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30/10/2009 Remédio para colesterol pode combater gripe, diz estudo

Pode haver um novo tratamento para a gripe suína que já está nas prateleiras das farmácias: as estatinas, remédios vendidos comercialmente com nomes como Lipitor e Zocor, usadas para diminuir os níveis de colesterol. Pesquisadores divulgaram hoje um estudo mostrando que pessoas que usam esses medicamentos e foram hospitalizadas por causa da gripe sazonal tinham duas vezes mais chances de sobreviver do que as que não tomavam esse tipo de remédio.

Isso não prova que as estatinas são a cura para a gripe, já que mais estudos ainda são realizados para verificar se essas drogas podem ser um bom tratamento. O estudo sobre as estatinas, apresentado hoje durante um congresso médico, envolveu 2.800 pessoas pesquisadas entre 2007 e 2008.

"O estudo é muito promissor", disse a coordenadora, Ann Thomas, da Divisão de Saúde Pública do Oregon. A estatinas são conhecidas também por reduzirem a maioria dos problemas causados pela gripe, independentemente se for a sazonal ou a causada pelo vírus A H1N1, são as inflamações, uma reação exagerada do sistema imunológico enquanto luta contra o vírus.

Estudos prévios também descobriram que as estatinas podem ajudar as pessoas a superar a pneumonia e sérias infecções bacterianas do sistema sanguíneo. A nova pesquisa, patrocinada pelos Centros de Prevenção e Controle de Doenças, é o maior já feito nos Estados Unidos que analisa o efeito das estatinas contra gripe.

O tratamento é uma questão muito importante para a gripe suína, já que a vacina está demorando para chegar ao público em geral. Remédios contra a gripe como o Tamiflu têm sido reservados apenas para os pacientes mais graves. As estatinas são baratas, relativamente seguras e estão entre os remédios mais utilizados em todo o mundo.(MSN Notícias)

 

30/10/2009 Suíça anuncia restrições à vacina da GlaxoSmithKline contra gripe suína 

da France Presse, em Genebra, da Folha Online

A vacina Pandemrix criada pelo laboratório britânico GlaxoSmithKline para a gripe suína não poderá ser utilizada nas mulheres grávidas, nos menores de 18 anos e nos adultos acima de 60 anos, anunciou a Swissmedic, autoridade suíça de regulação dos medicamentos.

A Comissão Europeia aprovou no fim de setembro, por recomendação da Agência Europeia de Medicamento (Emea), o uso da Pandemrix para combater a pandemia de gripe A (H1N1) nos 27 países do bloco, além de Islândia, Liechtenstein e Noruega.

A incerteza foi provocada pelo medicamento coadjuvante AS03 utilizado para a vacina da GlaxoSmithKline.

"Os dados atuais se referem fundamentalmente aos adultos, mas não existe nenhum dado para as mulheres grávidas e os relativos a crianças são insuficientes", afirma a Swissmedic em um comunicado.

"Portanto, a Swissmedic ainda não autorizou a utilização da Pandemrix nas mulheres grávidas, nos menores de 18 anos e nos adultos com mais de 60 anos", completa o texto.

A aprovação "rápida" da Pandemrix, além da Focetria da Novartis e Celvapan do laboratório americano Baxter, foi resultado do fato de que todas elas obtiveram em 2005 uma aprovação modelo, que permite a alteração da cepa, contra o vírus da gripe aviária, H5N1.

Vacinação

O GlaxoSmithKline (GSK) anunciou em 30 de setembro a entrega do primeiro lote de vacinas contra a gripe suína a diversos governos europeus.

O Reino Unido, país europeu mais afetado pela nova gripe, Espanha e França foram os primeiros a receber a fórmula. As autoridades sanitárias britânicas anunciaram uma campanha de vacinação em outubro para tentar evitar uma nova onda de gripe no inverno do hemisfério Norte.

A agência europeia recomendou um calendário de vacinação de duas doses com um intervalo de três semanas para os adultos, incluindo as mulheres grávidas, e as crianças a partir de seis meses de idade.

Em comunicado, contudo, reconheceu que há dados preliminares que sugerem que apenas uma dose pode bastar para os adultos e explica que as recomendações podem ser atualizadas em função dos resultados dos estudos clínicos.

Sintomas

A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada em laboratório.

O tratamento precoce com os antivirais Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da infecção, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).(Folha Online)

 

30/10/2009 Rio confirma mais 4 mortes por gripe suína e soma 120

A Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil (Sesdec) informou nesta quinta-feira que foram confirmados quatro novas mortes de pacientes infectados pelo vírus da da gripe H1N1 - a gripe suína - no Rio de Janeiro. Até agora, o Estado registrou 120 mortes pela nova gripe.

Três das mortes ocorreram durante o mês de agosto e um em setembro. Entre as vítimas estão duas mulheres, um homem e uma criança de 3 anos.

De abril a outubro, o País registrou 17.219 casos da nova gripe, com 1.368 mortes confirmadas. A taxa de mortalidade da doença no Brasil é 0,7 por 100 mil habitantes.

Redação Terra

 

30/10/2009 Em uma semana, Espanha vê número de doentes de gripe suína dobrar

da Efe, em Madri

O número de pessoas contaminadas pelo vírus da gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)-- na Espanha dobrou em uma semana, chegando a 80.981 novos afetados, informou nesta quinta-feira o Ministério de Saúde e Política Social espanhol. Na semana entre os dias 11 e 17 deste mês, o número de contaminados pelo vírus foi de 42.387.

O ministério também confirmou que a gripe atou 63 pessoas na Espanha, nove a mais do que o último número, anunciado no dia 22.

Porém, segundo o Ministério, quase todos os casos que chegam aos centros de atendimento apresentam um quadro leve e respondem aos tratamentos convencionais.

Na Espanha, a campanha de vacinação contra a gripe suína começará no próximo dia 16. Terão prioridade os chamados grupos de risco, ou seja, profissionais de saúde, funcionários dos serviços essenciais --como bombeiros--, grávidas e doentes crônicos desde os seis meses de idade.

Sintomas

A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada em laboratório.

O tratamento precoce com os antivirais Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da infecção, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).(Folha Online)

 

30/10/2009 Sul da Itália tem quatro mortes por gripe suína em três dias 

da Ansa, em Nápoles

A cidade de Nápoles (sul da Itália) registrou nesta quinta-feira a quarta morte em apenas três dias causada pelo vírus da gripe suína, como é chamada a gripe A (H1N1). No total, a Itália já contabiliza 11 mortes em decorrência da doença, que voltou a afetar as nações do hemisfério Norte devido à chegada das estações mais frias do ano.

No país, a vítima mais recente foi o médico Eugenio Campanile, 73, que sofria de sérios problemas respiratórios. Campanile estava internado no hospital Cotugno, em Nápoles.

No mesmo centro médico estão internados outros três pacientes que contraíram a doença, todos os quadros são considerados graves. Na terça-feira (27), um outro médico, de 55 anos, morreu devido à gripe. Nos últimos dias morreu um preso que estava internado com sérias complicações de saúde devido à infecção. Ele também sofria de problemas respiratórios e cumpria prisão perpétua.

Grande parte das vítimas da gripe que morreram no sul da Itália nos últimos dias tinham problemas de saúde que aceleraram o agravamento da doença. Algumas delas morreram apenas uma hora depois de serem internadas.

Segundo dados do Instituto Superior de Saúde, entre 1º de maio e 18 de outubro, foram notificados 15.455 casos da gripe suína na Itália. No último dia 14, o governo informou que havia começado a vacinar a população contra a doença. As primeiras doses foram distribuídas na região norte.(Folha Online)

 

30/10/2009 Betis confirma seis casos de gripe suína. Oito seguem em observação. 

Atualmente na Segunda Divisão do Campeonato Espanhol, o Betis anunciou mais uma péssima notícia para o seu fanático torcedor. Nesta quinta-feira, o clube de Sevilla confirmou que seis atletas do elenco contraíram a gripe A, popularmente conhecida como Gripe Suína e foram afastados imediatamente do elenco para iniciarem recuperação.

Em entrevista coletiva, os médicos do Betis confirmaram o cancelamento de todos os treinamentos desta semana e pediram a suspensão da partida contra o Villarreal B, neste domingo, válida pela décima rodada da Série B espanhola. Contudo, a comissão técnica ainda fará uma análise mais detalhada de todos os jogadores para contar a relação disponível para o confronto.

"Todos os membros do plantel, que tiveram contatos com os infectados, apresentam os sintomas da doença. Por isso, todo o elenco já acabou medicado com Tamiflú", contou o chefe do departamento médico do clube de Sevilla, Tomás Calero.

De acordo com o presidente da equipe, José León, a resposta da Real Federação Espanhola será recebida durante a manhã desta sexta-feira, horário de Brasília. "É evidente que receberemos uma resolução favorável, pois o risco de contágio é claro. Isso é muito importante, para evitar o risco de contato físico com os rivais."

Os jogadores infectados pelo vírus H1N1 no Betis são: Sergio Garcia, Arzu, Sunny, Carlos Garcia, Nelson e Israel Bascón. Entretanto, Rivas, Nano, Damià, Fernando Vega, Juande, Pavone, Caffa e Emaná apresentaram os sintomas e correm grande risco de estarem doentes, principalmente pelo contato diário com os atletas confirmados.

A gripe suína segue causando estragos no futebol europeu. No último domingo, o clássico entre PSG e Olympique de Marselha, válido pela décima rodada do Campeonato Francês, acabou sendo adiado pela Federação Francesa devido a três casos confirmados na equipe de Paris.(Yahoo Notícias)

 

30/10/2009 Vacina contra gripe suína pode causar doença rara

A vacinação contra a gripe suína (H1N1) pode aumentar o número de casos da Síndrome de Guillain-Barré, que afeta nervos responsáveis pela função motora, impedindo a locomoção, segundo neurologistas. Em nota, o Ministério da Saúde admite que "acompanhará a possível ocorrência da Síndrome de Guillain-Barré associada à vacina da nova gripe, que começou a ser distribuída no Hemisfério Norte".

Segundo o ministério, "no Brasil, a possibilidade de ocorrência da síndrome em virtude da vacina, ainda que esta seja rara, será monitorada em parceria com as secretarias estaduais e municipais".

Professor de neurologia da Universidade Federal Fluminense, o médico Osvaldo Nascimento explica que a ocorrência da síndrome está associada a algumas vacinas. "A vacina modifica o sistema imunológico, que se prepara para combater o vírus. Às vezes, a reação do organismo ataca também o nervo periférico e o paciente apresenta fraqueza nas pernas, que atinge também os braços. E pode afetar ainda a face, provocando paralisia facial. Em casos mais graves, o paciente tem dificuldades para respirar, alterações na pressão e na frequência cardíaca, necessitando de terapia intensiva e suporte respiratório", explica.

Alerta entre especialistas

O médico, que é da Academia Americana de Neurologia, recebeu comunicado da entidade alertando para possível aumento dos casos da síndrome devido à vacinação contra a gripe suína. "A população não deve ficar alarmada porque os casos são raros. Além disso, o problema tem tratamento. O fundamental é identificar a síndrome no início", afirma.

Um dos tratamentos é com imunoglobulina, derivado do sangue que não é produzido no País. Além de caro, o produto não é fabricado na quantidade suficiente para abastecer o mercado mundial.

Em agosto, o governo inglês enviou, em caráter sigiloso, carta aos 600 principais neurologistas do país pedindo alerta para um possível aumento do número de casos da sídrome.

Tamiflu: receitas serão retiradas

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse ontem que o governo estuda a liberação da venda do Tamiflu, medicamento usado contra a gripe suína, nas farmácias do Brasil a partir de 2010. O remédio, que antes do início da pandemia era vendido sob prescrição médica, deverá ter controle muito mais rígido: a ideia é exigir a retenção da receita.

"Estamos revendo a estratégia de distribuição do medicamento. Temos que evitar a automedicação e a compra sem receita porque foram registrados casos de resistência", disse.

Segundo a Anvisa, que recebeu a incumbência de rever a política de controle do medicamento, a previsão é que a nova classificação do Tamiflu seja colocada em análise na próxima reunião da diretoria.

Durante a pandemia, o medicamento sumiu das farmácias e todo estoque foi centralizado no Ministério da Saúde, que o distribuiu nos estados.

 

30/10/2009 Filhas de Obama recebem vacina contra gripe suína nos EUA 

da France Presse, em Washington (EUA)

da Folha Online

Malia e Sasha Obama, as filhas do presidente americano, foram vacinadas contra a gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1), anunciou uma porta-voz da primeira-dama, Michelle Obama, no blog da Casa Branca.

O casal presidencial, por outro lado, deverá esperar para receber sua imunização, já que não faz parte de uma faixa da população americana com prioridade --grávidas, pessoas com saúde frágil e jovens com menos de 24 anos.

Até o final do ano, os Estados Unidos devem distribuir de 45 a 55 milhões de doses de vacinas, menos que o inicialmente previsto.

No fim de semana passado, Obama proclamou estado de emergência nacional nos EUA devido à epidemia de gripe suína (H1N1). No país, o novo vírus deixou mais de mil mortos e provocou pelo menos 20 mil internações.

