mantêm estáveis no hemisfério Norte,
embora as doenças respiratórias continuem se expandindo e aumentando sua
intensidade. A América continua sendo a região
onde houve mais mortes, com 3.539 vítimas fatais confirmadas e 160.129
contágios. Na região do Pacífico Ocidental,
foram contabilizados 455 mortes e 122.267 casos. No Sudeste asiático,
houve 573 óbitos e 41.513 pessoas se contagiaram. Já na Europa, 261
pessoas morreram e outras 63 mil foram infectadas pelo vírus. Na área do
Mediterrâneo oriental, foram registrados 96 óbitos e 14.739 casos. E na
África, 75 pessoas morreram e 13.297 foram infectadas pelo vírus A. Nos últimos dias, a Islândia, o Sudão
e Trinidad e Tobago registraram seus primeiros casos de morte pelo vírus
H1N1. Já Mongólia, Ruanda e São Tomé
apresentaram os primeiros casos de contágio da nova doença, sete meses
após o primeiro caso ser registrado, no México. Sintomas A gripe suína é uma doença respiratória
causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de
pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com
febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e
nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal. Para diagnosticar a infecção, uma
amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros
dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada
em laboratório. O tratamento precoce com os antivirais Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da infecção, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).(Folha Online) |
| 23/10/2009 | PE confirma 5ª morte pela gripe suína no Estado |
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A Secretaria Estadual de Saúde (SES)
confirmou nesta sexta-feira a quinta morte em decorrência da gripe suína
em Pernambuco, a primeira do sexo masculino. O homem, que não teve o nome
divulgado, tinha 51 anos e havia sido internado no hospital Oswaldo Cruz,
no Recife, no dia 22 de setembro. Ele era morador da cidade de Goiana, a
65km da capital pernambucana. O homem morreu no mesmo dia em que deu
entrada no hospital, já que segundo a SES, seu estado de saúde era
grave. "Ele apresentava um quadro de febre alta, dores no tórax,
septicemia (processo infeccioso em que germes invadem o sangue) e insuficiência
respiratória grave", afirma o comunicado oficial divulgado pela
secretaria. O paciente deu entrada na UTI, foi reanimado nove vezes, mas,
na décima parada cardíaca, não resistiu. A confirmação acontece um dia depois
do registro da 4ª morte pela doença no Estado. Na quinta-feira, uma
gestante de 27 anos foi confirmada como vítima da gripe suína. De acordo com o último boletim
epidemiológico divulgado pela secretaria, Pernambuco contabiliza 109
casos confirmados da nova gripe. Há outros 137 casos sob investigação e
17 pacientes internados, sendo 11 na rede pública e 6 em hospitais
particulares. Em boletim divulgado na segunda-feira,
o Ministério da Saúde informou que, de abril a outubro, o País
registrou 17.219 casos da nova gripe, com 1.368 mortes confirmadas. Especial para Terra |
| 23/10/2009 | Rio confirma mais 3 mortes por gripe suína; Estado tem 116 |
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A Secretaria de Saúde do Rio de
Janeiro confirmou nesta quinta-feira mais três mortes causadas pela gripe
suína. Com os novos casos, sobe para 116 o número de vítimas fatais da
doença no Estado. De acordo com a secretaria, as mortes
aconteceram entre agosto e setembro. As vítimas são duas mulheres, de 32
e 34 anos, que morreram, respectivamente, em 7 de agosto e 2 de setembro.
Ainda segundo a secretaria, um menino de 3 anos, morador do Rio de
Janeiro, morreu no dia 29 de agosto.(Redação Terra) |
| 23/10/2009 | Em 1 semana, dobram casos de gripe suína na Inglaterra |
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AE-AP - Agencia Estado LONDRES - Autoridades britânicas
disseram que o número de casos de Influenza A (H1N1), popularmente
conhecida como gripe suína, quase dobrou na semana passada no país. O
governo estima que tenha havido mais 53 mil infecções pela doença. Na
semana anterior a essa, haviam sido registrados 27 mil novos casos. Os números,
porém, são projeções e os próprios funcionários alertaram, em
comunicado, de que há "uma dose considerável de incerteza"
sobre a precisão desses dados. A Grã-Bretanha começou ontem a
vacinar os grupos de maior risco, incluindo funcionários do setor de saúde
e aqueles com problemas médicos graves. O maior aumento de casos de
medicação com o Tamiflu ocorreu com crianças entre 5 anos e 14
anos.(estadão.com.br) |
| 22/10/2009 | Gripe suína afeta principalmente menores de 25 anos |
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Reuters Comentários..WASHINGTON - A metade
dos hospitalizados com o vírus H1N1 tem menos de 25 anos, uma clara
imagem de que a pandemia está afetando os jovens de forma
desproporcional, informaram na terça-feira autoridades sanitárias
americanas. Os pesquisadores destacaram que
informações de 27 estados revelam que 53% das pessoas suficientemente
doentes com a gripe H1N1 para ser hospitalizadas têm menos de 25 anos, e
somente 7% dos internados têm 65 anos ou mais. - Quase um quarto das mortes está
ocorrendo em pessoas com menos de 25 anos - disse Anne Shuchat, médica
dos Centros para o Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos
(CDC na sigla em inglês). - Especificamente, 23,6% das mortes
estão neste grupo. Cerca de 65% dos falecimentos acontecem entre pessoas
que vão dos 25 aos 64 anos - acrescentou a especialista. Somente 12% das mortes se concentram
em maiores de 65 anos. Em um ano normal, 90% daqueles que morrem de gripe
têm mais de 65 anos. O governo americano está tratando de
vacinar as pessoas contra tanto a gripe sazonal como a gripe suína ao
mesmo tempo, colocando à disposição ambas vacinas. O presidente dos Estados Unidos,
Barack Obama, foi vacinado na terça-feira contra a gripe sazonal. De
acordo com a porta-voz da Casa Branca, ele deverá esperar sua vez para
receber sua vacina contra o H1N1. Cinco empresas estão fabricando os dois tipos de vacinas para o mercado americano: Sanofi-Aventis SA, CSL Ltd, Novartis AG, GlaxoSmtihKline e a unidade MedImmune de AstraZeneca.(O GLOBO) |
| 22/10/2009 | Nova gripe deve permanecer por longo tempo, comenta médico |
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Vírus da Influenza circulam entre as
espécies. Ele pode ser transmitido entre os
porcos sem causar doença. Quando a nova gripe começou a afetar
os humanos a suspeita inicial caiu sobre os suínos como fonte original da
infecção. A identificação do genoma do novo vírus (Influenza A H1N1)
confirmou que este continha material genético de vírus Influenza
de aves, homens e porcos. Tudo isso criou o primeiro nome,
embora questionado, da nova epidemia que ainda é chamada de gripe suína
pelo povo. O fato curioso é que até pouco tempo atrás não se havia
identificado o vírus humano em suínos. Mesmo no México, foco inicial da
pandemia, uma fazenda de criação de porcos foi exaustivamente pesquisada
sem que se encontrasse porcos infectados. Os porquinhos e o negócio de criação
de suínos sofreram muito com essa confusão inicial. No Egito, por
exemplo, em um movimento político mascarado de ação de saúde pública,
milhares de porcos foram sacrificados, sem base científica alguma. A busca por suínos infectados pelo vírus
da nova gripe continuou. Atualmente temos confirmações de porcos
infectados pelo novo vírus humano no Canadá, Estados Unidos, Noruega,
Argentina e Irlanda do Norte. Esses diagnósticos, inclusive com o
relato de que algumas vezes os animais permanecem assintomáticos servem
para que mostremos como os vírus da Influenza circulam entre as espécies. Provavelmente esse vírus que nos
assusta desde o meio do ano, fez o caminho inverso, vindo dos porcos para
os humanos, no final de 2008 ou início de 2009. Reservatório Os vírus Influenza circulam entre
aves, homens e porcos, sendo que os suínos funcionam como cadinhos onde
os diversos materiais genéticos podem se misturar e daí surgir um novo vírus,
como o novo H1N1. Vamos
relembrar pontos importantes: a gripe não se transmite a partir do
consumo de carne de porco, cozida adequadamente. O risco maior fica para
os funcionários das fazendas de criação de suínos e dos abatedouros,
que deverão ser vacinados assim que possível. A descoberta dos porcos assintomáticos
e portadores do vírus anuncia a possibilidade de que o novo vírus talvez
tenha encontrado um reservatório animal, já que pode ser transmitido
entre os porcos sem causar doença. Tudo isso pode apontar para o fato de
que ainda iremos conviver com o H1N1 por muito tempo.(G1) |
| 21/10/2009 | Escolas são foco de propagação de gripe suína nos EUA, dizem testes |
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MAGGIE FOX da Reuters, em Washington O resultado de dezenas de milhares de
testes de gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)-- indica que o vírus
se propaga das crianças em idade escolar para o restante da população
norte-americana, informaram os fabricantes dos testes. A Quest Diagnostics, que produz um
teste disponível comercialmente capaz de confirmar a infecção por gripe
suína, afirmou que a descoberta sugere que muitos adultos ainda serão
infectados pelo vírus. "Com base nos testes executados
desde que a Quest Diagnostics começou a oferecê-los para o H1N1, em maio
de 2009, as crianças entre 5 anos e 14 anos experimentaram as taxas mais
altas de positividade para o H1N1 do que qualquer outra faixa etária",
informou a empresa em seu relatório. O teste da Quest é por PCR, que
amplia o material genético do vírus para poder ser detectado e é
parecido com os testes usados pelos departamentos de saúde pública para
confirmar o H1N1. Os testes de gripe instantâneos de
consultórios médios são capazes de dizer apenas se uma pessoa tem ou não
o influenza A. Eles não conseguem informar a cepa e com frequência não
detectam a nova cepa H1N1. O Centro para Controle e Prevenção
de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) desistiu de tentar contar o
número de pessoas com H1N1, dizendo apenas que ele passa de milhão.
