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CLIPPING - MAIO/09 |
| — clipping: próximo |
| 28/5/09 | Casos de gripe suína dobram na Austrália |
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Especialistas suspeitam que embarcação com passageiros contaminados
possa ser o motivo de contaminação. De
Sydney para a BBC Brasil - O governo da Austrália confirmou,
nesta quinta-feira, que o número de casos de gripe suína no país dobrou
para mais de 100 apenas nas últimas 24 horas. BBC
Brasil |
| 28/5/2009 | Casos de gripe suína passam de 19 para 37 na Argentina |
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SÃO PAULO - Em 48 horas, os casos de influenza A (H1N1), a
gripe suína, duplicaram na Argentina. O número de casos confirmados
passou de 19 para 37, até ontem à noite, segundo o boletim do Ministério
de Saúde do país. Os novos contaminados, em grande parte, são alunos de
um colégio no bairro portenho de Belgrano, que tiveram algum contato com
uma garota infectada que havia viajado para Orlando, nos Estados Unidos.
Sete escolas do país suspenderam as aulas até o dia 8 de junho. Agencia
Estado |
| 28/5/2009 | Casos de "gripe suína" triplicam na Austrália |
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O governo da Austrália confirmou, nesta
quinta-feira, que o número de casos de "gripe suína" (rebatizada de gripe A H1N1) no país dobrou para 148 apenas nas
últimas 24 horas. Na opinião de especialistas, o rápido alastramento se
deve ao navio Pacific Down, um cruzeiro que ancorou em Sydney mesmo depois
de ter casos suspeitos a bordo. Autoridades
australianas haviam permitido que os 2 mil passageiros desembarcassem no
porto de Sydney mesmo com a suspeita. Mais tarde, pelo menos 20
passageiros e três funcionários foram diagnosticados com o vírus, o
que, segundo especialistas, pode ter sido a razão para o aumento
repentino da gripe no país. O
navio está se dirigindo à cidade de Brisbane com os passageiros em
quarentena. Eles receberão assistência médica ao chegarem ao porto.
Como medida de prevenção, a embarcação teve viagens futuras
canceladas. Casos
moderados Segundo
a ministra da Saúde, Nicola Roxon, os casos de gripe suína são
moderados, com apenas quatro pessoas hospitalizadas. Seis dos oito estados
e territórios australianos possuem o vírus A(H1N1). Segundo
Roxon, mais de 10 mil doses de um antiviral foram liberados pelo governo
para o Estado de Victoria, que possui mais da metade dos casos de gripe suína
no país. O
governo federal solicitou também 10 milhões de doses de vacina contra a
gripe, esperando distribuí-las nos próximos meses. Por
enquanto, autoridades disseram que aqueles identificados com o vírus e
tratados de imediato estão se recuperando muito rápido com o auxílio
dos antivirais. Além
disso, o governo australiano começou a transmitir propagandas televisivas
advertindo sobre o vírus e com medidas de prevenção, incluindo dicas básicas
de higiene e o que fazer no caso de manifestar sintomas da gripe. Em
entrevista à imprensa local, o presidente do serviço médico do país,
John Bishop, disse que as autoridades tiveram tempo de organizar estratégias
e começar preparações para lidar com a gripe por conta do alastramento
tardio do vírus no país. Alastramento
Apenas
no estado de Victoria, foram 19 novos casos em poucas horas com pessoas
com idade entre seis e 44 anos, incluindo 14 estudantes mirins. Algumas
escolas em Melbourne foram fechadas, enquanto outras fornecem explicações
sobre como prevenir a doença aos alunos. Alguns
especialistas temem que a gripe possa se transformar em epidemia no país,
afetando até 25% da população. Cerca
de 20 comissários de bordo da companhia aérea australiana Qantas que
tiveram contato com vítimas da gripe durante voos estão em quarentena
por precaução, assim como outras centenas de australianos. Em
todo o mundo, cerca de 48 países foram afetados com o vírus, e mais de
13 mil pessoas foram contaminadas pela gripe, que contabiliza 100 mortes
até o momento. Os
sintomas da influenza A (H1N1) são similares aos de gripe comuns,
incluindo febre, tosse, dor de cabeça, de garganta, dores no corpo e
corrimento nasal. BBC
Brasil |
| 28/5/2009 | Décimo caso de gripe suína do país é do Rio |
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RIO
DE JANEIRO - É de uma pessoa que mora no Rio de Janeiro o décimo caso
confirmado da gripe suína no Brasil – e o quarto na cidade. O Ministério
da Saúde não informou o sexo do paciente. É a primeira vez que procede
desta forma, desde quando foram notificados os primeiros casos no país.
As secretarias municipal e estadual de Saúde também não deram mais
informações: a medida visaria a preservar a identidade do paciente e
evitar algum estigma social, atendendo a recomendações da Organização
Mundial de Saúde. A pessoa infectada pegou a gripe suína nos Estados
Unidos. Os
EUA são o país mais atingido pela gripe suína, com 6.764 casos e dez
mortes, segundo dados atualizados ontem pela Organização Mundial de Saúde.
No site do Ministério da Saúde há a informação de que o novo
infectado, que contraiu a doença nos EUA, não está internado, mas sim
em tratamento domiciliar, e passa bem. O
paciente viajou aos EUA no dia 14 de maio e retornou ao Brasil em 21 de
maio. No dia seguinte, começou a apresentar os sintomas - tosse seca,
cefaléia, mal estar e febre com temperatura aferida acima de 38 graus. No
dia 24 de maio, domingo passado, procurou um médico. É
o segundo caso no Rio de uma pessoa que contraiu a doença no exterior. O
primeiro infectado, um jovem de 21 anos, morador da Ilha, adoeceu após
voltar de Cancún, no México. Ele transmitiu a doença para um amigo de
29 anos, que por sua vez contagiou a própria mãe. Todos já receberam
alta. Agora,
somam 10 os casos confirmados no país, mas oito dos pacientes já
receberam alta. Um paciente homem, de São Paulo, ainda está internado.
Dos casos confirmados da doença, além dos quatro do Rio, há três em São
Paulo. Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina têm uma ocorrência
cada. O Ministério da Saúde acompanha ainda 16 casos suspeitos, em oito
estados. JORNAL
DO BRASIL |
| 27/5/2009 | Ministério da Saúde confirma décimo caso de gripe suína no Brasil |
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Folha Online O Ministério da Saúde confirmou na tarde desta quarta-feira o décimo
caso de gripe suína ---influenza A (H1N1)-- no Brasil. O novo caso é de um paciente do Rio, que viajou aos Estados Unidos no
dia 14 de maio e retornou ao Brasil no dia 21 deste mês com sintomas da
doença. Ele procurou um centro médico no último domingo (24) e, segundo
o governo, está em tratamento e passa bem. Este é o quarto caso da doença no Estado do Rio. Outros Estados que
confirmaram a doença são: São Paulo (3), Minas Gerais (1), Rio Grande
do Sul (1) e Santa Catarina (1). Segundo o Ministério da Saúde, todas as pessoas quer tiveram contato
com os pacientes contaminados pela gripe estão sendo monitorados. Além dos dez casos confirmados da doença, há no Brasil 16 casos
suspeitos em oito Estados. Os casos estão sendo analisados. Outros 19
casos estão em monitoramento (pessoas que apresentaram os sintomas, mas
cujos casos não são considerados suspeitos), e até 315 foram
descartados. O Ministério da Saúde afirmou ainda que não acredita na possibilidade
de transmissão do vírus de pessoa para pessoa no país, "uma vez
que, até o momento, foram detectados somente dois casos de transmissão
autóctone (dentro do território nacional), ambos com vínculo epidemiológico
com o caso índice procedente do México", afirmou o órgão, em
nota. Mundo O mais recente balanço da OMS (Organização Mundial de Saúde) afirma
que há 13.398
casos de gripe suína em 48 países. A doença, denominada
oficialmente gripe A (H1N1), deixou ainda 95 mortos --a maioria no México.