O vírus continua se propagando e atingiu 46 dos 50 Estados do país foram atingidos. Milhões de pessoas contraíram a doença e o número de casos segue aumentando.

O decreto assinado qualifica a situação de "emergência nacional". Ele reforça a capacidade dos centros médicos de administrar o fluxo de pacientes contaminados pelo vírus, facilitando a condução de operações de emergência.

Em nota enviada ao Congresso, Obama explica que a medida de emergência foi tomada "para estarmos prontos na hipótese de um rápido aumento do número de casos no país, que poderia submergir os serviços de saúde".

A gripe suína já matou pelo menos 5.000 pessoas em todo o mundo, segundo o último balanço da OMS (Organização Mundial da Saúde).(Folha Online)

 

28/10/2009 Ministério estuda maior rigor na venda de remédio contra gripe suína 

DIANA BRITO

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou na manhã desta quarta-feira que o ministério está fazendo uma revisão detalhada de sua estratégia de combate ao vírus da gripe suína --a gripe A (H1N1). Ele falou à imprensa após participar de evento da OMS (Organização Mundial da Saúde) no Rio.

Segundo Temporão, a empresa que fabrica o Tamiflu (oseltamivir) --a farmacêutica suíça Roche-- será responsável pelo retorno do remédio às farmácias.

Cartela do Tamiflu, recomendado contra a gripe suína, que pode voltar às farmácias

"Evidente que estamos revendo a questão da dispersão do medicamento. É claro que isso vai depender da empresa que fabrica o remédio, que não teve condições de manter a oferta que o governo precisava comprar e ao mesmo tempo manter o medicamento nas farmácias. A empresa que vai ter que dizer se vai ter condições."

Assim que surgiram os primeiros casos de gripe suína no Brasil, a Roche priorizou o atendimento à demanda do Ministério da Saúde, que chegou formalizar um pedido à farmacêutica. Sobre as declarações desta quarta, empresa afirmou que a produção do Tamiflu já está em capacidade máxima e que manterá como prioridade atender os pedidos do ministério.

Temporão disse também que o Ministério da Saúde vai ter que tomar providências para evitar a automedicação e a compra sem receita médica do Tamiflu. O ministro prevê, inclusive, que as receitas fiquem retidas na farmácia, à exemplo de prática já adotada na venda de remédios controlados.

"Isso é fundamental, porque já foram detectados em vários países do mundo casos de resistência ao Tamiflu, que é a única arma que nós temos, além da vacina, que poderemos contar a partir do ano que vem."

Este maior controle na venda do Tamiflu, segundo Temporão, será discutido na próxima reunião da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O órgão, responsável pela regulação do mercado farmacêutico, confirmou a informação.(Folha Online)

 

28/10/2009 Itália pode vacinar jogadores de futebol contra gripe suína

O ministro da Saúde da Itália, Ferruccio Fazio, e o médico da seleção italiana e presidente da Associação de Médicos Esportivos de Futebol, Enrico Castellacci, se reunirão na sexta-feira para estudar a possibilidade de vacinar os jogadores contra o vírus da gripe suína (A H1N1).

A ideia é incluir os atletas entre as pessoas que terão prioridade para receber a vacina no país. O temor aumentou com as confirmações de que jogadores de clubes europeus estão com o vírus.

Na França, o jogo entre Paris Saint-Germain e o Olympique de Marselha, que seria realizado no domingo, foi adiado por causa da divulgação do terceiro caso de gripe suína no elenco do PSG.

Na Inglaterra, a Agência de Proteção de Saúde pediu aos clubes de futebol do país que combatam o "desagradável" hábito dos jogadores de cuspir em meio aos jogos, pois isso poderia aumentar o risco de espalhar o vírus da gripe suína.

O alerta foi feito após vários atletas que atuam no país serem contaminados com o vírus. Blackburn e Bolton são os times com jogadores que estão com a gripe.

O ministro italiano já anunciou a vacinação de todos os atletas italianos que participarão dos Jogos Olímpicos de Inverno de Vancouver em 2010.(Folha Online)

 

28/10/2009 Gripe suína: Inglaterra pode proibir 'cuspe' de jogadores 

A confirmação da contaminação dos jogadores do Blackburn com o vírus da gripe suína - H1N1 -, e o medo de um possível surto em outros clubes que disputam o Campeonato Inglês, fizeram a Agência de Proteção à Saúde do país (HPA) tomar uma atitude inusitada: proibir os jogadores de cuspirem no gramado.

Em conversa com a Federação Inglesa (FA), a agência solicitou que os jogadores de todos os clubes sejam orientados a evitar definitivamente o hábito, comum não só em terras inglesas, mas nos campos de todo planeta bola. Segundo os médicos, cuspir no gramado pode aumentar muito o risco de contaminação pela gripe suína.

"Cuspir, além de desagradável, é anti-higiênico. Acredito que os jogadores não fazem isso em lugares públicos, então, não deveriam fazer dentro do campo também", diz um comunicado da Agência de Proteção à Saúde.

A princípio, o pedido da Agência foi bem visto dentro da Federação Inglesa, que informou que "se guiará pelas autoridades pertinentes no que diz respeito à saúde". Dentre as providências solicitadas aos atletas estão também as mais conhecidas aos cidadãos 'comuns': lavar as mãos com frequência, cobrir nariz e boca ao espirrar ou tossir.(Yahoo Notícias)

 

28/10/2009 Gripe suína: governo estuda volta do Tamiflu às farmácias

O governo solicitou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a revisão da política de controle do Tamiflu, antiviral usado no tratamento da gripe suína. A idéia é tornar a vigilância mais rígida do que é atualmente. O medicamento pode voltar a ser comercializado em farmácias em 2010, segundo informou nesta quarta-feira o jornal O Estado de S.Paulo.

Antes do surto da gripe suína, o Tamiflu era vendido nas farmácias sob prescrição médica. De acordo com o jornal, a ideia é começar a exigir a retenção da receita, assim como ocorre com alguns medicamentos antidepressivos, por exemplo. A nova classificação deve ser analisada na próxima reunião da diretoria da Anvisa. "Há uma expectativa de que, no próximo ano, o remédio volte a ser comercializado", disse ao jornal o diretor da Anvisa, Dirceu Barbano.

O maior rigor para a venda do medicamento seria uma forma de evitar que o uso do produto seja feito de forma indiscriminada.

No início da epidemia da doença, a empresa fabricante, a Roche, recolheu o Tamiflu do varejo. O Ministério da Saúde não determinou uma proibição formal para a comercialização nas farmácias, mas fez um pedido à fabricante. A Roche, por sua vez, informava que a prioridade era atender a demanda do governo.

Para a próxima onda da gripe, esperada para 2010, a estimativa é a de que haja uma produção maior do Tamiflu. A maior oferta do antiviral abriria a possibilidade para a venda no varejo. De acordo com o Ministério da Saúde, apesar do estudo de viabilidade, não há nada acertado para o retorno do Tamiflu às farmácias.(Terra)

 

28/10/2009 Adolescente morre em Jacareí, em São Paulo, vítima da gripe suína

SÃO PAULO - A adolescente Amanda Montroni, de 16 anos, morreu na terça-feira em Jacareí, cidade a 82 Km da capital paulista, vítima de gripe suína. A família acusa o hospital de negligência.

Amanda morreu depois de 14 dias internada no Hospital São Francisco. Segundo a família, a adolescente teve dores no corpo e febre alta dias antes de ser hospitalizada e chegou a ser medicada e mandada de volta para casa por três vezes, até que foi internada.

- Ele só dava medicamento, ficava quatro horas e mandava embora, entendeu? Porque ela já estava sentindo o sintoma que eu falei pra ele, e ele não suspeitou nada, achou que era a garganta que estava inflamada - conta a mãe da garota, Andréa Montroni.

O diretor técnico do hospital, Alberto Sampaio Junior, negou ter havido negligência.

- Não tinha como internar antes. Mesmo porque, num primeiro momento, ela teve um outro quadro e foi medicada inclusive com antibiótico, não tinha nada a ver com o quadro da gripe suína - afirma. - Quando ela teve presente o quadro, aí sim, procedeu-se a internação. Nesse momento, anteriormente ela não teve o quadro compatível - disse.

Na escola estadual Coronel Carlos Porto, onde Amanda estudava, a preocupação de outros pais é evidente.

- - Nem copos descartáveis, nem sabão para lavar as mãos, nem um álcool. Eu estive na escola de manhã hoje, não tem isso pros alunos - diz a empregada doméstica Léa Chaves Santos.

Essa é a segunda morte confirmada na cidade. Depois de quase uma semana internada no Hospital Alvorada, no dia 31 de julho, uma mulher de 37 anos que estava grávida morreu vítima da doença.

Até agora 80 casos da nova gripe foram confirmados em Jacareí.

A secretaria estadual de Educação informou que a estudante estava afastada da escola desde o dia sete de outubro, por isso, as aulas não foram suspensas. A secretaria informou também que a unidade toma todas as medidas preventivas de higiene.

No total, já são 31 mortes causadas pela doença na região. Essa semana, exames confirmaram que um paciente de Pindamonhangaba, morto em agosto, e um comerciante em Redenção da Serra, morto no mês passado, também estavam com gripe suína.(O GLOBO)

 

28/10/2009 Quatro jogadores do Betis podem estar com Gripe Suína

Na manhã desta quarta-feira, o departamento médico do Betis anunciou que quatro jogadores da equipe podem estar infectados pela Gripe Suína. E que alguns outros atletas também podem ter contraído o vírus, mas ainda não apresentam sintomas. As informações são do jornal As, de Madri.

Os jogadores Sunny, Arzu, Carlos García e Sergio García são os atletas que supostamente estão infectados. O chefe do departamento médico do Betis, Tomás Calero, disse que os jogadores já estão sob cuidados.

"Carlos García, Sergio García, Arzu e Sunny estão sofrendo de um processo infeccioso que provavelmente é causado pelo vírus H1N1. Dentro de 48 horas será possível saber se os jogadores contraíram a Gripe Suína, pois eles já fizeram exames".

Para Calero ainda há, pelo menos, mais cinco jogadores que também podem estar infectados, mas não apresentam sintomas evidentes da doença.

"Israel, Damiá, Juande, Nano e Ricardo podem estar com o vírus encubado, mas ainda não há uma grande preocupação com eles. Tem que ver a evolução, pois cada caso é um caso. O vírus funciona de uma maneira distinta em cada organismo e como já está alarmado, é necessário cuidados específicos", finalizou o médico.

O clube já enviou para a Federação Espanhola um informe contando a situação e, se os casos forem confirmados, é possível que a partida de domingo, contra o Villareal B, seja adiada(Terra)

 

23/10/2009 Vacinação contra a nova gripe nos EUA enfrenta a falta de imunizantes

Da Reuters

Em Milwaukee, Departamento de Saúde tem menos de 7 mil doses.
Centros de saúde pública participam da campanha.

Homem recebe dose da vacina contra a nova gripe nos Estados Unidos, nesta sexta-feira (23). No país, faltam vacinas para todos. Em Milwaukee, por exemplo, o Departamento de Saúde tem menos de 7 mil doses para serem aplicadas.

 

23/10/2009 Gripe suína deixa 5.000 mortos em todo o mundo, diz OMS

da Folha Online

Ao menos 5.000 pessoas, em 195 países e territórios, morreram por causa da gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1) desde seu surgimento em março passado, segundo o mais recente balanço divulgado nesta sexta-feira pela OMS (Organização Mundial da Saúde). O balanço anterior citava 4.735 mortos.

A nova gripe, que tem baixa letalidade, mas é transmitida facilmente, deixou 414.945 pessoas infectadas em todo o mundo.

Os dados correspondem aos contágios contabilizados até o dia 17 de outubro e a agência das Nações Unidas reitera que os casos registrados são os confirmados em laboratório, e, por isso, estima que o número total seja maior.

Segundo a organização, que decretou pandemia em junho passado, a gripe começou a retroceder nas regiões tropicais e os contágios se mantêm estáveis no hemisfério Norte, embora as doenças respiratórias continuem se expandindo e aumentando sua intensidade.

A América continua sendo a região onde houve mais mortes, com 3.539 vítimas fatais confirmadas e 160.129 contágios.

Na região do Pacífico Ocidental, foram contabilizados 455 mortes e 122.267 casos. No Sudeste asiático, houve 573 óbitos e 41.513 pessoas se contagiaram. Já na Europa, 261 pessoas morreram e outras 63 mil foram infectadas pelo vírus. Na área do Mediterrâneo oriental, foram registrados 96 óbitos e 14.739 casos. E na África, 75 pessoas morreram e 13.297 foram infectadas pelo vírus A.

Nos últimos dias, a Islândia, o Sudão e Trinidad e Tobago registraram seus primeiros casos de morte pelo vírus H1N1.

Já Mongólia, Ruanda e São Tomé apresentaram os primeiros casos de contágio da nova doença, sete meses após o primeiro caso ser registrado, no México.

Sintomas

A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada em laboratório.

