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| 30/11/2009 | Hong Kong detecta mutação do vírus da gripe suína similar à da Noruega |
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da Efe, em Pequim (China) As autoridades sanitárias de Hong
Kong, na China, anunciaram o achado de uma mutação do vírus A (H1N1),
responsável pela gripe suína, idêntica à relatada na semana passada na
Noruega. Segundo a agência oficial Xinhua, a
mutação foi descoberta em uma criança de um ano que foi internada com
sintomas da gripe no Hospital Prince of Wales no dia 25 de julho passado e
recebeu alta três dias depois. A OMS (Organização Mundial da Saúde)
afirmou na semana passada que o vírus mutante é sensível ao tratamento
com drogas antivirais como a oseltamivir e zanamivir --atualmente
utilizados para o combate à gripe suína-- e que as vacinas são
eficientes para evitar a contaminação. A OMS destaca ainda que mutações no
vírus da gripe suína foram identificadas ainda no Brasil, na China, Japão,
México, Ucrânia e Estados Unidos. As mutações aparentemente ocorrem de
maneira esporádica e espontânea e não parece haver uma epidemia desta
espécie mutante do vírus. Quando a pandemia de gripe suína
surgiu, a OMS temia que o vírus --de fácil transmissão, mas baixa
letalidade-- pudesse se murar com vírus da gripe aviária --de difícil
transmissão e alta letalidade--, o que criaria um vírus especialmente
perigoso. Até agora, meses após os primeiros
casos, em abril passado, nenhuma mutação perigosa foi registrada. Por outro lado, se informou do começo
das vacinações contra a gripe na região administrativa de Macau, onde
foram enviadas 100 mil doses da fórmula empregada na China. Pessoal médico, crianças e idosos
serão os primeiros a receberem a vacina por formarem os grupos de risco,
assinalou o Departamento de Saúde da ex-colônia portuguesa. |
| 30/11/2009 | Mutação de vírus da gripe suína mata dois na França |
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da France Presse, em Paris Duas pessoas portadoras de uma mutação
do vírus da gripe H1N1 descoberta recentemente na Noruega morreram na
França, anunciou nesta sexta-feira o Instituto Nacional de Vigilância
Sanitária (InVS) em um comunicado. Os dois pacientes não tiveram contato
entre si e estavam em hospitais de cidades diferentes, informou a fonte.
Além disso, em um dos casos foi registrada uma outra mutação conhecida
por causar resistência ao oseltamivir (Tamiflu), indicou o InVS. Trata-se da primeira cepa resistente
na França entre as 1.200 analisadas até agora. A epidemia de gripe H1N1 acelerou-se
brutalmente na França, onde 30 novas mortes foram registradas em menos de
dez dias, elevando a 76 o número de mortes na metrópole (isto é, sem
contar os departamentos e territórios de ultramar) desde o início da
epidemia. O número de casos graves passou para
420, desde o início da epidemia. A mutação do vírus "poderia
aumentar sua capacidade de atingir as vias respiratórias baixas e,
principalmente, o tecido pulmonar", informou o InVS. No entanto, "a eficácia das
vacinas atualmente disponíveis não foi questionada", informou. A OMS (Organização Mundial de Saúde)
havia relatado a detecção, na Noruega, de uma mutação do vírus H1N1
em três casos. Vítimas no mundo Ao menos 7.826 morreram devido à
gripe suína em todo o mundo, ou seja, mais de mil vítimas suplementares
desde a semana passada, o que corresponde a um aumento de 16%, segundo o
último balanço da Organização Mundial da Saúde divulgado nesta
sexta-feira. O número de vítimas disparou na
Europa, chegando a ao menos 650, o que representa um aumento de mais de
85% em uma semana. O continente americano ainda é o mais
atingido pela pandemia com 5.360 mortos (554 só nesta semana), seguido
pela Ásia-Pacífico com pelo menos 1.382 mortos (59 nessa semana). O balanço anterior da OMS listava
6.750 mortos em 206 países e territórios. |
| 30/11/2009 | Mortes por gripe suína aumentam 16% em uma semana, diz OMS |
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da Folha Online O total de mortes causadas pelo vírus
causador da gripe suína, como é chamada a gripe A (H1N1), aumentaram 16%
em uma semana, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde).
Conforme a organização, na última semana, houve, no mundo, 7.826 mortes
em decorrência da doença, quase mil a mais que há sete dias --aumento
equivalente a 16%. O balanço anterior da OMS listava
6.750 mortos em 206 países e territórios. O comunicado da OMS aponta que o número
de vítimas disparou na Europa, chegando a pelo menos 650, o que
representa um aumento de mais de 85% em uma semana. No total, o número de pessoas que
estiveram em contato com o vírus chega a 622.482, mas a OMS segue
alertando que o número real é bem maior, pois os países --inclusive o
Brasil-- não comunicam compulsoriamente todos os novos casos há meses. Sobre os Estados Unidos, a OMS aponta
que parece que a doença tenha alcançado um pico. Já no Canadá, as
autoridades sanitárias estão em alerta pelo número crescente de
pacientes hospitalizados. O continente americano ainda é o mais
atingido pela pandemia com 5.360 mortos (554 a mais que na semana
passada), seguido pela região Ásia-Pacífico com pelo menos 1.382 mortos
(59 a mais que na semana passada)(FOLHA ONLINE) |
| 30/11/2009 | América Latina receberá 200 mi de doses de vacina para gripe suína |
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da Efe, em San José Um total de 200 milhões de pessoas na
América Latina e no Caribe, especialmente as que fazem parte dos grupo de
risco, poderão começar a receber a vacina contra a gripe suína --como
é chamada a gripe A (H1N1)-- em dezembro, segundo informações da
Organização Pan-Americana da Saúde (OPS). A diretora da OPS, a argentina Mirta
Roses, declarou nesta sexta-feira, em entrevista na Costa Rica, onde
finaliza uma viagem de trabalho, que, no último dia 27 de setembro, a
organização encomendou 200 milhões de doses. Roses explicou que a vacina, cujo
custo por dose é de US$ 7, começará a ser entregue aos países em
meados de dezembro e que, em março, haverá um pico na produção dos
quatro provedores com os quais a OPS trabalha. A prioridade será imunizar os funcionários
do setor de saúde e pessoas com fatores de risco como grávidas e diabéticos
ou os que têm obesidade mórbida, males cardíacos ou respiratórios,
entre outros. A vacinação "vai levar quase um ano [...] e para o próximo
ciclo tomaremos a decisão sobre se este vírus será incorporado ao
conjunto dos vírus da vacina estacional", disse a funcionária. Roses explicou que, em junho, um