Como nos balanços anteriores, os Estados Unidos é o país mais atingido
pelo novo vírus. São 6.764 casos confirmados em laboratório, incluindo
dez mortes. Sintomas A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza
A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem
sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC,
tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e articulações, irritação
dos olhos e fluxo nasal. Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser
coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa
infectada espalha vírus, e examinadas em laboratório. Os antigripais
Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes
contra o vírus H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado
resultado prático, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças
dos Estados Unidos). |
| 27/5/2009 | México alerta donas de casa jovens para gripe suína em outubro |
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France Presse, na Cidade do México Mulheres jovens e donas de casa são vítimas perfeitas para o vírus da
nova gripe suína, a gripe A (H1N1) no México, de acordo com um mapa
psicossocial que as autoridades locais começaram a esboçar para se
preparar contra uma nova onda de epidemia da gripe suína prevista para
outubro que vem. O perfil da vítima indica que o vírus da gripe suína afetou com maior
intensidade grupos sociais há até pouco tempo vulneráveis, como os
jovens e as mulheres, em particular as dedicadas ao "lar", com
cerca de 27% do total dos 85 mortos pela doença. "Com as donas-de-casa temos um problema muito forte", disse à
agência de notícias France Presse Margarita Rosas, epidemiologista do
hospital Geral da Secretaria de Saúde. "Elas vão frequentemente a
supermercados, onde existem grandes aglomerações, e andam correndo
porque precisam dar atenção aos filhos e aos maridos, sem dar importância
para as doenças nem ir ao médico quando precisam", acrescentou
Rosas. Muitas mulheres ainda têm outras doenças, como diabetes, obesidade e
hipertensão, que colocam em risco sua saúde, indicou a epidemiologista. Entre os 85 mortos por causa da gripe suína, quase 51% foram em pessoas
de entre 20 e 39 anos, segundo dados oficiais. Do total de mortos, 35%
eram funcionários de firmas privadas e trabalhadores independentes, 4,7%
tinham mais de 60 anos de idade e 5,88% eram menores de quatro anos. Os mexicanos, de um modo geral, sofrem há alguns anos com uma grande
quantidade de doenças crônicas degenerativas, o que torna ainda mais
complicada a questão. Conforme balanço da OMS (Organização Mundial de Saúde), o México
continua considerado como o epicentro da doença já que, lá, há 4.541
casos e 83 mortes confirmados. Os Estados Unidos são o país com maior número
de casos, 6.764. Foram confirmadas ainda dez mortes. No total há,
atualmente, 13.398 casos e 95 mortes confirmados de gripe suína, em 48 países.
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| 27/5/2009 | China coloca 24 turistas dos EUA em quarentena por gripe suína |
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O governo da China colocou um grupo de 24 turistas dos Estados Unidos em
isolamento pela suspeita de que eles tenham tido contato com uma pessoa
contaminada pela nova gripe suína --a gripe A (H1N1)--, informou a agência
estatal Xinhua. Os turistas entraram em quarentena nesta segunda-feira
(25). De acordo com a Xinhua, os turistas estiveram no voo entre São Francisco
e Hong Kong no qual também viajou uma pessoa cujo diagnóstico de gripe
suína já foi confirmado --ela foi o 6º caso da doença confirmado no país.
No dia seguinte ao voo, os turistas viajaram a Guiyang, capital da Província
de Guizhou, no sul do país. Os turistas permanecem em observação em um hotel e deverão ser
liberados na próxima segunda-feira (1º), se os exames laboratoriais
descartarem gripe suína. Conforme balanço da OMS (Organização Mundial de Saúde), a China
possui, atualmente, 22 casos confirmados de gripe suína --sem nenhuma
morte. Destes casos, cinco ocorreram em Pequim e dez em Hong Kong. No
total há, atualmente, 13.398 casos e 95 mortes confirmados de gripe suína,
em 48 países. Os Estados Unidos são o país com maior número de casos, 6.764. Foram
confirmadas ainda dez mortes. Para o CDC (Centros de Controle de Doenças
dos Estados Unidos), porém, já há 12 mortes, e o número pode chegar a
14 caso sejam confirmadas mais duas suspeitas sobre pessoas que morreram
justamente em Nova York. Mesmo com o alto número de casos nos EUA, o México continua considerado
epicentro da doença já que, lá, há 4.541 casos e 83 mortes
confirmados. |
| 27/5/2009 | Chile tem 165 casos de gripe H1N1; mulher segue em estado grave |
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SANTIAGO
(Reuters) - O Chile registrou nesta quarta-feira 46 novos casos da gripe
H1N1, elevando para 165 o número de casos confirmados da doença no país,
entre crianças e adultos, dos quais somente uma mulher de 38 anos
permanece em estado grave, disse uma fonte do governo. O
Chile é o país com maior número de infectados pela nova gripe na América
do Sul. Dos
novos casos, 41 estão na capital chilena e o restante nas regiões da
costa central e sul do país. O
caso mais grave é de uma mulher, que sofre também de pneumonia, e que
teve leve melhora dentro de seu complexo estado e segue respirando com
ajuda de aparelhos em um hospital de Santiago. Segundo
a Organização Mundial da Saúde, já são 13.000 infectados pela nova
gripe em 46 países REUTERS BRASIL |
| 25/5/2009 | Gripe suína atinge 46 países; mortes chegam a 91 no mundo, diz OMS |
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Os casos de gripe suína continuam a se espalhar pelo mundo, atingindo um
total de 46 países --três a mais do que o registrado no balanço da OMS
(Organização Mundial da Saúde) deste domingo. Ao menos 91 pessoas
morreram e outras 12.515 foram infectadas pelo vírus A (H1N1). O México, considerado o epicentro da doença, continua sendo o país com
o maior número de mortes: 80 entre os 4.174 infectados. Os Estados Unidos
registram a maioria dos casos confirmados da gripe --6.552, com nove
mortes. Segundo o balanço da organização, países como Canadá, Chile, Japão,
Kuwait e Peru registraram grande avanço da doença nas últimas horas,
com a confirmação de ao menos 18 casos em cada país. Desde o balanço
anterior, divulgado neste domingo, o México confirmou 282 novos casos. Houve ainda registro de novos casos na Argentina, Austrália, China, Colômbia,
Costa Rica, Equador, Espanha, Honduras, Islândia, Israel, Itália, Polônia,
Reino Unido e Suíça. Nesta segunda-feira, o grupo farmacêutico francês Sanofi-Pasteur
confirmou que recebeu uma encomenda do governo americano de vacinas contra
o vírus A (H1N1), causador da doença. A Sanofi "recebeu o primeiro pedido, de uma série futura, do
Departamento de Saúde dos EUA para o lançamento da produção de uma
vacina contra o novo vírus da gripe A (H1N1)", anunciou o grupo em
comunicado. O preço do lote de medicamentos é de US$ 190 milhões,
segundo o laboratório. Sintomas A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza
A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem
sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC,
tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e articulações, irritação
dos olhos e fluxo nasal. Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser
coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa
infectada espalha vírus, e examinadas em laboratório. Os antigripais
Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes
contra o vírus H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado
resultado prático, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças
dos Estados Unidos). Veja abaixo a lista dos dez países mais afetados, segundo a OMS: 1.
Estados
Unidos: 6.552
casos, 9 mortes 2.
México: 4.174
casos, 80 mortes 3.
Canadá: 805 casos,
uma morte 4.
Costa Rica: 28 casos,
uma morte 5.
Japão: 345 casos 6.
Espanha: 133 7.
Reino Unido: 122 8.
Panamá: 76 9.
Chile: 44 10.