Apenas alguns casos são testados. O CDC relatou que os dados informados
por 27 Estados americanos indicam que 53% das pessoas doentes o bastante
para serem internadas com a gripe H1N1 têm menos de 25 anos, e apenas 7%
das internações são de pessoas com 65 anos ou mais --diferente da tendência
observada com a gripe sazonal. Jay Lieberman, diretor médico da
Quest Diagnostics e pediatra da Universidade da Califórnia em Irvine,
disse que os dados obtidos com os testes da Quest, com base em 76.500
amostras coletadas entre 11 de maio e 11 de outubro de 2009, podem
complementar as descobertas do CDC, que cobrem menos de 5.000
pacientes.(Folha Online) |
| 21/10/2009 | Reino Unido inicia vacinação em massa contra gripe suína |
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da BBC Brasil O Reino Unido deu início nesta
quarta-feira a um programa de vacinação em massa contra a gripe suína,
semanas antes da chegada do inverno no hemisfério Norte. Pacientes de hospitais em estado
grave, médicos e enfermeiros serão os primeiros a receber a vacina, dos
14 milhões de pessoas identificados como "grupo prioritário". A partir da semana que vem, médicos
de família vão contatar pessoas com problemas de saúde, sistema imunológico
prejudicado e mulheres grávidas para que recebam a vacina. As autoridades médicas envolvidas no
programa pediram a todos do grupo prioritário que tomem a vacina. O
governo ainda vai decidir se o resto da população também deverá ser
imunizado. Os Estados Unidos, a Austrália e a
China já estão com campanhas de vacinação contra gripe suína em
andamento. As autoridades médicas chinesas
iniciaram nesta terça-feira (20) um programa de vacinação em massa em
Pequim, em que esperam imunizar 5 milhões de pessoas até dezembro. Entre as prioridades chinesas estão
estudantes de escola primária e secundária, médicos, enfermeiros,
funcionários públicos e idosos acima dos 60 anos. Pandemia No Reino Unido, o auge da pandemia até
agora ocorreu no verão, mas nas últimas semanas, o número de casos
voltou a subir. Até outubro, foram registradas 106 mortes no Reino Unido
por causa do vírus. O chefe de Saúde do governo, Liam
Donaldson, disse que o programa de vacinação está começando bem a
tempo para o inverno, quando teme-se que uma nova onda de gripe suína
afete a região. "Esta é a primeira pandemia para
a qual temos uma vacina para proteger as pessoas. Peço a todos no grupo
de prioridade que tomem a vacina", disse Donaldson. Apesar de a vacina ter sido produzida
mais rapidamente do que o normal, Donaldson negou que ela tenha sido
apressada e ressaltou que é segura. Segundo ele, intensivos testes em um
protótipo permitiram aos fabricantes produzir a vacina rapidamente, uma
vez que as amostras do vírus H1N1 --da gripe suína-- se tornaram disponíveis.
As autoridades também ressaltaram a
importância de médicos e enfermeiras tomarem a vacina, para não
transmitir o vírus para pacientes ou familiares. O programa de vacinação representa
um grande desafio logístico para os serviços de saúde e deve levar dois
meses para ser completado. Ele será implementado junto a uma
campanha de vacinação contra a gripe comum e forçou clínicas britânicas
a contratarem mais funcionários para lidar com a demanda. De acordo com o sistema criado pelo
governo, o grupo de prioritários foi dividido em quatro. As pessoas com menos de 65 anos com
problemas de saúde e sistemas imunológicos prejudicados, como pacientes
de quimioterapia, vão ser vacinados primeiro. Em seguida, serão vacinadas as
mulheres grávidas, depois pessoas que moram com indivíduos que tenham o
sistema imunológico comprometido e, depois, as pessoas com mais de 65
anos que tenham problemas de saúde. Segundo dados da Organização Mundial
de Saúde, quase 5.000 pessoas morreram de gripe suína em todo o mundo,
neste ano. Estima-se que 400 mil pessoas tenham sido contaminadas pelo vírus.(Folha
Online) |
| 19/10/2009 | Especialistas alertam para transmissão de gripe suína a porcos |
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O setor de criação de porcos já
sofreu problemas nos Estados Unidos devido à falsa percepção de que o
consumo de carne de porco pode causar gripe suína. E agora os criadores
estão se preparando para o primeiro caso confirmado de transmissão do vírus
a um porco no país, algo que, a essa altura, parece inevitável, afirmam
os especialistas. Para além do impacto econômico do
problema, os especialistas alertam que, caso transmitida aos porcos, a
gripe suína poderia passar por rápida mutação e adquirir forma mais
mortífera, dadas as condições de superlotação que prevalecem em
muitas das criações comerciais de porcos. Oficialmente conhecido como
H1N1, o novo vírus da gripe suína, ao que parece, foi formado com base
em outras variantes presentes em porcos. Sua presença já foi detectada
em porcos do Canadá, Argentina e Austrália, mas não em porcos dos
Estados Unidos, pelo menos até o momento. "Mas antecipamos que venha a
chegar aqui", disse Rodney Baker, um veterinário especialista em suínos
na Universidade Estadual do Iowa. A mais provável causa de transmissão
seria o contato com um funcionário infectado com a gripe suína, segundo
ele. "Sabemos que a carne de porco não
transmite o vírus da gripe, mas a percepção pública e a mídia
noticiosa realmente transformaram esse assunto em um circo", disse
Baker. "E por isso estamos bem paranóicos com a possibilidade de
destruição do nosso setor de criação de porcos por conta do vírus,
ainda que a preocupação quanto a isso não tenha base real". Gripe suína é mais amena nos porcos? Os germes da gripe são transmitidos
de seres humanos para porcos e de um porco para outro da mesma forma que
germes são transmitidos entre seres humanos - tosses, espirros e
corrimentos nasais. "Os porcos tossem e espirram bastante, quando
infectados com a maioria dos vírus", apontou Baker, que também é
presidente da Associação Americana de Veterinários Suínos. Mas comparados aos seres humanos, os
porcos parecem menos prejudicados pelo vírus que porta seu nome, ele
afirmou. Porcos aos quais foi administrado o vírus da gripe suína por
pesquisadores do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos passaram
48 horas tossindo, dormindo e sem vontade de comer, disse Baker.
"Depois disso, se recuperaram rapidamente. Na verdade, os porcos
parecem se recuperar da gripe mais rápido que os seres humanos". Mutação da gripe suína Mas quando se instala nos porcos, o vírus
da gripe suína pode se combinar a outros vírus e ressurgir na população
humana em variante mais agressiva, afirmam cientistas e observadores
setoriais preocupados com essa possibilidade. "Os porcos servem como
ótimo tubo de ensaio para novas mutações de vírus da gripe", diz
Robert Martin, um dos principais dirigentes do Pew Environment Group, de
Washington, que em 2008 conduziu um estudo sobre operações industriais
de criação de animais. A maioria dos porcos criados
comercialmente hoje em dia são produtos de operações de alimentação
confinada, nas quais milhares de animais ficam confinados em áreas
restritas, onde são engordados para o mercado. "A preocupação é
que, dada a presença de tantos animais, o vírus possa passar por
diversas gerações de mutação ao longo de um período relativamente
curto", disse Martin. Baker, o veterinário especializado em
porcos, diz que vírus humanos e vírus de pássaros foram transmitidos a
porcos em diversas ocasiões, na metade e no final dos anos 90, e se
recombinaram a vírus porcinos para se tornar os novos vírus dominantes
na atual população suína. Mas "jamais tivemos um caso de vírus
que se recombinasse em porcos e viesse a se tornar o novo vírus humano,
pelo menos até agora, a menos que no caso atual o vírus tenha sido
transmitido de forma direta de um porco a um ser humano". Em determinado momento, o novo surto
de gripe suína que está varrendo o globo pode ter se incubado em porcos,
talvez formado por vírus originários de pássaros ou seres humanos.
"Os ancestrais desse vírus foram localizados nos suínos, de modo
que é provável que ele se tenha originado dos porcos, em algum
momento", disse Raul Rabadan, biólogo da Universidade Colúmbia, em
Nova York, que estudou as origens dessa variante. Ainda que Rabadan e outros
pesquisadores tenham sugerido que o atual vírus tem origem suína, o
setor de criação de porcos continua a não estar convencido. Baker diz
que "a maior parte de nós, que trabalhamos no lado de criação de
animais, está ainda em dúvida - imaginamos que o vírus possa ter
surgido nos perus ou algo assim". Protegendo os porcos contra a gripe suína Para prevenir a transmissão do novo vírus
H1N1 da gripe suína de pessoas para porcos, o Conselho Nacional de
Criadores de Porcos dos Estados Unidos está recomendando que os criadores
concedam licenças aos seus funcionários doentes e que, quando eles
estiverem trabalhando, se lavem frequentemente e utilizem trajes
protetores, em seu contato com os porcos. Outras sugestões incluem limitar o número
de visitantes permitidos nas fazendas, monitoração de trabalhadores que
tenham viajado ao exterior, observação estreita dos porcos em busca de
sinais de infecção e, quando possível, encorajar os trabalhadores a se
vacinarem contra a gripe suína, assim que a vacina estiver disponível. O Departamento da Agricultura
norte-americano produziu um chamado "vírus-base", que diversas
companhias farmacêuticas estão empregando para a fabricação de vacinas
para porcos, ainda que elas não devam estar disponíveis antes de
novembro, segundo Baker. Quando a vacina estiver disponível, seu uso não
será obrigatório para os criadores de porcos, já que o consumo de carne
de animais infectados com a gripe suína é seguro. "Determinar se será necessário
vacinar os animais contra o novo H1N1 dependerá diretamente da severidade
que a doença atingir na população humana e de começarmos ou não a
registrar casos na população suína", disse John Clifford, diretor
de veterinária do departamento, em conversa com jornalistas em setembro. Os criadores podem optar por vacinar
os animais contra gripe, de qualquer forma - uma prática comum já que
animais doentes comem menos, crescem mais devagar e obtêm preços de
venda menores, disseram funcionários do departamento à National
Geographic. Dada a percepção sobre a associação
entre gripe suína e porcos, os produtores podem optar por vacinar seus
animais a fim de manter sua imagem de marca, afirmou Baker. Setor já prejudicado pela gripe suína O setor de criação de porcos já
perdeu centenas de milhões de dólares desde que o vírus primeiro surgiu
entre os seres humanos, em abril, diz Jennifer Greiner, diretora de ciência
e tecnologia do Conselho Nacional de Criadores de Porcos, em Washington. Ela disse, por exemplo, que "este
ano não tivemos a alta usual nos preços da carne de porco durante o verão",
causada pelo maior número de churrascos. O setor de suinocultura promoveu
uma campanha de marketing agressiva quanto à segurança da carne de
porco, mas teme que a mensagem não esteja chegando ao público. Um surto muito alardeado de gripe suína
entre os porcos poderia agravar ainda mais a situação, disse Greiner.(TERRA
NOTÍCIAS) |
| 19/10/2009 | Jovem de 26 anos é a primeira vítima fatal da gripe suína em Jaboticabal, SP |
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EPTV - Jaboticabal registrou a
primeira morte causada por gripe suína do município neste fim de semana.