painel de especialistas estudará a evolução da doença para determinar
se começa a fabricar uma única vacina da gripe. "Estamos vigiando
permanentemente o vírus para que não haja mutações. Houve algumas mutações,
mas nenhuma significou uma mudança na conduta do vírus nem em sua
transmissão", assegurou.(FOLHA ONLINE) |
| 25/11/2009 | Canadá recolhe lote de vacina contra gripe suína após alergia |
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da France Presse, em Genebra da Folha Online Reações alérgicas graves à vacina
contra o vírus H1N1 da gripe suína foram registradas recentemente no
Canadá, causando o recolhimento de um lote do grupo farmacêutico
GlaxoSmithKline, anunciou nesta terça-feira a OMS (Organização Mundial
da Saúde). Segundo um porta-voz da organização,
autoridades canadenses estão investigando as causas da alergia. O número
de casos não foi divulgado. A OMS informou ainda que, no momento, não
recomenda vigilância especial das vacinas nem muda as recomendações a
respeito. O lote afetado --que continha um total
de 172 mil doses de vacinas-- haviam sido distribuídas no final de
outubro em seis das 13 Províncias canadenses, e a GSK pediu o
recolhimento por precaução, após os casos de alergias graves. Segundo Gwenan White, porta-voz da
companhia, a GlaxoSmithKline no Reino Unido escreveu para profissionais de
saúde em 18 de novembro pedindo que suspendam as vacinações. "Nós aconselhamos profissionais
de saúde a não usar as vacinas enquanto autoridades e a GlaxoSmithKline
investigam", disse ela, acrescentando que um total de 7,5 milhões de
doses da vacina haviam sido distribuídas no Canadá. O porta-voz da OMS Thomas Abraham
disse que o caso está sendo investigado, e reiterou que vacinas e
medicamentos antivirais continuam a ser eficazes contra a gripe suína,
"apesar das mutações do vírus registradas na Noruega e em Hong
Kong". |
| 23/11/2009 | OMS nega que vacina contra gripe tenha matado 41 |
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AE-AP - Agencia Estado GENEBRA - A Organização Mundial da
Saúde (OMS) descartou hoje que a vacina contra a gripe suína tenha sido
a causa das mortes de 41 pessoas que foram imunizadas contra o vírus
H1N1. A chefe da vacinação da OMS,
Marie-Paule Kieny, disse que as mortes foram investigadas pelas
autoridades de saúde e não foram provocadas pela vacina. Segundo ela,
outros óbitos estão sob investigação. A porta-voz da OMS Nyka Alexander
disse que as 41 mortes examinadas aconteceram em seis países. Ela não
soube informar quantos óbitos continuam sob investigação. Especialistas em saúde têm
monitorado a segurança da nova vacina contra a pandemia de Influenza A,
que é ministrada a milhões de pessoas no mundo inteiro. Kieny disse que apenas uma pessoa a
cada 10 mil que foram vacinadas mostrou reação ao medicamento. Cinco em
cada 100 reações foram sérias, disse.(estadão.com.br) |
| 23/11/2009 | Vacina contra gripe suína gera opiniões ambivalentes |
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New York Times Quando digo a amigos que não são médicos
que nossa clínica está vacinando crianças contra o vírus da gripe
H1N1, ouço comentários variados. Com cerca da metade, é algo do tipo:
"Ai, meu Deus, nosso médico não tem a vacina! Você me consegue uma
dose?" E com a outra metade, é algo como, "Ai, meu Deus, aquela
vacina totalmente nova --você realmente acha que é segura?" Existe uma dualidade peculiar na mente
cultural coletiva de hoje, um tipo de pensamento duplo pandêmico. Outros
médicos que conheço estão todos imunizando avidamente seus filhos.
Muitos estão atendendo chamadas frenéticas de pessoas desesperadas pela
vacina. Porém, ao mesmo tempo, estamos encontrando pais determinados em
recusar essa mesma vacina. Imaginando o que a história pode ter
a dizer sobre esse incongruente estado das coisas, chamei David M.
Oshinsky, professor de história da Universidade do Texas e autor do livro
ganhador do prêmio Pulitzer "Polio: An American Story" (Oxford,
2005). Oshinsky comparou a atual campanha de vacinação a duas situações
anteriores. Em 1947, um homem, que havia acabado
de chegar do México em Nova York, morreu de varíola. As autoridades
"movimentaram a cidade inteira" e vacinaram todas as pessoas,
mesmo aqueles que já haviam sido vacinados, disse Oshinsky. "Toda a
cidade foi revacinada", ele acrescentou, "e não houve resistência
real. As pessoas tinham uma consciência do risco e da recompensa e ouviam
as autoridades de saúde pública". Em seguida houve os experimentos clínicos
da vacina de pólio de 1954, onde pais voluntariaram mais de um milhão de
crianças para receber uma vacina experimental ou um placebo. Embora eles
acreditassem muito mais na profissão médica do que os pais de hoje,
havia outro fator, disse Oshinsky: "Eles também haviam sobrevivido
de períodos de epidemias virulentas. Para mim, esse é provavelmente a
maior questão de todas. Você está lidando com pais que nunca viram uma
epidemia de varíola, ou uma epidemia de pólio". Poucos médicos na atividade hoje já
presenciaram um único caso de varíola, muito menos uma epidemia (graças
à vacinação). Porém, quando pediatras olham o subtipo atual da H1N1, a
inclinação é de ficarmos com medo. Casos graves dessa gripe são
relativamente raros, mas acontecem; mais de 100 crianças já morreram da
H1N1. As mortes parecem ocorrer desproporcionadamente em crianças e
mulheres grávidas. Então, damos a vacina H1N1 a crianças
cujos pais estão quase chorando de medo do vírus, e tentamos ganhar a
confiança daqueles pais que estão chorando de medo da vacina. Para eles,
explicamos incansavelmente que, na verdade, esta não é uma vacina
totalmente nova --ela é feita com a mesma técnica da vacina da gripe
sazonal. Sim, já foi testada. Sim, é segura. Sim, é eficaz. "Quando dei uma palestra a um
grupo de pais na creche de minha filha", disse meu amigo Dr. Mitchell
H. Katz, diretor de saúde pública de São Francisco, "aconselhei
pais que estavam preocupados com os riscos da vacinação a dar a seus
filhos --se estivessem saudáveis-- a vacina nasal, pois o que nossos
filhos não colocam dentro de seus narizes?" "Dada a variedade de vírus a que
nossos filhos estão expostos em seus narizes, é muito difícil imaginar
como a vacinação poderia ser tão diferente. Acho que muita gente foi
consolada por isso". Temor A ambivalência por aí é tanta que
alguns pais, antes tementes à vacina, agora têm medo de não
consegui-la. "Eu ainda vejo as duas extremidades desta
dicotomia", disse Dr. John Snyder, pediatra do Hospital St. Vincent,
em Manhattan, acrescentando, "Este é um momento muito interessante.