Alemanha: 17
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| 25/5/2009 | Coreia do Sul já registra 22 casos de gripe suína |
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SEUL,
Coreia do Sul (AFP) - A Coreia do Sul confirmou nesta segunda-feira seu 22º
registro de gripe suína, após a multiplicação dos casos de vírus A
(H1N1) no final de semana, revelou o ministério da Saúde. O
último caso envolve um professor americano, de 24 anos, que vive no mesmo
prédio de uma professora americana já diagnosticada com a gripe suína. O
jovem está de quarentena em um hospital desde o domingo. Na
véspera, as autoridades confirmaram a presença do vírus A (H1N1) em três
crianças procedentes dos Estados Unidos e em oito estrangeiros que
mantiveram contato com a professora americana. O
número de casos de gripe suína segue aumentando no mundo e segundo a
Organização Mundial de Saúde (OMS), já há 12 mil afetados, com 86 óbitos |
| 25/5/2009 | Washington encomenda vacinas contra gripe suína a laboratório francês |
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PARIS,
França (AFP) - O governo dos Estados Unidos fez um primeiro pedido de
vacinas contra o novo vírus da gripe suína ao grupo farmacêutico francês
Sanofi-Pasteur por 190 milhões de dólares, anunciou o laboratório. "Sanofi
recebeu o primeiro pedido, de uma série futura, do Departamento Americano
de Saúde para o início da produção de uma vacina contra o novo vírus
da gripe A (H1N1)", informa um comunicado. A
gripe suína, que surgiu no México há um mês, já infectou mais de
12.000 pessoas em 43 países e provocou pelo menos 86 mortos, segundo o último
balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS). Nos
Estados Unidos, país mais afetado, os casos confirmados chegam a 6.500,
com nove mortes. |
| 25/5/2009 | Gripe suína causa segunda morte em NY, a décima nos EUA |
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NOVA
YORK, EUA (AFP) - Uma mulher com gripe suína morreu neste final de
semana, em Nova York, tornando-se a segunda vítima fatal do vírus A-H1N1
na cidade, e a décima nos Estados Unidos, revelou a imprensa local neste
domingo. A
vítima tinha cerca de 50 anos e já apresentava problemas de saúde,
segundo o jornal New York Times, que cita funcionários do departamento de
Saúde. A
primeira vítima fatal da gripe suína em Nova York foi o subdiretor de
uma escola, que também já apresentava outros problemas de saúde. As
autoridades acreditam que pessoas que sofrem de doenças como diabetes ou
problemas imunológicos têm maior risco de falecer em consequência da
gripe suína. O
New York Times revelou, citando funcionários da Saúde, que o número de
casos de gripe suína tratados nos hospitais de Nova York subiu a 94 neste
domingo, contra 68 no sábado e 57 na sexta-feira. Segundo
o Centro de Controle de Enfermidades, na sexta-feira, antes da segunda
morte em Nova York, havia nos Estados Unidos 6.552 casos confirmados de
gripe suína, com nove óbitos. A
Organização Mundial de Saúde já confirmou mais de 12 mil casos de
gripe suína no planeta, com 86 óbitos, desde o início da epidemia, no
final de abril |
| 21/5/2009 | MP libera R$ 1,2 bi para chuvas, seca e gripe suína |
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BRASÍLIA - O governo liberou hoje, por meio de Medida Provisória,
R$ 1,217 bilhão. O dinheiro será destinado à prevenção e combate ao vírus
Influenza A (H1N1), a gripe suína, no Brasil e assistência às populações
vítimas de enchentes nas regiões Norte e Nordeste e nas localidades que
sofrem com a escassez de chuvas na região Sul. O texto foi publicado
hoje, no Diário Oficial da União. Fonte; O ESTADO DE SÃO PAULO |
| 21/5/2009 | MP libera R$ 1,2 bi para chuvas, seca e gripe suína |
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BRASÍLIA - O governo liberou hoje, por meio de Medida Provisória,
R$ 1,217 bilhão. O dinheiro será destinado à prevenção e combate ao vírus
Influenza A (H1N1), a gripe suína, no Brasil e assistência às populações
vítimas de enchentes nas regiões Norte e Nordeste e nas localidades que
sofrem com a escassez de chuvas na região Sul. O texto foi publicado
hoje, no Diário Oficial da União. Fonte: O ESTADO DE SÃO PAULO |
| 21/5/2009 | Japão: estudantes com gripe suína assistiram reunião da ONU |
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TÓQUIO
- Duas estudantes japonesas que contraíram a gripe suína assistiram a
uma conferência em Nova York da Organização das Nações Unidas (ONU),
ao lado de 2.300 jovens de todo o mundo. As
duas, ambas com 16 anos, tiveram detectado a presença do vírus A (H1N1)
na quarta-feira e se tornaram os primeiros casos de contágio na área de
Tóquio. As estudantes passaram o fim de semana em Nova York, onde
participaram em uma conferência da ONU. De
acordo com o site da Federação Mundial de Associações das Nações
Unidas, de 14 a 16 de maio foi organizada a 10ª Conferência Anual do
Modelo da ONU em Nova York, com 2.300 estudantes convidados a debater
diferentes temas internacionais. O
Japão tem 276 casos confirmados de gripe suína, segundo as autoridades,
sem nenhuma morte registrada até o momento. |
| 21/5/2009 | OMS contabiliza mais de 11 mil casos de gripe suína e 85 mortes |
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A
OMS (Organização Mundial da Saúde) registrou quase mil novos casos de
gripe suína nas últimas 24 horas e elevou para 11.034 o número de
pessoas infectadas pelo novo vírus, denominado oficialmente gripe A
(H1N1). O balanço, que inclui 41 países, registra ainda 85 mortes. A
maioria dos novos casos foram oficialmente registrados nos quatro países
mais afetados pela doença: México, Estados Unidos, Canadá e Japão. Na
lista de países mais afetados, os EUA continuam à frente com 5.710 casos
confirmados em laboratório, além de oito mortes --duas delas registradas
nas últimas 24 horas. O
México, considerado epicentro da doença, registrou 244 novos casos e três
mortes e tem agora 3.892 pessoas infectadas com o vírus e 75 mortes. O
Canadá também registrou aumento no número de casos e tem agora 719
pessoas com gripe suína, incluindo uma morte, uma mulher da Província de
Alberta. A
outra vítima da doença foi registrada na Costa Rica, que tem agora 20
casos confirmados, um salto de mais de 100% no número de infectados. A
organização registra ainda um aumento no número de casos no Japão, que
tem agora 259 casos da doença. As
autoridades japonesas confirmaram nesta quinta-feira os dois primeiros
casos da nova gripe na populosa capital Tóquio e arredores, o que aumenta
temores de que o vírus alcance proporções tão grandes quanto na América
do Norte. Tóquio tem a maior densidade populacional do mundo, com 5.847
habitantes por quilômetro quadrado, muito acima dos 340 habitantes de média
japonesa, já por si elevada. O
governo japonês registra assim 267 casos da doença. A
gripe já tinha afetado três Províncias do centro do Japão --Hyogo,
Osaka e Shiga-- em menores e jovens de idades compreendidas entre 10 e 19
anos, nenhum deles em estado grave. A
OMS inclui ainda casos da doença registrados na Espanha (111), Reino
Unido (109), Panamá (69), França (16), Alemanha (14), Colômbia (12), Itália
(10), Nova Zelândia (9), Brasil (8), China (8), Israel (7), El Salvador
(6), Bélgica (5), Chile (5), Guatemala (4), Cuba (4), Noruega (3), Suécia
(3), Austrália (3), Holanda (3), Peru (3), Coreia do Sul (3), Finlândia
(2), Tailândia (2), Turquia (2), Malásia (2), Polônia (2), Argentina
(1), Áustria (1), Dinamarca (1), Equador (1), Índia (1), Irlanda (1),
Portugal (1), Grécia (1) e Suíça (1). Sintomas A
gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A,
chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas
semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de
cabeça intensa, dores musculares e articulações, irritação dos olhos
e fluxo nasal. Para
diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada
nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada
espalha vírus, e examinadas em laboratório. Os antigripais Tamiflu e
Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus
H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático,
de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos EUA). |
| 21/5/2009 | Austrália tem 9 casos confirmados da gripe suína |
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As autoridades sanitárias da Austrália confirmaram
nesta quinta quatro novos casos de gripe suína no país, entre eles de
uma turista mexicana e duas crianças, o que eleva para nove o total de
pessoas infectadas por esta doença. O primeiro contágio confirmado foi o da mexicana,
uma mulher de 51 anos que viajou a Melbourne, capital do Estado de
Victoria, e que adoeceu na terça-feira passada, dois dias após
aterrissar em solo australiano, e apresentou resultado positivo na
quarta-feira nos exames para o vírus A (H1N1). Depois, foi comprovado o caso de uma criança que
vive em Sydney, capital do estado de Nova Gales do Sul, e cuja mãe
contraiu a gripe. As outras vítimas foram descobertas hoje, uma
menina de 10 anos de Melbourne, que frequenta o mesmo colégio onde houve
um caso de gripe na quarta-feira, e um australiano de 25 anos. As autoridades temem que, embora as aulas nesse colégio
tenham sido canceladas, possam aparecer mais casos nos próximos dias. A Austrália se manteve até ontem com apenas um
caso, o de uma mulher de 28 anos que retornou em 7 de maio dos Estados
Unidos, e quem recebeu alta médica. Ontem, foram confirmados outros quatro casos: uma
mulher de Nova Gales do Sul e três crianças de uma mesma família em
Victoria, duas das quais foram à escola. Apesar do nome, a gripe suína não apresenta risco
de infecção por ingestão de carne de porco e derivados. TERRA |
| 21/5/2009 | Taiwan registra segundo caso da gripe suína |
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Uma taiuanesa que estuda em Nova York é o segundo
caso de gripe suína detectado em Taiwan, informou hoje o Centro para
