Informações sobre a GRIPE A/H1N1

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30/11/2009 Hong Kong detecta mutação do vírus da gripe suína similar à da Noruega 

da Efe, em Pequim (China)

As autoridades sanitárias de Hong Kong, na China, anunciaram o achado de uma mutação do vírus A (H1N1), responsável pela gripe suína, idêntica à relatada na semana passada na Noruega.

Segundo a agência oficial Xinhua, a mutação foi descoberta em uma criança de um ano que foi internada com sintomas da gripe no Hospital Prince of Wales no dia 25 de julho passado e recebeu alta três dias depois.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) afirmou na semana passada que o vírus mutante é sensível ao tratamento com drogas antivirais como a oseltamivir e zanamivir --atualmente utilizados para o combate à gripe suína-- e que as vacinas são eficientes para evitar a contaminação.

A OMS destaca ainda que mutações no vírus da gripe suína foram identificadas ainda no Brasil, na China, Japão, México, Ucrânia e Estados Unidos. As mutações aparentemente ocorrem de maneira esporádica e espontânea e não parece haver uma epidemia desta espécie mutante do vírus.

Quando a pandemia de gripe suína surgiu, a OMS temia que o vírus --de fácil transmissão, mas baixa letalidade-- pudesse se murar com vírus da gripe aviária --de difícil transmissão e alta letalidade--, o que criaria um vírus especialmente perigoso.

Até agora, meses após os primeiros casos, em abril passado, nenhuma mutação perigosa foi registrada.

Por outro lado, se informou do começo das vacinações contra a gripe na região administrativa de Macau, onde foram enviadas 100 mil doses da fórmula empregada na China.

Pessoal médico, crianças e idosos serão os primeiros a receberem a vacina por formarem os grupos de risco, assinalou o Departamento de Saúde da ex-colônia portuguesa.

 

30/11/2009 Mutação de vírus da gripe suína mata dois na França 

da France Presse, em Paris

Duas pessoas portadoras de uma mutação do vírus da gripe H1N1 descoberta recentemente na Noruega morreram na França, anunciou nesta sexta-feira o Instituto Nacional de Vigilância Sanitária (InVS) em um comunicado.

Os dois pacientes não tiveram contato entre si e estavam em hospitais de cidades diferentes, informou a fonte. Além disso, em um dos casos foi registrada uma outra mutação conhecida por causar resistência ao oseltamivir (Tamiflu), indicou o InVS.

Trata-se da primeira cepa resistente na França entre as 1.200 analisadas até agora.

A epidemia de gripe H1N1 acelerou-se brutalmente na França, onde 30 novas mortes foram registradas em menos de dez dias, elevando a 76 o número de mortes na metrópole (isto é, sem contar os departamentos e territórios de ultramar) desde o início da epidemia.

O número de casos graves passou para 420, desde o início da epidemia.

A mutação do vírus "poderia aumentar sua capacidade de atingir as vias respiratórias baixas e, principalmente, o tecido pulmonar", informou o InVS.

No entanto, "a eficácia das vacinas atualmente disponíveis não foi questionada", informou.

A OMS (Organização Mundial de Saúde) havia relatado a detecção, na Noruega, de uma mutação do vírus H1N1 em três casos.

Vítimas no mundo

Ao menos 7.826 morreram devido à gripe suína em todo o mundo, ou seja, mais de mil vítimas suplementares desde a semana passada, o que corresponde a um aumento de 16%, segundo o último balanço da Organização Mundial da Saúde divulgado nesta sexta-feira.

O número de vítimas disparou na Europa, chegando a ao menos 650, o que representa um aumento de mais de 85% em uma semana.

O continente americano ainda é o mais atingido pela pandemia com 5.360 mortos (554 só nesta semana), seguido pela Ásia-Pacífico com pelo menos 1.382 mortos (59 nessa semana).

O balanço anterior da OMS listava 6.750 mortos em 206 países e territórios.

 

30/11/2009 Mortes por gripe suína aumentam 16% em uma semana, diz OMS 

da Folha Online

O total de mortes causadas pelo vírus causador da gripe suína, como é chamada a gripe A (H1N1), aumentaram 16% em uma semana, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde). Conforme a organização, na última semana, houve, no mundo, 7.826 mortes em decorrência da doença, quase mil a mais que há sete dias --aumento equivalente a 16%.

O balanço anterior da OMS listava 6.750 mortos em 206 países e territórios.

O comunicado da OMS aponta que o número de vítimas disparou na Europa, chegando a pelo menos 650, o que representa um aumento de mais de 85% em uma semana.

No total, o número de pessoas que estiveram em contato com o vírus chega a 622.482, mas a OMS segue alertando que o número real é bem maior, pois os países --inclusive o Brasil-- não comunicam compulsoriamente todos os novos casos há meses.

Sobre os Estados Unidos, a OMS aponta que parece que a doença tenha alcançado um pico. Já no Canadá, as autoridades sanitárias estão em alerta pelo número crescente de pacientes hospitalizados.

O continente americano ainda é o mais atingido pela pandemia com 5.360 mortos (554 a mais que na semana passada), seguido pela região Ásia-Pacífico com pelo menos 1.382 mortos (59 a mais que na semana passada)(FOLHA ONLINE)

 

30/11/2009 América Latina receberá 200 mi de doses de vacina para gripe suína 

da Efe, em San José

Um total de 200 milhões de pessoas na América Latina e no Caribe, especialmente as que fazem parte dos grupo de risco, poderão começar a receber a vacina contra a gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)-- em dezembro, segundo informações da Organização Pan-Americana da Saúde (OPS).

A diretora da OPS, a argentina Mirta Roses, declarou nesta sexta-feira, em entrevista na Costa Rica, onde finaliza uma viagem de trabalho, que, no último dia 27 de setembro, a organização encomendou 200 milhões de doses.

Roses explicou que a vacina, cujo custo por dose é de US$ 7, começará a ser entregue aos países em meados de dezembro e que, em março, haverá um pico na produção dos quatro provedores com os quais a OPS trabalha.

A prioridade será imunizar os funcionários do setor de saúde e pessoas com fatores de risco como grávidas e diabéticos ou os que têm obesidade mórbida, males cardíacos ou respiratórios, entre outros. A vacinação "vai levar quase um ano [...] e para o próximo ciclo tomaremos a decisão sobre se este vírus será incorporado ao conjunto dos vírus da vacina estacional", disse a funcionária.

Roses explicou que, em junho, um painel de especialistas estudará a evolução da doença para determinar se começa a fabricar uma única vacina da gripe. "Estamos vigiando permanentemente o vírus para que não haja mutações. Houve algumas mutações, mas nenhuma significou uma mudança na conduta do vírus nem em sua transmissão", assegurou.(FOLHA ONLINE)

 

25/11/2009 Canadá recolhe lote de vacina contra gripe suína após alergia 

da France Presse, em Genebra

da Folha Online

Reações alérgicas graves à vacina contra o vírus H1N1 da gripe suína foram registradas recentemente no Canadá, causando o recolhimento de um lote do grupo farmacêutico GlaxoSmithKline, anunciou nesta terça-feira a OMS (Organização Mundial da Saúde).