Não consigo me lembrar de parecido com isso antes". Algumas semanas atrás, comandei um
bate-papo no departamento de pediatria da Universidade Vanderbilt. O
Tennessee foi atingido duramente pelo H1N1 em setembro e outubro, antes da
disponibilização da vacina. "Vi crianças bastante saudáveis
ficarem doentes com muita rapidez sem nenhum diagnóstico primário
identificado", disse Dr. Gregory Plemmons, professor-assistente de
pediatria do Hospital Infantil Monroe Carell Jr., em Vanderbilt. Ele
contou casos de crianças que precisavam de muito oxigênio, desenvolveram
fluidos em seus peitos e ficaram no hospital por dias e dias. Houve algumas mortes trágicas e
aterradoras; li notícias sobre um aluno do jardim da infância --um
menino saudável, sem asma, sem doenças cardíacas-- que morreu em
Vanderbilt no início de setembro, e as reuniões posteriores mantidas em
sua escola, com multidões de pais preocupados, sobre a desinfecção da
escola e a limpeza dos 600 ônibus escolares do distrito. Havia pouca vacina H1N1 disponível em
começo de setembro, mas Plemmons disse que sua clínica havia
recentemente recebido um suprimento limitado. "Acho que alguns pais
estão clamando por ela, e alguns estão temerosos que a vacina seja
simplesmente tão perigosa quanto a doença", disse ele. Dr. Paul A. Offit, chefe de doenças
infecciosas do Hospital Infantil da Filadélfia, escreveu extensivamente
sobre vacinas e o movimento antivacina. A vacina H1N1 possui 60 anos de
experiência e tecnologia por trás, disse ele; é segura, é claramente
eficaz --e, mesmo assim, muita gente ainda tem dificuldade "em
descobrir onde estão os riscos reais". Offit imaginou se as pessoas estariam
mais confortáveis com pecados de omissão do que de pagamento. Em vez de
injetar uma substância exterior em seu corpo, continuou ele, "você
correrá seus riscos com uma infecção natural por vírus, que pode ou não
matá-lo". Não estamos vendo uma epidemia de uma
doença devastadora, pelo menos não agora. Contudo, estamos vendo muitas
infecções com um vírus contra o qual as crianças não possuem
imunidade, e que já causou mais mortes em crianças abaixo dos 5 anos do
que veríamos em anos da gripe sazonal comum. A disposição dividida do público em
relação ao H1N1 --medo da vacina e medo de que não haja o suficiente
dela-- lembra Offit de uma piada que Woody Allen faz em seu filme
"Noivo Neurótico, Noiva Nervosa". Uma mulher reclama que a
comida num resort nas montanhas Catskills é terrível, e seu amigo
concorda: "E porções tão pequenas!" Então, sim, estou assustada. Fico
preocupada com o H1N1 quando uma criança aparece com tosse e febre; me
preocupo em não ser capaz de identificar aquela criança saudável que
pode ficar muito doente, com muita rapidez. Esse é o seu pesadelo pediátrico
básico: como julgar quais crianças provavelmente vão melhorar e quais vão
ficar muito mais doentes, e até morrer? É por isso que me vejo tentando
oferecer aos pais exatamente o que quero para meus próprios filhos:
vacina, proteção, imunidade. |
| 23/11/2009 | Gripe suína resistente a droga infecta 5 em Gales |
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Autoridades afirmam que pacientes já
tinham outras doenças graves. Cinco
pacientes em tratamento no Hospital Universitário de Cardiff, capital do
País de Gales, foram infectados com uma variante do vírus da gripe suína
resistente ao medicamento oseltamivir, também conhecido pelo nome
comercial Tamiflu. As autoridades britânicas destacaram
que todos os infectados no hospital galês já vinham sendo tratados para
doenças graves e que, nessas circunstâncias, o fato "não é
inesperado". Apesar da confirmação dos casos, os
primeiros de transmissão entre pessoas da variável resistente à droga,
as autoridades britânicas voltaram a recomendar neste sábado a vacinação
contra o vírus H1N1. "Uma das coisas que isso nos
ensina é que a vacinação é ainda mais importante, principalmente a
vacinação daquelas pessoas que estão no alto da lista de prioridades,
aquelas que têm doenças crônicas dos tipos que origiram este
problema", afirmou o doutor Roland Salmon, diretor do Centro de Doenças
Infecciosas do Serviço Nacional de Saúde Pública de Gales. Em todo o mundo, há por volta de 60
casos de pessoas infectadas por variantes do H1N1 resistentes ao
oseltamivir. Estoque O governo da Grã-Bretanha comprou uma
quantidade do remédio Tamiflu, usado para tratar os sintomas da gripe suína,
reduzindo o ciclo do vírus e os riscos de complicações, suficiente para
tratar metade da população. Por isso, a disseminação da variante
resistente ao medicamento está sendo tratada como uma ameaça à saúde pública.
Dos pacientes infectados em Cardiff,
dois já se recuperaram e receberam alta, um está na UTI e outros dois em
isolamento. As autoridades sanitárias britânicas
destacam, entretanto, que não há riscos imediatos para a população e
que estão sendo realizados testes para descobrir exatamente o que
aconteceu. "Essas são circunstâncias muito
especiais, e é preciso aguardar para ver se isso realmente aconteceria em
uma comunidade em que a maior parte das pessoas tem sistemas imunológicos
perfeitamente normais", afirmou o doutor Salmon. A resistência ao medicamento mais
popular contra o vírus não significa, segundo as autoridades, que não
existam tratamentos alternativos para o H1N1 Médicos britânicos também
insistiram que o tratamento à base de Tamiflu continuará a ser indicado
para a maioria das pessoas. O governo britânico afirma que
atualmente 46 pessoas estão sendo tratadas por gripe suína em hospitais
do País de Gales. Já foram registradas 21 mortes por causa do vírus no
país. Em todo o mundo, o número de
infectados pela doença já passou de 715 mil, segundo BBC Brasil - Todos
os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização
por escrito da BBC. (estadão.com.br) |
| 17/11/2009 | Governo compra 1º lote de vacinas contra gripe suína |
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AE - Agencia Estado BRASÍLIA - O governo brasileiro
fechou hoje a compra do primeiro lote de vacinas contra a gripe suína.