A vítima é um jovem de 26 anos que morreu no sábado, após complicações
respiratórias. O rapaz sofria de bronquite crônica. Na cidade, foram notificados 72 casos
suspeitos, mas apenas dois foram confirmados. Além do rapaz de 26 anos,
um menino de 10 anos teve o diagnóstico da nova gripe confirmado, mas já
deixou o hospital e passa bem. Em outubro, não foram registrados novos
casos suspeitos de nova gripe em Jaboticabal. A região de Ribeirão Preto registra
11 mortes causadas pela nova gripe: três em Ribeirão, três em Franca,
uma em Barretos, uma em Buritizal, uma em Sertãozinho, uma em Bebedouro e
uma em Jaboticabal.(O GLOBO) |
| 19/10/2009 | Alemanha terá vacinas contra gripe suína diferentes para governo e população |
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da Deutsche Welle, na Alemanha Membros do governo alemão e funcionários
públicos terão acesso a uma vacina sem aditivos contra o vírus da gripe
suína, denominada oficialmente A (H1N1), diferente da que será
ministrada à população. Associações de médicos criticam. A chanceler federal alemã, Angela
Merkel, os demais membros do governo alemão e funcionários dos ministérios
vão receber uma vacina contra a chamada gripe suína diferente da que será
ministrada ao restante da população, confirmou um porta-voz do poder
executivo. |
| 19/10/2009 | França inicia campanha de vacinação contra a gripe suína |
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da France Presse, em Paris (França) A campanha de vacinação contra o vírus
da gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1) começará nesta
terça-feira (20) na França. Na primeira etapa de imunização,
receberão a vacina os funcionários prioritários dos hospitais --os que
trabalham na reanimação neonatal e pediátrica, assim como os que estão
em contato com pacientes com gripe ou portadores de fatores de risco. Segundo o governo francês, depois das
férias escolares de novembro, a campanha será aberta para toda a população.
Sintomas A gripe suína é uma doença respiratória
causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de
pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com
febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e
nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal. Para diagnosticar a infecção, uma
amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros
dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada
em laboratório. O tratamento precoce com os antivirais
Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da
infecção, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos
Estados Unidos).(Folha Online) |
| 19/10/2009 | Criticada, matança de porcos devido à gripe suína deixa lixo acumulado no Egito |
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da Efe, no Cairo Seis meses depois de o Egito
sacrificar os porcos do país como uma criticada forma de combate à gripe
suína (A H1N1), a medida não só deixou milhares de criadores à beira
da miséria como gerou a acumulação de lixo. "O porco era como uma palmeira
que dava frutos. Cada vez que tínhamos fome, comíamos dela. Agora, do
que viveremos?", disse Alnuqrashi Sedki, catador de lixo que criava
porcos. Como Sedki, dezenas de milhares de
catadores --chamados de "zabalin" no Egito-- que vivem na parte
leste do Cairo, nos arredores da montanha de Muqatam, se sentem inseguros
após perderem os porcos dos quais dependiam para viver. Em abril, as autoridades egípcias
ordenaram o sacrifício de 350 mil porcos para evitar a propagação da
gripe suína, apesar de não haver registros de casos da doença no país
até então e de a medida ter sido classificada de inútil pela OMS
(Organização Mundial de Saúde). Embora esta gripe tenha tido origem nos
porcos, os animais não são mais o centro do problema. Entre montes de lixo e rodeado por
moscas, Sedki, que tem seis filhos, disse à agência de notícias Efe que
sua renda caiu 80%. O catador, de 40 anos, diz que vivia bem quando
cobrava 1.500 libras egípcias (quase US$ 300) ao mês por recolher lixo. Além disso, vendia lixo para usinas
de reciclagem e a carne dos porcos que tinha para restaurantes. O recolhimento de quase 14 mil
toneladas de lixo por dia do Cairo sempre foi o negócio dos zabalin,
quase todos da minoria cristã, que passavam de casa em casa para levar o
lixo em um carrinho até seu bairro. Os muçulmanos, maioria da população
egípcia, não consomem carne de porco por motivos religiosos. Ali, separavam o lixo em seus próprios
lares para alimentar os porcos com resíduos orgânicos e para vender os
produtos de plástico e de papelão às fábricas de reciclagem. Nos últimos anos, o sistema de coleta
de lixo mudou em alguns lugares do Cairo, já que várias companhias
estrangeiras se encarregaram de recolher os resíduos substituindo os
carrinhos puxados por burros por caminhões. Em outras zonas do Grande Cairo, no
entanto, se mantém o sistema tradicional, o que gerou uma inusitada
acumulação de lixo nas já sujas ruas da capital. "Agora não temos porcos para
vender e não cobramos das casas porque não recolhemos mais seu
lixo", conta Sedki. Sentada em cima de uma montanha de papéis
sujos, a irmã de Sedki, que não quis se identificar, disse à Efe que as
autoridades sacrificaram os mil porcos que criava no pátio de sua casa. "Quando vieram aqui para matar
nossos animais, nos pagaram 50 libras egípcias (US$ 9) por cabeça, mas
agora que renda teremos?", perguntou a mulher, que divide o negócio
com Sedki e com o resto de sua família. Os únicos "zabalin" que não
sofreram com a perda dos porcos são os que trabalham nas usinas de
reciclagem. "Para nós, o sacrifício dos
porcos foi bom. Há menos mau cheiro em Muqatam e o bairro está mais
limpo", disse Gerguis Gamal, enquanto fazia cabides de plástico
reciclado. Alguns lixeiros ainda sobrevivem da
coleta dos resíduos recicláveis, enquanto outros tiveram que mudar de
profissão. Como já não há porcos, os lixeiros
se negam a recolher os restos orgânicos que antes serviam como comida
para estes animais. Também não passam de casa por casa
para levar seus sacos de lixo e escolhem os resíduos de que precisam e
deixam todo o resto nas avenidas do Cairo. Como consequência, o lixo se acumulou
nas ruas e o mau cheiro que antes dominava o bairro dos "zabalin"
se transferiu para diversas esquinas da capital do Egito. Para piorar, as companhias de lixo
estrangeiras, com suas tecnologias avançadas, não puderam competir com o
lixeiro tradicional nem cumprir com as condições impossíveis dos
contratos que assinaram com o Governo egípcio. Além disso, houve greves
que agravaram ainda mais o problema. |
| 19/10/2009 | Brasil realizará vacinação contra gripe suína entre março e abril de 2010, diz Temporão |
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DIANA BRITO colaboração para a Folha Online, no
Rio O ministro José Gomes Temporão (Saúde)
anunciou na noite desta sexta-feira que a campanha de vacinação contra a
gripe suína --a gripe A (H1N1)-- será realizada entre março e abril do
próximo ano no país. O ministro não prevê, entretanto, a imunização
de toda a população, mas garantiu que as pessoas que fazem parte de
grupos de risco serão vacinadas. "O Brasil não vai vacinar 190
milhões de habitantes, mas nós trabalharemos com uma estratégia que
proteja os grupos mais vulneráveis. Já sabemos que mulheres grávidas,
idosos, crianças muito pequenas, profissionais da saúde, e pessoas de
baixa imunidade ou em grupo de risco terão de ser vacinados",
afirmou Temporão, que participou da Conferência Estadual de Saúde
Ambiental no Rio. A data exata do início da campanha
ainda não foi definida. Segundo o ministro, porém, a previsão é que a
vacinação comece no final do primeiro trimestre de 2010. "Nossa
expectativa é que em março e abril do ano que vem estejamos com essa
campanha nas ruas", disse. Cerca de 18 milhões de doses da
vacina serão produzidas pelo Instituto Butantan, em São Paulo, enquanto
o restante --cuja quantia não foi informada-- será fornecida pelo fundo
rotatório da Organização Pan-americana da Saúde e de outros produtores
privados. Atualmente, a pasta prepara a licitação internacional para a
compra das vacinas. Segundo Temporão, o governo federal
liberou um crédito de R$ 2,1 bilhões que deverão ser utilizados para a
compra da vacina e medicamentos, para a ampliação de leitos de UTI
(Unidade de Terapia Intensiva), além da capacitação de profissionais da
saúde e da educação. Pandemia Último balanço divulgado pelo Ministério
da Saúde, do dia 16 de setembro, contabilizava 899 mortes por gripe suína
no país, número que diverge dos dados das secretarias estaduais de saúde.
Temporão disse acreditar, no entanto,
que a situação será menos grave em 2010 no Brasil. "Dispondo do medicamento, a
expectativa é que o ano que vem seja diferente deste ano", disse.
"Vamos acompanhar também o que vai acontecer no Hemisfério Norte.
Eles ainda não entraram no inverno, mas as informações que nós temos
é que o número de internações por síndrome gripal nos EUA, Canadá e
Europa já começaram a aumentar e eles estão iniciando a vacinação
justamente agora".(Folha Online) |
| 19/10/2009 | Entregas de vacinas contra gripe suína estão atrasadas nos EUA |
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da Reuters, em Washington A entrega de vacinas contra a gripe suína
(A H1N1) foi adiada porque algumas empresas não puderam produzir a
quantidade esperada de doses, informou o Centro para Controle e Prevenção
de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) nesta
sexta-feira. A médica Anne Schuchat, do CDC, disse
que das 40 milhões de doses esperadas para o final de outubro apenas
entre 28 e 30 milhões de vacinas estarão disponíveis. "As produções de vacinas estão
menores que o esperado", disse Schuchat por telefone. Ela afirmou também que as mortes pela
doença, conhecida popularmente como gripe suína, estão acima do nível
epidêmico em alguns Estados e cidades americanos. O registro da doença
propaga-se por 41 Estados, disse. "É sem precedentes para esta época
do ano ter o país inteiro com altos níveis de atividade", afirmou. Ela disse também que mais crianças
morreram em apenas algumas semanas do que numa temporada inteira de gripe.