Segundo um porta-voz da organização, autoridades canadenses estão investigando as causas da alergia. O número de casos não foi divulgado. A OMS informou ainda que, no momento, não recomenda vigilância especial das vacinas nem muda as recomendações a respeito.

O lote afetado --que continha um total de 172 mil doses de vacinas-- haviam sido distribuídas no final de outubro em seis das 13 Províncias canadenses, e a GSK pediu o recolhimento por precaução, após os casos de alergias graves.

Segundo Gwenan White, porta-voz da companhia, a GlaxoSmithKline no Reino Unido escreveu para profissionais de saúde em 18 de novembro pedindo que suspendam as vacinações.

"Nós aconselhamos profissionais de saúde a não usar as vacinas enquanto autoridades e a GlaxoSmithKline investigam", disse ela, acrescentando que um total de 7,5 milhões de doses da vacina haviam sido distribuídas no Canadá.

O porta-voz da OMS Thomas Abraham disse que o caso está sendo investigado, e reiterou que vacinas e medicamentos antivirais continuam a ser eficazes contra a gripe suína, "apesar das mutações do vírus registradas na Noruega e em Hong Kong".

"O vírus continua a ser estável em suas manifestações clínicas. Todos os vírus mudam, especialmente o da gripe, mas normalmente não tem grandes consequencias", afirmou.(Folha Online)

 

23/11/2009 OMS nega que vacina contra gripe tenha matado 41

AE-AP - Agencia Estado

GENEBRA - A Organização Mundial da Saúde (OMS) descartou hoje que a vacina contra a gripe suína tenha sido a causa das mortes de 41 pessoas que foram imunizadas contra o vírus H1N1.

A chefe da vacinação da OMS, Marie-Paule Kieny, disse que as mortes foram investigadas pelas autoridades de saúde e não foram provocadas pela vacina. Segundo ela, outros óbitos estão sob investigação.

A porta-voz da OMS Nyka Alexander disse que as 41 mortes examinadas aconteceram em seis países. Ela não soube informar quantos óbitos continuam sob investigação.

Especialistas em saúde têm monitorado a segurança da nova vacina contra a pandemia de Influenza A, que é ministrada a milhões de pessoas no mundo inteiro.

Kieny disse que apenas uma pessoa a cada 10 mil que foram vacinadas mostrou reação ao medicamento. Cinco em cada 100 reações foram sérias, disse.(estadão.com.br)

 

23/11/2009 Vacina contra gripe suína gera opiniões ambivalentes

New York Times

Quando digo a amigos que não são médicos que nossa clínica está vacinando crianças contra o vírus da gripe H1N1, ouço comentários variados. Com cerca da metade, é algo do tipo: "Ai, meu Deus, nosso médico não tem a vacina! Você me consegue uma dose?" E com a outra metade, é algo como, "Ai, meu Deus, aquela vacina totalmente nova --você realmente acha que é segura?"

Existe uma dualidade peculiar na mente cultural coletiva de hoje, um tipo de pensamento duplo pandêmico. Outros médicos que conheço estão todos imunizando avidamente seus filhos. Muitos estão atendendo chamadas frenéticas de pessoas desesperadas pela vacina. Porém, ao mesmo tempo, estamos encontrando pais determinados em recusar essa mesma vacina.

Imaginando o que a história pode ter a dizer sobre esse incongruente estado das coisas, chamei David M. Oshinsky, professor de história da Universidade do Texas e autor do livro ganhador do prêmio Pulitzer "Polio: An American Story" (Oxford, 2005). Oshinsky comparou a atual campanha de vacinação a duas situações anteriores.

Em 1947, um homem, que havia acabado de chegar do México em Nova York, morreu de varíola. As autoridades "movimentaram a cidade inteira" e vacinaram todas as pessoas, mesmo aqueles que já haviam sido vacinados, disse Oshinsky. "Toda a cidade foi revacinada", ele acrescentou, "e não houve resistência real. As pessoas tinham uma consciência do risco e da recompensa e ouviam as autoridades de saúde pública".

Em seguida houve os experimentos clínicos da vacina de pólio de 1954, onde pais voluntariaram mais de um milhão de crianças para receber uma vacina experimental ou um placebo. Embora eles acreditassem muito mais na profissão médica do que os pais de hoje, havia outro fator, disse Oshinsky: "Eles também haviam sobrevivido de períodos de epidemias virulentas. Para mim, esse é provavelmente a maior questão de todas. Você está lidando com pais que nunca viram uma epidemia de varíola, ou uma epidemia de pólio".

Poucos médicos na atividade hoje já presenciaram um único caso de varíola, muito menos uma epidemia (graças à vacinação). Porém, quando pediatras olham o subtipo atual da H1N1, a inclinação é de ficarmos com medo.

Casos graves dessa gripe são relativamente raros, mas acontecem; mais de 100 crianças já morreram da H1N1. As mortes parecem ocorrer desproporcionadamente em crianças e mulheres grávidas.

Então, damos a vacina H1N1 a crianças cujos pais estão quase chorando de medo do vírus, e tentamos ganhar a confiança daqueles pais que estão chorando de medo da vacina. Para eles, explicamos incansavelmente que, na verdade, esta não é uma vacina totalmente nova --ela é feita com a mesma técnica da vacina da gripe sazonal. Sim, já foi testada. Sim, é segura. Sim, é eficaz.

"Quando dei uma palestra a um grupo de pais na creche de minha filha", disse meu amigo Dr. Mitchell H. Katz, diretor de saúde pública de São Francisco, "aconselhei pais que estavam preocupados com os riscos da vacinação a dar a seus filhos --se estivessem saudáveis-- a vacina nasal, pois o que nossos filhos não colocam dentro de seus narizes?"

"Dada a variedade de vírus a que nossos filhos estão expostos em seus narizes, é muito difícil imaginar como a vacinação poderia ser tão diferente. Acho que muita gente foi consolada por isso".

Temor

A ambivalência por aí é tanta que alguns pais, antes tementes à vacina, agora têm medo de não consegui-la. "Eu ainda vejo as duas extremidades desta dicotomia", disse Dr. John Snyder, pediatra do Hospital St. Vincent, em Manhattan, acrescentando, "Este é um momento muito interessante. Não consigo me lembrar de parecido com isso antes".

Algumas semanas atrás, comandei um bate-papo no departamento de pediatria da Universidade Vanderbilt. O Tennessee foi atingido duramente pelo H1N1 em setembro e outubro, antes da disponibilização da vacina.

"Vi crianças bastante saudáveis ficarem doentes com muita rapidez sem nenhum diagnóstico primário identificado", disse Dr. Gregory Plemmons, professor-assistente de pediatria do Hospital Infantil Monroe Carell Jr., em Vanderbilt. Ele contou casos de crianças que precisavam de muito oxigênio, desenvolveram fluidos em seus peitos e ficaram no hospital por dias e dias.