O tratamento precoce com os antivirais Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da infecção, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).(Folha Online)

 

23/10/2009 PE confirma 5ª morte pela gripe suína no Estado

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou nesta sexta-feira a quinta morte em decorrência da gripe suína em Pernambuco, a primeira do sexo masculino. O homem, que não teve o nome divulgado, tinha 51 anos e havia sido internado no hospital Oswaldo Cruz, no Recife, no dia 22 de setembro. Ele era morador da cidade de Goiana, a 65km da capital pernambucana.

O homem morreu no mesmo dia em que deu entrada no hospital, já que segundo a SES, seu estado de saúde era grave. "Ele apresentava um quadro de febre alta, dores no tórax, septicemia (processo infeccioso em que germes invadem o sangue) e insuficiência respiratória grave", afirma o comunicado oficial divulgado pela secretaria. O paciente deu entrada na UTI, foi reanimado nove vezes, mas, na décima parada cardíaca, não resistiu.

A confirmação acontece um dia depois do registro da 4ª morte pela doença no Estado. Na quinta-feira, uma gestante de 27 anos foi confirmada como vítima da gripe suína.

De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pela secretaria, Pernambuco contabiliza 109 casos confirmados da nova gripe. Há outros 137 casos sob investigação e 17 pacientes internados, sendo 11 na rede pública e 6 em hospitais particulares.

Em boletim divulgado na segunda-feira, o Ministério da Saúde informou que, de abril a outubro, o País registrou 17.219 casos da nova gripe, com 1.368 mortes confirmadas.

Especial para Terra

 

23/10/2009 Rio confirma mais 3 mortes por gripe suína; Estado tem 116

A Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro confirmou nesta quinta-feira mais três mortes causadas pela gripe suína. Com os novos casos, sobe para 116 o número de vítimas fatais da doença no Estado.

De acordo com a secretaria, as mortes aconteceram entre agosto e setembro. As vítimas são duas mulheres, de 32 e 34 anos, que morreram, respectivamente, em 7 de agosto e 2 de setembro. Ainda segundo a secretaria, um menino de 3 anos, morador do Rio de Janeiro, morreu no dia 29 de agosto.(Redação Terra)

 

23/10/2009 Em 1 semana, dobram casos de gripe suína na Inglaterra

AE-AP - Agencia Estado

LONDRES - Autoridades britânicas disseram que o número de casos de Influenza A (H1N1), popularmente conhecida como gripe suína, quase dobrou na semana passada no país. O governo estima que tenha havido mais 53 mil infecções pela doença. Na semana anterior a essa, haviam sido registrados 27 mil novos casos. Os números, porém, são projeções e os próprios funcionários alertaram, em comunicado, de que há "uma dose considerável de incerteza" sobre a precisão desses dados.

A Grã-Bretanha começou ontem a vacinar os grupos de maior risco, incluindo funcionários do setor de saúde e aqueles com problemas médicos graves. O maior aumento de casos de medicação com o Tamiflu ocorreu com crianças entre 5 anos e 14 anos.(estadão.com.br)

 

22/10/2009 Gripe suína  afeta principalmente menores de 25 anos

Reuters

Comentários..WASHINGTON - A metade dos hospitalizados com o vírus H1N1 tem menos de 25 anos, uma clara imagem de que a pandemia está afetando os jovens de forma desproporcional, informaram na terça-feira autoridades sanitárias americanas.

Os pesquisadores destacaram que informações de 27 estados revelam que 53% das pessoas suficientemente doentes com a gripe H1N1 para ser hospitalizadas têm menos de 25 anos, e somente 7% dos internados têm 65 anos ou mais.

- Quase um quarto das mortes está ocorrendo em pessoas com menos de 25 anos - disse Anne Shuchat, médica dos Centros para o Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC na sigla em inglês).

- Especificamente, 23,6% das mortes estão neste grupo. Cerca de 65% dos falecimentos acontecem entre pessoas que vão dos 25 aos 64 anos - acrescentou a especialista.

Somente 12% das mortes se concentram em maiores de 65 anos. Em um ano normal, 90% daqueles que morrem de gripe têm mais de 65 anos.

O governo americano está tratando de vacinar as pessoas contra tanto a gripe sazonal como a gripe suína ao mesmo tempo, colocando à disposição ambas vacinas.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi vacinado na terça-feira contra a gripe sazonal. De acordo com a porta-voz da Casa Branca, ele deverá esperar sua vez para receber sua vacina contra o H1N1.

Cinco empresas estão fabricando os dois tipos de vacinas para o mercado americano: Sanofi-Aventis SA, CSL Ltd, Novartis AG, GlaxoSmtihKline e a unidade MedImmune de AstraZeneca.(O GLOBO)

 

22/10/2009 Nova gripe deve permanecer por longo tempo, comenta médico

Vírus da Influenza circulam entre as espécies.

Ele pode ser transmitido entre os porcos sem causar doença.

Quando a nova gripe começou a afetar os humanos a suspeita inicial caiu sobre os suínos como fonte original da infecção. A identificação do genoma do novo vírus (Influenza A H1N1)  confirmou que este continha material genético de vírus Influenza de aves, homens e porcos.

Tudo isso criou o primeiro nome, embora questionado, da nova epidemia que ainda é chamada de gripe suína pelo povo. O fato curioso é que até pouco tempo atrás não se havia identificado o vírus humano em suínos.

Mesmo no México, foco inicial da pandemia, uma fazenda de criação de porcos foi exaustivamente pesquisada sem que se encontrasse porcos infectados.

Os porquinhos e o negócio de criação de suínos sofreram muito com essa confusão inicial. No Egito, por exemplo, em um movimento político mascarado de ação de saúde pública, milhares de porcos foram sacrificados, sem base científica alguma.

A busca por suínos infectados pelo vírus da nova gripe continuou. Atualmente temos confirmações de porcos infectados pelo novo vírus humano no Canadá, Estados Unidos, Noruega, Argentina e Irlanda do Norte.

Esses diagnósticos, inclusive com o relato de que algumas vezes os animais permanecem assintomáticos servem para que mostremos como os vírus da Influenza circulam entre as espécies.

Provavelmente esse vírus que nos assusta desde o meio do ano, fez o caminho inverso, vindo dos porcos para os humanos, no final de 2008 ou início de 2009.

Reservatório

Os vírus Influenza circulam entre aves, homens e porcos, sendo que os suínos funcionam como cadinhos onde os diversos materiais genéticos podem se misturar e daí surgir um novo vírus, como o novo H1N1.

 Vamos relembrar pontos importantes: a gripe não se transmite a partir do consumo de carne de porco, cozida adequadamente. O risco maior fica para os funcionários das fazendas de criação de suínos e dos abatedouros, que deverão ser vacinados assim que possível.

A descoberta dos porcos assintomáticos e portadores do vírus anuncia a possibilidade de que o novo vírus talvez tenha encontrado um reservatório animal, já que pode ser transmitido entre os porcos sem causar doença.

Tudo isso pode apontar para o fato de que ainda iremos conviver com o H1N1 por muito tempo.(G1)

 

21/10/2009 Escolas são foco de propagação de gripe suína nos EUA, dizem testes 

MAGGIE FOX

da Reuters, em Washington

O resultado de dezenas de milhares de testes de gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)-- indica que o vírus se propaga das crianças em idade escolar para o restante da população norte-americana, informaram os fabricantes dos testes.

A Quest Diagnostics, que produz um teste disponível comercialmente capaz de confirmar a infecção por gripe suína, afirmou que a descoberta sugere que muitos adultos ainda serão infectados pelo vírus.

"Com base nos testes executados desde que a Quest Diagnostics começou a oferecê-los para o H1N1, em maio de 2009, as crianças entre 5 anos e 14 anos experimentaram as taxas mais altas de positividade para o H1N1 do que qualquer outra faixa etária", informou a empresa em seu relatório.

O teste da Quest é por PCR, que amplia o material genético do vírus para poder ser detectado e é parecido com os testes usados pelos departamentos de saúde pública para confirmar o H1N1.

Os testes de gripe instantâneos de consultórios médios são capazes de dizer apenas se uma pessoa tem ou não o influenza A. Eles não conseguem informar a cepa e com frequência não detectam a nova cepa H1N1.

O Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) desistiu de tentar contar o número de pessoas com H1N1, dizendo apenas que ele passa de milhão. Apenas alguns casos são testados.

O CDC relatou que os dados informados por 27 Estados americanos indicam que 53% das pessoas doentes o bastante para serem internadas com a gripe H1N1 têm menos de 25 anos, e apenas 7% das internações são de pessoas com 65 anos ou mais --diferente da tendência observada com a gripe sazonal.

Jay Lieberman, diretor médico da Quest Diagnostics e pediatra da Universidade da Califórnia em Irvine, disse que os dados obtidos com os testes da Quest, com base em 76.500 amostras coletadas entre 11 de maio e 11 de outubro de 2009, podem complementar as descobertas do CDC, que cobrem menos de 5.000 pacientes.(Folha Online)

 

21/10/2009 Reino Unido inicia vacinação em massa contra gripe suína 

da BBC Brasil

O Reino Unido deu início nesta quarta-feira a um programa de vacinação em massa contra a gripe suína, semanas antes da chegada do inverno no hemisfério Norte.

Pacientes de hospitais em estado grave, médicos e enfermeiros serão os primeiros a receber a vacina, dos 14 milhões de pessoas identificados como "grupo prioritário".

A partir da semana que vem, médicos de família vão contatar pessoas com problemas de saúde, sistema imunológico prejudicado e mulheres grávidas para que recebam a vacina.

As autoridades médicas envolvidas no programa pediram a todos do grupo prioritário que tomem a vacina. O governo ainda vai decidir se o resto da população também deverá ser imunizado.

Os Estados Unidos, a Austrália e a China já estão com campanhas de vacinação contra gripe suína em andamento.

As autoridades médicas chinesas iniciaram nesta terça-feira (20) um programa de vacinação em massa em Pequim, em que esperam imunizar 5 milhões de pessoas até dezembro.

Entre as prioridades chinesas estão estudantes de escola primária e secundária, médicos, enfermeiros, funcionários públicos e idosos acima dos 60 anos.

Pandemia

No Reino Unido, o auge da pandemia até agora ocorreu no verão, mas nas últimas semanas, o número de casos voltou a subir. Até outubro, foram registradas 106 mortes no Reino Unido por causa do vírus.

O chefe de Saúde do governo, Liam Donaldson, disse que o programa de vacinação está começando bem a tempo para o inverno, quando teme-se que uma nova onda de gripe suína afete a região.

"Esta é a primeira pandemia para a qual temos uma vacina para proteger as pessoas. Peço a todos no grupo de prioridade que tomem a vacina", disse Donaldson.

Apesar de a vacina ter sido produzida mais rapidamente do que o normal, Donaldson negou que ela tenha sido apressada e ressaltou que é segura.

Segundo ele, intensivos testes em um protótipo permitiram aos fabricantes produzir a vacina rapidamente, uma vez que as amostras do vírus H1N1 --da gripe suína-- se tornaram disponíveis.

As autoridades também ressaltaram a importância de médicos e enfermeiras tomarem a vacina, para não transmitir o vírus para pacientes ou familiares.

O programa de vacinação representa um grande desafio logístico para os serviços de saúde e deve levar dois meses para ser completado.

Ele será implementado junto a uma campanha de vacinação contra a gripe comum e forçou clínicas britânicas a contratarem mais funcionários para lidar com a demanda.

De acordo com o sistema criado pelo governo, o grupo de prioritários foi dividido em quatro.

As pessoas com menos de 65 anos com problemas de saúde e sistemas imunológicos prejudicados, como pacientes de quimioterapia, vão ser vacinados primeiro.

Em seguida, serão vacinadas as mulheres grávidas, depois pessoas que moram com indivíduos que tenham o sistema imunológico comprometido e, depois, as pessoas com mais de 65 anos que tenham problemas de saúde.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, quase 5.000 pessoas morreram de gripe suína em todo o mundo, neste ano. Estima-se que 400 mil pessoas tenham sido contaminadas pelo vírus.(Folha Online)

 

19/10/2009 Especialistas alertam para transmissão de gripe suína a porcos

O setor de criação de porcos já sofreu problemas nos Estados Unidos devido à falsa percepção de que o consumo de carne de porco pode causar gripe suína. E agora os criadores estão se preparando para o primeiro caso confirmado de transmissão do vírus a um porco no país, algo que, a essa altura, parece inevitável, afirmam os especialistas.

Para além do impacto econômico do problema, os especialistas alertam que, caso transmitida aos porcos, a gripe suína poderia passar por rápida mutação e adquirir forma mais mortífera, dadas as condições de superlotação que prevalecem em muitas das criações comerciais de porcos. Oficialmente conhecido como H1N1, o novo vírus da gripe suína, ao que parece, foi formado com base em outras variantes presentes em porcos. Sua presença já foi detectada em porcos do Canadá, Argentina e Austrália, mas não em porcos dos Estados Unidos, pelo menos até o momento.

"Mas antecipamos que venha a chegar aqui", disse Rodney Baker, um veterinário especialista em suínos na Universidade Estadual do Iowa. A mais provável causa de transmissão seria o contato com um funcionário infectado com a gripe suína, segundo ele.