Controle de Doenças (CDC, em inglês) da ilha. "Após registrar febre ao chegar, foi colocada
em quarentena e nos exames foi detectado o vírus da gripe A (H1N1)",
disse o diretor do CDC, Steve Hsu-Sung Kuo. O primeiro caso detectado na ilha foi o de um médico
australiano, que chegou a Taiwan procedente de Nova York e Hong Kong, após
passar meses trabalhando em cruzeiros pelo Caribe. O australiano, de 52 anos, chegou com febre à ilha
e foi colocado em quarentena em 18 de maio. Apesar do nome, a gripe suína não apresenta risco
de infecção por ingestão de carne de porco e derivados. EFE |
| 21/5/2009 | Chile é o pais mais afetado pela gripe suína na América do Sul |
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O
governo chileno anunciou hoje (21) que já contabiliza 24 casos da
influenza A (H1N1) gripe suína. Com isso, o Chile passa a ser o país da
América do Sul mais afetado pela doença, seguido pela Colômbia (12) e
pelo Brasil (oito). Autoridades chilenas informaram que o quadro clínico
da maioria dos pacientes é considerado leve e com sintomas similares aos
da gripe comum. Entre eles estão três chilenos que visitaram a República
Dominicana, além de 20 estudantes. "Esta situação epidemiológica é a esperada
diante de um vírus facilmente transmissível entre pessoas especialmente
entre crianças", afirma comunicado divulgado no site oficial
do governo chileno. Ao todo, 37.612 passageiros e tripulantes já
passaram pelo chamado "scanner térmico" no aeroporto
internacional de Santiago. O objetivo é detectar febre acima de 38 graus,
um dos sintomas da doença. Agência Brasil |
| 21/5/2009 | Jovem do Arizona morre vítima de gripe suína |
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Um jovem do Arizona, que já apresentava problemas
de saúde, morreu de gripe suína, afirmaram autoridades sanitárias dos
EUA nesta quarta-feira. O Departamento de Saúde do condado de Pima informou
que um jovem de 13 anos, com a "saúde comprometida", morreu no
dia 15 de maio por complicações decorrentes da gripe. Alguns familiares do adolescente também se
infectaram pelo vírus, mas a maioria se recuperou, apenas uma pessoa
permanecia hospitalizada. Esta é a terceira morte ocorrida no Arizona ligada
à nova variante da gripe. |
| 21/5/2009 | Chefe da OMS diz que gripe precisa ser global para elevar alerta |
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GENEBRA
(Reuters) - A chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) disse nesta
quinta-feira que não vai hesitar em elevar o alerta global de pandemia
para fase 6, último nível na escala, se o novo vírus da gripe H1N1 se
disseminar globalmente. "Se
eu vir mais sinais relativos ao vírus ou da disseminação da doença,
incluindo (sobre sua) gravidade, eu não hesitarei em tomar uma decisão
muito difícil. Eu não vou comprometer a saúde da população
mundial", afirmou Margaret Chan. "Para
passar da fase 5 para a fase 6 eu preciso estar segura de que se trata de
um fenômeno global", afirmou Chan durante reunião anual da OMS em
Genebra. Segundo
a diretora, no momento especialistas em saúde estão monitorando
criteriosamente sinais do vírus no Hemisfério Sul. Atualmente
a OMS mantém na fase 5, numa escala que vai até 6, o nível de alerta de
pandemia. (Reportagem
de Laura MacInnis) |
| 20/5/2009 | Poderia o H1N1 estar se tornando resistente aos medicamentos? |
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Por Maggie
Fox, Editora
de Ciência e Saúde WASHINGTON (Reuters) –
O novo virus da influenza H1N1 está, agora, amplamente disseminado,
causando surtos da doença, e autoridades de saúde americanas
manifestaram, nesta terça-feira, o temor de que ele possa se combinar com
versões da influenza sazonal resistentes aos medicamentos. Até o momento, a nova
cepa da gripe suína, que matou sete pessoas nos Estados Unidos e pode ter
infectado mais de 10.000 pessoas, responde bem ao tratamento com
medicamentos antivirais, segundo informam autoridades do Centro de
Controle e Prevenção de Doenças – CDC. Este ano, porém, um
primo desse vírus, a cepa do H1N1 sazonal, se tornou mais resistente aos
antivirais mais comumente usados – o Tamiflu da Roche e um medicamento
inalável, o Relenza da GlaxoSmithKline, ainda mostram resultados. O CDC disse que uma
maior quantidade de vírus da influenza sazonal estava causando doença
nas pessoas do que seria esperado para o mês de maio, e os motivos disso
não estavam claros. “Pensamos que até
metade – ou até mais – dos vírus que estamos testando agora são o
novo H1N1 ou não podem ser subtipados”, disse Anne Schuchat, do CDC aos
repórteres, num briefing concedido por telefone. “O risco particular,
aqui, é que a co-circulação desse novo vírus, em conjunto com as cepas
sazonais, pode nos colocar em risco de que ocorra um evento de recombinação”. A recombinação
equivale ao sexo, para os vírus – dois vírus podem se encontrar e
trocar sequencias inteiras de seu material genético. Os vírus da
influenza tendem de maneira especial para essa recombinação, e algumas
pandemias emergiram em razão dessa mistura genética. Os vírus da influenza
também sobre mutações, ao cometer erros quando se replicam. O H1N1 sazonal, que
circulou nos Estados Unidos nesta temporada era resistente ao Tamiflu –
tão resistente que o CDC nem recomendou que os doentes fossem tratados
com esse medicamento, este ano. “Detestaríamos ver essa nova cepa se
tornar resistente, através desse mecanismo”, disse Schuchat. PONTA DO ICEBERG O CDC diz que ocorreram
mais de 5.469 casos confirmados da nova influenza nos Estados Unidos, porém
Schuchat diz que essa é apenas a ponta do iceberg. O diretor em exercício
do CDC, Richard Besser, estimou, na semana passada, a ocorrência de
100.000 casos. Autoridades do município
de St. Louis, no Missouri, relataram, na terça-feira, a sétima morte
ocorrida nos Estados Unidos: um homem de 44 anos que não tinha condições
clínicas subjacentes. No estado da Califórnia,
autoridades de saúde divulgaram os detalhes de 30 dos primeiros casos
graves do H1N1 ocorridos ali, incluindo um bebê prematuro que se infectou
no hospital e diversas pessoas com graves condições clínicas. “Cerca de dois terços
dos pacientes tinham pelo menos uma condição subjacente que os colocava
em maior risco”, disse Schuchat. Cinco eram grávidas –
tema que já tinha sido objeto de alerta do CDC alertou, na semana
passada. A gravidez pode aumentar a probabilidade de que a mulher venha a
sofrer complicações graves causadas por qualquer tipo de influenza. Algumas ainda estão no
hospital com uma forma muito grave da doença, informou Schuchat. Embora
as co-infecções sazonais com bactérias frequentemente causem formas
mais graves da doença, esse não era o caso em qualquer dos casos do H1N1
investigados, acrescentou Schuchat. “Fomos surpreendidos,
também, pela freqüência da obesidade entre os casos graves que estamos
monitorando”, disse Schuchat. Não está claro se a obesidade torna o
paciente mais vulnerável, ou se a incidência reflete apenas o quão
comum a obesidade está se tornando entre a população americana. (Fonte: Reuters Health
Report) |
| 20/5/2009 | Gripe suína: mais de 10.000
casos e 80 mortes |
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A maioria dos novos casos foi registrada nos Estados Unidos
e Japão", afirmou Fadela Chaib, porta-voz da OMS. O Japão, que pode se tornar o segundo foco autônomo da
doença - depois da América do Norte - já tem 210 casos, 51 deles
diagnosticados nas últimas 24 horas. As autoridades japonesas anunciaram, no entanto, 232 casos
no arquipélago. Mais de 20 novos casos foram declarados na metrópole de
Kobe (município de Hyogo), a mais afetada do Japão. As autoridades da cidade admitiram que diante do rápido
aumento de casos possíveis, renunciam à detecção do vírus A(H1N1) em
todos os casos suspeitos e autorizam os médicos de família a curar os
pacientes que sofrem de febres altas. Entre os novos casos confirmados está o de um paciente que
mora em Shiga, perto de Osaka e Hyogo, que concentram a pandemia no país. Em Taiwan foi confirmado o primeiro caso de gripe suína, o
de um estrangeiro que chegou à ilha no início da semana. "É um estrangeiro de 52 anos, um médico de um
cruzeiro, que chegou ao aeroporto de Taoyuan na segunda-feira, procedente
de Hong Kong", disse o porta-voz do Centro de Controle de Doenças,
Shih Wen-yi. "Está bem e se recupera com o tratamento",
informou o porta-voz, sem revelar a nacionalidade do paciente. Taoyuan é o maior aeroporto de Taipé, a capital de Taiwan. Na Austrália, o governo anunciou dois novos casos
confirmados de gripe suína, incluindo o de uma criança de nove anos, o
que eleva a três o número de pacientes australianos afetados pelo vírus
da gripe A(H1N1). |
| 20/5/2009 | |
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Em meio à cautela em aumentar o alerta para o nível de
pandemia, a OMS (Organização Mundial de Saúde) afirmou nesta
quarta-feira que o número total de casos confirmados de gripe suína,
denominada oficialmente gripe A (H1N1), chega a 10.243. A maioria dos novos casos foi registrada nos Estados Unidos
e Japão, segundo afirmou Fadela Chaib, porta-voz da organizaço. Assim, o Japão já tem 210 casos, 51 deles diagnosticados
nas últimas 24 horas. As autoridades japonesas, contudo, já contabilizam
232 casos no arquipélago. O temor dos especialistas é que o Japão possa se tornar o
segundo foco autônomo da doença --depois da América do Norte--, o que
justificaria aumentar o nível de alerta da doença para seis, o mais
alto, o que indica uma pandemia --epidemia de caráter global. Nesta segunda-feira (18), a assembleia anual da OMS estudou
o caso da gripe suína no Japão para avaliar se a doença criou um novo
foco autônomo no país. A organização decidiu, contudo, manter o alerta
no nível cinco, que indica pandemia iminente. Chaib afirmou ainda que o número de vítimas da doença
respiratória também aumentou, para 80, a maioria no México --país
considerado epicentro do novo vírus. "Houve um aumento de 413 casos nas últimas 24 horas.