"Há agora um total de 86 crianças abaixo de 18 anos que morreram
pelo vírus H1N1", disse. Até quarta-feira, 11,4 milhões de
doses de vacinas estavam disponíveis e oito milhões foram solicitadas
pelos Estados para distribuição. Schuchat disse que entre 15 e 20 por cento dos pacientes com gripe H1N1 que são hospitalizados requerem tratamento intensivo.(Folha Online) |
| 19/10/2009 | Gripe suína mata mais de 4.700; OMS vê queda de contágio no Brasil |
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da Folha Online Pelo menos 4.735 pessoas morreram em
decorrência da gripe suína --como é conhecida a gripe A (H1N1)-- desde
a identificação da doença, no México, em abril passado, informou a OMS
(Organização Mundial de Saúde) nesta sexta-feira. A América continua
sendo a área mais afetada, com um total de 3.406 mortos, contra 962 na
região Ásia-Pacífico. O novo relatório revelou que a
atividade do vírus cresceu na América do Norte e na Europa, nesta última,
porém, em menores proporções. Nas áreas tropicais foi percebida
transmissão mista, com aumento de casos em alguns países e queda em
outros. "Na região tropical da América,
várias ilhas caribenhas registraram taxas ascendentes da doença,
enquanto no Brasil, Costa Rica e outros países do continente as ocorrências
continuam diminuindo", afirma. A OMS ressaltou que, nas regiões
temperadas do hemisfério Sul, foram detectadas poucas contaminações
pelo vírus. Segundo a OMS, os especialistas
esperam fechar um ano de pandemia para tirar conclusões sobre a evolução
e a gravidade do processo. "Não queremos fazer nenhuma conclusão
antes de completar pelo menos um ano da pandemia", afirmou o
porta-voz da OMS, Gregory Hartl, a jornalistas, ainda nesta sexta-feira. Para a entidade, é importante esperar
que o hemisfério norte entre no inverno para observar como a gripe suína
se comportará lá, para fazer uma avaliação global quanto o vírus.
"Ainda não é inverno no hemisfério Norte e no caso da gripe
sazonal o pico ocorre normalmente entre janeiro e fevereiro. Não podemos
dizer nada de maneira categórica sobre a ação do vírus, embora já se
reconheça que a grande maioria dos casos foi leve no mundo",
detalhou. A OMS ressaltou a existência de episódios
severos e que estes ainda não estão totalmente esclarecidos porque
atingiram adultos com boa saúde. "Esta é uma das peças que faltam
para fechar o quebra-cabeça", comentou Hartl. |
| 15/10/2009 | Governo de Minas libera gestantes afastadas devido à Gripe Suína ao trabalho |
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O Comitê Estadual de Enfrentamento da
Influenza A (H1N1) informou nesta quarta-feira
que a partir de amanhã, dia 15 de outubro, as gestantes estão liberadas
das recomendações de remanejamento para funções com menor contato com
o público ou afastamento. A orientação foi feita tendo em
vista da redução das ocorrências dos casos de doença respiratória
aguda grave e , por isso, da diminuição do risca de contração da infecção.
A decisão foi tomada, também devido ao aumento da temperatura, que leva
a queda na proliferação do vírus e a diminuição de registros da síndrome. Pandemia Gripe
A mata menos que a gripe comum A
gripe suína é menos letal do que a gripe comum, mostram novos números
da pandemia. Enquanto o índice de mortes causadas pela gripe sazonal é
de uma pessoa em mil, o influenza A (H1N1) provoca 0,2 morte a cada mil
casos. Os dados são do diretor do Centro Europeu de Prevenção e
Controle de Doenças (ECDC, na sigla em inglês), Denis Coulombier.
Em entrevista à agência de notícias
France–Presse, Coulombier disse que, apesar dos números positivos, uma
nova onda de contaminações por gripe suína deverá chegar dentro de
poucas semanas no hemisfério norte, mas não há motivo para pânico: não
haverá uma explosão de casos. O diretor do ECDC também alertou para o
impacto da doença nas crianças e para os enormes gastos que os países
tiveram para preparar os sistemas de saúde. "Vivemos um período de ansiedade
causado pela primeira fase da doença, que se desenvolveu de forma muito rápida.
A situação não estava clara”, lembrou Coulombier. O diretor da ECDC
afirmou também que os países estavam certos em se preparar com todos os
recursos possíveis para enfrentar a doença, "pois tudo indicava que
viveríamos uma pandemia severa". Um
dos fatores que chamaram a atenção para a gripe suína é que desta vez
os mais atingidos pela doença foram as crianças, que geralmente não são
mais afetadas pela gripe comum, enquanto os idosos, maiores vítimas da
gripe sazonal, não foram os principais alvos da doença. Denis Coulombier acredita que essa
inversão possa ter acontecido porque o vírus da gripe suína é uma
evolução do vírus responsável pela gripe espanhola, em 1918. Para
Coulombier, as pessoas que já haviam entrado em contato com o H1N1
adquiriram certa imunidade ao vírus, mas o diretor do ECDC ressalta que
isso é apenas uma teoria. Pelo menos 4.525 pessoas morreram e 378.233
pessoas contraíram gripe suína, segundo dados da Organização Mundial
da Saúde. (Veja.com) |
| 15/10/2009 | 46% dos internados com A H1N1 não tinham doença preexistente |
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A maior análise dos casos de adultos
hospitalizados com gripe suína nos Estados Unidos mostrou que quase
metade era de pessoas saudáveis que não tinham asma ou qualquer outra
doença crônica antes de serem infectados pelo vírus A H1N1. Os
resultados da análise foram divulgados durante uma coletiva de imprensa
realizada na terça-feira (13) , destacando que 46% dos 1.400 adultos
hospitalizados não tinham uma doença preexistente. O Centro de Prevenção e Controle de
Doenças (CDC, pela sigla em inglês) havia informado anteriormente que a
maioria dos infectados pelo vírus que desenvolveram complicações sérias
tinham algum tipo de doença preexistente, mas os novos dados sugerem que
a maioria pode ser menor do que se considerava antes.Um estudo com 272
pacientes hospitalizados com gripe suína, divulgado pelo New England
Journal of Medicine no início do mês, concluiu que 83% dos adultos e 60%
das crianças tinham doenças anteriores. Porém, os funcionários de saúde
lembraram que a nova análise é preliminar e não considera a obesidade
como uma doença preexistente. Pesquisas anteriores indicaram que a
obesidade pode se um outro fator de risco para complicações decorrentes
da gripe suína. Novas análises que considerem a obesidade como fator
podem mudar os resultados, disse um porta-voz do CDC. O
CDC analisou os casos de 1.400 adultos e mais de 500 crianças com gripe
suína que foram hospitalizados em dez Estados em centros médicos que
participavam de uma rede especial de vigilância. As internações
ocorreram de abril até o final de agosto. Agência Estado |
| 15/10/2009 | México investiga grupo que vende falsa vacina contra gripe suína |
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da
Ansa, na Cidade do México (México) A Procuradoria da Cidade do México
investiga uma quadrilha que está aplicando um novo golpe, ofertando por
telefone doses da vacina contra a gripe suína, denominada oficialmente A
(H1N1), segundo divulgou a agência de notícias estatal Notimex. Investigadores da Procuradoria da
capital mexicana descobriram a nova e crescente modalidade utilizada por
criminosos para enganar e extorquir famílias com a suposta distribuição
de vacinas contra o vírus da nova gripe. De acordo com o governo local, os
criminosos telefonam para as vítimas fazendo passar-se por funcionários
do governo federal ou do Estado e informam que estão realizando uma
campanha de vacinação. O primeiro passo do golpe é obter
informações sobre os integrantes da família --seus nomes, idades, níveis
escolares, nível socioeconômico e outros dados. Com os dados em mãos,
os criminosos solicitam o depósito de uma quantia em dinheiro em uma
conta bancária para cobrir supostamente o custo da vacina. Segundo informou na última semana o
ministro da Saúde mexicano, José Angel Córdova, o país deve receber os
primeiros lotes da vacina em dezembro. Espera-se que até o fim do ano sejam
disponibilizadas 5 milhões de doses e serão vacinados primeiro os mais
"vulneráveis". O México, país que registrou o
primeiro caso da gripe suína, enfrentou graves problemas com a epidemia
da doença, que fragilizou ainda mais a economia já abalada pela crise
econômica mundial. De acordo com o último relatório do
Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC), divulgado
nesta quinta-feira, até o momento 255 pessoas morreram no país em decorrência
do vírus A (H1N1).(Folha Online) |
| 15/10/2009 | Egito fecha escola por medo de propagação da gripe suína |
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As autoridades egípcias determinaram
o fechamento da primeira escola no país por temer a propagação entre os
alunos da gripe suína, informou nesta quinta a imprensa local. Os ministérios de Educação e Saúde
tomaram a decisão de fechar um centro escolar situado na cidade mediterrânea
de Alexandria, depois que foram detectados quatro casos da gripe A entre
os alunos. Desde que a doença foi detectada no
país, três pessoas morreram e 1,053 mil pessoas foram infectadas pelo vírus. O ministro da Saúde egípcio, Hatem
el-Gabaly, insistiu perante o Parlamento egípcio que "a conscientização
das pessoas sobre a necessidade de tomar as precauções necessárias para
combater a pandemia contribuiu para reduzir o número de infectados",
segundo o jornal egípcio Al-Ahram. Desde o surgimento do vírus, o Egito
tomou medidas taxativas e polêmicas para evitar a expansão da doença,
como o sacrifício do gado suíno e a imposição de restrições aos
peregrinos muçulmanos que quiserem viajar este ano à cidade sagrada de
Meca, na Arábia Saudita. (Terra) |
| 15/10/2009 | Estudo explica imunidade ao vírus da gripe suína em idosos |
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Pessoas idosas que contraíram ou se
vacinaram contra a gripe sazonal podem ter uma imunidade produzida por células
que as protege do vírus H1N1, responsável pela gripe suína, disseram
pesquisadores nesta quarta-feira. Eles disseram que partes do H1N1 foram
encontrados em cepas de vírus anteriores e que algumas pessoas com mais
de 60 anos de idade, que já foram expostas a vírus similares, podem ter
células capazes de protegê-las. "Estas descobertas indicam que
populações humanas podem ter algum nível de imunidade à gripe H1N1 e
podem explicar porque os sintomas de 2009 relacionados ao H1N1 são
geralmente brandos", disse Carol Cardona, da Escola de Medicina
Veterinária da Universidade da Califórnia. O estudo dela foi publicado
pela revista Emerging Infectious Diseases. Cardona disse que células de
imunidade podem estar atuando para enfraquecer os efeitos da gripe H1N1. "O significado clínico é que
você ficará doente, mas não será tão grave se fosse como se você não
tivesse nenhuma imunidade", disse Cardona em entrevista por telefone.