Houve algumas mortes trágicas e aterradoras; li notícias sobre um aluno do jardim da infância --um menino saudável, sem asma, sem doenças cardíacas-- que morreu em Vanderbilt no início de setembro, e as reuniões posteriores mantidas em sua escola, com multidões de pais preocupados, sobre a desinfecção da escola e a limpeza dos 600 ônibus escolares do distrito.

Havia pouca vacina H1N1 disponível em começo de setembro, mas Plemmons disse que sua clínica havia recentemente recebido um suprimento limitado. "Acho que alguns pais estão clamando por ela, e alguns estão temerosos que a vacina seja simplesmente tão perigosa quanto a doença", disse ele.

Dr. Paul A. Offit, chefe de doenças infecciosas do Hospital Infantil da Filadélfia, escreveu extensivamente sobre vacinas e o movimento antivacina. A vacina H1N1 possui 60 anos de experiência e tecnologia por trás, disse ele; é segura, é claramente eficaz --e, mesmo assim, muita gente ainda tem dificuldade "em descobrir onde estão os riscos reais".

Offit imaginou se as pessoas estariam mais confortáveis com pecados de omissão do que de pagamento. Em vez de injetar uma substância exterior em seu corpo, continuou ele, "você correrá seus riscos com uma infecção natural por vírus, que pode ou não matá-lo".

Não estamos vendo uma epidemia de uma doença devastadora, pelo menos não agora. Contudo, estamos vendo muitas infecções com um vírus contra o qual as crianças não possuem imunidade, e que já causou mais mortes em crianças abaixo dos 5 anos do que veríamos em anos da gripe sazonal comum.

A disposição dividida do público em relação ao H1N1 --medo da vacina e medo de que não haja o suficiente dela-- lembra Offit de uma piada que Woody Allen faz em seu filme "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa". Uma mulher reclama que a comida num resort nas montanhas Catskills é terrível, e seu amigo concorda: "E porções tão pequenas!"

Então, sim, estou assustada. Fico preocupada com o H1N1 quando uma criança aparece com tosse e febre; me preocupo em não ser capaz de identificar aquela criança saudável que pode ficar muito doente, com muita rapidez. Esse é o seu pesadelo pediátrico básico: como julgar quais crianças provavelmente vão melhorar e quais vão ficar muito mais doentes, e até morrer? É por isso que me vejo tentando oferecer aos pais exatamente o que quero para meus próprios filhos: vacina, proteção, imunidade.

Na clínica, aconselhamos os pais a imunizar suas crianças, especialmente aquelas com asma ou outros problemas crônicos. "Pessoas por toda a cidade estão implorando por esta vacina", ouvi outro médico dizendo a uma mãe. "Temos muita sorte em tê-la aqui".(olhardireto)

 

23/11/2009 Gripe suína resistente a droga infecta 5 em Gales

Autoridades afirmam que pacientes já tinham outras doenças graves.

 Cinco pacientes em tratamento no Hospital Universitário de Cardiff, capital do País de Gales, foram infectados com uma variante do vírus da gripe suína resistente ao medicamento oseltamivir, também conhecido pelo nome comercial Tamiflu.

As autoridades britânicas destacaram que todos os infectados no hospital galês já vinham sendo tratados para doenças graves e que, nessas circunstâncias, o fato "não é inesperado".

Apesar da confirmação dos casos, os primeiros de transmissão entre pessoas da variável resistente à droga, as autoridades britânicas voltaram a recomendar neste sábado a vacinação contra o vírus H1N1.

"Uma das coisas que isso nos ensina é que a vacinação é ainda mais importante, principalmente a vacinação daquelas pessoas que estão no alto da lista de prioridades, aquelas que têm doenças crônicas dos tipos que origiram este problema", afirmou o doutor Roland Salmon, diretor do Centro de Doenças Infecciosas do Serviço Nacional de Saúde Pública de Gales.

Em todo o mundo, há por volta de 60 casos de pessoas infectadas por variantes do H1N1 resistentes ao oseltamivir.

Estoque

O governo da Grã-Bretanha comprou uma quantidade do remédio Tamiflu, usado para tratar os sintomas da gripe suína, reduzindo o ciclo do vírus e os riscos de complicações, suficiente para tratar metade da população.

Por isso, a disseminação da variante resistente ao medicamento está sendo tratada como uma ameaça à saúde pública.

Dos pacientes infectados em Cardiff, dois já se recuperaram e receberam alta, um está na UTI e outros dois em isolamento.

As autoridades sanitárias britânicas destacam, entretanto, que não há riscos imediatos para a população e que estão sendo realizados testes para descobrir exatamente o que aconteceu.

"Essas são circunstâncias muito especiais, e é preciso aguardar para ver se isso realmente aconteceria em uma comunidade em que a maior parte das pessoas tem sistemas imunológicos perfeitamente normais", afirmou o doutor Salmon.

A resistência ao medicamento mais popular contra o vírus não significa, segundo as autoridades, que não existam tratamentos alternativos para o H1N1

Médicos britânicos também insistiram que o tratamento à base de Tamiflu continuará a ser indicado para a maioria das pessoas.

O governo britânico afirma que atualmente 46 pessoas estão sendo tratadas por gripe suína em hospitais do País de Gales. Já foram registradas 21 mortes por causa do vírus no país.

Em todo o mundo, o número de infectados pela doença já passou de 715 mil, segundo BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC. (estadão.com.br)

 

17/11/2009 Governo compra 1º lote de vacinas contra gripe suína

AE - Agencia Estado

BRASÍLIA - O governo brasileiro fechou hoje a compra do primeiro lote de vacinas contra a gripe suína. Foi acertado que a empresa GSK, multinacional canadense, deverá fornecer 40 milhões de doses no primeiro semestre de 2010. Para financiar a aquisição, no valor de R$ 444,69 milhões, será usado parte do crédito suplementar de R$ 2,1 bilhões liberado em outubro pelo governo. O Ministério da Saúde ainda não definiu quem deverá ser vacinado.

Seis fornecedores de vacina foram convidados para apresentar propostas ao Brasil, mas somente a GSK e a Baxter, americana, participaram da negociação. De acordo com Ministério da Saúde, a escolha foi feita pelo menor preço. O preço unitário foi de US$ 6,43 - mais barato que o preço de referência internacional, de US$ 7 por dose.

A estimativa é a de que as primeiras doses cheguem ao País a partir de janeiro. Além do lote comprado da GSK, o Ministério da Saúde vai adquirir vacinas produzidas pelo Instituto Butantan e pelo Fundo Rotatório da Opas. Está prevista a abertura de licitação para compra de outro lote. O ministério, no entanto, ainda não acertou quanto ou quando as compras deverão ser realizadas. (estadão.com.br)

 

17/11/2009 Quadrilhas usam gripe suína para vender remédio falso na internet 

KATE KALLAND

da Reuters, em Londres

Quadrilhas estão faturando milhões de dólares com a gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)--, vendendo remédios falsificados via internet, informou a companhia de segurança de computadores nesta segunda-feira.

A Sophos, uma produtora britânica de software de segurança, anunciou ter interceptado milhões de mensagens de spam e sites contendo falsas mensagens farmacêuticas este ano, muitos dos quais oferecendo versões falsificadas de remédios de combate ao vírus H1N1, como o Tamiflu.