Os EUA tem 346 novos casos de gripe suína", disse Chaib. O novo balanço não foi divulgado detalhadamente pelo site
da organização. Sintomas A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus
influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e
tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC,
tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e articulações, irritação
dos olhos e fluxo nasal. Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória
precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando
a pessoa infectada espalha vírus, e examinadas em laboratório. Os antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a
gripe aviária, são eficazes contra o vírus H1N1, segundo testes
laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático, de acordo com o
Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA. ] |
| 20/5/2009 | |
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As autoridades de saúde da Austrália confirmaram
nesta quarta mais quatro casos de gripe suína no país, três em crianças
de uma família do estado de Victoria e um numa mulher de Nova Gales do
Sul. Até hoje, o único caso da nova gripe na Austrália
tinha sido o de uma mulher de 28 anos, já curada, que, em 7 de maio,
chegou de volta a Queensland vindo dos Estados Unidos. As autoridades de Victoria informaram que os exames
feitos em três irmãos, de 9, 10, e 12 anos, confirmaram que o trio foi
infectado pelo vírus AH1N1. Porém, todos já estão em tratamento. Segundo informações, as três crianças chegaram
à cidade de Melbourne em 12 de maio, num voo procedente de Los Angeles
(EUA). Por sua vez, as autoridades de Nova Gales do Sul
informaram que a mulher diagnosticada com a doença no estado foi tratada
com um antiviral e agora apresenta um quadro de gripe não infecciosa. Na vizinha Nova Zelândia, as autoridades sanitárias
informaram hoje que foram confirmados nove casos de gripe suína no país
e que outras dez pessoas são suspeitas de ter a doença. |
| 20/5/2009 | |
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AE - Agencia Estado GENEBRA - O Instituto Butantã vai produzir a vacina da gripe
suína, com ou sem a autorização do governo federal. A ideia inicial é
produzir 100 mil doses, mas o total pode chegar a 1 milhão se o vírus se
espalhar no País. Ontem, a entidade foi uma das poucas farmacêuticas
convidadas pelo secretário-geral da Organização das Nações Unidas
(ONU), Ban Ki-moon, para uma reunião em Genebra para montar uma estratégia
de produção da vacinas contra o vírus A (H1N1). O Estado de S. Paulo. |
| 20/5/2009 | |
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O Ministério da Saúde Pública de Cuba confirmou
oficialmente nesta quarta-feira um quarto caso da gripe suína no país,
um bebê canadense. De acordo com o governo, os três outros pacientes -
todos eles bolsistas mexicanos que voltaram a Havana depois de passarem férias
em seu país - já tiveram alta hospitalar. "No dia de hoje se confirma um quarto caso.
Trata-se de um menino canadense de 14 meses de idade, que chegou a Cuba
com seus pais procedente de Toronto... e que apresentou febre e sintomas
respiratórios", disse a nota divulgada pela imprensa estatal. O bebê "evoluiu satisfatoriamente e hoje se
encontra assintomático, se mantém com tratamento antiviral específico."
As autoridades disseram na semana passada que havia
na ilha cerca de cem pacientes com suspeita de contaminação pela nova
gripe, que já afetou mais de 8 mil pessoas em 40 países. Reuters TERRA |
| 20/5/2009 | |
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As autoridades de Taiwan
anunciaram nesta quarta-feira o primeiro caso confirmado de gripe suína
diagnosticado em seu território, envolvendo um estrangeiro que chegou à
ilha no início da semana. "É um estrangeiro de 52 anos, um médico de um
cruzeiro, que chegou ao aeroporto de Taoyuan na segunda-feira, procedente
de Hong Kong", disse o porta-voz do Centro de Controle de Doenças
local, Shih Wen-yi. "Está bem e se recupera com o tratamento",
informou o porta-voz, sem revelar a nacionalidade do paciente. Taoyuan é o maior aeroporto de Taipé, a capital de Taiwan.
Shih não informou a nacionalidade do paciente, que teria
viajado no fim do mês passado a Nova York a trabalho. Um funcionário do
hospital de Taipei onde ele está sendo tratado identificou-o como
australiano. O anúncio do Departamento de Saúde chega no mesmo dia em
que representantes taiwaneses participam da assembleia anual da OMS
(Organização Mundial de Saúde) --a primeira vez desde que a cadeira da
China nos órgãos internacionais foi transferida de Taipei para Pequim,
em 1971. |
| 19/5/2009 | |
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Número de mortes sobe para 79, segundo a agência da ONU. Do G1, com agências internacionais O número de casos registrados da nova gripe pelo mundo
subiu de 8.829 a 9.830 em 24 horas, com 79 mortes, segundo o
relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) desta terça-feira
(19). A doença atinge 40 países, segundo a OMS. Os números da OMS podem divergir dos dados
divulgados pelos governo nacionais, dependendo da demora em transmitir as
informações para a agência. Fonte: G1 |
| 19/5/2009 | |
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da Folha Online A OMS (Organização Mundial de Saúde) registrou quase mil
novos casos de gripe suína nas últimas 24 horas, o que eleva o número
de pessoas afetadas pela doença, denominada oficialmente gripe A (H1N1),
a 9.830 em 40 países. O novo balanço da organização inclui ainda 79
mortes, a maioria no México. A maior parte dos novos contágios confirmados em laboratório
estão no México, que, com mais 545 casos diagnosticados tem 3648
registros da doença, incluindo 72 mortes. Os Estados Unidos, que tiveram 409 novos casos, continuam
liderando a lista de países mais atingidos pela nova gripe. Segundo a
OMS, são 5123 casos confirmados do vírus A (H1N1), incluindo cinco
mortes. Já o Canadá manteve o número de casos registrados 496 e
uma morte. A outra vítima da doença respiratório foi registrada na
Costa Rica, que tem ao todo nove casos. O Japão também teve um aumento significativo no número
de casos de gripe suína e registra agora 159 pacientes com o vírus A
(H1N1). A OMS registrou ainda casos da gripe suína na A organização
registra ainda casos da doença na Espanha (103), Reino Unido (102), Panamá
(59), França (14), Alemanha (14), Colômbia (11), Nova Zelândia (9), Itália
(9), Brasil (8), Israel (7), China (7), El Salvador (6), Bélgica (5),
Cuba (3), Suécia (3), Holanda (3), Guatemala (3), Coreia do Sul (3), Finlândia
(2), Noruega (2), Tailândia (2), Turquia (2), Malásia (2), Peru (2),
Argentina (1), Austrália (1), Áustria (1), Chile (4), Dinamarca (1),
Equador (1), Índia (1), Irlanda (1), Polônia (1), Portugal (1), Suíça
(1). Ásia A gripe suína avança nesta terça-feira sobre a Ásia
oriental com novos casos registrados na China e na Coreia do Sul. O Japão,
país asiático mais afetado pela gripe suína, fechou mais de 4.000 colégios
e creches na região de Kobe e Osaka (oeste) para tentar conter uma possível
epidemia local. O mais recente caso de gripe suína confirmado na China é
um homem de 59 anos que foi retido com febre quanto tentava embarcar em um
trem procedente de Hong Kong na sexta-feira passada (15), segundo o Ministério
da Saúde. O paciente chegou a Hong Kong após uma viagem aos Estados
Unidos e ao Canadá --dois dos principais países atingidos pela gripe suína,
junto ao México. O homem, Pequim, morador de Foshan, na Província de Cantão,
é o sétimo caso da doença no país, embora seus testes de laboratório
não tenham sido confirmados pela OMS. Na Coreia do Sul, o governo registrou o quarto caso da nova
gripe. A paciente é uma mulher vietnamita que fez uma escala no país após
retornar de uma viagem a Seattle (EUA). Ela foi colocada em quarentena em
um hospital da capital Seul. Segundo a agência Yonhap, a mulher, de 22 anos, tomaria um
voo para o Vietnã. A passageira apresentava febre e, por isso, as
autoridades sul-coreanas decidiram deixá-la em quarentena para submetê-la
a exames médicos mais exaustivos em um hospital local, segundo o Centro
Sul-coreano para a Prevenção e o Controle de Doenças. O Japão também registrou um aumento no número de casos
no país, que chegam agora a 173 --segundo números do governo, ainda não
confirmados pela OMS. A doença se alastrou rapidamente desde sábado pela região,
o que levou as autoridades a determinar o fechamento das escolas e creches
para evitar mais problemas. Nesta terça-feira, 4.000 colégios e creches
foram fechados para evitar transmissão do vírus entre as crianças. Ao que tudo indica, o vírus se propagou pela região após
um torneio de vôlei entre estudantes das duas cidades. A maioria dos
infectados são estudantes, mas um dos últimos casos detectados é o de
um bebê de um ano. Sintomas A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus
influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e
tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC,
tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e articulações, irritação
dos olhos e fluxo nasal. Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória
precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando
a pessoa infectada espalha vírus, e examinadas em laboratório. Os
antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são
eficazes contra o vírus H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter
dado resultado prático, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças
dos Estados Unidos). |
| 19/5/2009 | |
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Publicidade Um camponês passará dez dias preso por fingir que estava
com a gripe suína para receber tratamento gratuito em um hospital,
informou a polícia à agência oficial Xinhua. O homem, de sobrenome Li, se mudou para a cidade de Tieling,
na Província nordeste de Liaoning, em busca de trabalho. Ele foi punido por "mentir sobre uma situação epidêmica
grave", de acordo com as forças de segurança locais. Aparentemente, Li ficou doente na semana passada mas
decidiu não ir ao médico porque não podia pagar pelo atendimento, já
que na China o sistema de seguridade social cobre apenas 10% da população.