Foi acertado que a empresa GSK, multinacional canadense, deverá fornecer
40 milhões de doses no primeiro semestre de 2010. Para financiar a aquisição,
no valor de R$ 444,69 milhões, será usado parte do crédito suplementar
de R$ 2,1 bilhões liberado em outubro pelo governo. O Ministério da Saúde
ainda não definiu quem deverá ser vacinado. Seis fornecedores de vacina foram
convidados para apresentar propostas ao Brasil, mas somente a GSK e a
Baxter, americana, participaram da negociação. De acordo com Ministério
da Saúde, a escolha foi feita pelo menor preço. O preço unitário foi
de US$ 6,43 - mais barato que o preço de referência internacional, de
US$ 7 por dose. A estimativa é a de que as primeiras
doses cheguem ao País a partir de janeiro. Além do lote comprado da GSK,
o Ministério da Saúde vai adquirir vacinas produzidas pelo Instituto
Butantan e pelo Fundo Rotatório da Opas. Está prevista a abertura de
licitação para compra de outro lote. O ministério, no entanto, ainda não
acertou quanto ou quando as compras deverão ser realizadas. (estadão.com.br) |
| 17/11/2009 | Quadrilhas usam gripe suína para vender remédio falso na internet |
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KATE KALLAND da Reuters, em Londres Quadrilhas estão faturando milhões
de dólares com a gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)--,
vendendo remédios falsificados via internet, informou a companhia de
segurança de computadores nesta segunda-feira. A Sophos, uma produtora britânica de
software de segurança, anunciou ter interceptado milhões de mensagens de
spam e sites contendo falsas mensagens farmacêuticas este ano, muitos dos
quais oferecendo versões falsificadas de remédios de combate ao vírus
H1N1, como o Tamiflu. O Tamiflu, um medicamento
comercializado pela Roche e conhecido em sua forma genérica como
oseltamivir, é a principal droga recomendada pela OMS (Organização
Mundial da Saúde) para tratar e desacelerar o avanço dos sintomas da
gripe. A GlaxoSmithKline produz o Relenza, outro medicamento antivírus
usado no combate à gripe. A Sophos afirmou que muitas das
quadrilhas que divulgam esses anúncios operam a partir da Rússia e que
os cinco países em que mais se compra versões falsas do Tamiflu e outros
remédios on-line são os Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, Canadá e
França. Graham Cluley, porta-voz da Sophos,
disse que uma "tendência preocupante" de formação de estoques
já havia sido vista no Reino Unido, o país europeu mais atingido pela
gripe suína, até o momento. "À medida que mais e mais casos de
gripe suína vêm à luz, é essencial que nós resistamos à tentação,
gerada pelo pânico, de adquirir Tamiflu on-line", disse. "As quadrilhas que trabalham nos
bastidores por meio de falsas drogarias on-line colocam a saúde, as
informações pessoais e os detalhes de cartões de crédito de seus
clientes em risco", afirmou. A OMS, sediada em Genebra, que
declarou a gripe suína uma pandemia em junho, atualizou sua orientação
aos médicos na semana passada e determinou que medicamentos devem ser
administrados antes mesmo de testes que provem que um paciente em risco
porta o vírus. A Sophos informou que as quadrilhas
operam sites de vendas de remédios identificados como "Canadian
Pharmacy" para se fazerem passar por páginas legítimas.(Folha
Online) |
| 17/11/2009 | Rio Grande do Norte confirma sete mortes por gripe suína |
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ESTELITA HASS CARAZZAI da Agência Folha A confirmação de sete mortes por
gripe suína --a gripe A (H1N1)-- no Rio Grande do Norte, todas entre o
final de outubro e o início de novembro, deixou em alerta autoridades de
saúde. Como forma de diminuir o número de
ocorrências, médicos que trabalham em prontos-socorros no Estado passarão
por um treinamento sobre a gripe A na próxima semana. O Rio Grande do
Norte havia registrado apenas um óbito pela doença, em agosto. Nas últimas três semanas, o número
de casos suspeitos de gripe A, especialmente de ocorrências graves,
aumentou significativamente no Estado, ao contrário do restante do
Nordeste, que registra queda nas notificações desde setembro. Na região, o Estado com mais mortes
por gripe A é a Bahia, com 14. O Rio Grande do Norte vem logo depois. A Secretaria Estadual da Saúde ainda
não vê um motivo para o recente aumento, já que não houve,
aparentemente, a ocorrência de nenhum fator que pudesse contribuir com a
epidemia, como chuvas ou baixas temperaturas. A subcoordenadora da Vigilância
Epidemiológica potiguar, Juliana Araújo, diz que seis das sete vítimas
da gripe possuíam fatores de risco, como gravidez e hipertensão. Ela
afirma que os médicos do Estado estão atentos à doença desde maio.
"Talvez a população tenha dado menos atenção à gripe porque a mídia
parou de falar no assunto", diz. Na opinião do presidente da Sociedade
Potiguar de Infectologia, Henio Lacerda, porém, foi a desatenção de médicos
e da população local que contribuiu para a ocorrência dos casos
recentes. "Ouvi os próprios médicos dizerem que acharam que a doença
tinha desaparecido. Só quando os pacientes foram para a UTI é que foi
levantada a possibilidade da gripe A." O Estado estuda a possibilidade de
ampliar o número de leitos de UTI para pessoas com suspeita da gripe. Com
o treinamento de médicos, a ideia é agilizar o processo de identificação
dos sintomas da doença e o tratamento das vítimas. |
| 16/11/2009 | Gripe suína provoca pior temporada de gripe dos EUA desde 1997 |
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MAGGIE FOX da Reuters, em Washington A gripe suína, como é chamada a
gripe A (H1N1), matou cerca de 3.900 americanos entre os últimos meses de
abril e outubro, sendo mais de 500 crianças, disseram as autoridades
sanitárias dos Estados Unidos na quinta-feira. Novos dados mostram que a pandemia
contaminou cerca de 22 milhões de americanos e obrigou à internação de
98 mil, de acordo com o Centro de Prevenção e Controle de Doenças (CDC,
na sigla em inglês). Entre as crianças, houve 8 milhões de casos, 36
mil internações e 540 mortes. Em uma temporada comum de gripe, morrem em
média 82 crianças. O CDC disse que o vírus H1N1 provocou
a pior temporada de gripe nos EUA desde 1997, quando o monitoramento começou.
"O que estamos vendo em 2009 é sem precedentes", disse Anne
Schuchat, diretora da entidade. O CDC aconselha os médicos a tratarem
rapidamente os casos severos com antivirais como o Tamiflu e o Relenza. Em
casos especialmente graves, de pacientes internados, a prescrição é o
Peramivir. Schuchat salientou que a pandemia não
está se agravando, mas lembrou que a coleta de dados sobre casos e mortes
pode demorar. A cifra divulgada nesta quinta-feira não é uma contagem
exata, e sim uma extrapolação com base em dados de dez Estados. A
estimativa anterior do CDC era de 1.200 mortes nos EUA. Em uma temporada normal de gripe, a
doença mata 36 mil americanos e hospitaliza 200 mil. Mas 90% das mortes e
hospitalizações são entre maiores de 65 anos. Com a gripe suína, 90%
das vítimas são adultos jovens e crianças. Schuchat disse que a
pandemia deve atravessar o inverno e chegar ao começo da primavera local.
"Temos uma longa temporada de gripe pela frente", afirmou. |
| 16/11/2009 | Argentina iniciará produção de vacinas contra a gripe suína |
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da Folha Online A Argentina começará a produzir a
vacina contra a gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)--, que
causou a morte de centenas de pessoas no país durante o inverno, anunciou
nesta sexta-feira a presidente Cristina Kirchner. Segundo o Ministério de
Saúde argentino, 600 pessoas morreram devido à doença no país. Ao inaugurar em Buenos Aires um simpósio
sobre células-tronco, a chefe do Estado afirmou que a produção da
vacina exigirá "grande investimento" e a contratação de 250
profissionais altamente qualificados. Cristina disse que a iniciativa será
realizada por um laboratório argentino e outro estrangeiro, e revelou
que, nesta quinta-feira (12), assinou um decreto que declara "de
interesse nacional" a produção da vacina. O surto da doença causou uma onda de
medo e confusão entre os argentinos, especialmente em julho, quando os
hospitais lotaram de pacientes e o governo suspendeu as aulas por um mês.