Cardona e a colega Zheng Xing
analisaram dados de estudos anteriores sobre o vírus H1N1, observando
pequenos estiramentos de proteínas encontradas em regiões do vírus
menos vulneráveis a mudanças entre cepas. De acordo com os Centros para Controle
e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês), a
maioria dos casos graves e mortes relacionadas à gripe H1N1 foi em
pacientes com menos de 65 anos. "São os mais jovens que estão
sendo hospitalizados", disse Tim Uyeki, do CDC, durante encontro da
Organização Pan-Americana da Saúde nesta quarta-feira. O médico Yoshi Kawaoka, da
Universidade de Wisconsin, disse que os estudos mostraram que aqueles
nascidos em 1918 ou antes possuíam vários anticorpos contra o novo vírus,
que deve se assemelhar a um primo distante da gripe espanhola, de 1918.
(Terra) |
| 14/10/2009 | Sorocaba-SP registra 9ª morte causada por gripe suína |
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Agência Estado A
Secretaria da Saúde de Sorocaba confirmou hoje a 9ª morte na cidade
causada pelo vírus da Influenza A (H1N1), popularmente conhecida pela
gripe suína. O paciente era do sexo masculino, tinha 30 anos e
apresentava dois fatores de risco para a doença: obesidade mórbida e
hipertensão. O óbito ocorreu no dia 6, mas só
agora a Vigilância Epidemiológica recebeu o resultado do exame feito
pelo laboratório do Instituto Adolfo Lutz, da Secretaria de Estado da Saúde.
Foi a segunda morte depois de um
quadro de decréscimo no número de casos na cidade, que chegou a ficar um
mês sem óbitos. A secretaria informou que não há mudança no cenário
da doença, especialmente porque os dois pacientes possuíam mais de um
fator de risco grave para a nova gripe. O secretário Milton Palma reforçou
a orientação para que os hábitos preventivos sejam mantidos. Até o início
desta semana, Sorocaba acumulava 231 casos da doença.(Último Segundo) |
| 14/10/2009 | Cerca de 55% dos mortos nos EUA por gripe suína tinham outras doenças |
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da Reuters da Folha Online A maioria (55%) das pessoas que
morreram por causa da nova gripe suína, denominada oficialmente gripe A
(H1N1), nos Estados Unidos sofria de outras doenças como a asma, mas 45%
pareciam saudáveis, segundo um estudo realizado pelo Centro de Controle e
Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês). O estudo, divulgado nesta terça-feira,
mostra que crianças com doença falciforme e outras enfermidades sanguíneas
correm risco maior de complicações com a nova gripe, assim como ocorre
com a gripe comum sazonal, afirmou Anne Schuchat, médica do CDC. Schuchat disse que o CDC colheu
informações de casos de 1.400 adultos e 500 crianças hospitalizadas com
gripe suína em dez Estados. As descobertas confirmam que os casos mais sérios
ocorrem em pessoas com menos de 65 anos. "A vasta maioria das
hospitalizações e mortes está ocorrendo em pessoas mais jovens",
disse a médica. De acordo com o estudo, 55% dos
adultos que morreram após contrair o vírus tinham algum problema que
agrava gripes de todos os tipos. "Em adultos, as condições
subjacentes mais comuns eram a asma e a doença pulmonar crônica, a doença
cardíaca crônica e a imunossupressão", disse Schuchat. Entre as vítimas, 6% eram grávidas.
A infecção nestes casos é mais grave já que as mulheres grávidas têm
seus sistemas imunológicos suprimidos para que o organismo não rejeite o
feto. Muitas sofrem também pressão do feto sobre os pulmões. Já entre as crianças infectadas,
explicou a médica, as condições subjacentes mais comuns eram a asma e a
doença pulmonar crônica, as doenças neurológicas e neuromusculares, a
anemia falciforme e outras desordens sanguíneas. Segundo ela, 5,8% das crianças
hospitalizadas tinham alguma doença relacionada às células vermelhas do
sangue, como a doença falciforme --doença que, antes do estudo, não
estava entre os grupos de risco especiais. Segundo o centro, 81 crianças
morreram da gripe suína no país. Vacina Schuchat disse ainda que versões
injetáveis da vacina contra a gripe suína --adequada para bebês,
pessoas com asma e maiores de 50 anos-- serão disponibilizadas nesta
semana. Na semana passada, o governo americano
iniciou a campanha de vacinação contra a gripe suína em um grupo
prioritário --bebês com menos de seis meses, funcionários da área de
saúde, mulheres grávidas, adultos com problemas como obesidade, asma e
diabetes e todos com idade entre 6 meses a 24 anos. Os EUA investiram US$ 2 bilhões para
a compra de 250 milhões de doses da vacina e afirmou que está disposto a
comprar vacina suficiente para imunizar todos os americanos. O CDC optou por começar a imunizar as
pessoas assim que a vacina seja disponibilizada, o que significa que o
fornecimento tem sido instável. Schuchat reconheceu que em alguns locais
do país as pessoas têm dificuldade em encontrar a vacina. "Leva tempo para processar os
pedidos, embalar na quantidade certa e enviar aos diversos locais e será
assim nos próximos dias e semanas", alertou, ressaltando que mais
doses da vacina estarão disponíveis até o final de outubro. "Até ontem 9,8 milhões de doses
da vacina para o H1N1 estavam disponíveis para serem encomendadas",
disse Schuchat, acrescentando que metade está na forma injetável. Até agora só estava disponível a
versão da MedImmune, subsidiária da AstraZeneca, na forma de spray
nasal, aprovada apenas para pessoas de 2 a 49 anos de idade, sem asma ou
outras doenças pulmonares. Uma pesquisa divulgada na semana passada pela Escola de Saúde Pública de Harvard mostra, contudo, que a população não está tão confiante com a fórmula --40% disseram ter certeza de que vão se vacinar e 50% disseram estar certos quanto à vacinação dos filhos.(Folha Online) |
| 14/10/2009 | Gripe suína já causou 264 mortes no Paraná |
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da Agência Brasil A gripe A --chamada de gripe suína--
já causou 264 mortes no Paraná, até esta terça-feira (13). O último
boletim da Secretaria da Saúde revela ainda que o Estado tem um total de
19.684 casos confirmados da doença. De acordo com a secretaria, as mortes
ocorreram entre 14 de julho e 4 de outubro e estão distribuídas por sexo
e faixa etária, sendo que 56% eram de mulheres e 44% de homens. Pessoas
com idade entre 20 e 49 anos foram as mais atingidas pela doença. Curitiba mantém a liderança no número
de casos confirmados (7.123), depois vem Pato Branco (1.954), Cascavel
(1.778), Cornélio Procópio (1.501) e Francisco Beltrão (1.755). Na capital ocorreu também o maior número
de mortes (84), seguida dos municípios de Cascavel (21), Maringá (19),
Foz do Iguaçu (18), Londrina (13), Jacarezinho (13) e de Campo Mourão
(13).(Folha Online) |
| 14/10/2009 | Rio Claro, em SP, confirma terceira morte por gripe suína |
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Comentários..SÃO PAULO - A cidade de
Rio Claro, a 174 km da capital paulista, confirmou nesta terça-feira a
terceira morte causada por gripe suína. A vítima, uma jovem de 21 anos,
morreu no dia 5 de outubro. Ela estava internada na Santa Casa da cidade. As outras duas vítimas da nova gripe
em Rio Claro foram dois homens, um de 38 anos e outro de 46. A cidade
conta com o maior número de mortos na região. Além disso, contabiliza
26 casos da doença e outras 13 pessoas estão sendo monitoradas. A região Central de São Paulo já
registrou 253 casos. Com mais uma morte confirmada em Rio Claro, chega a
11 o número de vítimas fatais. Confira as mortes por cidade: Rio Claro (3) Aguaí (1) Américo Brasiliense (1) Araraquara (1) Boa Esperança do Sul (1) Mococa (1) Santa Cruz das Palmeiras (1) São Carlos (1) São José do Rio Pardo (1) (O Globo) |
| 14/10/2009 | México faz acordo para ter mais 10 milhões de doses de vacina contra gripe suína |
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da Folha Online O governo do México fechou um acordo
com dois laboratórios europeus para adquirir mais 10 milhões de doses de
vacina contra a gripe suína (A H1N1). O ministro de Saúde, José Angel Córdova,
disse que o acordo leva para 30 milhões o número de doses que o México
terá. Pelo menos 39.489 casos de gripe suína
foram confirmados no país de 107 milhões que foi o epicentro da doença
no primeiro semestre deste ano. Pelo menos 255 pessoas morreram no México
em consequência da doença. Córdova, que anunciou o acordo nesta
terça-feira, disse que 5 milhões de pessoas no país podem ser
infectadas pela doença na temporada de gripe que se aproxima com a
chegada do inverno no hemisfério norte. Sintomas A gripe suína é uma doença respiratória
causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de
pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com
febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e
nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal. Para diagnosticar a infecção, uma
amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros
dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada
em laboratório. O tratamento precoce com os antivirais Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da infecção, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).(Folha online) |
| 14/10/2009 | Egito desenvolve vacina própria contra gripe suína para 2011 |
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EDMUND BLAIR da Reuters, no Cairo (Egito) O Egito está desenvolvendo sua própria
vacina contra a gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1), para
produção em 2011 e, enquanto isso, importará fórmula para aplicar em
crianças em idade escolar e em trabalhadores dos setores públicos,
informou o ministro da Saúde, Hatem el-Gabali. Os especialistas temem que a gripe
pandêmica possa ter um impacto devastador no Egito, um país com 77 milhões
de habitantes que vivem, na maioria, na zona do vale do Nilo, densamente
povoada. Muitos vivem em bairros humildes do Cairo, em condições de
superlotação. O Egito, que já sofre fortemente o
impacto do vírus letal da gripe aviária H5N1, registrou 1.030 casos de
H1N1, três deles fatais. "Temos o plano de produzir o
primeiro lote em abril de 2011", disse Gabali depois de um discurso
sobre reformas do sistema de saúde. Uma equipe de 35 especialistas foi
recrutada por todo o país para desenvolver a imunização, o ministro
disse à Reuters. "Estamos trabalhando agora no
laboratório. [As pessoas da equipe] estavam trabalhando em instituições
independentes pelo Egito. [Elas] têm treinamento no exterior, mas não
trabalharam juntas como equipe. Têm a capacidade para desenvolver uma
vacina", afirmou o ministro. "A produção do primeiro lote
será de cerca de 6.000 unidades e será provada sua eficácia ao redor do
segundo trimestre de 2011", acrescentou. O volume geral de doses produzidas
atenderá a demanda egípcia, mas será possível o fornecimento para
outros países da África, acrescentou Gabali. Pandemia Quase 380 mil pessoas do mundo já
foram contaminadas pela gripe suína, de acordo com um balanço divulgado
pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Destas, pelo menos 4.525
morreram. Segundo o balanço, em todo o mundo, a
região mais atingida pela gripe suína continua sendo a América, com 146
mil casos dos quais 3.292 acabaram em morte. Na Europa houve 59 mil casos
dos quais ao menos 193 deram em morte. O balanço anterior da OMS, de 2 de
outubro, dava conta de 4.108 mortos no mundo. Sintomas A gripe suína é uma doença respiratória
causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de
pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com
febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e
nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal. Para diagnosticar a infecção, uma
amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros
dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada
em laboratório. O tratamento precoce com os antivirais Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da infecção, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).(Folha Online) |
| 14/10/2009 | Gripe suína afeta especialmente jovens e adultos |
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WASHINGTON, EUA (AFP) - Adolescentes e
adultos saudáveis correm mais risco de desenvolver problemas respiratórios
decorrentes do vírus H1N1, que provoca a chamada gripe suína, revelam
dois estudos divulgados nesta segunda-feira. Realizados durante a primeira fase da
epidemia no México, entre 18 de março e 1º de junho, e no Canadá,
entre 16 de abril e 12 de agosto, os estudos mostram que o vírus H1N1
afeta especialmente pacientes jovens e adultos saudáveis. No México, os casos graves de gripe
suína entre jovens pacientes envolveram especialmente a síndrome do
desconforto respiratório agudo (SDRA), seguida de um estado de choque,
com taxa de mortalidade de 40%. Entre os 899 pacientes admitidos em
seis hospitais mexicanos com o vírus H1N1, 58 apresentaram quadro grave,
e tal grupo tinha média de idade de 44 anos. A maior parte dos pacientes foi
tratada com antibióticos, mas 45 receberam antivirais, Tamiflu ou Relenza,
enquanto 54 precisaram de respiração artificial. "Nossa análise dos pacientes
infectados pelo vírus H1N1 que evoluíram para um quadro grave aponta
para a vulnerabilidade dos jovens", destaca o Dr. Guillermo
Dominguez-Cherit, principal autor do estudo mexicano. Dirigido por Anand Kumar, do St.