No entanto, ele ficou sabendo pela televisão da existência
da gripe suína e decidiu fingir ter a doença para conseguir o
atendimento gratuito. Na sexta-feira passada (15), Li foi diagnosticado com a
gripe comum. Ele já se recuperou da doença. |
| 19/5/2009 | |
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da Folha Online A gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1),
avança nesta terça-feira sobre a Ásia oriental com novos casos
registrados na China e na Coreia do Sul. O Japão, país asiático mais
afetado pela gripe suína, com 125 casos confirmados pela OMS (Organização
Mundial da Saúde), fechou mais de 4.000 colégios e creches na região de
Kobe e Osaka (oeste) para tentar conter uma possível epidemia local. O mais recente caso de gripe suína confirmado na China é
um homem de 59 anos que foi retido com febre quanto tentava embarcar em um
trem procedente de Hong Kong na sexta-feira passada (15), segundo o Ministério
da Saúde. O paciente chegou a Hong Kong após uma viagem aos Estados
Unidos e ao Canadá --dois dos principais países atingidos pela gripe suína,
junto ao México. O homem, Pequim, morador de Foshan, na Província de Cantão,
é o sétimo caso da doença no país, embora seus testes de laboratório
não tenham sido confirmados pela OMS. Segundo o comunicado do Ministério, publicado em seu site
oficial, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China obteve
hoje o resultado positivo dos exames realizados no paciente, que começou
a se sentir mal no dia 15 de maio. As autoridades sanitárias da região estão em busca das
pessoas que mantiveram contato direto com o paciente, de sobrenome Yang,
mas por enquanto nenhuma apresentou sintomas da gripe suína. Yang, que viajou sozinho como turista à América do Norte
no final de abril e começo de maio, aterrissou em Hong Kong no dia 13 de
maio, via Coreia do Sul, e um dia depois começou a apresentar sintomas da
doença. Mesmo assim, dois dias depois tomou um trem entre a antiga
colônia britânica e Cantão, já na parte continental chinesa. Yang começou
a se sentir pior durante a viagem, e, por isso, foi internado
posteriormente em um centro hospitalar. Coreia do Sul Na Coreia do Sul, o governo registrou o quarto caso da nova
gripe. A paciente é uma mulher vietnamita que fez uma escala no país após
retornar de uma viagem a Seattle (EUA). Ela foi colocada em quarentena em
um hospital da capital Seul. Segundo a agência Yonhap, a mulher, de 22 anos, tomaria um
voo para o Vietnã. A passageira apresentava febre e, por isso, as
autoridades sul-coreanas decidiram deixá-la em quarentena para submetê-la
a exames médicos mais exaustivos em um hospital local, segundo o Centro
Sul-coreano para a Prevenção e o Controle de Doenças. As autoridades sul-coreanas anunciaram os outros três
casos nas últimas semanas, mas todas as pessoas infectadas já receberam
alta, após ter respondido satisfatoriamente ao tratamento médico
recebido, segundo a Yonhap. Prevenção O Japão também registrou um aumento no número de casos
no país, que chegam agora a 173 --segundo números do governo, ainda não
confirmados pela OMS. A doença se alastrou rapidamente desde sábado pela região,
o que levou as autoridades a determinar o fechamento das escolas e creches
para evitar mais problemas. Nesta terça-feira, 4.000 colégios e creches
foram fechados para evitar transmissão do vírus entre as crianças. Ao que tudo indica, o vírus se propagou pela região após
um torneio de vôlei entre estudantes das duas cidades. A maioria dos
infectados são estudantes, mas um dos últimos casos detectados é o de
um bebê de um ano. Até o momento nenhum caso foi registrado na zona
metropolitana de Tóquio, que tem 36 milhões de habitantes, mas as
autoridades dizem que a propagação do vírus em Tóquio é praticamente
inevitável. Nesta segunda-feira, a assembleia anual da OMS estudou o
caso da gripe suína no Japão para avaliar se a doença criou um novo
foco autônomo no país, o que justificaria aumentar o nível de alerta
para seis, o máximo na escala, que indica uma pandemia. A organização decidiu, contudo, manter o alerta no nível
cinco, que indica pandemia iminente. |
| 19/5/2009 | |
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AE - Agencia Estado PARIS - Governos deixaram questões de saúde de lado e
promoveram uma ofensiva política para evitar que a Organização Mundial
da Saúde (OMS) declarasse pandemia de gripe suína. Técnicos da entidade
estimaram que os números de casos e países afetados seriam suficientes
para decretar o nível máximo de alerta - até ontem foram 8.829
registros. Mas México, Brasil, China, Japão, Reino Unido, países árabes
e outros alertaram que novos critérios devem ser incluídos na avaliação.