A propagação da doença teve seu epicentro no México e expandiu-se
rapidamente por todo o planeta. No Brasil a gripe suína provocou a morte
de pelo menos 1.368 pessoas, segundo o Ministério da Saúde.(Folha
Online) |
| 16/11/2009 | Mais de 6 mil já morrem com gripe suína, informa OMS |
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AE - Agencia Estado GENEBRA - Mais de 6.250 pessoas
morreram em consequência da pandemia da influenza A H1N1, mais conhecida
como gripe suína, segundo informou a Organização Mundial de Saúde
(OMS), destacando que a taxa de mortes global aparentemente desacelerou.
Na semana passada, o número de mortos da pandemia cresceu em torno de
179, contra 224 da semana anterior e 700 na última semana de outubro. A pandemia se estende agora por meio
de 206 países ou territórios, de acordo com comunicado divulgado pela
OMS. A agência de saúde ligada à ONU disse que a temporada de influenza
mostrou sinais de estar alcançando o auge na América do Norte, mas
estava se intensificando através de grande parte da Europa e Ásia
Central e do Leste. "Uma atividade de influenza muito
intensa e aumentando continua a ser reportada na Mongólia, com um severo
impacto sobre o sistema de saúde", diz a OMS. Contudo, depois de
investigar o repentino informe de rápido aumento nos casos de gripe na
Ucrânia nas últimas semanas, a agência descobriu que o vírus da gripe
suína não tem mostrado sinais de fortalecimento. "As análises iniciais de informações
indicam que os números de casos severos não parecem ser excessivos
quando comparados à experiência de outros países e não representa
qualquer mudança na transmissão ou virulência do vírus", diz o
comunicado da OMS. As Américas ainda respondem pelo
maior número de mortes, 4.512 desde que o vírus foi identificado pela
primeira vez em abril no México e nos EUA, com um aumento de 113 mortes
na última semana. No entanto, o número de mortes
reportadas na Europa permaneceu estável em pelo menos 300, com sinais de
que o número de casos da pandemia estava alcançando o auge em partes do
Reino Unidos, notadamente na Irlanda do Norte, assim como na Irlanda e na
Islândia. Nas últimas semanas foram reportados
acentuados aumentos no número de casos em várias nações da Ásia
ocidental e do sul, incluindo Israel e Afeganistão, enquanto houve um
crescimento nos números de casos na China e Japão. (estadão.com.br) |
| 16/11/2009 | Espanha inicia campanha de vacinação contra gripe suína |
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da Associated Press da Folha Online O Ministério da Saúde da Espanha
iniciou nesta segunda-feira uma campanha nacional de vacinação contra a
gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1), que prevê imunizar
ao menos 20% da população de cerca de 45 milhões. Segundo estimativas do ministério, a
nova gripe matou 91 pessoas no país. As vacinas serão disponibilizadas,
seguindo as recomendações da OMS (Organização Mundial de Saúde),
primeiramente para os grupos prioritários --pessoas com doenças crônicas,
mulheres grávidas, trabalhadores da área de saúde e funcionários do
governo, como policiais e bombeiros. Sintomas A gripe suína é uma doença respiratória
causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de
pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com
febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e
nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal. Para diagnosticar a infecção, uma
amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros
dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada
em laboratório. O tratamento precoce com os antivirais
Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da
infecção, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos
Estados Unidos).(Folha Online) |
| 12/11/2009 | OMS receberá 50 milhões de doses de vacina contra gripe suína |
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ImprimirEnviarCorrigirNotícias
SMSFale ConoscoA Organização Mundial de Saúde (OMS) receberá 50 milhões
de doses de vacinas contra a gripe suína da farmacêutica
GlaxoSmithKline. As doações, destinadas a 95 países em desenvolvimento,
começarão a ser entregues no fim do mês e devem ser concluídas até
maio de 2010.(Último Segundo) |
| 12/11/2009 | China fecha empresa que vendia ilegalmente máscaras contra a gripe suína |
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da Efe, em Pequim (China) da Folha Online A Administração Estadual de
Alimentos e Remédios fechou uma fábrica têxtil em Tianjin (noroeste da
China) que vendia ilegalmente máscaras para proteção contra o vírus da
gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1). A fábrica, segundo reportagem do
jornal "China Daily", não tinha autorização para produzir
itens de uso médico. A empresa Mingda, dona da fábrica e
com sede na Província vizinha de Hebei, vendeu cerca de 5.000 unidades da
máscara "antigripe A (H1N1)" que disse ter inventado a US$ 1,5
(cerca de R$ 2,50). O Ministério de Saúde chinês
informou na semana passada que "todas as máscaras podem prevenir
gripes e bactérias". Um especialista do Instituto Técnico
de Física e Química afirmou ao jornal que realizou testes de laboratório
com a máscara e que ela previne contaminação por alguns tipos de
bacilos, estafilococos e bactérias Molina. Ele ressaltou que o produto não
pode ser vendido como máscara "antigripe A (H1N1)". As farmácias chinesas já retiraram o
produto das prateleiras e não se sabe se a empresa chegou a exportar as máscaras.
Na semana passada, a OMS (Organização
Mundial de Saúde) afirmou que a epidemia está crescendo na China, um dos
países que adotou uma campanha ampla de vacinação para tentar conter a
propagação do vírus. Até semana passada, a China confirmou
55 mil casos da gripe A, entre os quais 16 mortes. Ainda segundo dados do
governo, 176 pessoas estão internadas em estado grave por causa do vírus.
Sintomas A gripe suína é uma doença respiratória
causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de
pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com
febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e
nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal. Para diagnosticar a infecção, uma
amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros
dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada
em laboratório. |
| 12/11/2009 | Italiano inventa "porta-água benta" para evitar gripe suína |
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da Reuters, em Roma Um inventor italiano combinou fé e
engenhosidade para que os fiéis mantenham as tradições sem precisar
temer o contágio pela gripe suína --como é conhecida a gripe A
(H1N1)--, criando assim um "porta-água benta" eletrônico. O dispositivo de terracota, usado na
cidade de Fornaci di Briosco, no norte da Itália, funciona como um
dispensador automático de sabão em sanitários públicos. Basta que o
fiel mexa a mão sob um sensor que a máquina espirra água benta. O padre Pierangelo Motta disse que
inicialmente as pessoas ficaram "um pouco chocadas com a inovação
tecnológica, mas em seguida a saudaram com grande entusiasmo e
alegria." "Os membros desta paróquia já se acostumaram",
acrescentou. Ao entrar e sair das igrejas, os católicos
costumam mergulhar a mão em pias cheias de água benta para, então,
fazer o sinal da cruz. Por medo de contrair a gripe suína, muita gente na
Itália, onde já houve 15 mortes pela doença, havia abandonado a prática.
Luciano Marabese, o inventor, disse que estava preocupado com a perda
dessa tradição, e que ele próprio agora voltou a se benzer. "Após todas as notícias de que
algumas igrejas, como a catedral de Milão, estavam suspendendo o uso das
pias com água benta como medida contra a gripe H1N1, os pedidos para a
minha invenção dispararam para as estrelas. Já recebi encomendas de
todo o mundo", contou ele. A fiel Marta Caimm elogiou a invenção.