"Sabemos que a carne de porco não transmite o vírus da gripe, mas a percepção pública e a mídia noticiosa realmente transformaram esse assunto em um circo", disse Baker. "E por isso estamos bem paranóicos com a possibilidade de destruição do nosso setor de criação de porcos por conta do vírus, ainda que a preocupação quanto a isso não tenha base real".

Gripe suína é mais amena nos porcos?

Os germes da gripe são transmitidos de seres humanos para porcos e de um porco para outro da mesma forma que germes são transmitidos entre seres humanos - tosses, espirros e corrimentos nasais. "Os porcos tossem e espirram bastante, quando infectados com a maioria dos vírus", apontou Baker, que também é presidente da Associação Americana de Veterinários Suínos.

Mas comparados aos seres humanos, os porcos parecem menos prejudicados pelo vírus que porta seu nome, ele afirmou. Porcos aos quais foi administrado o vírus da gripe suína por pesquisadores do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos passaram 48 horas tossindo, dormindo e sem vontade de comer, disse Baker. "Depois disso, se recuperaram rapidamente. Na verdade, os porcos parecem se recuperar da gripe mais rápido que os seres humanos".

Mutação da gripe suína

Mas quando se instala nos porcos, o vírus da gripe suína pode se combinar a outros vírus e ressurgir na população humana em variante mais agressiva, afirmam cientistas e observadores setoriais preocupados com essa possibilidade. "Os porcos servem como ótimo tubo de ensaio para novas mutações de vírus da gripe", diz Robert Martin, um dos principais dirigentes do Pew Environment Group, de Washington, que em 2008 conduziu um estudo sobre operações industriais de criação de animais.

A maioria dos porcos criados comercialmente hoje em dia são produtos de operações de alimentação confinada, nas quais milhares de animais ficam confinados em áreas restritas, onde são engordados para o mercado. "A preocupação é que, dada a presença de tantos animais, o vírus possa passar por diversas gerações de mutação ao longo de um período relativamente curto", disse Martin.

Baker, o veterinário especializado em porcos, diz que vírus humanos e vírus de pássaros foram transmitidos a porcos em diversas ocasiões, na metade e no final dos anos 90, e se recombinaram a vírus porcinos para se tornar os novos vírus dominantes na atual população suína. Mas "jamais tivemos um caso de vírus que se recombinasse em porcos e viesse a se tornar o novo vírus humano, pelo menos até agora, a menos que no caso atual o vírus tenha sido transmitido de forma direta de um porco a um ser humano".

Em determinado momento, o novo surto de gripe suína que está varrendo o globo pode ter se incubado em porcos, talvez formado por vírus originários de pássaros ou seres humanos. "Os ancestrais desse vírus foram localizados nos suínos, de modo que é provável que ele se tenha originado dos porcos, em algum momento", disse Raul Rabadan, biólogo da Universidade Colúmbia, em Nova York, que estudou as origens dessa variante.

Ainda que Rabadan e outros pesquisadores tenham sugerido que o atual vírus tem origem suína, o setor de criação de porcos continua a não estar convencido. Baker diz que "a maior parte de nós, que trabalhamos no lado de criação de animais, está ainda em dúvida - imaginamos que o vírus possa ter surgido nos perus ou algo assim".

Protegendo os porcos contra a gripe suína

Para prevenir a transmissão do novo vírus H1N1 da gripe suína de pessoas para porcos, o Conselho Nacional de Criadores de Porcos dos Estados Unidos está recomendando que os criadores concedam licenças aos seus funcionários doentes e que, quando eles estiverem trabalhando, se lavem frequentemente e utilizem trajes protetores, em seu contato com os porcos.

Outras sugestões incluem limitar o número de visitantes permitidos nas fazendas, monitoração de trabalhadores que tenham viajado ao exterior, observação estreita dos porcos em busca de sinais de infecção e, quando possível, encorajar os trabalhadores a se vacinarem contra a gripe suína, assim que a vacina estiver disponível.

O Departamento da Agricultura norte-americano produziu um chamado "vírus-base", que diversas companhias farmacêuticas estão empregando para a fabricação de vacinas para porcos, ainda que elas não devam estar disponíveis antes de novembro, segundo Baker. Quando a vacina estiver disponível, seu uso não será obrigatório para os criadores de porcos, já que o consumo de carne de animais infectados com a gripe suína é seguro.

"Determinar se será necessário vacinar os animais contra o novo H1N1 dependerá diretamente da severidade que a doença atingir na população humana e de começarmos ou não a registrar casos na população suína", disse John Clifford, diretor de veterinária do departamento, em conversa com jornalistas em setembro.

Os criadores podem optar por vacinar os animais contra gripe, de qualquer forma - uma prática comum já que animais doentes comem menos, crescem mais devagar e obtêm preços de venda menores, disseram funcionários do departamento à National Geographic.

Dada a percepção sobre a associação entre gripe suína e porcos, os produtores podem optar por vacinar seus animais a fim de manter sua imagem de marca, afirmou Baker.

Setor já prejudicado pela gripe suína

O setor de criação de porcos já perdeu centenas de milhões de dólares desde que o vírus primeiro surgiu entre os seres humanos, em abril, diz Jennifer Greiner, diretora de ciência e tecnologia do Conselho Nacional de Criadores de Porcos, em Washington.

Ela disse, por exemplo, que "este ano não tivemos a alta usual nos preços da carne de porco durante o verão", causada pelo maior número de churrascos. O setor de suinocultura promoveu uma campanha de marketing agressiva quanto à segurança da carne de porco, mas teme que a mensagem não esteja chegando ao público.

Um surto muito alardeado de gripe suína entre os porcos poderia agravar ainda mais a situação, disse Greiner.(TERRA NOTÍCIAS)

Tradução: Paulo Migliacci ME

 

19/10/2009 Jovem de 26 anos é a primeira vítima fatal da gripe suína em Jaboticabal, SP

EPTV - Jaboticabal registrou a primeira morte causada por gripe suína do município neste fim de semana. A vítima é um jovem de 26 anos que morreu no sábado, após complicações respiratórias. O rapaz sofria de bronquite crônica.

Na cidade, foram notificados 72 casos suspeitos, mas apenas dois foram confirmados. Além do rapaz de 26 anos, um menino de 10 anos teve o diagnóstico da nova gripe confirmado, mas já deixou o hospital e passa bem. Em outubro, não foram registrados novos casos suspeitos de nova gripe em Jaboticabal.

A região de Ribeirão Preto registra 11 mortes causadas pela nova gripe: três em Ribeirão, três em Franca, uma em Barretos, uma em Buritizal, uma em Sertãozinho, uma em Bebedouro e uma em Jaboticabal.(O GLOBO)

 

19/10/2009 Alemanha terá vacinas contra gripe suína diferentes para governo e população 

da Deutsche Welle, na Alemanha

Membros do governo alemão e funcionários públicos terão acesso a uma vacina sem aditivos contra o vírus da gripe suína, denominada oficialmente A (H1N1), diferente da que será ministrada à população. Associações de médicos criticam.

A chanceler federal alemã, Angela Merkel, os demais membros do governo alemão e funcionários dos ministérios vão receber uma vacina contra a chamada gripe suína diferente da que será ministrada ao restante da população, confirmou um porta-voz do poder executivo.

Trata-se de uma vacina dos laboratórios norte-americanos Baxter, sem aditivos, que foi também encomendada pelo Exército para ser facultada aos soldados em missão no exterior. "Compramos 200 mil vacinas Celvapan da firma Baxter", disse neste domingo (18) um porta-voz do Ministério do Interior, confirmando uma notícia do semanário "Der Spiegel".(Folha Online)

 

19/10/2009 França inicia campanha de vacinação contra a gripe suína 

da France Presse, em Paris (França)

A campanha de vacinação contra o vírus da gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1) começará nesta terça-feira (20) na França.

Na primeira etapa de imunização, receberão a vacina os funcionários prioritários dos hospitais --os que trabalham na reanimação neonatal e pediátrica, assim como os que estão em contato com pacientes com gripe ou portadores de fatores de risco.

Segundo o governo francês, depois das férias escolares de novembro, a campanha será aberta para toda a população.

Sintomas

A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada em laboratório.

O tratamento precoce com os antivirais Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da infecção, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).(Folha Online)

 

19/10/2009 Criticada, matança de porcos devido à gripe suína deixa lixo acumulado no Egito 

da Efe, no Cairo

Seis meses depois de o Egito sacrificar os porcos do país como uma criticada forma de combate à gripe suína (A H1N1), a medida não só deixou milhares de criadores à beira da miséria como gerou a acumulação de lixo.

"O porco era como uma palmeira que dava frutos. Cada vez que tínhamos fome, comíamos dela. Agora, do que viveremos?", disse Alnuqrashi Sedki, catador de lixo que criava porcos.

Como Sedki, dezenas de milhares de catadores --chamados de "zabalin" no Egito-- que vivem na parte leste do Cairo, nos arredores da montanha de Muqatam, se sentem inseguros após perderem os porcos dos quais dependiam para viver.

Em abril, as autoridades egípcias ordenaram o sacrifício de 350 mil porcos para evitar a propagação da gripe suína, apesar de não haver registros de casos da doença no país até então e de a medida ter sido classificada de inútil pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Embora esta gripe tenha tido origem nos porcos, os animais não são mais o centro do problema.

Entre montes de lixo e rodeado por moscas, Sedki, que tem seis filhos, disse à agência de notícias Efe que sua renda caiu 80%. O catador, de 40 anos, diz que vivia bem quando cobrava 1.500 libras egípcias (quase US$ 300) ao mês por recolher lixo.

Além disso, vendia lixo para usinas de reciclagem e a carne dos porcos que tinha para restaurantes.

O recolhimento de quase 14 mil toneladas de lixo por dia do Cairo sempre foi o negócio dos zabalin, quase todos da minoria cristã, que passavam de casa em casa para levar o lixo em um carrinho até seu bairro. Os muçulmanos, maioria da população egípcia, não consomem carne de porco por motivos religiosos.

Ali, separavam o lixo em seus próprios lares para alimentar os porcos com resíduos orgânicos e para vender os produtos de plástico e de papelão às fábricas de reciclagem.

Nos últimos anos, o sistema de coleta de lixo mudou em alguns lugares do Cairo, já que várias companhias estrangeiras se encarregaram de recolher os resíduos substituindo os carrinhos puxados por burros por caminhões.

Em outras zonas do Grande Cairo, no entanto, se mantém o sistema tradicional, o que gerou uma inusitada acumulação de lixo nas já sujas ruas da capital.

"Agora não temos porcos para vender e não cobramos das casas porque não recolhemos mais seu lixo", conta Sedki.

Sentada em cima de uma montanha de papéis sujos, a irmã de Sedki, que não quis se identificar, disse à Efe que as autoridades sacrificaram os mil porcos que criava no pátio de sua casa.

"Quando vieram aqui para matar nossos animais, nos pagaram 50 libras egípcias (US$ 9) por cabeça, mas agora que renda teremos?", perguntou a mulher, que divide o negócio com Sedki e com o resto de sua família.

Os únicos "zabalin" que não sofreram com a perda dos porcos são os que trabalham nas usinas de reciclagem.

"Para nós, o sacrifício dos porcos foi bom. Há menos mau cheiro em Muqatam e o bairro está mais limpo", disse Gerguis Gamal, enquanto fazia cabides de plástico reciclado.

Alguns lixeiros ainda sobrevivem da coleta dos resíduos recicláveis, enquanto outros tiveram que mudar de profissão.

Como já não há porcos, os lixeiros se negam a recolher os restos orgânicos que antes serviam como comida para estes animais.

Também não passam de casa por casa para levar seus sacos de lixo e escolhem os resíduos de que precisam e deixam todo o resto nas avenidas do Cairo.

Como consequência, o lixo se acumulou nas ruas e o mau cheiro que antes dominava o bairro dos "zabalin" se transferiu para diversas esquinas da capital do Egito.

Para piorar, as companhias de lixo estrangeiras, com suas tecnologias avançadas, não puderam competir com o lixeiro tradicional nem cumprir com as condições impossíveis dos contratos que assinaram com o Governo egípcio. Além disso, houve greves que agravaram ainda mais o problema.

"O dinheiro que ganhávamos com a criação dos porcos nunca voltará. Então, o que pedimos é voltar a recolher o lixo das casas", disse Sedki.(Folha Online)

 

19/10/2009 Brasil realizará vacinação contra gripe suína entre março e abril de 2010, diz Temporão 

DIANA BRITO

colaboração para a Folha Online, no Rio

O ministro José Gomes Temporão (Saúde) anunciou na noite desta sexta-feira que a campanha de vacinação contra a gripe suína --a gripe A (H1N1)-- será realizada entre março e abril do próximo ano no país. O ministro não prevê, entretanto, a imunização de toda a população, mas garantiu que as pessoas que fazem parte de grupos de risco serão vacinadas.

"O Brasil não vai vacinar 190 milhões de habitantes, mas nós trabalharemos com uma estratégia que proteja os grupos mais vulneráveis. Já sabemos que mulheres grávidas, idosos, crianças muito pequenas, profissionais da saúde, e pessoas de baixa imunidade ou em grupo de risco terão de ser vacinados", afirmou Temporão, que participou da Conferência Estadual de Saúde Ambiental no Rio.