Com isso, frearam a declaração. O governo americano foi mais pragmático
e alertou que o vírus vai continuar a se espalhar. |
| 19/5/2009 | |
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A gigante farmacêutica suíça Novartis recebeu o novo vírus virus A
(H1N1) da gripe suína e anunciou que aguarda a autorização da Organização
Mundial da Saúde (OMS) para começar a produzir uma vacina. Ela explicou que serão necessárias de três a quatro semanas para o início da produção efetiva da vacina. "Esperamos a autorização da OMS e do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA) para iniciar a produção da vacina contra a gripe suína", acrescentou. Último Segundo |
| 18/5/2009 | |
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CIDADE DO MEXICO (Reuters) - O México informou à Organização Mundial
da Saúde (OMS) que a epidemia de nova gripe, que matou 68 pessoas no país,
está sob controle. O secretário da Saúde mexicano, José Angel Córdoba, afirmou que
apesar de existirem casos confirmados nos 31 Estados do país, graças a
medidas de contenção a epidemia se concentra em zonas urbanas. "A epidemia mexicana está sob controle e faço um apelo aos
presentes para visitarem tranquilamente o México, onde serão
bem-vindos", disse em comunicado a Secretaria de Saúde em um
comunicado na noite de domingo, citando Córdova. No sábado, o governo informou que o número de infectados pelo vírus
H1N1, uma nova cepa resultante da mistura de vírus humano, suíno e de
aves, subiu a 3.102 casos. A maioria das mortes no México relacionadas ao vírus foi registrada na
capital. Apesar do controle obtido no México, a OMS mantém a fase 5 de alerta em
uma escala de 1 a 6, o que significa que uma pandemia é iminente. O vírus se expandiu por mais de 40 países, mas seus sintomas acabaram
sendo mais leves do que se estimava no início. Os mexicanos compõem a
maioria das vítimas. A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, disse nesta
segunda-feira durante reunião da agência que o vírus da gripe H1N1
continuará sua rápida disseminação pelo mundo e que pode representar
riscos ao se misturar com o H5N1, vírus da gripe aviária. |
| 18/5/2009 | |
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GENEBRA (Reuters) - Diversos países pediram nesta segunda-feira que a
Organização Mundial da Saúde (OMS) tenha uma interpretação mais flexível
de sua escala de alerta de pandemia, especialmente quando for decidir se
vai declarar uma epidemia global. Declarar a fase 6, o nível máximo de alerta, deveria refletir o rigor
do novo vírus, e não apenas sua expansão geográfica, disseram os países
em uma reunião durante assembleia anual da OMS. O novo vírus H1N1 já foi confirmado em 8.829 pessoas em 40 países,
causando 74 mortes, de acordo com os últimos dados da OMS. A OMS declarou a fase 5 do nível de alerta devido à expansão da
transmissão na América do Norte, indicando que uma pandemia (epidemia
global) é iminente, e poderá mudar para a fase 6 se o vírus se
disseminar de forma sustentada em apenas mais um país, mesmo que de forma
branda. O ministro da Saúde da Grã-Bretanha, Alan Johnson, disse à
diretora-geral da OMS, Margaret Chan, que presidiu a reunião:
"Devemos alterar e adaptar de acordo com as circunstâncias". "Acredito, doutora Chan, que devemos dar a você e à sua equipe
mais flexibilidade sobre se vamos mudar para a fase 6", acrescentou. "Temos explicado em nosso país, e outros têm explicado, que uma
pandemia descreve a expansão geográfica mais que a severidade. Então,
gostaria de propor que vocês tenham mais flexibilidade em vez de seguir
um processo mecânico", afirmou Johnson. Chan respondeu: "Vocês estão me pedindo para colocarmos outros
fatores em questão antes de mudarmos para a fase 6. Eu levo em consideração
esse pedido, mas gostaria de receber orientação e conselhos de outros países
membros sobre como proceder." Outros países que manifestaram apoio à flexibilização são China, Omã,
Egito e Emirados Árabes Unidos. FONTE; REUTERS |
| 18/5/2009 | |
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Em época de gripe suína, pesquisadores do estado
mantêm vigilância sobre pássaros que podem trazer a versão aviária da
doença Enquanto todas as atenções estão voltadas para a
gripe suína, que chegou ao País há duas semanas, pesquisadores de várias
instituições do estado trabalham duro para monitorar a aproximação de
novos vírus perigosos que podem vir das aves, como o da gripe aviária.
Até agora, 573 delas — algumas vindas de outros continentes, já que o
Rio é rota migratória desses animais — foram analisadas pelo projeto.
Cerca de 2% apresentaram algum tipo de vírus Influenza, que pode causar a
gripe. Cientista Luz Alba trabalha em laboratório da
Universidade Federal do Rio que faz parte do projeto. Foto Uanderson
Fernandes / Ag. O Dia Intitulada ‘Projeto de Vigilância Laboratorial da
Influenza Aviária no Estado’, a iniciativa começou no Laboratório de
Biologia Animal da Pesagro-Rio e prossegue no Instituto de Microbiologia
da Universidade Federal do Rio, com o apoio de pesquisadores da
Universidade Estadual do Norte Fluminense e da Faperj e com a coordenação
de Maíra Halfen Teixeira Liberal. Entre os animais analisados estão
cisnes, gansos, patos, marrecas, gaivotas, maçaricos e pinguins. Fonte:
O DIA ONLINE |
| 18/5/2009 | |
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Para a ex-ministra da Saúde de Hong Kong, a gripe suína não é suave e
patentes não serão obstáculo entre os países Jamil Chade A diretora-geral da Organização
Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, rejeita a tese de que a gripe suína
seja um fenômeno suave, alerta para o "potencial real de uma
pandemia" e diz que o Hemisfério Sul será testado no inverno. Em
sua primeira entrevista a veículos de imprensa latino-americanos desde o
surgimento da gripe, Chan mandou um recado ao Brasil: a questão das
patentes de antivirais e de vacinas não será obstáculo e os países
poderão comprar remédio onde acharem melhor, inclusive de fabricantes de
genéricos. FONTE;
ESTADÃO.COM.BR |
| 18/5/2009 | |
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Folha Online A OMS (Organização Mundial da Saúde) iniciou nesta
segunda-feira em Genebra, na Suíça, sua assembleia anual na presença de
representantes dos 193 Estados membros. A reunião deste ano deve ser
dominada pelas discussões sobre a ameaça de pandemia da gripe suína,
denominada oficialmente gripe A (H1N1), preparativos para enfrentá-la e a
produção de uma vacina. Segundo o balanço mais recente da organização, há 8.480
casos da doença registrados em 39 países, incluindo 72 mortes, a maioria
delas no México (66), e as demais nos Estados Unidos (4), Canadá (1) e
Costa Rica (1). Em 29 de abril passado, a OMS elevou a 5 o nível de alerta
(de uma escala até 6), o que significa uma pandemia iminente. Agora, a organização espera os resultados dos exames
sobre possíveis novos focos de transmissão que não estão vinculados a
pessoas procedentes do epicentro da doença na América do Norte. Segundo
os critérios da OMS, caso se confirme um foco da doença no Japão, que
registra 92 casos da doença, o nível de alerta seria elevado ao máximo
de 6, o que significaria o surgimento da primeira grande pandemia gripal
do século 21. A OMS pediu uma mobilização geral contra o vírus, que
pode sofrer uma mutação e se tornar uma cepa mais perigosa. A organização encurtou de nove para quatro dias a duração
da assembleia anual, que chegará ao fim na próxima sexta-feira (23),
para que os ministros possam se dedicar a organizar as respostas em seus
países no caso de declaração da pandemia. Balanço Segundo o mais recente balanço da OMS, EUA tem 4.714 casos
registrados da doença, incluindo quatro mortes. O país é o mais
atingido pela nova gripe até o momento. O México, considerado epicentro da doença, registrou
2.895 casos da doença, incluindo 66 mortes. Já o Canadá tem 496 pessoas infectadas pelo vírus A
(H1N1), incluindo uma morte. A Costa Rica, único país fora da América do Norte a
registrar uma morte, tem nove casos confirmados da nova gripe. A organização registra ainda casos da gripe suína na
Argentina (1), Austrália (1), Áustria (1), Bélgica (4), Brasil (8),
China (5), Colômbia (11), Cuba (3), Dinamarca (1), Equador (1), El
Salvador (4), Finlândia (2), França (14), Alemanha (14), Guatemala (3),
Índia (1), Irlanda (1), Israel (7), Itália (9), Japão (7), Malásia
(2), Holanda (3), Nova Zelândia (9), Noruega (2), Panamá (54), Peru (1),
Polônia (1), Portugal (1), Espanha (103), Suécia (3), Suíça (1), Tailândia
(2), Turquia (1), Coreia do Sul (3) e Reino Unido (82). Vacina O secretário mexicano da Saúde, José Angel Córdova,
entregou nesta segunda-feira simbolicamente a diretora geral da OMS,
Margaret Chan, a informação científica do vírus da gripe A (H1N1) para
contribuir com a elaboração de uma vacina. Uma equipe de cientistas sul-coreanos assegura ter
desenvolvido uma vacina contra a gripe suína que poderia ser
comercializada em um prazo de quatro meses, informa nesta segunda-feira a
agência local Yonhap. A equipe, liderada pelo professor Seo Sang-heui da
Faculdade de Veterinária da Universidade Nacional de Chungnam, afirma ter
criado na sexta-feira passada (15) uma vacina a partir de uma amostra do vírus
oferecida pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla
em inglês) dos EUA 11 dias antes. A vacina, denominada como CNUK-RG A/CA/4xPR/8, é a
primeira desenvolvida para o homem contra a gripe suína no mundo, segundo
a Yonhap. A equipe sul-coreana se mostrou disposta a oferecê-la de
forma gratuita aos laboratórios e à indústria farmacêutica, e disse
que assim comunicou à OMS e ao CDC. Os cientistas consideram que a indústria farmacêutica
poderia fabricar essa vacina em um prazo de quatro meses após um teste
humano e que seu custo seria de 3,50 euros (R$ 9,96) por pessoa. Por outro lado, as autoridades sanitárias sul-coreanas
isolaram em um hospital uma cidadã vietnamita que apresentava sintomas
similares à gripe suína. A mulher, de 22 anos, foi isolada no aeroporto depois de
ter chegado este domingo à Coreia do Sul procedente de Seattle (EUA) em
rota para o Vietnã. |
| 18/5/2009 | |
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Casos de gripe suína disparam no Japão da BBC Brasil O número de casos de gripe suína no Japão subiu
rapidamente, com mais de 120 casos confirmados. Quase 2.000 escolas e
empresas foram fechadas e o governo está desencorajando viagens desnecessárias
para conter a propagação da doença. Na sexta-feira, apenas quatro casos haviam sido confirmados
no país, e em pessoas que haviam voltado do Canadá. O primeiro caso de
gripe suína em uma pessoa que não havia viajado para o exterior --um
estudante de 17 anos de Kobe-- foi registrado no sábado. Apelo por calma A mídia japonesa disse que uma nova onda de infecções
tornaria o Japão o quarto país mais infectado do mundo, depois de México,
Estados Unidos e Canadá. Apesar de dizer que nenhuma das pessoas infectadas corre
risco de vida, as autoridades continuam apreensivas. "Nós precisamos
ter cautela, mas com um tratamento rápido os pacientes podem se
recuperar", disse o primeiro-ministro Taro Aso. "Nós precisamos
agir de maneira calma e apropriada." Acredita-se que a maioria das pessoas infectadas é de
estudantes nas regiões de Hyogo e Osaka, no oeste do Japão.