O Tamiflu, um medicamento comercializado pela Roche e conhecido em sua forma genérica como oseltamivir, é a principal droga recomendada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) para tratar e desacelerar o avanço dos sintomas da gripe. A GlaxoSmithKline produz o Relenza, outro medicamento antivírus usado no combate à gripe.

A Sophos afirmou que muitas das quadrilhas que divulgam esses anúncios operam a partir da Rússia e que os cinco países em que mais se compra versões falsas do Tamiflu e outros remédios on-line são os Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, Canadá e França.

Graham Cluley, porta-voz da Sophos, disse que uma "tendência preocupante" de formação de estoques já havia sido vista no Reino Unido, o país europeu mais atingido pela gripe suína, até o momento. "À medida que mais e mais casos de gripe suína vêm à luz, é essencial que nós resistamos à tentação, gerada pelo pânico, de adquirir Tamiflu on-line", disse.

"As quadrilhas que trabalham nos bastidores por meio de falsas drogarias on-line colocam a saúde, as informações pessoais e os detalhes de cartões de crédito de seus clientes em risco", afirmou.

A OMS, sediada em Genebra, que declarou a gripe suína uma pandemia em junho, atualizou sua orientação aos médicos na semana passada e determinou que medicamentos devem ser administrados antes mesmo de testes que provem que um paciente em risco porta o vírus.

A Sophos informou que as quadrilhas operam sites de vendas de remédios identificados como "Canadian Pharmacy" para se fazerem passar por páginas legítimas.(Folha Online)

 

17/11/2009 Rio Grande do Norte confirma sete mortes por gripe suína 

ESTELITA HASS CARAZZAI

da Agência Folha

A confirmação de sete mortes por gripe suína --a gripe A (H1N1)-- no Rio Grande do Norte, todas entre o final de outubro e o início de novembro, deixou em alerta autoridades de saúde.

Como forma de diminuir o número de ocorrências, médicos que trabalham em prontos-socorros no Estado passarão por um treinamento sobre a gripe A na próxima semana. O Rio Grande do Norte havia registrado apenas um óbito pela doença, em agosto.

Nas últimas três semanas, o número de casos suspeitos de gripe A, especialmente de ocorrências graves, aumentou significativamente no Estado, ao contrário do restante do Nordeste, que registra queda nas notificações desde setembro.

Na região, o Estado com mais mortes por gripe A é a Bahia, com 14. O Rio Grande do Norte vem logo depois.

A Secretaria Estadual da Saúde ainda não vê um motivo para o recente aumento, já que não houve, aparentemente, a ocorrência de nenhum fator que pudesse contribuir com a epidemia, como chuvas ou baixas temperaturas.

A subcoordenadora da Vigilância Epidemiológica potiguar, Juliana Araújo, diz que seis das sete vítimas da gripe possuíam fatores de risco, como gravidez e hipertensão. Ela afirma que os médicos do Estado estão atentos à doença desde maio. "Talvez a população tenha dado menos atenção à gripe porque a mídia parou de falar no assunto", diz.

Na opinião do presidente da Sociedade Potiguar de Infectologia, Henio Lacerda, porém, foi a desatenção de médicos e da população local que contribuiu para a ocorrência dos casos recentes. "Ouvi os próprios médicos dizerem que acharam que a doença tinha desaparecido. Só quando os pacientes foram para a UTI é que foi levantada a possibilidade da gripe A."

O Estado estuda a possibilidade de ampliar o número de leitos de UTI para pessoas com suspeita da gripe. Com o treinamento de médicos, a ideia é agilizar o processo de identificação dos sintomas da doença e o tratamento das vítimas.

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse nesta segunda-feira em Manaus (AM) que o número de casos da gripe caiu drasticamente no Brasil e que a situação está sob controle. Segundo ele, a preocupação agora é com a "segunda onda" da doença em 2010. Mas diz que o país terá "uma arma poderosa, que é a vacina" contra o vírus.(Folha Online)

 

16/11/2009 Gripe suína provoca pior temporada de gripe dos EUA desde 1997 

MAGGIE FOX

da Reuters, em Washington

A gripe suína, como é chamada a gripe A (H1N1), matou cerca de 3.900 americanos entre os últimos meses de abril e outubro, sendo mais de 500 crianças, disseram as autoridades sanitárias dos Estados Unidos na quinta-feira.

Novos dados mostram que a pandemia contaminou cerca de 22 milhões de americanos e obrigou à internação de 98 mil, de acordo com o Centro de Prevenção e Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês). Entre as crianças, houve 8 milhões de casos, 36 mil internações e 540 mortes. Em uma temporada comum de gripe, morrem em média 82 crianças.

O CDC disse que o vírus H1N1 provocou a pior temporada de gripe nos EUA desde 1997, quando o monitoramento começou. "O que estamos vendo em 2009 é sem precedentes", disse Anne Schuchat, diretora da entidade.

O CDC aconselha os médicos a tratarem rapidamente os casos severos com antivirais como o Tamiflu e o Relenza. Em casos especialmente graves, de pacientes internados, a prescrição é o Peramivir.

Schuchat salientou que a pandemia não está se agravando, mas lembrou que a coleta de dados sobre casos e mortes pode demorar. A cifra divulgada nesta quinta-feira não é uma contagem exata, e sim uma extrapolação com base em dados de dez Estados. A estimativa anterior do CDC era de 1.200 mortes nos EUA.

Em uma temporada normal de gripe, a doença mata 36 mil americanos e hospitaliza 200 mil. Mas 90% das mortes e hospitalizações são entre maiores de 65 anos. Com a gripe suína, 90% das vítimas são adultos jovens e crianças. Schuchat disse que a pandemia deve atravessar o inverno e chegar ao começo da primavera local. "Temos uma longa temporada de gripe pela frente", afirmou.

A maioria dos casos confirmados de gripe atualmente é do H1N1. Ao contrário do que acontece com outras infecções, cerca de 30 por cento das pessoas que vão ao médico e fazem o exame realmente têm a doença  pandêmica.(Folha Online)

 

16/11/2009 Argentina iniciará produção de vacinas contra a gripe suína 

da Folha Online

A Argentina começará a produzir a vacina contra a gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)--, que causou a morte de centenas de pessoas no país durante o inverno, anunciou nesta sexta-feira a presidente Cristina Kirchner. Segundo o Ministério de Saúde argentino, 600 pessoas morreram devido à doença no país.

Ao inaugurar em Buenos Aires um simpósio sobre células-tronco, a chefe do Estado afirmou que a produção da vacina exigirá "grande investimento" e a contratação de 250 profissionais altamente qualificados.

Cristina disse que a iniciativa será realizada por um laboratório argentino e outro estrangeiro, e revelou que, nesta quinta-feira (12), assinou um decreto que declara "de interesse nacional" a produção da vacina.