"Graças a isso não estamos mais preocupados em pegar a gripe. É a
coisa certa para estes tempos."(Folha Online) |
| 12/11/2009 | Vacinas contra gripe suína podem chegar à América do Sul neste ano |
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da Efe, em Quito A ministra da Saúde equatoriana,
Caroline Chang, informou nesta quinta-feira que uma parte das vacinas
contra a gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)-- destinada aos
países da Unasul (União de Nações Sul-Americanas) pode chegar à região
no final de ano. Consultada pela rádio Sonorama sobre
a aquisição das vacinas, Caroline disse que "ainda não há uma
data exata". Recentemente, a ministra disse que foi
feito um primeiro pedido conjunto à OMS (Organização Mundial da Saúde),
por parte da Unasul, de 200 milhões de doses da vacina para a região.
"Anunciaram que uma parte possivelmente chegará no final de dezembro
e outra entre janeiro ou fevereiro de 2010", disse a ministra. "Os casos da influenza
continuam", disse Caroline, e afirmou que "não houve uma
segunda onda" de contágios no país, onde foi registrado um total de
1.494 casos confirmados e 82 mortes em decorrência da doença. |
| 12/11/2009 | OMS recomenda antivirais para evitar mortes por gripe suína |
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LAURA MACINNIS da Reuters, em Genebra Medicamentos antivirais são capazes
de evitar mortes pela gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)-- e
devem ser receitados rapidamente a grávidas, crianças pequenas e pessoas
com problemas médicos subjacentes que ficarem doentes, afirmou a OMS
(Organização Mundial da Saúde) nesta quinta-feira. Ao anunciar uma mudança na diretriz
para os médicos, a OMS disse que os remédios devem ser ministrados antes
mesmo de ficar pronto o resultado do teste que confirma o vírus. "Nós
atualizamos as nossas diretrizes clínicas para enfatizar que a busca
precoce de atendimento médico é capaz de salvar vidas", disse Nikki
Shindo, do programa global de influenza da OMS, a jornalistas em uma
teleconferência. A cepa H1N1, declarada pandemia global
pela OMS em junho, pode causar pneumonia grave em pessoas saudáveis. Ela
já matou mais de 6.000 pessoas e se disseminou por 199 países desde que
foi descoberta na América do Norte no primeiro semestre deste ano. Grávidas, crianças com menos de 2
anos e pessoas com problemas respiratórios e outras doenças estão sob
risco maior para os efeitos graves da gripe suína, que pode se
desenvolver em uma semana após a infecção. "A janela de
oportunidade é muito pequena para reverter a progressão da doença",
afirmou Shindo. "O medicamento precisa ser administrado antes que o vírus
destrua os pulmões." As novas diretrizes clínicas também
recomendam que as pessoas fora do grupo de risco que apresentem
"sintomas com piora acelerada ou persistente", tais como
problemas para respirar ou febre alta por mais de três dias, tomem os
antivirais. Eles devem ser receitados por um médico e as pessoas que têm
apenas um resfriado normal não precisam tomá-los, ressaltou Shindo. O Tamiflu --antiviral comercializado
pela Roche Holding, da Suíça, e cujo nome genérico é oseltamivir-- é
a droga de linha de frente recomendada pela OMS como forma de tratar e
desacelerar a progressão dos sintomas da gripe. Outras empresas,
incluindo a Cipla Ltd, da Índia, produzem versões genéricas do Tamiflu.
O vírus não mostrou muita resistência à droga em parte porque a nova
cepa não apresentou mutação nem se modificou à medida que se propagou
pelo mundo. Shindo afirmou que o vírus é
"surpreendentemente estável", refletindo o fato de que pode
romper com facilidade o sistema imune de pessoas sem defesas naturais
contra a cepa, nunca vista antes de sua emergência nos Estados Unidos e
no México. Muitos hospitais e clínicas,
especialmente nos países mais pobres, têm ficado sobrecarregados com
pacientes em busca de assistência para o H1N1 enquanto o hemisfério
Norte entra na temporada de gripe do inverno. Shindo afirmou que o
tratamento precoce de pacientes graves e de risco com o oseltamivir pode
ajudar a enfraquecer a cepa. |
| 11/11/2009 | Butantan quer duplicar vacinas contra a gripe suína |
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MÁRCIO PINHO da Folha de S.Paulo A Fundação Butantan quer tornar a
vacina contra a gripe suína acessível ao maior número de grupos de
risco possível na vacinação do próximo ano, já que ela não estará
disponível para toda a população. Esse é um dos planos da nova gestão,
encabeçada pelo presidente José da Silva Guedes --ex-secretário
estadual da Saúde (gestão Covas)-- e o superintendente-geral Hernan
Chaimovich --professor de bioquímica da USP. Eles assumiram a fundação em
outubro, um mês após o Ministério Público denunciar desvio de R$ 35
milhões na fundação, levando à renúncia do então presidente Isaías
Raw --hoje no Conselho Científico. FOLHA - A fundação tentará tornar a
vacina disponível ao maior número de pessoas possível? JOSÉ DA SILVA GUEDES - Nesse momento
há uma sede por vacina H1N1 no mundo. E não há volume suficiente. Os
Estados Unidos não vão vacinar a população toda. Eles estão vacinando
crianças, profissionais da saúde etc. Se uma das nossas expectativas se
verificar, temos chance de usar metade da dose para cada pessoa usando um
produto (adjuvante) do Butantan. Então os 17 milhões seriam
transformados em 34 milhões. Isso, para a estratégia do Ministério da
Saúde, será importante. FOLHA - A produção da vacina contra
a gripe comum será afetada? HERNAN CHAIMOVICH - As 22 milhões de
doses estão garantidas. FOLHA - E a fábrica de vacinas contra
a gripe construída no Butantan? O governo anunciou que ela começaria a
produzir em anos anteriores, mas ainda está em certificação pela Sanofi
Pasteur, que transferiu tecnologia. Houve até contestação da licitação
na Justiça. GUEDES - São esses os riscos que você
corre quando faz coisas. Certamente o Isaías Raw ficou muito chateado
quando a licitação foi anulada. CHAIMOVICH - Uma fábrica de um
produto desses, você aprende quando você constrói o prédio, os
equipamentos e quando começa a produzir. Os técnicos da Sanofi estiveram
aqui durante três semanas percorrendo o processo. Para mim, gestor, foi
extremamente satisfatório constatar a qualidade do pessoal que foi
treinado. A certificação de uma vacina viral é algo que se tem que
olhar desde a qualidade do ovo que se usa para inocular o vírus até a
limpeza do chão. Você testa o processo de produção, observa o
treinamento, como se desfaz de sobras. Nós passamos por isso. FOLHA - A produção da vacina contra
a gripe suína, que será nessa fábrica, pode atrasar? CHAIMOVICH - Não. Será tudo nos