A data exata do início da campanha ainda não foi definida. Segundo o ministro, porém, a previsão é que a vacinação comece no final do primeiro trimestre de 2010. "Nossa expectativa é que em março e abril do ano que vem estejamos com essa campanha nas ruas", disse.

Cerca de 18 milhões de doses da vacina serão produzidas pelo Instituto Butantan, em São Paulo, enquanto o restante --cuja quantia não foi informada-- será fornecida pelo fundo rotatório da Organização Pan-americana da Saúde e de outros produtores privados. Atualmente, a pasta prepara a licitação internacional para a compra das vacinas.

Segundo Temporão, o governo federal liberou um crédito de R$ 2,1 bilhões que deverão ser utilizados para a compra da vacina e medicamentos, para a ampliação de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), além da capacitação de profissionais da saúde e da educação.

Pandemia

Último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, do dia 16 de setembro, contabilizava 899 mortes por gripe suína no país, número que diverge dos dados das secretarias estaduais de saúde.

Temporão disse acreditar, no entanto, que a situação será menos grave em 2010 no Brasil.

"Dispondo do medicamento, a expectativa é que o ano que vem seja diferente deste ano", disse. "Vamos acompanhar também o que vai acontecer no Hemisfério Norte. Eles ainda não entraram no inverno, mas as informações que nós temos é que o número de internações por síndrome gripal nos EUA, Canadá e Europa já começaram a aumentar e eles estão iniciando a vacinação justamente agora".(Folha Online)

 

19/10/2009 Entregas de vacinas contra gripe suína estão atrasadas nos EUA 

da Reuters, em Washington

A entrega de vacinas contra a gripe suína (A H1N1) foi adiada porque algumas empresas não puderam produzir a quantidade esperada de doses, informou o Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) nesta sexta-feira.

A médica Anne Schuchat, do CDC, disse que das 40 milhões de doses esperadas para o final de outubro apenas entre 28 e 30 milhões de vacinas estarão disponíveis.

"As produções de vacinas estão menores que o esperado", disse Schuchat por telefone.

Ela afirmou também que as mortes pela doença, conhecida popularmente como gripe suína, estão acima do nível epidêmico em alguns Estados e cidades americanos. O registro da doença propaga-se por 41 Estados, disse.

"É sem precedentes para esta época do ano ter o país inteiro com altos níveis de atividade", afirmou.

Ela disse também que mais crianças morreram em apenas algumas semanas do que numa temporada inteira de gripe. "Há agora um total de 86 crianças abaixo de 18 anos que morreram pelo vírus H1N1", disse.

Até quarta-feira, 11,4 milhões de doses de vacinas estavam disponíveis e oito milhões foram solicitadas pelos Estados para distribuição.

Schuchat disse que entre 15 e 20 por cento dos pacientes com gripe H1N1 que são hospitalizados requerem tratamento intensivo.(Folha Online)

 

19/10/2009 Gripe suína mata mais de 4.700; OMS vê queda de contágio no Brasil 

da Folha Online

Pelo menos 4.735 pessoas morreram em decorrência da gripe suína --como é conhecida a gripe A (H1N1)-- desde a identificação da doença, no México, em abril passado, informou a OMS (Organização Mundial de Saúde) nesta sexta-feira. A América continua sendo a área mais afetada, com um total de 3.406 mortos, contra 962 na região Ásia-Pacífico.

O novo relatório revelou que a atividade do vírus cresceu na América do Norte e na Europa, nesta última, porém, em menores proporções. Nas áreas tropicais foi percebida transmissão mista, com aumento de casos em alguns países e queda em outros.

"Na região tropical da América, várias ilhas caribenhas registraram taxas ascendentes da doença, enquanto no Brasil, Costa Rica e outros países do continente as ocorrências continuam diminuindo", afirma.

A OMS ressaltou que, nas regiões temperadas do hemisfério Sul, foram detectadas poucas contaminações pelo vírus.

Segundo a OMS, os especialistas esperam fechar um ano de pandemia para tirar conclusões sobre a evolução e a gravidade do processo. "Não queremos fazer nenhuma conclusão antes de completar pelo menos um ano da pandemia", afirmou o porta-voz da OMS, Gregory Hartl, a jornalistas, ainda nesta sexta-feira.

Para a entidade, é importante esperar que o hemisfério norte entre no inverno para observar como a gripe suína se comportará lá, para fazer uma avaliação global quanto o vírus. "Ainda não é inverno no hemisfério Norte e no caso da gripe sazonal o pico ocorre normalmente entre janeiro e fevereiro. Não podemos dizer nada de maneira categórica sobre a ação do vírus, embora já se reconheça que a grande maioria dos casos foi leve no mundo", detalhou.

A OMS ressaltou a existência de episódios severos e que estes ainda não estão totalmente esclarecidos porque atingiram adultos com boa saúde. "Esta é uma das peças que faltam para fechar o quebra-cabeça", comentou Hartl.

O porta-voz lembrou que em alguns pacientes a doença atingiu proporções muito graves em menos de 24 horas, uma demonstração de que o vírus não é igual ao da gripe sazonal. Ele, portanto, disse que, embora a taxa de mortalidade não seja elevada ainda, é necessário que os países continuem alertas e preparados com o que possa ocorrer nos próximos meses, conforme o inverno se aproxime no hemisfério Norte.(Folha Online)

 

15/10/2009 Governo de Minas libera gestantes afastadas devido à Gripe Suína ao trabalho

O Comitê Estadual de Enfrentamento da Influenza A (H1N1) informou nesta  quarta-feira que a partir de amanhã, dia 15 de outubro, as gestantes estão liberadas das recomendações de remanejamento para funções com menor contato com o público ou afastamento.

A orientação foi feita tendo em vista da redução das ocorrências dos casos de doença respiratória aguda grave e , por isso, da diminuição do risca de contração da infecção. A decisão foi tomada, também devido ao aumento da temperatura, que leva a queda na proliferação do vírus e a diminuição de registros da síndrome.

Pandemia

Gripe A mata menos que a gripe comum

 A gripe suína é menos letal do que a gripe comum, mostram novos números da pandemia. Enquanto o índice de mortes causadas pela gripe sazonal é de uma pessoa em mil, o influenza A (H1N1) provoca 0,2 morte a cada mil casos. Os dados são do diretor do Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC, na sigla em inglês), Denis Coulombier. 

Em entrevista à agência de notícias France–Presse, Coulombier disse que, apesar dos números positivos, uma nova onda de contaminações por gripe suína deverá chegar dentro de poucas semanas no hemisfério norte, mas não há motivo para pânico: não haverá uma explosão de casos. O diretor do ECDC também alertou para o impacto da doença nas crianças e para os enormes gastos que os países tiveram para preparar os sistemas de saúde.

"Vivemos um período de ansiedade causado pela primeira fase da doença, que se desenvolveu de forma muito rápida. A situação não estava clara”, lembrou Coulombier. O diretor da ECDC afirmou também que os países estavam certos em se preparar com todos os recursos possíveis para enfrentar a doença, "pois tudo indicava que viveríamos uma pandemia severa".

 Um dos fatores que chamaram a atenção para a gripe suína é que desta vez os mais atingidos pela doença foram as crianças, que geralmente não são mais afetadas pela gripe comum, enquanto os idosos, maiores vítimas da gripe sazonal, não foram os principais alvos da doença.

Denis Coulombier acredita que essa inversão possa ter acontecido porque o vírus da gripe suína é uma evolução do vírus responsável pela gripe espanhola, em 1918. Para Coulombier, as pessoas que já haviam entrado em contato com o H1N1 adquiriram certa imunidade ao vírus, mas o diretor do ECDC ressalta que isso é apenas uma teoria. Pelo menos 4.525 pessoas morreram e 378.233 pessoas contraíram gripe suína, segundo dados da Organização Mundial da Saúde. (Veja.com)

 

15/10/2009 46% dos internados com A H1N1 não tinham doença preexistente 

A maior análise dos casos de adultos hospitalizados com gripe suína nos Estados Unidos mostrou que quase metade era de pessoas saudáveis que não tinham asma ou qualquer outra doença crônica antes de serem infectados pelo vírus A H1N1. Os resultados da análise foram divulgados durante uma coletiva de imprensa realizada na terça-feira (13) , destacando que 46% dos 1.400 adultos hospitalizados não tinham uma doença preexistente.

O Centro de Prevenção e Controle de Doenças (CDC, pela sigla em inglês) havia informado anteriormente que a maioria dos infectados pelo vírus que desenvolveram complicações sérias tinham algum tipo de doença preexistente, mas os novos dados sugerem que a maioria pode ser menor do que se considerava antes.Um estudo com 272 pacientes hospitalizados com gripe suína, divulgado pelo New England Journal of Medicine no início do mês, concluiu que 83% dos adultos e 60% das crianças tinham doenças anteriores.

Porém, os funcionários de saúde lembraram que a nova análise é preliminar e não considera a obesidade como uma doença preexistente. Pesquisas anteriores indicaram que a obesidade pode se um outro fator de risco para complicações decorrentes da gripe suína. Novas análises que considerem a obesidade como fator podem mudar os resultados, disse um porta-voz do CDC.

 O CDC analisou os casos de 1.400 adultos e mais de 500 crianças com gripe suína que foram hospitalizados em dez Estados em centros médicos que participavam de uma rede especial de vigilância. As internações ocorreram de abril até o final de agosto. Agência Estado

 

15/10/2009 México investiga grupo que vende falsa vacina contra gripe suína 

da  Ansa, na Cidade do México (México)

A Procuradoria da Cidade do México investiga uma quadrilha que está aplicando um novo golpe, ofertando por telefone doses da vacina contra a gripe suína, denominada oficialmente A (H1N1), segundo divulgou a agência de notícias estatal Notimex.

Investigadores da Procuradoria da capital mexicana descobriram a nova e crescente modalidade utilizada por criminosos para enganar e extorquir famílias com a suposta distribuição de vacinas contra o vírus da nova gripe.

De acordo com o governo local, os criminosos telefonam para as vítimas fazendo passar-se por funcionários do governo federal ou do Estado e informam que estão realizando uma campanha de vacinação.

O primeiro passo do golpe é obter informações sobre os integrantes da família --seus nomes, idades, níveis escolares, nível socioeconômico e outros dados. Com os dados em mãos, os criminosos solicitam o depósito de uma quantia em dinheiro em uma conta bancária para cobrir supostamente o custo da vacina.

Segundo informou na última semana o ministro da Saúde mexicano, José Angel Córdova, o país deve receber os primeiros lotes da vacina em dezembro.

Espera-se que até o fim do ano sejam disponibilizadas 5 milhões de doses e serão vacinados primeiro os mais "vulneráveis".

O México, país que registrou o primeiro caso da gripe suína, enfrentou graves problemas com a epidemia da doença, que fragilizou ainda mais a economia já abalada pela crise econômica mundial.

De acordo com o último relatório do Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC), divulgado nesta quinta-feira, até o momento 255 pessoas morreram no país em decorrência do vírus A (H1N1).(Folha Online)

 

15/10/2009 Egito fecha escola por medo de propagação da gripe suína

As autoridades egípcias determinaram o fechamento da primeira escola no país por temer a propagação entre os alunos da gripe suína, informou nesta quinta a imprensa local.

Os ministérios de Educação e Saúde tomaram a decisão de fechar um centro escolar situado na cidade mediterrânea de Alexandria, depois que foram detectados quatro casos da gripe A entre os alunos.

Desde que a doença foi detectada no país, três pessoas morreram e 1,053 mil pessoas foram infectadas pelo vírus.

O ministro da Saúde egípcio, Hatem el-Gabaly, insistiu perante o Parlamento egípcio que "a conscientização das pessoas sobre a necessidade de tomar as precauções necessárias para combater a pandemia contribuiu para reduzir o número de infectados", segundo o jornal egípcio Al-Ahram.

Desde o surgimento do vírus, o Egito tomou medidas taxativas e polêmicas para evitar a expansão da doença, como o sacrifício do gado suíno e a imposição de restrições aos peregrinos muçulmanos que quiserem viajar este ano à cidade sagrada de Meca, na Arábia Saudita. (Terra)

 

15/10/2009 Estudo explica imunidade ao vírus da gripe suína em idosos

Pessoas idosas que contraíram ou se vacinaram contra a gripe sazonal podem ter uma imunidade produzida por células que as protege do vírus H1N1, responsável pela gripe suína, disseram pesquisadores nesta quarta-feira. Eles disseram que partes do H1N1 foram encontrados em cepas de vírus anteriores e que algumas pessoas com mais de 60 anos de idade, que já foram expostas a vírus similares, podem ter células capazes de protegê-las.

"Estas descobertas indicam que populações humanas podem ter algum nível de imunidade à gripe H1N1 e podem explicar porque os sintomas de 2009 relacionados ao H1N1 são geralmente brandos", disse Carol Cardona, da Escola de Medicina Veterinária da Universidade da Califórnia. O estudo dela foi publicado pela revista Emerging Infectious Diseases.

Cardona disse que células de imunidade podem estar atuando para enfraquecer os efeitos da gripe H1N1.