O surto da doença causou uma onda de medo e confusão entre os argentinos, especialmente em julho, quando os hospitais lotaram de pacientes e o governo suspendeu as aulas por um mês. A propagação da doença teve seu epicentro no México e expandiu-se rapidamente por todo o planeta. No Brasil a gripe suína provocou a morte de pelo menos 1.368 pessoas, segundo o Ministério da Saúde.(Folha Online)

 

16/11/2009 Mais de 6 mil já morrem com gripe suína, informa OMS

AE - Agencia Estado

GENEBRA - Mais de 6.250 pessoas morreram em consequência da pandemia da influenza A H1N1, mais conhecida como gripe suína, segundo informou a Organização Mundial de Saúde (OMS), destacando que a taxa de mortes global aparentemente desacelerou. Na semana passada, o número de mortos da pandemia cresceu em torno de 179, contra 224 da semana anterior e 700 na última semana de outubro.

A pandemia se estende agora por meio de 206 países ou territórios, de acordo com comunicado divulgado pela OMS. A agência de saúde ligada à ONU disse que a temporada de influenza mostrou sinais de estar alcançando o auge na América do Norte, mas estava se intensificando através de grande parte da Europa e Ásia Central e do Leste.

"Uma atividade de influenza muito intensa e aumentando continua a ser reportada na Mongólia, com um severo impacto sobre o sistema de saúde", diz a OMS. Contudo, depois de investigar o repentino informe de rápido aumento nos casos de gripe na Ucrânia nas últimas semanas, a agência descobriu que o vírus da gripe suína não tem mostrado sinais de fortalecimento.

"As análises iniciais de informações indicam que os números de casos severos não parecem ser excessivos quando comparados à experiência de outros países e não representa qualquer mudança na transmissão ou virulência do vírus", diz o comunicado da OMS.

As Américas ainda respondem pelo maior número de mortes, 4.512 desde que o vírus foi identificado pela primeira vez em abril no México e nos EUA, com um aumento de 113 mortes na última semana.

No entanto, o número de mortes reportadas na Europa permaneceu estável em pelo menos 300, com sinais de que o número de casos da pandemia estava alcançando o auge em partes do Reino Unidos, notadamente na Irlanda do Norte, assim como na Irlanda e na Islândia.

Nas últimas semanas foram reportados acentuados aumentos no número de casos em várias nações da Ásia ocidental e do sul, incluindo Israel e Afeganistão, enquanto houve um crescimento nos números de casos na China e Japão. (estadão.com.br)

As informações são da Dow Jones.

 

16/11/2009 Espanha inicia campanha de vacinação contra gripe suína 

da Associated Press

da Folha Online

O Ministério da Saúde da Espanha iniciou nesta segunda-feira uma campanha nacional de vacinação contra a gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1), que prevê imunizar ao menos 20% da população de cerca de 45 milhões.

Segundo estimativas do ministério, a nova gripe matou 91 pessoas no país.

As vacinas serão disponibilizadas, seguindo as recomendações da OMS (Organização Mundial de Saúde), primeiramente para os grupos prioritários --pessoas com doenças crônicas, mulheres grávidas, trabalhadores da área de saúde e funcionários do governo, como policiais e bombeiros.

Sintomas

A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada em laboratório.

O tratamento precoce com os antivirais Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da infecção, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).(Folha Online)

 

12/11/2009 OMS receberá 50 milhões de doses de vacina contra gripe suína

ImprimirEnviarCorrigirNotícias SMSFale ConoscoA Organização Mundial de Saúde (OMS) receberá 50 milhões de doses de vacinas contra a gripe suína da farmacêutica GlaxoSmithKline. As doações, destinadas a 95 países em desenvolvimento, começarão a ser entregues no fim do mês e devem ser concluídas até maio de 2010.(Último Segundo)

 

12/11/2009 China fecha empresa que vendia ilegalmente máscaras contra a gripe suína

da Efe, em Pequim (China)

da Folha Online

A Administração Estadual de Alimentos e Remédios fechou uma fábrica têxtil em Tianjin (noroeste da China) que vendia ilegalmente máscaras para proteção contra o vírus da gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1).

A fábrica, segundo reportagem do jornal "China Daily", não tinha autorização para produzir itens de uso médico.

A empresa Mingda, dona da fábrica e com sede na Província vizinha de Hebei, vendeu cerca de 5.000 unidades da máscara "antigripe A (H1N1)" que disse ter inventado a US$ 1,5 (cerca de R$ 2,50).

O Ministério de Saúde chinês informou na semana passada que "todas as máscaras podem prevenir gripes e bactérias".

Um especialista do Instituto Técnico de Física e Química afirmou ao jornal que realizou testes de laboratório com a máscara e que ela previne contaminação por alguns tipos de bacilos, estafilococos e bactérias Molina. Ele ressaltou que o produto não pode ser vendido como máscara "antigripe A (H1N1)".

As farmácias chinesas já retiraram o produto das prateleiras e não se sabe se a empresa chegou a exportar as máscaras.

Na semana passada, a OMS (Organização Mundial de Saúde) afirmou que a epidemia está crescendo na China, um dos países que adotou uma campanha ampla de vacinação para tentar conter a propagação do vírus.

Até semana passada, a China confirmou 55 mil casos da gripe A, entre os quais 16 mortes. Ainda segundo dados do governo, 176 pessoas estão internadas em estado grave por causa do vírus.

Sintomas

A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada em laboratório.

O tratamento precoce com os antivirais Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da infecção, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).(Folha Online)

 

12/11/2009 Italiano inventa "porta-água benta" para evitar gripe suína 

da Reuters, em Roma

Um inventor italiano combinou fé e engenhosidade para que os fiéis mantenham as tradições sem precisar temer o contágio pela gripe suína --como é conhecida a gripe A (H1N1)--, criando assim um "porta-água benta" eletrônico.

O dispositivo de terracota, usado na cidade de Fornaci di Briosco, no norte da Itália, funciona como um dispensador automático de sabão em sanitários públicos. Basta que o fiel mexa a mão sob um sensor que a máquina espirra água benta.

O padre Pierangelo Motta disse que inicialmente as pessoas ficaram "um pouco chocadas com a inovação tecnológica, mas em seguida a saudaram com grande entusiasmo e alegria." "Os membros desta paróquia já se acostumaram", acrescentou.

Ao entrar e sair das igrejas, os católicos costumam mergulhar a mão em pias cheias de água benta para, então, fazer o sinal da cruz. Por medo de contrair a gripe suína, muita gente na Itália, onde já houve 15 mortes pela doença, havia abandonado a prática. Luciano Marabese, o inventor, disse que estava preocupado com a perda dessa tradição, e que ele próprio agora voltou a se benzer.

"Após todas as notícias de que algumas igrejas, como a catedral de Milão, estavam suspendendo o uso das pias com água benta como medida contra a gripe H1N1, os pedidos para a minha invenção dispararam para as estrelas. Já recebi encomendas de todo o mundo", contou ele.

A fiel Marta Caimm elogiou a invenção. "Graças a isso não estamos mais preocupados em pegar a gripe. É a coisa certa para estes tempos."(Folha Online)

 

12/11/2009 Vacinas contra gripe suína podem chegar à América do Sul neste ano 

da Efe, em Quito

A ministra da Saúde equatoriana, Caroline Chang, informou nesta quinta-feira que uma parte das vacinas contra a gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)-- destinada aos países da Unasul (União de Nações Sul-Americanas) pode chegar à região no final de ano.