Boniface Hospital de Winnipeg (Canadá), o estudo canadense confirma que
"a enfermidade e a mortalidade se inclinam para adolescentes e
adultos jovens em bom estado de saúde", um padrão "só
observado antes em 1918, durante a pandemia de gripe espanhola". No Canadá, a média de idade de 168
pacientes em estado grave foi de 32,3 anos, e 29,8% tinham menos de 18
anos. Do total destes pacientes graves, 29 morreram (17%). Esta mesma vulnerabilidade entre adolescentes e adultos jovens foi observada durante a pandemia da gripe espanhola de 1918, que deixou entre 30 e 50 milhões de mortos, destaca o Dr. Kumar.(Yahoo Notícias) |
| 14/10/2009 | Sobe para 90 número de mortos pela gripe suína na Venezuela |
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O número de mortos pela gripe suína
subiu para 90 na Venezuela, onde, de 9.805 casos suspeitos da doença,
1.746 foram confirmados, disse nesta terça a vice-ministra de Saúde
Comunitária, Indira Corado. "Das 90 mortes, 17 foram de
mulheres grávidas", disse a funcionária, segundo quem, na maioria
desses casos, os bebês foram salvos. Corado também disse à estatal VTV
que "80% dos mortos tinham uma patologia" anterior, ou seja,
tinham doenças que foram agravadas pela nova gripe, como diabetes ou
obesidade. A vice-ministra acrescentou que 75%
das vítimas fatais procuraram ajuda médica muito tarde, no quinto ou
sexto dia da doença. O primeiro caso de gripe A na Venezuela foi detectado em 28 abril, em um jovem de 22 anos que havia viajado ao Panamá. (TERRA) |
| 14/10/2009 | Suspeita de gripe suína não vai paralisar a liga espanhola |
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Esther Queraltó, secretário-geral da
ACB, a liga espanhola de basquete, afirmou nesta terça-feira que as
recentes suspeitas de casos da gripe suína em alguns atletas não vão
atrapalhar o andamento da competição. “Enquanto tivermos jogadores disponíveis,
a competição vai continuar”, disse Esther à rádio Marca. A equipe que sofre com o maior número
de suspeitas é o Estudiantes-Gran Canaria. Ao todo seis atletas correm o
risco de estarem com a gripe H1N1. Apesar das suspeitas, o dirigente
confirmou que não vai suspender nenhuma partida. “Não vai ser suspensa
porque não está provado que a gripe contraída pelos jogadores é a
influenza A”, afirmou. Esther acredita que mesmo se tratando
de um assunto delicado, não existem motivos para a paralisação do
campeonato. “A gente nunca sabe de onde vem a propagação. É um
assunto delicado, mas eu insisto que, enquanto existirem jogadores disponíveis
a competição vai continuar, salvo disposição em contrário da saúde”.
Por outro lado, o médico do Estudiantes, Juan Jose Perez, enviou um relatório ao Ministério da Saúde da Comunidade de Madri e ao Ministério Saúde e Política Social do estado para pedir a suspensão da próxima partida da equipe. “Ao todo, seis jogadores, metade da equipe, estão potencialmente afetados pelo vírus”, concluiu. (Uol.com.br) |
| 14/10/2009 | OMS: 100 nações receberão vacinas contra gripe suína |
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AE - Agencia Estado GENEBRA - Aproximadamente 100 países
em desenvolvimento receberão doações de vacinas contra a gripe A H1N1,
a gripe suína, talvez já a partir de novembro, informou uma funcionária
da Organização Mundial de Saúde (OMS) hoje. "A diretora-geral da
OMS (Margaret Chan) deve aprovar hoje a lista de países para as doações",
disse a chefe da unidade de pesquisas de vacinas da OMS, Marie-Paule Kieny.
"A lista incluirá aproximadamente 100 países", disse ela.
"Nós estamos tentando ter as primeiras entregas em novembro",
adiantou. Dezenas de milhões de doses devem ser distribuídas, após doações das companhias farmacêuticas e de nações ricas que se comprometeram a dar 10% de seus estoques para países pobres. As doações devem ir diretamente para os países pobres. As entregas devem abranger apenas 2% da população nesses países em quatro ou cinco meses, começando com funcionários do setor de saúde e outros grupos vulneráveis, segundo Marie-Paule. As informações são da Dow Jones.(estadão.com.br) |
| 7/10/2009 | Brasil vai gastar R$ 1 bilhão com vacina contra a gripe suína |
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DANIELA MERCIER da Folha de S.Paulo O Brasil vai gastar R$ 1,06 bilhão na
aquisição de vacinas contra o vírus H1N1, causador da gripe suína. De
acordo com o Ministério da Saúde, as doses devem ser distribuídas no início
de 2010. Segundo o Instituto Butantan, que
trabalha na produção da vacina, o modelo de aplicação ainda está em
estudo, mas o mais provável é que a dose seja injetável. Nos EUA, onde a campanha de vacinação
foi iniciada nesta semana, as doses estão sendo aplicadas na forma de
spray nasal. Por conter vírus atenuados --na vacina tradicional, os vírus
são inativos--, seu uso não é recomendado para gestantes e outros
grupos de risco. A vacina injetável também será
usada no país --estratégia que possibilita imunizar pessoas com
contraindicação para outro tipo de vacina. Cerca de 7 milhões de doses da Flu
Mist, como a vacina é denominada, estarão disponíveis até o fim da
semana, segundo o governo norte-americano. Estudos O Butantan anunciou em agosto a produção
de 30 milhões de doses da vacina brasileira para o primeiro semestre de
2010. De acordo com o instituto brasileiro, os testes devem ocorrer até o
final deste ano. Também serão importadas cerca de 18
milhões de doses prontas e semiprontas do laboratório francês Sanofi
Pasteur. O crédito suplementar anunciado ontem
pelo governo federal para o combate à doença será totalizado em R$ 2,1
bilhões --metade será para as vacinas. De acordo com o órgão, estudos ainda
estão sendo concluídos para indicar os grupos prioritários para receber
a imunização. No entanto, a vacinação deve começar pelos
profissionais de saúde, a exemplo dos Estados Unidos. A proposta do ministério é que a
campanha aconteça antes da chegada do inverno, na mesma época da imunização
para a gripe comum (sazonal).(Folha Online) |
| 7/10/2009 | Sobe para 91 o nº de mortos por gripe suína em SC |
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A Secretaria de Saúde de Santa
Catarina confirmou nesta terça-feira mais oito mortes por gripe suína no
Estado. Segundo a secretaria, dos oito óbitos, cinco se referem a
pacientes que possuíam outras doenças. Santa Catarina registra até
agora 91 mortes em consequência do vírus Influenza A (H1N1). O Estado também confirmou 904 casos
de gripe suína em Santa Catarina e descartados 1.054. Continuam em
investigação 4.275 amostras coletadas em Santa Catarina. Outras 72
mortes foram descartadas. Veja detalhes das vítimas: - Moradora de Agronômica, 28 anos.
Morreu no último dia 19 no Hospital Regional do Alto Vale. Segundo a
secretaria, a paciente era obesa. - Moradora de Armazém, 50 anos.
Morreu no domingo no Hospital Nossa Senhora da Conceição, na cidade de
Tubarão. Era hipertensa. - Moradora de Florianópolis, 55 anos.
Morreu no último dia 4 no Hospital Nereu Ramos. Tinha imunodepressão e câncer. - Morador de Florianópolis, 51 anos.
Morreu no dia 10 de setembro no Hospital da Caridade. Não possuía outras
doenças. - Moradora de Maracajá, 20 anos.
Morreu no dia 27 de setembro no Hospital Regional de Araranguá. Estava grávida. - Moradora de Papanduva, 25 anos.
Morreu no dia 23 de setembro no Hospital São Vicente. Não apresentou
outras doenças. - Moradora de Pinhalzinho, 39 anos.