"O significado clínico é que você ficará doente, mas não será tão grave se fosse como se você não tivesse nenhuma imunidade", disse Cardona em entrevista por telefone.

Cardona e a colega Zheng Xing analisaram dados de estudos anteriores sobre o vírus H1N1, observando pequenos estiramentos de proteínas encontradas em regiões do vírus menos vulneráveis a mudanças entre cepas.

De acordo com os Centros para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês), a maioria dos casos graves e mortes relacionadas à gripe H1N1 foi em pacientes com menos de 65 anos.

"São os mais jovens que estão sendo hospitalizados", disse Tim Uyeki, do CDC, durante encontro da Organização Pan-Americana da Saúde nesta quarta-feira.

O médico Yoshi Kawaoka, da Universidade de Wisconsin, disse que os estudos mostraram que aqueles nascidos em 1918 ou antes possuíam vários anticorpos contra o novo vírus, que deve se assemelhar a um primo distante da gripe espanhola, de 1918. (Terra)

 

14/10/2009 Sorocaba-SP registra 9ª morte causada por gripe suína

Agência Estado

 A Secretaria da Saúde de Sorocaba confirmou hoje a 9ª morte na cidade causada pelo vírus da Influenza A (H1N1), popularmente conhecida pela gripe suína. O paciente era do sexo masculino, tinha 30 anos e apresentava dois fatores de risco para a doença: obesidade mórbida e hipertensão.

O óbito ocorreu no dia 6, mas só agora a Vigilância Epidemiológica recebeu o resultado do exame feito pelo laboratório do Instituto Adolfo Lutz, da Secretaria de Estado da Saúde.

Foi a segunda morte depois de um quadro de decréscimo no número de casos na cidade, que chegou a ficar um mês sem óbitos. A secretaria informou que não há mudança no cenário da doença, especialmente porque os dois pacientes possuíam mais de um fator de risco grave para a nova gripe. O secretário Milton Palma reforçou a orientação para que os hábitos preventivos sejam mantidos. Até o início desta semana, Sorocaba acumulava 231 casos da doença.(Último Segundo)

 

14/10/2009 Cerca de 55% dos mortos nos EUA por gripe suína tinham outras doenças

da Reuters

da Folha Online

A maioria (55%) das pessoas que morreram por causa da nova gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1), nos Estados Unidos sofria de outras doenças como a asma, mas 45% pareciam saudáveis, segundo um estudo realizado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês).

O estudo, divulgado nesta terça-feira, mostra que crianças com doença falciforme e outras enfermidades sanguíneas correm risco maior de complicações com a nova gripe, assim como ocorre com a gripe comum sazonal, afirmou Anne Schuchat, médica do CDC.

Schuchat disse que o CDC colheu informações de casos de 1.400 adultos e 500 crianças hospitalizadas com gripe suína em dez Estados. As descobertas confirmam que os casos mais sérios ocorrem em pessoas com menos de 65 anos. "A vasta maioria das hospitalizações e mortes está ocorrendo em pessoas mais jovens", disse a médica.

De acordo com o estudo, 55% dos adultos que morreram após contrair o vírus tinham algum problema que agrava gripes de todos os tipos. "Em adultos, as condições subjacentes mais comuns eram a asma e a doença pulmonar crônica, a doença cardíaca crônica e a imunossupressão", disse Schuchat.

Entre as vítimas, 6% eram grávidas. A infecção nestes casos é mais grave já que as mulheres grávidas têm seus sistemas imunológicos suprimidos para que o organismo não rejeite o feto. Muitas sofrem também pressão do feto sobre os pulmões.

Já entre as crianças infectadas, explicou a médica, as condições subjacentes mais comuns eram a asma e a doença pulmonar crônica, as doenças neurológicas e neuromusculares, a anemia falciforme e outras desordens sanguíneas.

Segundo ela, 5,8% das crianças hospitalizadas tinham alguma doença relacionada às células vermelhas do sangue, como a doença falciforme --doença que, antes do estudo, não estava entre os grupos de risco especiais.

Segundo o centro, 81 crianças morreram da gripe suína no país.

Vacina

Schuchat disse ainda que versões injetáveis da vacina contra a gripe suína --adequada para bebês, pessoas com asma e maiores de 50 anos-- serão disponibilizadas nesta semana.

Na semana passada, o governo americano iniciou a campanha de vacinação contra a gripe suína em um grupo prioritário --bebês com menos de seis meses, funcionários da área de saúde, mulheres grávidas, adultos com problemas como obesidade, asma e diabetes e todos com idade entre 6 meses a 24 anos.

Os EUA investiram US$ 2 bilhões para a compra de 250 milhões de doses da vacina e afirmou que está disposto a comprar vacina suficiente para imunizar todos os americanos.

O CDC optou por começar a imunizar as pessoas assim que a vacina seja disponibilizada, o que significa que o fornecimento tem sido instável. Schuchat reconheceu que em alguns locais do país as pessoas têm dificuldade em encontrar a vacina.

"Leva tempo para processar os pedidos, embalar na quantidade certa e enviar aos diversos locais e será assim nos próximos dias e semanas", alertou, ressaltando que mais doses da vacina estarão disponíveis até o final de outubro.

"Até ontem 9,8 milhões de doses da vacina para o H1N1 estavam disponíveis para serem encomendadas", disse Schuchat, acrescentando que metade está na forma injetável.

Até agora só estava disponível a versão da MedImmune, subsidiária da AstraZeneca, na forma de spray nasal, aprovada apenas para pessoas de 2 a 49 anos de idade, sem asma ou outras doenças pulmonares.

Uma pesquisa divulgada na semana passada pela Escola de Saúde Pública de Harvard mostra, contudo, que a população não está tão confiante com a fórmula --40% disseram ter certeza de que vão se vacinar e 50% disseram estar certos quanto à vacinação dos filhos.(Folha Online)

 

14/10/2009 Gripe suína já causou 264 mortes no Paraná 

da Agência Brasil

A gripe A --chamada de gripe suína-- já causou 264 mortes no Paraná, até esta terça-feira (13). O último boletim da Secretaria da Saúde revela ainda que o Estado tem um total de 19.684 casos confirmados da doença.

De acordo com a secretaria, as mortes ocorreram entre 14 de julho e 4 de outubro e estão distribuídas por sexo e faixa etária, sendo que 56% eram de mulheres e 44% de homens. Pessoas com idade entre 20 e 49 anos foram as mais atingidas pela doença.

Curitiba mantém a liderança no número de casos confirmados (7.123), depois vem Pato Branco (1.954), Cascavel (1.778), Cornélio Procópio (1.501) e Francisco Beltrão (1.755).

Na capital ocorreu também o maior número de mortes (84), seguida dos municípios de Cascavel (21), Maringá (19), Foz do Iguaçu (18), Londrina (13), Jacarezinho (13) e de Campo Mourão (13).(Folha Online)

 

14/10/2009 Rio Claro, em SP, confirma terceira morte por gripe suína

Comentários..SÃO PAULO - A cidade de Rio Claro, a 174 km da capital paulista, confirmou nesta terça-feira a terceira morte causada por gripe suína. A vítima, uma jovem de 21 anos, morreu no dia 5 de outubro. Ela estava internada na Santa Casa da cidade.

As outras duas vítimas da nova gripe em Rio Claro foram dois homens, um de 38 anos e outro de 46. A cidade conta com o maior número de mortos na região. Além disso, contabiliza 26 casos da doença e outras 13 pessoas estão sendo monitoradas.

A região Central de São Paulo já registrou 253 casos. Com mais uma morte confirmada em Rio Claro, chega a 11 o número de vítimas fatais.

Confira as mortes por cidade:

Rio Claro (3)

Aguaí (1)

Américo Brasiliense (1)

Araraquara (1)

Boa Esperança do Sul (1)

Mococa (1)

Santa Cruz das Palmeiras (1)

São Carlos (1)

São José do Rio Pardo (1)

(O Globo)

 

14/10/2009 México faz acordo para ter mais 10 milhões de doses de vacina contra gripe suína 

da Folha Online

O governo do México fechou um acordo com dois laboratórios europeus para adquirir mais 10 milhões de doses de vacina contra a gripe suína (A H1N1).

O ministro de Saúde, José Angel Córdova, disse que o acordo leva para 30 milhões o número de doses que o México terá.

Pelo menos 39.489 casos de gripe suína foram confirmados no país de 107 milhões que foi o epicentro da doença no primeiro semestre deste ano. Pelo menos 255 pessoas morreram no México em consequência da doença.

Córdova, que anunciou o acordo nesta terça-feira, disse que 5 milhões de pessoas no país podem ser infectadas pela doença na temporada de gripe que se aproxima com a chegada do inverno no hemisfério norte.

Sintomas

A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada em laboratório.

O tratamento precoce com os antivirais Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da infecção, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).(Folha online)

 

14/10/2009 Egito desenvolve vacina própria contra gripe suína para 2011 

EDMUND BLAIR

da Reuters, no Cairo (Egito)

O Egito está desenvolvendo sua própria vacina contra a gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1), para produção em 2011 e, enquanto isso, importará fórmula para aplicar em crianças em idade escolar e em trabalhadores dos setores públicos, informou o ministro da Saúde, Hatem el-Gabali.

Os especialistas temem que a gripe pandêmica possa ter um impacto devastador no Egito, um país com 77 milhões de habitantes que vivem, na maioria, na zona do vale do Nilo, densamente povoada. Muitos vivem em bairros humildes do Cairo, em condições de superlotação.

O Egito, que já sofre fortemente o impacto do vírus letal da gripe aviária H5N1, registrou 1.030 casos de H1N1, três deles fatais.

"Temos o plano de produzir o primeiro lote em abril de 2011", disse Gabali depois de um discurso sobre reformas do sistema de saúde.

Uma equipe de 35 especialistas foi recrutada por todo o país para desenvolver a imunização, o ministro disse à Reuters.

"Estamos trabalhando agora no laboratório. [As pessoas da equipe] estavam trabalhando em instituições independentes pelo Egito. [Elas] têm treinamento no exterior, mas não trabalharam juntas como equipe. Têm a capacidade para desenvolver uma vacina", afirmou o ministro.

"A produção do primeiro lote será de cerca de 6.000 unidades e será provada sua eficácia ao redor do segundo trimestre de 2011", acrescentou.

O volume geral de doses produzidas atenderá a demanda egípcia, mas será possível o fornecimento para outros países da África, acrescentou Gabali.

Pandemia

Quase 380 mil pessoas do mundo já foram contaminadas pela gripe suína, de acordo com um balanço divulgado pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Destas, pelo menos 4.525 morreram.

Segundo o balanço, em todo o mundo, a região mais atingida pela gripe suína continua sendo a América, com 146 mil casos dos quais 3.292 acabaram em morte. Na Europa houve 59 mil casos dos quais ao menos 193 deram em morte. O balanço anterior da OMS, de 2 de outubro, dava conta de 4.108 mortos no mundo.

Sintomas

A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada em laboratório.

O tratamento precoce com os antivirais Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da infecção, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).(Folha Online)

 

14/10/2009 Gripe suína afeta especialmente jovens e adultos

WASHINGTON, EUA (AFP) - Adolescentes e adultos saudáveis correm mais risco de desenvolver problemas respiratórios decorrentes do vírus H1N1, que provoca a chamada gripe suína, revelam dois estudos divulgados nesta segunda-feira.

Realizados durante a primeira fase da epidemia no México, entre 18 de março e 1º de junho, e no Canadá, entre 16 de abril e 12 de agosto, os estudos mostram que o vírus H1N1 afeta especialmente pacientes jovens e adultos saudáveis.

No México, os casos graves de gripe suína entre jovens pacientes envolveram especialmente a síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA), seguida de um estado de choque, com taxa de mortalidade de 40%.

Entre os 899 pacientes admitidos em seis hospitais mexicanos com o vírus H1N1, 58 apresentaram quadro grave, e tal grupo tinha média de idade de 44 anos.

A maior parte dos pacientes foi tratada com antibióticos, mas 45 receberam antivirais, Tamiflu ou Relenza, enquanto 54 precisaram de respiração artificial.

"Nossa análise dos pacientes infectados pelo vírus H1N1 que evoluíram para um quadro grave aponta para a vulnerabilidade dos jovens", destaca o Dr. Guillermo Dominguez-Cherit, principal autor do estudo mexicano.

Dirigido por Anand Kumar, do St. Boniface Hospital de Winnipeg (Canadá), o estudo canadense confirma que "a enfermidade e a mortalidade se inclinam para adolescentes e adultos jovens em bom estado de saúde", um padrão "só observado antes em 1918, durante a pandemia de gripe espanhola".

No Canadá, a média de idade de 168 pacientes em estado grave foi de 32,3 anos, e 29,8% tinham menos de 18 anos. Do total destes pacientes graves, 29 morreram (17%).

Esta mesma vulnerabilidade entre adolescentes e adultos jovens foi observada durante a pandemia da gripe espanhola de 1918, que deixou entre 30 e 50 milhões de mortos, destaca o Dr. Kumar.(Yahoo Notícias)

 

14/10/2009 Sobe para 90 número de mortos pela gripe suína na Venezuela

O número de mortos pela gripe suína subiu para 90 na Venezuela, onde, de 9.805 casos suspeitos da doença, 1.746 foram confirmados, disse nesta terça a vice-ministra de Saúde Comunitária, Indira Corado.