Consultada pela rádio Sonorama sobre a aquisição das vacinas, Caroline disse que "ainda não há uma data exata".

Recentemente, a ministra disse que foi feito um primeiro pedido conjunto à OMS (Organização Mundial da Saúde), por parte da Unasul, de 200 milhões de doses da vacina para a região. "Anunciaram que uma parte possivelmente chegará no final de dezembro e outra entre janeiro ou fevereiro de 2010", disse a ministra.

"Os casos da influenza continuam", disse Caroline, e afirmou que "não houve uma segunda onda" de contágios no país, onde foi registrado um total de 1.494 casos confirmados e 82 mortes em decorrência da doença.

Dos 1.494 casos confirmados por laboratório, a maior parte foi registrada na Província de Pichincha, nos Andes, com 414 infectados, seguida pela de Guaias, com 380 casos.(Folha Online)

 

12/11/2009 OMS recomenda antivirais para evitar mortes por gripe suína 

LAURA MACINNIS

da Reuters, em Genebra

Medicamentos antivirais são capazes de evitar mortes pela gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)-- e devem ser receitados rapidamente a grávidas, crianças pequenas e pessoas com problemas médicos subjacentes que ficarem doentes, afirmou a OMS (Organização Mundial da Saúde) nesta quinta-feira.

Ao anunciar uma mudança na diretriz para os médicos, a OMS disse que os remédios devem ser ministrados antes mesmo de ficar pronto o resultado do teste que confirma o vírus. "Nós atualizamos as nossas diretrizes clínicas para enfatizar que a busca precoce de atendimento médico é capaz de salvar vidas", disse Nikki Shindo, do programa global de influenza da OMS, a jornalistas em uma teleconferência.

A cepa H1N1, declarada pandemia global pela OMS em junho, pode causar pneumonia grave em pessoas saudáveis. Ela já matou mais de 6.000 pessoas e se disseminou por 199 países desde que foi descoberta na América do Norte no primeiro semestre deste ano.

Grávidas, crianças com menos de 2 anos e pessoas com problemas respiratórios e outras doenças estão sob risco maior para os efeitos graves da gripe suína, que pode se desenvolver em uma semana após a infecção. "A janela de oportunidade é muito pequena para reverter a progressão da doença", afirmou Shindo. "O medicamento precisa ser administrado antes que o vírus destrua os pulmões."

As novas diretrizes clínicas também recomendam que as pessoas fora do grupo de risco que apresentem "sintomas com piora acelerada ou persistente", tais como problemas para respirar ou febre alta por mais de três dias, tomem os antivirais. Eles devem ser receitados por um médico e as pessoas que têm apenas um resfriado normal não precisam tomá-los, ressaltou Shindo.

O Tamiflu --antiviral comercializado pela Roche Holding, da Suíça, e cujo nome genérico é oseltamivir-- é a droga de linha de frente recomendada pela OMS como forma de tratar e desacelerar a progressão dos sintomas da gripe. Outras empresas, incluindo a Cipla Ltd, da Índia, produzem versões genéricas do Tamiflu. O vírus não mostrou muita resistência à droga em parte porque a nova cepa não apresentou mutação nem se modificou à medida que se propagou pelo mundo.

Shindo afirmou que o vírus é "surpreendentemente estável", refletindo o fato de que pode romper com facilidade o sistema imune de pessoas sem defesas naturais contra a cepa, nunca vista antes de sua emergência nos Estados Unidos e no México.

Muitos hospitais e clínicas, especialmente nos países mais pobres, têm ficado sobrecarregados com pacientes em busca de assistência para o H1N1 enquanto o hemisfério Norte entra na temporada de gripe do inverno. Shindo afirmou que o tratamento precoce de pacientes graves e de risco com o oseltamivir pode ajudar a enfraquecer a cepa.

A OMS enviou drogas antivirais a 72 países em maio, quando a pandemia começou a ganhar força, e recentemente enviou estoques de medicamentos ao Afeganistão, à Mongólia, a Belarus e à Ucrânia. Em breve enviará mais suprimentos ao Azerbaijão e ao Quirguistão.(Folha Online)

 

11/11/2009 Butantan quer duplicar vacinas contra a gripe suína 

MÁRCIO PINHO

da Folha de S.Paulo

A Fundação Butantan quer tornar a vacina contra a gripe suína acessível ao maior número de grupos de risco possível na vacinação do próximo ano, já que ela não estará disponível para toda a população.

Esse é um dos planos da nova gestão, encabeçada pelo presidente José da Silva Guedes --ex-secretário estadual da Saúde (gestão Covas)-- e o superintendente-geral Hernan Chaimovich --professor de bioquímica da USP.

Eles assumiram a fundação em outubro, um mês após o Ministério Público denunciar desvio de R$ 35 milhões na fundação, levando à renúncia do então presidente Isaías Raw --hoje no Conselho Científico.

FOLHA - A fundação tentará tornar a vacina disponível ao maior número de pessoas possível?

JOSÉ DA SILVA GUEDES - Nesse momento há uma sede por vacina H1N1 no mundo. E não há volume suficiente. Os Estados Unidos não vão vacinar a população toda. Eles estão vacinando crianças, profissionais da saúde etc. Se uma das nossas expectativas se verificar, temos chance de usar metade da dose para cada pessoa usando um produto (adjuvante) do Butantan. Então os 17 milhões seriam transformados em 34 milhões. Isso, para a estratégia do Ministério da Saúde, será importante.

FOLHA - A produção da vacina contra a gripe comum será afetada?

HERNAN CHAIMOVICH - As 22 milhões de doses estão garantidas.

FOLHA - E a fábrica de vacinas contra a gripe construída no Butantan? O governo anunciou que ela começaria a produzir em anos anteriores, mas ainda está em certificação pela Sanofi Pasteur, que transferiu tecnologia. Houve até contestação da licitação na Justiça.

GUEDES - São esses os riscos que você corre quando faz coisas. Certamente o Isaías Raw ficou muito chateado quando a licitação foi anulada.

CHAIMOVICH - Uma fábrica de um produto desses, você aprende quando você constrói o prédio, os equipamentos e quando começa a produzir. Os técnicos da Sanofi estiveram aqui durante três semanas percorrendo o processo. Para mim, gestor, foi extremamente satisfatório constatar a qualidade do pessoal que foi treinado. A certificação de uma vacina viral é algo que se tem que olhar desde a qualidade do ovo que se usa para inocular o vírus até a limpeza do chão. Você testa o processo de produção, observa o treinamento, como se desfaz de sobras. Nós passamos por isso.

FOLHA - A produção da vacina contra a gripe suína, que será nessa fábrica, pode atrasar?

CHAIMOVICH - Não. Será tudo nos prazos solicitados pelo Ministério da Saúde.

GUEDES - A ideia é durante 2010 estarmos no processo de produção, inoculando nossos ovos. A previsão é trabalhar com 200 mil doses por dia.