prazos solicitados pelo Ministério da Saúde. GUEDES - A ideia é durante 2010
estarmos no processo de produção, inoculando nossos ovos. A previsão é
trabalhar com 200 mil doses por dia. FOLHA - Como vê a denúncia de desvio
de R$ 35 milhões? GUEDES - Houve um acidente de percurso
e há uma investigação. Isso é objeto do promotor Airton Grazzioli e
sua equipe. FOLHA - O Ministério Público
considerou a gestão anterior "caseira"? GUEDES - Essa é uma informação que
eu recebo da Curadoria de Fundações. A nossa ideia é, daqui para a
frente, colaborar para que a estrutura de trabalho dessa fundação seja
mais atualizada e mais competente. Há uma substância que espero que o
ministério dê ênfase na utilização que é o surfactante, um produto
que ajuda o recém-nascido prematuro a abrir os alvéolos pulmonares. Isso
diminui a mortalidade infantil.(Folha Online) |
| 11/11/2009 | Fechada empresa que produzia máscaras ineficazes contra gripe |
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As autoridades chinesas fecharam uma
empresa que dizia que suas máscaras protegiam do vírus AH1N1, causador
da gripe suína e que infectou mais de 480 mil pessoas no mundo todo, das
quais 6.070 morreram. Coube à agência chinesa de alimentos
e medicamentos (SFDA, na sigla em inglês) a decisão de fechar a fábrica,
localizada em Tianjin, no nordeste do país, e que tinha começado a
produzir "máscaras anti-AH1N1" mesmo sem ter formas para
fabricar produtos médicos, informou hoje o jornal China Daily. A companhia, chamada Mingda e cuja
sede fica na província de Hebei, vendeu cerca de 5 mil unidades de suas máscaras,
ao preço de US$ 1,5 a unidade. No entanto, na semana passada, o
Ministério da Saúde informou que a máscara não era capaz de proteger
do vírus da gripe A. "Nenhuma máscara consegue
prevenir gripes e bactérias", disse Shu Yuelong, diretor do Centro
de Pesquisa Nacional para a Gripe. A informação foi confirmada por
laboratórios no que se refere ao produto da Mingda, que só previne de
alguns tipos de bacilos, estafilococos e bactérias Molina. A Mingda não respondeu às perguntas
da imprensa, e as farmácias de Pequim pararam de vender as máscaras da
fabricante. Até o momento, ninguém sabe se a empresa exportou seu
produto. Na semana passada, a Organização
Mundial da Saúde (OMS) disse que a epidemia da doença está crescendo na
China, um dos 20 países a lançar campanhas de vacinação contra a nova
gripe. |
| 11/11/2009 | New Jersey Nets confirma ala com gripe suína na equipe |
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De fora da equipes desde a derrota
para o Denver Nugget na última quarta-feira, o ala segundo-anista Chris
Douglas-Roberts, do New Jersey Nets, foi confirmado com a Gripe tipo A
(H1N1), conhecida como gripe suína. Em comunicado oficial, a equipe disse
que o jogador está sendo tratado de acordo com a doença e o time tem
seguido à risca as precauções médicas indicadas pela organização
mundial de saúde e pela própria NBA. O treinador dos Nets, Lawrence Frank,
explicou que todo resto do time tomará um comprimido do remédio Tamiflu
nos próximos dez dias como forma de precaução. O técnico ainda disse que não sabe
mais quanto tempo Douglas-Roberts ficará fora da equipe por conta da doença,
mas a recuperação do atleta está bem. “Falei com ele nos últimos
dias e não está se sentindo muito nem ainda”, explicou. A doença, que agora chega com força
ao hemisfério norte por conta do inverno, já é uma série preocupação
na equipe, e não apenas pelo companheiro de time doente. “Esse problema de muito sério, mas
não apenas pelo Chris. Quando vou à mercearia pela manhã, muitas
pessoas estão tossindo lá também. É algo que está no ar em todos os
lugares nesse momento”, disse o ala veterano Bobby Simmons.(Uol) |
| 11/11/2009 | EUA vivem corrida por vacina contra gripe suína |
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AE - Agencia Estado NOVA YORK - Maior economia do mundo e
por muitos anos símbolo de organização, os Estados Unidos vivem cenas
de países subdesenvolvidos na vacinação de seus habitantes contra o vírus
da Influenza A (H1N1), popularmente conhecida como gripe suína. Falta de
vacinas, mulheres inventam gravidez para passar na frente, outros furam
filas e bancos de investimentos conseguem doses para seus funcionários
com mais facilidade do que hospitais. Para completar, redes de TV
conservadoras exibem reportagens alarmistas de pessoas que morreram ou
adquiriram doenças pouco comuns após serem vacinadas. O problema começou com o governo
norte-americano prometendo prover mais vacinas do que as indústrias
farmacêuticas eram capazes de fabricar. No fim, conseguiu distribuir um
quinto do previsto, suficiente para um décimo da população dos EUA.
Temendo ficar sem vacina, muitas pessoas formaram longas filas diante de
postos de vacinação. A prioridade do governo é vacinar
todas as crianças e adolescentes de 6 meses a 19 anos. Adultos com mais
de 50 anos, pessoas de qualquer idade com problemas de saúde, mulheres grávidas,
médicos e enfermeiros também devem ser imunizados contra o vírus. Quem não se encaixa nesse perfil e
quer receber a vacina precisa recorrer muitas vezes a trapaças. Para uma
mulher, basta dizer que está grávida. Por maior que seja a suspeita das
autoridades de saúde, elas não têm o direito de questionar os
pacientes. O mesmo vale para homens que argumentam ser diabéticos,
conforme relatam órgãos de imprensa. Além disso, devido ao frio em
muitas partes dos EUA, pessoas aproveitaram para guardar lugares na fila
durante a noite para vender a vaga no dia seguinte. As informações são
do jornal O Estado de S. Paulo. (estadão.com.br) |
| 11/11/2009 | França faz campanha de vacinação contra gripe suína |
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AE-AP - Agencia Estado PARIS - Em uma iniciativa com o
objetivo de impedir a disseminação do vírus da Influenza A (H1N1),
popularmente conhecida como gripe suína, o governo francês iniciou hoje
uma campanha para vacinar os chamados grupos de risco. A campanha convida
seis milhões de pessoas a comparecer a centros especiais de vacinação.
O grupo convidado inclui gestantes e aqueles com doenças crônicas. A partir do dia 25 a vacina estará
disponível para todas as crianças em idade escolar. Os trabalhadores do
sistema de saúde do país também poderão se imunizar. As vacinas são
cobertas pelo sistema nacional de saúde. A França teve, até o momento, 57
mortes relacionadas à nova gripe, cerca de metade delas em territórios
ultramarinos. Ainda não se sabe, porém, se a campanha será capaz de
mobilizar os franceses. Uma pesquisa realizada na semana passada no país
mostrou que três em cada quatro pessoas não pretendiam tomar a vacina.