Morreu no dia 15 de setembro na Sociedade B. Hospitalar Pinhalzinho. Era
hipertensa. - Morador de São José, 48 anos.
Morreu no dia 29 de setembro no Hospital Nereu Ramos. Não apresentou
outras doenças Redação Terra |
| 7/10/2009 | Ministro mexicano visita EUA para coordenar ação contra gripe suína |
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da Efe, em Washington O ministro da Saúde do México, José
Ángel Córdova Villalobos, se reuniu nesta terça-feira com a secretária
de Saúde americana, Kathleen Sebelius, para coordenar a ação dos dois
países contra a gripe suína (A H1N1). Segundo informou a Embaixada do México
nos Estados Unidos, Córdova Villalobos destacou, durante sua visita a
Washington, a coordenação entre as duas nações e o Canadá para
enfrentar o vírus. "A coordenação é essencial
para fazer frente a esta nova ameaça que temos diante de nós",
disse o ministro mexicano em relação à nova onda de casos que pode
surgir durante a temporada de gripe sazonal. "Fortalecemos todo o sistema de
vigilância biológica, fortalecemos os laboratórios, os hospitais e o
pessoal de saúde," explicou. Sintomas A gripe suína é uma doença respiratória
causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de
pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com
febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e
nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal. Para diagnosticar a infecção, uma
amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros
dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada
em laboratório. O tratamento precoce com os antivirais
Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da
infecção, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos
Estados Unidos).(Folha Online) |
| 7/10/2009 | Gripe suína: Funai pede que índios evitem sair das aldeias |
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A Fundação Nacional do Índio (Funai)
pediu que os índios evitem o fluxo de entrada e saída das aldeias, bem
como a aglomeração das cidades. O objetivo da recomendação é impedir
a expansão de casos da gripe suína dentro das comunidades indígenas,
devido à baixa resistência imunológica dos índios. A Funai também recomendou que seja
evitada a entrada de pessoas não indígenas nas aldeias. Além disso, a
realização de atividades e eventos e mobilização de grande número de
pessoas deve ser evitada, já que a transmissão da doença se dá
principalmente em situações de aglomeração. Em casos de ingresso em áreas indígenas
de caráter emergencial e inadiável, será exigida a apresentação de
atestado médico. De acordo com o último balanço,
divulgado no dia 16 de setembro pelo Ministério da Saúde, o Brasil é o
país com o maior número de casos fatais da doença. Até aquela data,
haviam sido registradas 899 mortes causadas pela gripe. Redação Terra |
| 7/10/2009 | Tunísia cancela peregrinação a Meca devido à gripe suína |
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da Folha Online O governo da Tunísia cancelou o Hajj
(peregrinação a Meca) deste ano devido ao risco de a viagem espalhar a
gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)-- pelo país, que não tem
condições de vacinar a tempo todos os cidadãos que pretendiam ir à
cidade santa. Foi uma decisão sem precedentes na
história do país, que envia cerca de 10 mil tunisianos todos os anos
para Meca. O ministro de Assuntos Religiosos do
país, Boubaker el Akhzouri, anunciou nesta terça-feira, em uma rádio
estatal, que os lotes de vacina contra a nova gripe só chegarão no final
do mês de outubro próximo, e que as operações de importação,
distribuição e vacinação não poderão ser realizadas duas semanas
antes de obter o visto, como exige a Arábia Saudita. O Hajj é uma das obrigações que
todo muçulmano deve cumprir pelo menos uma vez na vida se tiver condições
financeiras. O ministro lembrou que o islamismo também prevê capacidade
"física" e que, por isso, a viagem deve ser adiada "para
preservar a vida humana". Com isso, a peregrinação só poderá ser
realizada novamente ano que vem. Conforme a Embaixada da Arábia
Saudita em Túnis, o Hajj deste ano acontecerá por volta de 18 de
novembro que vem, O governo da Arábia Saudita já havia
pedido que crianças, idosos e portadores de doenças crônicas adiassem a
viagem. Segundo a OMS (Organização Mundial
de Saúde), a gripe suína já matou 3.971 pessoas em 191 países desde
que foi identificada, em abril passado. Com Efe e Reuters |
| 7/10/2009 | OMS diz que vacinação é melhor forma de prevenir gripe suína |
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da Folha Online A campanha de vacinação contra gripe
suína --como é chamada a gripe A (H1N1)-- na China mostra que essa é a
melhor maneira de prevenir a doença, apesar de alguns poucos relatos de
efeitos colaterais, informa a OMS (Organização Mundial de Saúde), nesta
terça-feira. Em um grupo de 39 mil vacinados, só quatro apresentam
efeitos como cãibras e dor de cabeça. "Efeitos adversos são esperados,
principalmente os mais leves", disse o porta-voz da OMS, Gregory
Hartl, que insistiu na vacinação, principalmente para grupos de risco.
"Para alguns grupos, como profissionais de saúde, é duas vezes mais
importante ser vacinado pois eles protegem a si mesmos e aos outros."
Em breve, Estados Unidos, Austrália e
algumas partes da Europa também irão começar as suas campanhas de
vacinação. Os EUA já anunciaram que irão monitorar possíveis efeitos
colaterais entre seus cidadãos. Em poucos meses, o país espera vacinar
mais de 50% dos seus 300 milhões de cidadãos. Em 1976, uma vacinação em massa nos EUA ocasionada por outro tipo de gripe provocou suspeitas de ligação entre a vacina e uma rara paralisia, a síndrome de Guillain-Barre, que, além de irreversível é, em alguns casos, fatal. Cientistas nunca provaram qualquer relação entre ambos os fatores. (Folha Online) |
| 6/10/2009 | EUA iniciam vacinação contra gripe suína em funcionários de saúde |
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da Folha Online O governo americano iniciou nesta
segunda-feira a campanha de vacinação contra a gripe suína, denominada
oficialmente gripe A (H1N1), nos Estados de Indiana e Tenesse. Segundo o
jornal "Washington Post", os primeiros a serem vacinados são médicos,
enfermeiras e outros funcionários da área de saúde, considerados
prioritários na campanha de imunização contra o novo vírus. Os funcionários receberam uma dose da
vacina Flu Mist, em forma de spray nasal. A campanha, descrita pelo jornal
como a mais ambiciosa campanha de vacinação do país, pretende imunizar
ao menos metade da população antes da chegada do inverno no hemisfério
Norte e de uma possível segunda onda da doença. Darron Cummings/AP Enfermeira
Beth Vance aplica dose de vacina contra gripe em Charles Miramonti
Os EUA investiram US$ 2 bilhões para
a compra de 250 milhões de doses da vacina e afirmou que está disposto a
comprara vacina suficiente para imunizar todos os americanos. Uma pesquisa
divulgada na sexta-feira passada pela Escola de Saúde Pública de Harvard
mostra, contudo, que a população não está tão confiante com a fórmula
--40% disseram ter certeza de que vão se vacinar e 50% disseram estar
certos quanto à vacinação dos filhos. Na lista de americanos com prioridade
para receber a vacina estão bebês com menos de seis meses, funcionários
da área de saúde, mulheres grávidas, adultos com problemas como
obesidade, asma e diabetes e todos com idade entre 6 meses a 24 anos. Os Estados ordenaram a vacina na semana passada. Cerca de 40 milhões de doses devem estar disponíveis até meados de outubro e outras 10 milhões a cada semana a partir de então.(Folha Online) |
| 6/10/2009 | Governo chinês registra primeira morte por gripe suína no Tibete |
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da Folha Online O Ministério da Saúde da China
registrou a primeira morte pela gripe suína, denominada oficialmente
gripe A (H1N1) na região do Tibete, sudoeste do país, afirmou a rádio
estatal nesta terça-feira. O Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde,
tem 899 mortes confirmadas e 9.249 casos. Segundo a agência de notícias Xinhua,
a vítima é um jovem de 18 anos de Lhasa, capital da região autônoma. O Ministério da Saúde chinês
informa o caso em seu site oficial, no qual afirma que "os esforços
para salvar a vida do paciente fracassaram". Em outro comunicado, destaca que até
agora a China registrou 21.453 casos de gripe suína e que 4.560 deles
continuam sob tratamento. De 13 pacientes graves, oito já se
recuperaram e um faleceu, de acordo com o ministério. A China foi o primeiro país a
elaborar e comercializar a vacina contra o vírus da nova gripe. O governo
prevê imunizar 65 milhões de pessoas. Pandemia A gripe suína, denominada
oficialmente gripe A (H1N1), já infectou 343.298 pessoas no mundo todo e
matou ao menos 4.108, segundo a OMS, em seu balanço semanal sobre a doença
que se tornou a primeira pandemia do século 21. Os dados correspondem aos casos
contabilizados até 27 de setembro passado. A agência da ONU destacou
ainda que os números dizem respeito aos diagnósticos confirmados em
laboratório, motivo pelo qual o total de casos pode ser maior. Sintomas A gripe suína é uma doença respiratória
causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de
pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com
febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e
nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal. Para diagnosticar a infecção, uma
amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros
dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada
em laboratório. O tratamento precoce com os antivirais Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da infecção, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).(Folha online) |
| 6/10/2009 | Governo libera R$ 2,1 bi para ações de prevenção e combate à gripe suína |
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da Agência Brasil O presidente da República em exercício,
José Alencar, editou nesta segunda-feira uma medida provisória liberando
cerca de R$ 2,1 bilhões para as ações do Ministério da Saúde de
prevenção e combate à influenza A (H1N1) --gripe suína. De acordo com boletim do ministério,
do dia 16 de setembro, o número de casos graves da doença caiu, mas o país
tem a quinta taxa de mortalidade entre os 15 países com o maior número
absoluto de mortes. Pandemia A gripe suína, denominada
oficialmente gripe A (H1N1), já infectou 343.298 pessoas no mundo todo e
matou ao menos 4.108, segundo a OMS, em seu balanço semanal sobre a doença
que se tornou a primeira pandemia do século 21. Os dados correspondem aos casos contabilizados até 27 de setembro passado. A agência da ONU destacou ainda que os números dizem respeito aos diagnósticos confirmados em laboratório, motivo pelo qual o total de casos pode ser maior. (Folha Online) |
| 6/10/2009 | Gripe suína: 24 mil novos casos em duas semanas |
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WASHINGTON, EUA (AFP) - Pelo menos
24.000 novos casos de gripe suína foram registrados nas últimas duas
semanas no mundo, para superar 343.000, com mais de 4.100 mortes causadas