FOLHA - Como vê a denúncia de desvio de R$ 35 milhões?

GUEDES - Houve um acidente de percurso e há uma investigação. Isso é objeto do promotor Airton Grazzioli e sua equipe.

FOLHA - O Ministério Público considerou a gestão anterior "caseira"?

GUEDES - Essa é uma informação que eu recebo da Curadoria de Fundações. A nossa ideia é, daqui para a frente, colaborar para que a estrutura de trabalho dessa fundação seja mais atualizada e mais competente. Há uma substância que espero que o ministério dê ênfase na utilização que é o surfactante, um produto que ajuda o recém-nascido prematuro a abrir os alvéolos pulmonares. Isso diminui a mortalidade infantil.(Folha Online)

 

11/11/2009 Fechada empresa que produzia máscaras ineficazes contra gripe

As autoridades chinesas fecharam uma empresa que dizia que suas máscaras protegiam do vírus AH1N1, causador da gripe suína e que infectou mais de 480 mil pessoas no mundo todo, das quais 6.070 morreram.

Coube à agência chinesa de alimentos e medicamentos (SFDA, na sigla em inglês) a decisão de fechar a fábrica, localizada em Tianjin, no nordeste do país, e que tinha começado a produzir "máscaras anti-AH1N1" mesmo sem ter formas para fabricar produtos médicos, informou hoje o jornal China Daily.

A companhia, chamada Mingda e cuja sede fica na província de Hebei, vendeu cerca de 5 mil unidades de suas máscaras, ao preço de US$ 1,5 a unidade.

No entanto, na semana passada, o Ministério da Saúde informou que a máscara não era capaz de proteger do vírus da gripe A.

"Nenhuma máscara consegue prevenir gripes e bactérias", disse Shu Yuelong, diretor do Centro de Pesquisa Nacional para a Gripe.

A informação foi confirmada por laboratórios no que se refere ao produto da Mingda, que só previne de alguns tipos de bacilos, estafilococos e bactérias Molina.

A Mingda não respondeu às perguntas da imprensa, e as farmácias de Pequim pararam de vender as máscaras da fabricante. Até o momento, ninguém sabe se a empresa exportou seu produto.

Na semana passada, a Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que a epidemia da doença está crescendo na China, um dos 20 países a lançar campanhas de vacinação contra a nova gripe.

Até a semana passada, a China havia confirmado 55.000 casos da nova gripe e 16 mortes pela doença. (Terra)

 

11/11/2009 New Jersey Nets confirma ala com gripe suína na equipe

De fora da equipes desde a derrota para o Denver Nugget na última quarta-feira, o ala segundo-anista Chris Douglas-Roberts, do New Jersey Nets, foi confirmado com a Gripe tipo A (H1N1), conhecida como gripe suína.

Em comunicado oficial, a equipe disse que o jogador está sendo tratado de acordo com a doença e o time tem seguido à risca as precauções médicas indicadas pela organização mundial de saúde e pela própria NBA.

O treinador dos Nets, Lawrence Frank, explicou que todo resto do time tomará um comprimido do remédio Tamiflu nos próximos dez dias como forma de precaução.

O técnico ainda disse que não sabe mais quanto tempo Douglas-Roberts ficará fora da equipe por conta da doença, mas a recuperação do atleta está bem. “Falei com ele nos últimos dias e não está se sentindo muito nem ainda”, explicou.

A doença, que agora chega com força ao hemisfério norte por conta do inverno, já é uma série preocupação na equipe, e não apenas pelo companheiro de time doente.

“Esse problema de muito sério, mas não apenas pelo Chris. Quando vou à mercearia pela manhã, muitas pessoas estão tossindo lá também. É algo que está no ar em todos os lugares nesse momento”, disse o ala veterano Bobby Simmons.(Uol)

 

11/11/2009 EUA vivem corrida por vacina contra gripe suína

AE - Agencia Estado

NOVA YORK - Maior economia do mundo e por muitos anos símbolo de organização, os Estados Unidos vivem cenas de países subdesenvolvidos na vacinação de seus habitantes contra o vírus da Influenza A (H1N1), popularmente conhecida como gripe suína. Falta de vacinas, mulheres inventam gravidez para passar na frente, outros furam filas e bancos de investimentos conseguem doses para seus funcionários com mais facilidade do que hospitais. Para completar, redes de TV conservadoras exibem reportagens alarmistas de pessoas que morreram ou adquiriram doenças pouco comuns após serem vacinadas.

O problema começou com o governo norte-americano prometendo prover mais vacinas do que as indústrias farmacêuticas eram capazes de fabricar. No fim, conseguiu distribuir um quinto do previsto, suficiente para um décimo da população dos EUA. Temendo ficar sem vacina, muitas pessoas formaram longas filas diante de postos de vacinação.

A prioridade do governo é vacinar todas as crianças e adolescentes de 6 meses a 19 anos. Adultos com mais de 50 anos, pessoas de qualquer idade com problemas de saúde, mulheres grávidas, médicos e enfermeiros também devem ser imunizados contra o vírus.

Quem não se encaixa nesse perfil e quer receber a vacina precisa recorrer muitas vezes a trapaças. Para uma mulher, basta dizer que está grávida. Por maior que seja a suspeita das autoridades de saúde, elas não têm o direito de questionar os pacientes. O mesmo vale para homens que argumentam ser diabéticos, conforme relatam órgãos de imprensa. Além disso, devido ao frio em muitas partes dos EUA, pessoas aproveitaram para guardar lugares na fila durante a noite para vender a vaga no dia seguinte. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (estadão.com.br)

 

11/11/2009 França faz campanha de vacinação contra gripe suína

AE-AP - Agencia Estado

PARIS - Em uma iniciativa com o objetivo de impedir a disseminação do vírus da Influenza A (H1N1), popularmente conhecida como gripe suína, o governo francês iniciou hoje uma campanha para vacinar os chamados grupos de risco. A campanha convida seis milhões de pessoas a comparecer a centros especiais de vacinação. O grupo convidado inclui gestantes e aqueles com doenças crônicas.

A partir do dia 25 a vacina estará disponível para todas as crianças em idade escolar. Os trabalhadores do sistema de saúde do país também poderão se imunizar. As vacinas são cobertas pelo sistema nacional de saúde.

A França teve, até o momento, 57 mortes relacionadas à nova gripe, cerca de metade delas em territórios ultramarinos. Ainda não se sabe, porém, se a campanha será capaz de mobilizar os franceses. Uma pesquisa realizada na semana passada no país mostrou que três em cada quatro pessoas não pretendiam tomar a vacina. (estadão.com.br)

 

11/11/2009 Jogador dos Nets é diagnosticado com gripe suína

O New Jersey Nets anunciou que o ala-armador Chris Douglas-Roberts contraiu o vírus da gripe suína. O jogador já estava afastado por estar com sintomas de gripe.

O presidente dos Nets, Rod Thorn, confirmou neste sábado que Douglas-Roberts testou positivo para o vírus H1N1. Thorn disse que o jogador já está sendo tratado e que a equipe tomará todas as providências que a NBA recomenda.