(estadão.com.br) |
| 11/11/2009 | Jogador dos Nets é diagnosticado com gripe suína |
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O New Jersey Nets anunciou que o
ala-armador Chris Douglas-Roberts contraiu o vírus da gripe suína. O
jogador já estava afastado por estar com sintomas de gripe. O presidente dos Nets, Rod Thorn,
confirmou neste sábado que Douglas-Roberts testou positivo para o vírus
H1N1. Thorn disse que o jogador já está sendo tratado e que a equipe
tomará todas as providências que a NBA recomenda. |
| 4/11/2009 | Gripe suína mata 7 indígenas em tribo na Amazônia, diz ONG |
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A
gripe suína atingiu uma tribo isolada de indígenas na floresta amazônica,
causando sete mortes nas duas últimas semanas, disse neste quarta-feira a
Survival International. Outros
mil membros da tribo yanomami na Venezuela teriam sido contaminados pela
gripe, de acordo com o grupo de proteção aos direitos dos povos indígenas.
Cerca
de 32 mil índios yanomamis vivem na região de fronteira do Brasil com a
Venezuela, formando a maior tribo relativamente isolada da Amazônia. Há
uma preocupação de que a gripe possa se espalhar pela região e causar
mais mortes entre os indígenas, que têm pouca resistência a vírus
introduzidos em suas comunidades. O
diretor da Survival, Stephen Corry, disse que a situação é crítica e
que os governos de Venezuela e Brasil devem agir imediatamente para deter
a epidemia e melhorar as condições de saúde dos yanomamis. "Se
eles não agirem, podemos ver mais uma vezes centenas de yanomamis
morrendo de doenças tratáveis. Isso seria devastador para essa tribo
isolada, cuja população se recuperou apenas recentemente das epidemias
que dizimaram seu povo 20 anos atrás", disse em comunicado. Cerca
de 20 por cento dos yanomamis morreram de gripe, malária e outras doenças
disseminadas nos anos 1980 e 1990 quando garimpeiros invadiram seu território,
de acordo com a ONG. O
governo da Venezuela fechou a fronteira e enviou equipes médicas à região.
O
vírus H1N1 ¿ termo médico correto para a gripe suína ¿ espalhou-se
pelo mundo e matou cerca de 5.000 pessoas desde seu surgimento este ano,
de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).
(Terra) |
| 4/11/2009 | Casa Branca nega envio de vacina da gripe suína para Guantánamo |
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da
Reuters, em Washington A
Casa Branca negou nesta terça-feira que estivesse enviando vacinas contra
o vírus da gripe suína, como é chamada a gripe A (H1N1), para a prisão
de Guantánamo. "Não
há vacina em Guantánamo e nenhuma vacina está sendo enviada para a prisão",
disse o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, em seu informe diário à
imprensa. Os
norte-americanos estão fazendo fila para serem vacinados contra o vírus
H1N1, que provoca a popularmente conhecida gripe suína. A
doença já matou ao menos mil norte-americanos e infectou outros 5 milhões.
Por
causa da pouca quantidade de vacina, as clínicas limitaram sua distribuição
aos grupos de alto risco, mas mesmo muitos deles não conseguiram ser
vacinados. Um
porta-voz do Departamento da Defesa disse que a vacina seria oferecida a
cerca de 300 detidos em Guantánamo, provocando críticas de alguns políticos
conservadores e comentaristas. "Não
sei o que o Pentágono disse, mas a resposta às perguntas sobre se havia
ou não uma vacina lá, ou se alguma vacina estava a caminho é não",
disse Gibbs. Os
Estados Unidos ordenaram até 250 milhões de doses de vacina H1N1 de
cinco empresas --MedImmune, uma unidade da AstraZeneca, Sanofi-Aventis,
Australia's CSL, GlaxoSmithKline e Novartis.(Folha Online) |
| 4/11/2009 | Gripe suína preocupa Inter de Milão em Kiev |
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AE-AP
- Agencia Estado KIEV
- Além da situação complicada que vive no Grupo F da Liga dos Campeões
da Europa, a Inter de Milão está preocupada com outro fator para o jogo
de quarta-feira, contra o Dínamo de Kiev: a epidemia de gripe suína na
Ucrânia. As autoridades ucranianas chegaram a pedir o adiamento da
partida, mas a Uefa resolveu mantê-la. A
Ucrânia é um dos países europeus mais afetados pela epidemia de gripe
suína, o que fez o governo local fechar algumas escolas e proibir grandes
aglomerações públicas, mas a realização do jogo entre Dínamo de Kiev
e Inter de Milão, nesta quarta-feira, pela quarta rodada da Liga dos
Campeões da Europa, está mantida. Apesar
disso, a Inter promete esquecer os problemas externos para se concentrar
na busca da vitória, que é fundamental para manter suas chances de
classificação. Como empatou nas três primeiras rodadas, o time de Milão
está na lanterna do Grupo F, um ponto atrás das outras três equipes:
Barcelona, Dínamo de Kiev e Rubin Kazan.(estadão.com.br) |
| 4/11/2009 | Grávidas devem receber vacina contra gripe suína, diz OMS |
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Reuters
GENEBRA
- Mulheres grávidas e outras pessoas em situação de risco no hemisfério
norte devem ser vacinadas contra o vírus H1N1 da gripe suína quando o
tempo começar a esfriar, com a chegada do inverno a essa parte do mundo,
diz a Organização Mundial da Saúde (OMS). O
órgão da ONU manifestou o temor de que as pessoas que mais precisam da
vacina venham a evitá-la. A OMS insiste que a vacina não causou efeitos
colaterais incomuns em centenas de pessoas que já a receberam em todo o
mundo. "Certamente,
o fato de que a vacina não está sendo usada por aqueles que teriam
acesso a ela e que teriam prioridade nos preocupa, sim", disse o
porta-voz da OMS, Gregory Hartl. Pelo
menos 5.712 pessoas morreram por causa do vírus causador dessa gripe, de
acordo com a organização. Funcionários de serviços de saúde, grávidas
e pessoas com problemas como asma são consideradas de alto risco para a
doença, e devem receber prioridade na imunização. Uma
epidemia de gripe na Ucrânia - com mais de 250.000 casos registrados e 70
mortes até agora - pode ser um "alerta antecipado" á medida
que o inverno boreal se aproxima, disse a OMS. "A
epidemia na Ucrânia pode ser um indicativo de como o vírus pode se
comportar no hemisfério norte durante a temporada de inverno,
particularmente na situação de atendimento à saúde tipicamente
encontrada na Europa Oriental", disse nota da organização(estadão.com.br) |
| 4/11/2009 | Guaratinguetá, em SP, confirma segunda morte por gripe suína |
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Comentários..SÃO
PAULO - Uma mulher de 42 anos morreu vítima de gripe suína em
Guaratinguetá. Ela havia sido atendida em Aparecida. A confirmação da
doença foi divulgada pela Prefeitura de Guaratinguetá. Foi o segundo
caso registrado na cidade. A
nova gripe já fez 32 vítimas na região. Três delas foram na região de
Bragança Paulista, 6 em São José dos Campos, 2 no litoral norte, 6 em
Taubaté, 2 em Guaratinguetá, 3 em Lorena, 1 em Caçapava, 2 em Jacareí,
1 em Campos do Jordão, 1 em Potim, 1 em Redenção da Serra, 2 em
Pindamonhangaba e outras 2 confirmadas pela Secretaria Estadual de Saúde,
mas sem localidade revelada.(O Globo) |