pelo vírus H1N1, informou o governo dos Estados Unidos. "As regiões da Organização
Mundial da Saúde (OMS) registraram mais de 343.298 casos confirmados em
laboratório em 2009 de H1N1, com pelo menos 4.108 mortes, o que
representa um aumento de pelo menos 24.373 casos e 191 mortos desde 20 de
setembro", informa o Centro de Controle de Doenças (CDC). Este forte aumento é apenas a ponto
do icebert da gripe H1N1, já que muitos países dedicam a vigilância e
os exames de laboratórios apenas às pessoas gravemente enfermas, lembra
o CDC. O aumento na quantidade de mortes
demonstra, no entanto, uma desaceleração na comparação com o mês
passado, quando a OMS contabilizou quase 500 novas mortes por gripe suína
no período de uma semana.(Yahoo Notícias) |
| 5/10/2009 | Vacina contra gripe suína deve ser compartilhada com países pobres, diz ONU |
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da Reuters, em Istambul (Turquia) Os países ricos devem disponibilizar
mais vacinas onde o vírus da gripe suína, denominada oficialmente gripe
A (H1N1), começa a atacar, afirmaram autoridades sanitárias da ONU
(Organização das Nações Unidas) neste domingo. Eles disseram que uma maior preparação
para a gripe suína é necessária nos países em desenvolvimento com
sistemas de saúde piores e com populações jovens maiores, que são mais
vulneráveis à doença. "Podemos ver um padrão diferente
do impacto uma vez que o vírus comece a atacar e irrompa nas comunidades
pobres do mundo", explicou Julie Hall, especialistas em doenças
infecciosas da OMS (Organização Mundial de Saúde), agência da ONU. A OMS, que classificou o vírus H1N1
como pandemia global em junho, afirmou que 30% da população mundial,
perto de 7 bilhões de pessoas, podem ser infectados. Alguns países como os Estados Unidos,
Brasil e França concordaram em disponibilizar 10% de seu estoque de
vacinas para países em desenvolvimento. Fabricantes ainda doaram cerca de
150 milhões de doses da vacina. É preciso mais, segundo David Nabarro,
coordenador da ONU no combate a novas variações da gripe. "O desafio nas próximas semanas
é consolidar a solidariedade entre as nações ricas e as pobres para
assegurar que a vacina adequada seja disponibilizada", explicou. Setembro e outubro geralmente marcam o
início da época de gripe no hemisfério Norte, mas há sinais de uma
segunda onda de H1N1 depois que a primeira surgiu este ano, alertou Hall. Pandemia A gripe suína, denominada
oficialmente gripe A (H1N1), já infectou 343.298 pessoas no mundo todo e
matou ao menos 4.108, segundo a OMS, em seu balanço semanal sobre a doença
que se tornou a primeira pandemia do século 21. Os dados correspondem aos casos
contabilizados até 27 de setembro passado. A agência da ONU destacou
ainda que os números dizem respeito aos diagnósticos confirmados em
laboratório, motivo pelo qual o total de casos pode ser maior. Sintomas A gripe suína é uma doença respiratória
causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de
pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com
febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e
nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal. Para diagnosticar a infecção, uma
amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros
dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada
em laboratório. O tratamento precoce com os antivirais Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da infecção, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).(Folha Online) |
| 5/10/2009 | Pandemia de gripe suína deve estimular pesquisa de vacina universal |
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KATE KELLAND da Reuters, em Londres A pandemia da gripe suína --como é
chamada da gripe A (H1N1)-- deveria estimular a pesquisa farmacêutica a
renovar seus esforços a fim de desenvolver uma vacina universal contra a
gripe e repensar formas de lidar com futuras pandemias, afirmaram
cientistas nesta sexta-feira. Especialistas em gripe da OMS
(Organização Mundial da Saúde), da gigante farmacêutica suíça
Novartis AG e do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, entre
outros, ressaltaram que o surgimento do vírus ensejou um salto no
potencial de produção de vacinas, que saltou de 400 milhões de doses
para 900 milhões de doses. Em uma carta à revista "Science",
no entanto, eles exortaram as indústrias farmacêutica e da saúde a
serem mais pró-ativas no desenvolvimento e na distribuição de vacinas
--e especialmente em acelerar a busca por uma vacina universal contra a
gripe. "Embora a pandemia de H1N1 tenha
o potencial para causar uma emergência social e econômica, ela também
oferece uma oportunidade para repensar nossa estratégia com relação à
doença do vírus influenza e para desenvolver vacinas mais eficazes e
soluções economicamente sustentáveis aos países desenvolvidos e em
desenvolvimento," escreveram. "A pesquisa para o desenvolvimento
de uma vacina universal deveria ser acelerada." Os cientistas e a indústria farmacêutica
até agora não conseguiram chegar a uma vacina universal contra a gripe,
que combateria todas as cepas do vírus. A Inovio Biomedical Corp, que
trabalhando em uma vacina universal, disse esta semana que espera evidências
preliminares no início do ano que vem para saber se a tecnologia que está
usando pode ajudar a combater a doença. A Johnson & Johnson, a empresa
mais diversificada do mundo na área da saúde, recentemente adquiriu
participação na empresa de biotecnologia holandesa Crucell em parte para
obter o flu-mAb, um anticorpo universal desenvolvido por engenharia genética
para evitar e tratar infecções das diversas cepas de influenza A. O surto de gripe suína foi declarado pandemia em junho e já infectou milhões de pessoas ao redor do mundo. Fabricantes de remédios e governos esforçam-se para produzir e fornecer as vacinas contra a nova cepa H1N1 antes da temida chegada de uma segunda onda da infecção às vésperas do início do inverno no Hemisfério Norte.(Folha Online) |
| 2/10/2009 | Agência europeia libera terceira vacina contra gripe suína |
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da Folha Online A Agência Europeia de Medicamento (Emea) recomendou nesta sexta-feira à
Comissão Europeia que autorize a comercialização de uma terceira vacina
contra a gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1). A nova fórmula,
chamada Celvapan, é fabricada pelo laboratório americano Baxter. A Comissão Europeia aprovou nesta semana, também por recomendação da
EMEA, as vacinas Focetria da Novartis e Pandemrix da GlaxoSmithKline (GSK).
A Comissão, que geralmente se limita a seguir as recomendações da Emea,
deve se pronunciar sobre esta terceira vacina em breve, destacou em um
comunicado a agência europeia com sede em Londres. A comercialização
será feita nos 27 países da União Europeia, além de Islândia,
Liechtenstein e Noruega. Celvapan tem um elemento comum com as outras duas fórmulas que acelerou
sua aprovação pela agência: todas elas obtiveram em 2055 uma aprovação
modelo, que permite a alteração da cepa, contra o vírus da gripe aviária,
H5N1. "Como nos casos da Focetria e Pandemrix, esta recomendação
permitirá ao fabricante mudar a cepa do vírus na atual vacina
"modelo" com a cepa A (H1N1) que causa a atual pandemia",
disse a Emea, em comunicado. A agência recomendou um calendário de vacinação de duas doses com um
intervalo de três semanas para os adultos, incluindo as mulheres grávidas,
e as crianças a partir de seis meses de idade. Em comunicado, contudo,
reconheceu que há dados preliminares que sugerem que apenas uma dose pode
bastar para os adultos e explica que as recomendações podem ser
atualizadas em função dos resultados dos estudos clínicos. China, Austrália e Estados Unidos já aprovaram a comercialização de
vacinas e devem iniciar em breve campanhas de vacinação. Pandemia Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), a gripe A (H1N1) matou
pelo menos 3.917 pessoas, 75% delas no continente americano. Os
especialistas temem um aumento do número de casos com a chegada do
inverno no hemisfério Norte. A OMS revelou na semana passada que a capacidade mundial de produção de
vacinas contra a nova gripe é de 3 bilhões de doses por ano, 2 bilhões
a menos do que previa em maio. Além disso, informou que os resultados dos
estudos clínicos realizados até o momento indicam que só será necessária
uma dose para imunizar de maneira efetiva crianças e adultos em bom
estado de saúde. Sintomas A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza
A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem
sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC,
tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações,
irritação dos olhos e fluxo nasal. Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser
coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa
infectada espalha o vírus, e examinada em laboratório. O tratamento precoce com os antivirais Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da infecção, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).(Folha Online) |
| 2/10/2009 | Gripe suína pode sobrecarregar hospitais dos EUA, diz estudo |
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JULIE STEENHUYSEN - REUTERS CHICAGO - Quinze Estados norte-americanos podem ficar sem leitos
hospitalares disponíveis e 12 outros podem preencher 75 por cento da sua
capacidade com pacientes da gripe suína, caso 35 por cento da população
dos EUA contraia a doença nas próximas semanas, segundo um relatório
divulgado na quinta-feira. O estudo, que se baseia em estimativas a partir de um modelo
computadorizado desenvolvido pelo Centro de Prevenção e Controle de Doenças
dos EUA, mostra a sobrecarga que hospitais e departamentos de saúde podem
enfrentar numa segunda onda da doença nos EUA. "Nossa intenção com isso não é causar pânico desnecessário,
mas realmente apontar o potencial que até mesmo uma epidemia branda pode
ter e quão prontamente isso pode sobrecarregar o nosso sistema de saúde,"
disse por telefone Jeffrey Levi, diretor da entidade Fundo para a Saúde
Americana, que patrocinou o relatório. Segundo o estudo, o número de pessoas hospitalizadas pode variar de
2.485 em Wyoming a 168.025 na Califórnia, e muitos Estados podem
enfrentar uma falta de leitos hospitalares, levando a uma redução de
hospitalizações para procedimentos adiáveis. "Estados de todo o país também têm de descobrir como administrar
o afluxo de pessoas nos consultórios e ambulatórios, além da onda de
internações," disse Levi. Autoridades sanitárias locais estão especialmente preocupadas com os
jovens, que habitualmente não se vacinam contra a gripe, e as minorias,
que foram mais atingidas pela gripe H1N1 na última primavera boreal. A taxa de contaminação de 35 por cento, usada no relatório, se baseia
na pandemia de gripe de 1968, que foi considerada branda. Ela pressupõe
que o surto vai durar cerca de oito semanas. O Conselho de Consultores Presidenciais para Ciência e Tecnologia disse em agosto que 1,8 milhão de norte-americanos podem precisar de internação e que cerca de 30 mil podem morrer, se a taxa de infecção for de 30 por cento.(estadão.com.br) |