A doença é mais uma baixa no time dos Nets que já sofre com várias contusões e ainda não venceu uma partida nesta temporada em seis jogos realizados. Esta marca é a pior da história da franquia. Douglas-Roberts tem médias de 15, 6 pontos e 4,8 rebotes por jogo nesta temporada.(UOL)

 

4/11/2009 Gripe suína mata 7 indígenas em tribo na Amazônia, diz ONG

A gripe suína atingiu uma tribo isolada de indígenas na floresta amazônica, causando sete mortes nas duas últimas semanas, disse neste quarta-feira a Survival International.

Outros mil membros da tribo yanomami na Venezuela teriam sido contaminados pela gripe, de acordo com o grupo de proteção aos direitos dos povos indígenas.

Cerca de 32 mil índios yanomamis vivem na região de fronteira do Brasil com a Venezuela, formando a maior tribo relativamente isolada da Amazônia.

Há uma preocupação de que a gripe possa se espalhar pela região e causar mais mortes entre os indígenas, que têm pouca resistência a vírus introduzidos em suas comunidades.

O diretor da Survival, Stephen Corry, disse que a situação é crítica e que os governos de Venezuela e Brasil devem agir imediatamente para deter a epidemia e melhorar as condições de saúde dos yanomamis.

"Se eles não agirem, podemos ver mais uma vezes centenas de yanomamis morrendo de doenças tratáveis. Isso seria devastador para essa tribo isolada, cuja população se recuperou apenas recentemente das epidemias que dizimaram seu povo 20 anos atrás", disse em comunicado.

Cerca de 20 por cento dos yanomamis morreram de gripe, malária e outras doenças disseminadas nos anos 1980 e 1990 quando garimpeiros invadiram seu território, de acordo com a  ONG.

O governo da Venezuela fechou a fronteira e enviou equipes médicas à região.

O vírus H1N1 ¿ termo médico correto para a gripe suína ¿ espalhou-se pelo mundo e matou cerca de 5.000 pessoas desde seu surgimento este ano, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). (Terra)

 

4/11/2009 Casa Branca nega envio de vacina da gripe suína para Guantánamo

da Reuters, em Washington

A Casa Branca negou nesta terça-feira que estivesse enviando vacinas contra o vírus da gripe suína, como é chamada a gripe A (H1N1), para a prisão de Guantánamo.

"Não há vacina em Guantánamo e nenhuma vacina está sendo enviada para a prisão", disse o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, em seu informe diário à imprensa.

Os norte-americanos estão fazendo fila para serem vacinados contra o vírus H1N1, que provoca a popularmente conhecida gripe suína.

A doença já matou ao menos mil norte-americanos e infectou outros 5 milhões.

Por causa da pouca quantidade de vacina, as clínicas limitaram sua distribuição aos grupos de alto risco, mas mesmo muitos deles não conseguiram ser vacinados.

Um porta-voz do Departamento da Defesa disse que a vacina seria oferecida a cerca de 300 detidos em Guantánamo, provocando críticas de alguns políticos conservadores e comentaristas.

"Não sei o que o Pentágono disse, mas a resposta às perguntas sobre se havia ou não uma vacina lá, ou se alguma vacina estava a caminho é não", disse Gibbs.

Os Estados Unidos ordenaram até 250 milhões de doses de vacina H1N1 de cinco empresas --MedImmune, uma unidade da AstraZeneca, Sanofi-Aventis, Australia's CSL, GlaxoSmithKline e Novartis.(Folha Online)

 

4/11/2009 Gripe suína preocupa Inter de Milão em Kiev

AE-AP - Agencia Estado

KIEV - Além da situação complicada que vive no Grupo F da Liga dos Campeões da Europa, a Inter de Milão está preocupada com outro fator para o jogo de quarta-feira, contra o Dínamo de Kiev: a epidemia de gripe suína na Ucrânia. As autoridades ucranianas chegaram a pedir o adiamento da partida, mas a Uefa resolveu mantê-la.

A Ucrânia é um dos países europeus mais afetados pela epidemia de gripe suína, o que fez o governo local fechar algumas escolas e proibir grandes aglomerações públicas, mas a realização do jogo entre Dínamo de Kiev e Inter de Milão, nesta quarta-feira, pela quarta rodada da Liga dos Campeões da Europa, está mantida.

Apesar disso, a Inter promete esquecer os problemas externos para se concentrar na busca da vitória, que é fundamental para manter suas chances de classificação. Como empatou nas três primeiras rodadas, o time de Milão está na lanterna do Grupo F, um ponto atrás das outras três equipes: Barcelona, Dínamo de Kiev e Rubin Kazan.(estadão.com.br)

 

4/11/2009 Grávidas devem receber vacina contra gripe suína, diz OMS

Reuters

GENEBRA - Mulheres grávidas e outras pessoas em situação de risco no hemisfério norte devem ser vacinadas contra o vírus H1N1 da gripe suína quando o tempo começar a esfriar, com a chegada do inverno a essa parte do mundo, diz a Organização Mundial da Saúde (OMS).

 O órgão da ONU manifestou o temor de que as pessoas que mais precisam da vacina venham a evitá-la. A OMS insiste que a vacina não causou efeitos colaterais incomuns em centenas de pessoas que já a receberam em todo o mundo.

"Certamente, o fato de que a vacina não está sendo usada por aqueles que teriam acesso a ela e que teriam prioridade nos preocupa, sim", disse o porta-voz da OMS, Gregory Hartl.

Pelo menos 5.712 pessoas morreram por causa do vírus causador dessa gripe, de acordo com a organização. Funcionários de serviços de saúde, grávidas e pessoas com problemas como asma são consideradas de alto risco para a doença, e devem receber prioridade na imunização.

 Uma epidemia de gripe na Ucrânia - com mais de 250.000 casos registrados e 70 mortes até agora - pode ser um "alerta antecipado" á medida que o inverno boreal se aproxima, disse a OMS.

 "A epidemia na Ucrânia pode ser um indicativo de como o vírus pode se comportar no hemisfério norte durante a temporada de inverno, particularmente na situação de atendimento à saúde tipicamente encontrada na Europa Oriental", disse nota da organização(estadão.com.br)

 

4/11/2009 Guaratinguetá, em SP, confirma segunda morte por gripe suína

Comentários..SÃO PAULO - Uma mulher de 42 anos morreu vítima de gripe suína em Guaratinguetá. Ela havia sido atendida em Aparecida. A confirmação da doença foi divulgada pela Prefeitura de Guaratinguetá. Foi o segundo caso registrado na cidade.

A nova gripe já fez 32 vítimas na região. Três delas foram na região de Bragança Paulista, 6 em São José dos Campos, 2 no litoral norte, 6 em Taubaté, 2 em Guaratinguetá, 3 em Lorena, 1 em Caçapava, 2 em Jacareí, 1 em Campos do Jordão, 1 em Potim, 1 em Redenção da Serra, 2 em Pindamonhangaba e outras 2 confirmadas pela Secretaria Estadual de Saúde, mas sem localidade revelada.(O Globo)