"Das 90 mortes, 17 foram de mulheres grávidas", disse a funcionária, segundo quem, na maioria desses casos, os bebês foram salvos.

Corado também disse à estatal VTV que "80% dos mortos tinham uma patologia" anterior, ou seja, tinham doenças que foram agravadas pela nova gripe, como diabetes ou obesidade.

A vice-ministra acrescentou que 75% das vítimas fatais procuraram ajuda médica muito tarde, no quinto ou sexto dia da doença.

O primeiro caso de gripe A na Venezuela foi detectado em 28 abril, em um jovem de 22 anos que havia viajado ao Panamá. (TERRA)

 

14/10/2009 Suspeita de gripe suína não vai paralisar a liga espanhola

Esther Queraltó, secretário-geral da ACB, a liga espanhola de basquete, afirmou nesta terça-feira que as recentes suspeitas de casos da gripe suína em alguns atletas não vão atrapalhar o andamento da competição.

“Enquanto tivermos jogadores disponíveis, a competição vai continuar”, disse Esther à rádio Marca.

A equipe que sofre com o maior número de suspeitas é o Estudiantes-Gran Canaria. Ao todo seis atletas correm o risco de estarem com a gripe H1N1.

Apesar das suspeitas, o dirigente confirmou que não vai suspender nenhuma partida. “Não vai ser suspensa porque não está provado que a gripe contraída pelos jogadores é a influenza A”, afirmou.

Esther acredita que mesmo se tratando de um assunto delicado, não existem motivos para a paralisação do campeonato. “A gente nunca sabe de onde vem a propagação. É um assunto delicado, mas eu insisto que, enquanto existirem jogadores disponíveis a competição vai continuar, salvo disposição em contrário da saúde”.

Por outro lado, o médico do Estudiantes, Juan Jose Perez, enviou um relatório ao Ministério da Saúde da Comunidade de Madri e ao Ministério Saúde e Política Social do estado para pedir a suspensão da próxima partida da equipe. “Ao todo, seis jogadores, metade   da equipe, estão potencialmente afetados pelo vírus”, concluiu. (Uol.com.br)

 

14/10/2009 OMS: 100 nações receberão vacinas contra gripe suína

AE - Agencia Estado

GENEBRA - Aproximadamente 100 países em desenvolvimento receberão doações de vacinas contra a gripe A H1N1, a gripe suína, talvez já a partir de novembro, informou uma funcionária da Organização Mundial de Saúde (OMS) hoje. "A diretora-geral da OMS (Margaret Chan) deve aprovar hoje a lista de países para as doações", disse a chefe da unidade de pesquisas de vacinas da OMS, Marie-Paule Kieny. "A lista incluirá aproximadamente 100 países", disse ela. "Nós estamos tentando ter as primeiras entregas em novembro", adiantou.

Dezenas de milhões de doses devem ser distribuídas, após doações das companhias farmacêuticas e de nações ricas que se comprometeram a dar 10% de seus estoques para países pobres. As doações devem ir diretamente para os países pobres. As entregas devem abranger apenas 2% da população nesses países em quatro ou cinco meses, começando com funcionários do setor de saúde e outros grupos vulneráveis, segundo Marie-Paule. As informações são da Dow Jones.(estadão.com.br)

 

7/10/2009 Brasil vai gastar R$ 1 bilhão com vacina contra a gripe suína 

DANIELA MERCIER

da Folha de S.Paulo

O Brasil vai gastar R$ 1,06 bilhão na aquisição de vacinas contra o vírus H1N1, causador da gripe suína. De acordo com o Ministério da Saúde, as doses devem ser distribuídas no início de 2010.

Segundo o Instituto Butantan, que trabalha na produção da vacina, o modelo de aplicação ainda está em estudo, mas o mais provável é que a dose seja injetável.

Nos EUA, onde a campanha de vacinação foi iniciada nesta semana, as doses estão sendo aplicadas na forma de spray nasal. Por conter vírus atenuados --na vacina tradicional, os vírus são inativos--, seu uso não é recomendado para gestantes e outros grupos de risco.

A vacina injetável também será usada no país --estratégia que possibilita imunizar pessoas com contraindicação para outro tipo de vacina.

Cerca de 7 milhões de doses da Flu Mist, como a vacina é denominada, estarão disponíveis até o fim da semana, segundo o governo norte-americano.

Estudos

O Butantan anunciou em agosto a produção de 30 milhões de doses da vacina brasileira para o primeiro semestre de 2010. De acordo com o instituto brasileiro, os testes devem ocorrer até o final deste ano.

Também serão importadas cerca de 18 milhões de doses prontas e semiprontas do laboratório francês Sanofi Pasteur.

O crédito suplementar anunciado ontem pelo governo federal para o combate à doença será totalizado em R$ 2,1 bilhões --metade será para as vacinas.

De acordo com o órgão, estudos ainda estão sendo concluídos para indicar os grupos prioritários para receber a imunização. No entanto, a vacinação deve começar pelos profissionais de saúde, a exemplo dos Estados Unidos.

A proposta do ministério é que a campanha aconteça antes da chegada do inverno, na mesma época da imunização para a gripe comum (sazonal).(Folha Online)

 

7/10/2009 Sobe para 91 o nº de mortos por gripe suína em SC

A Secretaria de Saúde de Santa Catarina confirmou nesta terça-feira mais oito mortes por gripe suína no Estado. Segundo a secretaria, dos oito óbitos, cinco se referem a pacientes que possuíam outras doenças. Santa Catarina registra até agora 91 mortes em consequência do vírus Influenza A (H1N1).

O Estado também confirmou 904 casos de gripe suína em Santa Catarina e descartados 1.054. Continuam em investigação 4.275 amostras coletadas em Santa Catarina. Outras 72 mortes foram descartadas.

Veja detalhes das vítimas:

- Moradora de Agronômica, 28 anos. Morreu no último dia 19 no Hospital Regional do Alto Vale. Segundo a secretaria, a paciente era obesa.

- Moradora de Armazém, 50 anos. Morreu no domingo no Hospital Nossa Senhora da Conceição, na cidade de Tubarão. Era hipertensa.

- Moradora de Florianópolis, 55 anos. Morreu no último dia 4 no Hospital Nereu Ramos. Tinha imunodepressão e câncer.

- Morador de Florianópolis, 51 anos. Morreu no dia 10 de setembro no Hospital da Caridade. Não possuía outras doenças.

- Moradora de Maracajá, 20 anos. Morreu no dia 27 de setembro no Hospital Regional de Araranguá. Estava grávida.

- Moradora de Papanduva, 25 anos. Morreu no dia 23 de setembro no Hospital São Vicente. Não apresentou outras doenças.

- Moradora de Pinhalzinho, 39 anos. Morreu no dia 15 de setembro na Sociedade B. Hospitalar Pinhalzinho. Era hipertensa.

- Morador de São José, 48 anos. Morreu no dia 29 de setembro no Hospital Nereu Ramos. Não apresentou outras doenças

Redação Terra

 

7/10/2009 Ministro mexicano visita EUA para coordenar ação contra gripe suína 

da Efe, em Washington

O ministro da Saúde do México, José Ángel Córdova Villalobos, se reuniu nesta terça-feira com a secretária de Saúde americana, Kathleen Sebelius, para coordenar a ação dos dois países contra a gripe suína (A H1N1).

Segundo informou a Embaixada do México nos Estados Unidos, Córdova Villalobos destacou, durante sua visita a Washington, a coordenação entre as duas nações e o Canadá para enfrentar o vírus.

"A coordenação é essencial para fazer frente a esta nova ameaça que temos diante de nós", disse o ministro mexicano em relação à nova onda de casos que pode surgir durante a temporada de gripe sazonal.

"Fortalecemos todo o sistema de vigilância biológica, fortalecemos os laboratórios, os hospitais e o pessoal de saúde," explicou.

Sintomas

A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada em laboratório.

O tratamento precoce com os antivirais Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da infecção, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).(Folha Online)

 

7/10/2009 Gripe suína: Funai pede que índios evitem sair das aldeias

A Fundação Nacional do Índio (Funai) pediu que os índios evitem o fluxo de entrada e saída das aldeias, bem como a aglomeração das cidades. O objetivo da recomendação é impedir a expansão de casos da gripe suína dentro das comunidades indígenas, devido à baixa resistência imunológica dos índios.

A Funai também recomendou que seja evitada a entrada de pessoas não indígenas nas aldeias. Além disso, a realização de atividades e eventos e mobilização de grande número de pessoas deve ser evitada, já que a transmissão da doença se dá principalmente em situações de aglomeração.

Em casos de ingresso em áreas indígenas de caráter emergencial e inadiável, será exigida a apresentação de atestado médico.

De acordo com o último balanço, divulgado no dia 16 de setembro pelo Ministério da Saúde, o Brasil é o país com o maior número de casos fatais da doença. Até aquela data, haviam sido registradas 899 mortes causadas pela gripe.

Redação Terra

 

7/10/2009 Tunísia cancela peregrinação a Meca devido à gripe suína 

da Folha Online

O governo da Tunísia cancelou o Hajj (peregrinação a Meca) deste ano devido ao risco de a viagem espalhar a gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)-- pelo país, que não tem condições de vacinar a tempo todos os cidadãos que pretendiam ir à cidade santa.

Foi uma decisão sem precedentes na história do país, que envia cerca de 10 mil tunisianos todos os anos para Meca.

O ministro de Assuntos Religiosos do país, Boubaker el Akhzouri, anunciou nesta terça-feira, em uma rádio estatal, que os lotes de vacina contra a nova gripe só chegarão no final do mês de outubro próximo, e que as operações de importação, distribuição e vacinação não poderão ser realizadas duas semanas antes de obter o visto, como exige a Arábia Saudita.

O Hajj é uma das obrigações que todo muçulmano deve cumprir pelo menos uma vez na vida se tiver condições financeiras. O ministro lembrou que o islamismo também prevê capacidade "física" e que, por isso, a viagem deve ser adiada "para preservar a vida humana". Com isso, a peregrinação só poderá ser realizada novamente ano que vem.

Conforme a Embaixada da Arábia Saudita em Túnis, o Hajj deste ano acontecerá por volta de 18 de novembro que vem,

O governo da Arábia Saudita já havia pedido que crianças, idosos e portadores de doenças crônicas adiassem a viagem.

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), a gripe suína já matou 3.971 pessoas em 191 países desde que foi identificada, em abril passado.

Com Efe e Reuters

 

7/10/2009 OMS diz que vacinação é melhor forma de prevenir gripe suína 

da Folha Online

A campanha de vacinação contra gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)-- na China mostra que essa é a melhor maneira de prevenir a doença, apesar de alguns poucos relatos de efeitos colaterais, informa a OMS (Organização Mundial de Saúde), nesta terça-feira. Em um grupo de 39 mil vacinados, só quatro apresentam efeitos como cãibras e dor de cabeça.

"Efeitos adversos são esperados, principalmente os mais leves", disse o porta-voz da OMS, Gregory Hartl, que insistiu na vacinação, principalmente para grupos de risco. "Para alguns grupos, como profissionais de saúde, é duas vezes mais importante ser vacinado pois eles protegem a si mesmos e aos outros."

Em breve, Estados Unidos, Austrália e algumas partes da Europa também irão começar as suas campanhas de vacinação. Os EUA já anunciaram que irão monitorar possíveis efeitos colaterais entre seus cidadãos. Em poucos meses, o país espera vacinar mais de 50% dos seus 300 milhões de cidadãos.

Em 1976, uma vacinação em massa nos EUA ocasionada por outro tipo de gripe provocou suspeitas de ligação entre a vacina e uma rara paralisia, a síndrome de Guillain-Barre, que, além de irreversível é, em alguns casos, fatal. Cientistas nunca provaram qualquer relação entre ambos os fatores. (Folha Online)

 

6/10/2009 EUA iniciam vacinação contra gripe suína em funcionários de saúde 

da Folha Online

O governo americano iniciou nesta segunda-feira a campanha de vacinação contra a gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1), nos Estados de Indiana e Tenesse. Segundo o jornal "Washington Post", os primeiros a serem vacinados são médicos, enfermeiras e outros funcionários da área de saúde, considerados prioritários na campanha de imunização contra o novo vírus.

Os funcionários receberam uma dose da vacina Flu Mist, em forma de spray nasal. A campanha, descrita pelo jornal como a mais ambiciosa campanha de vacinação do país, pretende imunizar ao menos metade da população antes da chegada do inverno no hemisfério Norte e de uma possível segunda onda da doença.

Darron Cummings/AP

 Enfermeira Beth Vance aplica dose de vacina contra gripe em Charles Miramonti 

Os EUA investiram US$ 2 bilhões para a compra de 250 milhões de doses da vacina e afirmou que está disposto a comprara vacina suficiente para imunizar todos os americanos. Uma pesquisa divulgada na sexta-feira passada pela Escola de Saúde Pública de Harvard mostra, contudo, que a população não está tão confiante com a fórmula --40% disseram ter certeza de que vão se vacinar e 50% disseram estar certos quanto à vacinação dos filhos.

Na lista de americanos com prioridade para receber a vacina estão bebês com menos de seis meses, funcionários da área de saúde, mulheres grávidas, adultos com problemas como obesidade, asma e diabetes e todos com idade entre 6 meses a 24 anos.

Os Estados ordenaram a vacina na semana passada. Cerca de 40 milhões de doses devem estar disponíveis até meados de outubro e outras 10 milhões a cada semana a partir de então.(Folha Online)

 

6/10/2009 Governo chinês registra primeira morte por gripe suína no Tibete 

da Folha Online

O Ministério da Saúde da China registrou a primeira morte pela gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1) na região do Tibete, sudoeste do país, afirmou a rádio estatal nesta terça-feira. O Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, tem 899 mortes confirmadas e 9.249 casos.

Segundo a agência de notícias Xinhua, a vítima é um jovem de 18 anos de Lhasa, capital da região autônoma.

O Ministério da Saúde chinês informa o caso em seu site oficial, no qual afirma que "os esforços para salvar a vida do paciente fracassaram".

Em outro comunicado, destaca que até agora a China registrou 21.453 casos de gripe suína e que 4.560 deles continuam sob tratamento.

De 13 pacientes graves, oito já se recuperaram e um faleceu, de acordo com o ministério.

A China foi o primeiro país a elaborar e comercializar a vacina contra o vírus da nova gripe. O governo prevê imunizar 65 milhões de pessoas.

Pandemia

A gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1), já infectou 343.298 pessoas no mundo todo e matou ao menos 4.108, segundo a OMS, em seu balanço semanal sobre a doença que se tornou a primeira pandemia do século 21.

Os dados correspondem aos casos contabilizados até 27 de setembro passado. A agência da ONU destacou ainda que os números dizem respeito aos diagnósticos confirmados em laboratório, motivo pelo qual o total de casos pode ser maior.

Sintomas

A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada em laboratório.

O tratamento precoce com os antivirais Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da infecção, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).(Folha online)

 

6/10/2009 Governo libera R$ 2,1 bi para ações de prevenção e combate à gripe suína 

da Agência Brasil

O presidente da República em exercício, José Alencar, editou nesta segunda-feira uma medida provisória liberando cerca de R$ 2,1 bilhões para as ações do Ministério da Saúde de prevenção e combate à influenza A (H1N1) --gripe suína.

De acordo com boletim do ministério, do dia 16 de setembro, o número de casos graves da doença caiu, mas o país tem a quinta taxa de mortalidade entre os 15 países com o maior número absoluto de mortes.

Pandemia

A gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1), já infectou 343.298 pessoas no mundo todo e matou ao menos 4.108, segundo a OMS, em seu balanço semanal sobre a doença que se tornou a primeira pandemia do século 21.

Os dados correspondem aos casos contabilizados até 27 de setembro passado. A agência da ONU destacou ainda que os números dizem respeito aos diagnósticos confirmados em laboratório, motivo pelo qual o total de casos pode ser maior. (Folha Online)

 

6/10/2009 Gripe suína: 24 mil novos casos em duas semanas 

WASHINGTON, EUA (AFP) - Pelo menos 24.000 novos casos de gripe suína foram registrados nas últimas duas semanas no mundo, para superar 343.000, com mais de 4.100 mortes causadas pelo vírus H1N1, informou o governo dos Estados Unidos.

"As regiões da Organização Mundial da Saúde (OMS) registraram mais de 343.298 casos confirmados em laboratório em 2009 de H1N1, com pelo menos 4.108 mortes, o que representa um aumento de pelo menos 24.373 casos e 191 mortos desde 20 de setembro", informa o Centro de Controle de Doenças (CDC).

Este forte aumento é apenas a ponto do icebert da gripe H1N1, já que muitos países dedicam a vigilância e os exames de laboratórios apenas às pessoas gravemente enfermas, lembra o CDC.

O aumento na quantidade de mortes demonstra, no entanto, uma desaceleração na comparação com o mês passado, quando a OMS contabilizou quase 500 novas mortes por gripe suína no período de uma semana.(Yahoo Notícias)

 

5/10/2009 Vacina contra gripe suína deve ser compartilhada com países pobres, diz ONU 

da Reuters, em Istambul (Turquia)

Os países ricos devem disponibilizar mais vacinas onde o vírus da gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1), começa a atacar, afirmaram autoridades sanitárias da ONU (Organização das Nações Unidas) neste domingo.

Eles disseram que uma maior preparação para a gripe suína é necessária nos países em desenvolvimento com sistemas de saúde piores e com populações jovens maiores, que são mais vulneráveis à doença.

"Podemos ver um padrão diferente do impacto uma vez que o vírus comece a atacar e irrompa nas comunidades pobres do mundo", explicou Julie Hall, especialistas em doenças infecciosas da OMS (Organização Mundial de Saúde), agência da ONU.

A OMS, que classificou o vírus H1N1 como pandemia global em junho, afirmou que 30% da população mundial, perto de 7 bilhões de pessoas, podem ser infectados.

Alguns países como os Estados Unidos, Brasil e França concordaram em disponibilizar 10% de seu estoque de vacinas para países em desenvolvimento. Fabricantes ainda doaram cerca de 150 milhões de doses da vacina.

É preciso mais, segundo David Nabarro, coordenador da ONU no combate a novas variações da gripe.

"O desafio nas próximas semanas é consolidar a solidariedade entre as nações ricas e as pobres para assegurar que a vacina adequada seja disponibilizada", explicou.

Setembro e outubro geralmente marcam o início da época de gripe no hemisfério Norte, mas há sinais de uma segunda onda de H1N1 depois que a primeira surgiu este ano, alertou Hall.

Pandemia

A gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1), já infectou 343.298 pessoas no mundo todo e matou ao menos 4.108, segundo a OMS, em seu balanço semanal sobre a doença que se tornou a primeira pandemia do século 21.

Os dados correspondem aos casos contabilizados até 27 de setembro passado. A agência da ONU destacou ainda que os números dizem respeito aos diagnósticos confirmados em laboratório, motivo pelo qual o total de casos pode ser maior.

Sintomas

A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada em laboratório.

O tratamento precoce com os antivirais Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da infecção, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).(Folha Online)

 

5/10/2009 Pandemia de gripe suína deve estimular pesquisa de vacina universal 

KATE KELLAND

da Reuters, em Londres

A pandemia da gripe suína --como é chamada da gripe A (H1N1)-- deveria estimular a pesquisa farmacêutica a renovar seus esforços a fim de desenvolver uma vacina universal contra a gripe e repensar formas de lidar com futuras pandemias, afirmaram cientistas nesta sexta-feira.

Especialistas em gripe da OMS (Organização Mundial da Saúde), da gigante farmacêutica suíça Novartis AG e do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, entre outros, ressaltaram que o surgimento do vírus ensejou um salto no potencial de produção de vacinas, que saltou de 400 milhões de doses para 900 milhões de doses.

Em uma carta à revista "Science", no entanto, eles exortaram as indústrias farmacêutica e da saúde a serem mais pró-ativas no desenvolvimento e na distribuição de vacinas --e especialmente em acelerar a busca por uma vacina universal contra a gripe.

"Embora a pandemia de H1N1 tenha o potencial para causar uma emergência social e econômica, ela também oferece uma oportunidade para repensar nossa estratégia com relação à doença do vírus influenza e para desenvolver vacinas mais eficazes e soluções economicamente sustentáveis aos países desenvolvidos e em desenvolvimento," escreveram. "A pesquisa para o desenvolvimento de uma vacina universal deveria ser acelerada."

Os cientistas e a indústria farmacêutica até agora não conseguiram chegar a uma vacina universal contra a gripe, que combateria todas as cepas do vírus.

A Inovio Biomedical Corp, que trabalhando em uma vacina universal, disse esta semana que espera evidências preliminares no início do ano que vem para saber se a tecnologia que está usando pode ajudar a combater a doença.

A Johnson & Johnson, a empresa mais diversificada do mundo na área da saúde, recentemente adquiriu participação na empresa de biotecnologia holandesa Crucell em parte para obter o flu-mAb, um anticorpo universal desenvolvido por engenharia genética para evitar e tratar infecções das diversas cepas de influenza A.

O surto de gripe suína foi declarado pandemia em junho e já infectou milhões de pessoas ao redor do mundo. Fabricantes de remédios e governos esforçam-se para produzir e fornecer as vacinas contra a nova cepa H1N1 antes da temida chegada de uma segunda onda da infecção às vésperas do início do inverno no Hemisfério Norte.(Folha Online)

 

2/10/2009 Agência europeia libera terceira vacina contra gripe suína 

da Folha Online

A Agência Europeia de Medicamento (Emea) recomendou nesta sexta-feira à Comissão Europeia que autorize a comercialização de uma terceira vacina contra a gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1). A nova fórmula, chamada Celvapan, é fabricada pelo laboratório americano Baxter.

A Comissão Europeia aprovou nesta semana, também por recomendação da EMEA, as vacinas Focetria da Novartis e Pandemrix da GlaxoSmithKline (GSK).

A Comissão, que geralmente se limita a seguir as recomendações da Emea, deve se pronunciar sobre esta terceira vacina em breve, destacou em um comunicado a agência europeia com sede em Londres. A comercialização será feita nos 27 países da União Europeia, além de Islândia, Liechtenstein e Noruega.

Celvapan tem um elemento comum com as outras duas fórmulas que acelerou sua aprovação pela agência: todas elas obtiveram em 2055 uma aprovação modelo, que permite a alteração da cepa, contra o vírus da gripe aviária, H5N1.

"Como nos casos da Focetria e Pandemrix, esta recomendação permitirá ao fabricante mudar a cepa do vírus na atual vacina "modelo" com a cepa A (H1N1) que causa a atual pandemia", disse a Emea, em comunicado.

A agência recomendou um calendário de vacinação de duas doses com um intervalo de três semanas para os adultos, incluindo as mulheres grávidas, e as crianças a partir de seis meses de idade. Em comunicado, contudo, reconheceu que há dados preliminares que sugerem que apenas uma dose pode bastar para os adultos e explica que as recomendações podem ser atualizadas em função dos resultados dos estudos clínicos.

China, Austrália e Estados Unidos já aprovaram a comercialização de vacinas e devem iniciar em breve campanhas de vacinação.

Pandemia

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), a gripe A (H1N1) matou pelo menos 3.917 pessoas, 75% delas no continente americano. Os especialistas temem um aumento do número de casos com a chegada do inverno no hemisfério Norte.

A OMS revelou na semana passada que a capacidade mundial de produção de vacinas contra a nova gripe é de 3 bilhões de doses por ano, 2 bilhões a menos do que previa em maio. Além disso, informou que os resultados dos estudos clínicos realizados até o momento indicam que só será necessária uma dose para imunizar de maneira efetiva crianças e adultos em bom estado de saúde.

Sintomas

A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada em laboratório.

O tratamento precoce com os antivirais Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da infecção, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).(Folha Online)

 

2/10/2009 Gripe suína pode sobrecarregar hospitais dos EUA, diz estudo

JULIE STEENHUYSEN - REUTERS

CHICAGO - Quinze Estados norte-americanos podem ficar sem leitos hospitalares disponíveis e 12 outros podem preencher 75 por cento da sua capacidade com pacientes da gripe suína, caso 35 por cento da população dos EUA contraia a doença nas próximas semanas, segundo um relatório divulgado na quinta-feira.

O estudo, que se baseia em estimativas a partir de um modelo computadorizado desenvolvido pelo Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos EUA, mostra a sobrecarga que hospitais e departamentos de saúde podem enfrentar numa segunda onda da doença nos EUA.

"Nossa intenção com isso não é causar pânico desnecessário, mas realmente apontar o potencial que até mesmo uma epidemia branda pode ter e quão prontamente isso pode sobrecarregar o nosso sistema de saúde," disse por telefone Jeffrey Levi, diretor da entidade Fundo para a Saúde Americana, que patrocinou o relatório.

Segundo o estudo, o número de pessoas hospitalizadas pode variar de 2.485 em Wyoming a 168.025 na Califórnia, e muitos Estados podem enfrentar uma falta de leitos hospitalares, levando a uma redução de hospitalizações para procedimentos adiáveis.

"Estados de todo o país também têm de descobrir como administrar o afluxo de pessoas nos consultórios e ambulatórios, além da onda de internações," disse Levi.

Autoridades sanitárias locais estão especialmente preocupadas com os jovens, que habitualmente não se vacinam contra a gripe, e as minorias, que foram mais atingidas pela gripe H1N1 na última primavera boreal.

A taxa de contaminação de 35 por cento, usada no relatório, se baseia na pandemia de gripe de 1968, que foi considerada branda. Ela pressupõe que o surto vai durar cerca de oito semanas.

O Conselho de Consultores Presidenciais para Ciência e Tecnologia disse em agosto que 1,8 milhão de norte-americanos podem precisar de internação e que cerca de 30 mil podem morrer, se a taxa de infecção for de 30 por cento.(estadão.com.br)