Especialistas acreditam que o vírus H1N1 se propagou rapidamente entre os
dois centros urbanos depois que alunos de escolas em Kobe e Osaka se
reuniram para um torneio de vôlei. O Japão criou centros para testes médicos nos aeroportos
e está encorajando grupos de alto risco a lavarem as mãos com frequência
e a usar máscaras. Até no setor de esportes foram adotadas medidas para
reduzir o potencial para infecções. O correspondente da BBC em Tóquio, Roland Buerk, disse que
o surto de gripe suína causou alarme no Japão, onde há um grande número
de pessoas idosas que estão particularmente preocupadas com a doença. |
| 18/5/2009 | |
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Morre
primeira vítima da gripe suína em Nova York AE - Agencia Estado NOVA YORK - Um vice-diretor de uma escola do Queens, Mitchell
Wiener, morreu na noite de ontem após contrair o vírus da influenza A
(H1N1), a gripe suína. Wiener, de 55 anos, tornou-se a primeira vítima
da doença em Nova York. Um porta-voz do Flushing Hospital Medical Center,
onde o paciente estava internado, disse que ele faleceu "apesar do
tratamento com um medicamento experimental". |
| 18/5/2009 | |
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Autoridades japonesas ordenam fechamento de mil escolas e pré-escolas
nesta segunda-feira Efe Estado de S. Paulo TÓQUIO - O número de casos da gripe suína no Japão chegou a
129, com mais 33 pacientes confirmados nesta segunda-feira, segundo cálculos
da agência de notícias Kyodo. Em meio à rápida disseminação do vírus
no país, o primeiro-ministro Taro Aso pediu calma à população. Aso fez
o pedido quando o total de casos estava em 92, de acordo com a contagem
oficial. Em uma reunião da força-tarefa do governo criada para cuidar da
epidemia, Aso afirmou que as autoridades japonesas não pretendem pedir
aos cidadãos para evitarem reuniões ou diminuírem a atividade nas
empresas. Com o número de casos no mundo disparando para mais de 8 mil e o Japão
fechando centenas de escolas para combater a epidemia, a gripe suína deve
dominar as discussões da assembleia anual da Organização Mundial de Saúde
(OMS), a ser aberta nesta segunda-feira em Genebra. O vírus A/H1N1 já teve um efeito sobre a reunião dos 193 países-membros:
a OMS propôs o encurtamento do encontro, de 10 para cinco dias, a fim de
minimizar o tempo em que as principais autoridades de saúde ficam fora de
seus países. A agência disse que os ministros precisam voltar para
coordenar esforços nacionais contra a gripe, que já atingiu pelo menos
39 países em menos de um mês. Uma comissão foi formada para levar a proposta de encurtamento da
reunião à assembleia da OMS. Se a ideia for aprovada, podem ser
canceladas as discussões sobre tuberculose, hepatite viral e transplantes
de órgãos humanos. Desde que chamou a atenção do mundo no México e nos EUA, o novo
vírus já infectou quase 8.500 pessoas, segundo a OMS, e se espalhou para
além da América do Norte, levado por viajantes. Em 29 de abril, a OMS
elevou o nível de alerta sobre a gripe para o nível 5, um abaixo do de
uma pandemia, ou disseminação sustentada da doença em mais de um
continente. No Japão, a maioria dos pacientes infectados foi registrada entre
os estudantes do ensino básico e das escolas secundárias, e em torno das
cidades de Kobe e Osaka, no oeste do país, onde as autoridades ordenaram
que mais de mil escolas e pré-escolas ficassem fechadas nesta
segunda-feira. Mais de 70 pessoas morreram em decorrência do vírus - todas elas
nas Américas e quase todas no México, onde foi detectada pela primeira
vez a variante nova do vírus da gripe suína. No domingo, as autoridades
de saúde do Chile registraram o primeiro caso do país, que se tornou o
40º afetado. A assembleia da OMS deve concentrar ao longo do dia discussões de
alto nível sobre o vírus, antes de uma aparição oficial da
diretora-geral da agência, Margaret Chan. O secretário-geral da ONU, Ban
Ki-moon, deve comparecer na terça-feira. Horas de debate deverão ser dedicadas aos preparativos para
pandemias e para a influenza, um assunto habitual nos últimos anos, desde
que o vírus H5N1, da gripe aviária, passou a infectar seres humanos. Em uma reunião em Genebra antes da assembleia, os governos não
chegaram a um acordo sobre o compartilhamento de vacinas e de material de
pesquisa de vírus no caso de uma pandemia global de gripe. A OMS também discute com cientistas e fabricantes de vacinas sobre
o início da produção em larga escala de uma vacina contra a pandemia e
sobre a necessidade de suspender a fabricação da vacina contra a gripe
sazonal para liberar capacidade de produção. Os especialistas se mostraram preocupados com a possível mutação
do A/H1N1, que poderia torná-lo mais resistente a antivirais como Tamiflu
e Relenza, que têm sido estocados para o tratamento da gripe forte. A assembleia da OMS também deve examinar a implementação do
Regulamento Sanitário Internacional, que desde 2005 obriga países como o
México a alertar imediatamente sobre possíveis ameaças à saúde
mundial. |
| 18/5/2009 | |
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A propagação da gripe suína pode ter efeitos consideráveis
na economia mundial, já abalada por uma crise que está longe do fim,
advertiu em Tóquio o FMI (Fundo Monetário Internacional). O primeiro subdiretor do FMI, John Lipsky, afirmou que os
riscos da gripe H1N1, "tanto sua extensão como letalidade, são difíceis
de prever". "Mesmo assim, pode ter efeitos consideráveis",
disse Lipsky. "Felizmente, o impacto deve ser bastante leve e
contido. Mas depois da ameaça de gripe aviária há alguns anos,
elaboramos grandes planos de emergência para o sistema financeiro, por
exemplo", afirmou. Sobre a crise econômica, reafirmou que está longe do fim
e sugeriu que vários países asiáticos ainda têm margem para reduzir as
taxas de juros em caso de necessidade para estimular suas economias. A gripe suína já contaminou 8.480 pessoas em 39 nações,
deixando 72 mortos. Fonte O ESTADO DE S.PAULO |
| 13/5/2009 | |
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Folha Online A OMS (Organização Mundial da Saúde) disse nesta
quarta-feira que seus cientistas investigarão a hipótese de um
especialista australiano de que o vírus da gripe suína foi produto de um
erro humano em laboratório. "Pedimos a nossos especialistas para que determinem se
há provas. Por enquanto, é cedo demais para dizer algo o respeito",
declarou o porta-voz da OMS, Gregory Hartl. A gripe suína já atinge 5.728 pessoas em 33 países,
incluindo 61 mortes. Segundo novo balanço da organização, os Estados
Unidos mantêm o maior número de casos da gripe suína, com 3.009
registros, incluindo três mortes --um bebê mexicano e uma professora
americana no Texas e um homem em Washington. O México, considerado epicentro da doença, tem 2.059
casos da doença e o maior número de vítimas --56. O Canadá registrou
358 casos de gripe suína confirmados em laboratório, incluindo uma
morte. A Costa Rica tem oito casos registrados, incluindo também uma
morte. A organização registra ainda casos da doença na Espanha
(98), Reino Unido (68), Panamá (29), França (13), Alemanha (12), Itália
(9), Israel (7), Nova Zelândia (7), Colômbia (6), Japão (4) e El
Salvador (4). Guatemala, Holanda e Coreia do Sul têm três casos cada. Já
China Finlândia, Noruega, Suécia e Tailândia têm dois casos cada. A Argentina, Austrália, Áustria, Cuba, Dinamarca, Hong
Kong, Irlanda, Polônia, Portugal e Suíça têm um caso cada. |
| 13/5/2009 | |
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Folha Online O número de casos suspeitos de gripe suína --influenza A
(H1N1)-- no Brasil subiu para 37 segundo relatório divulgado pelo Ministério
da Saúde nesta quarta-feira. Ontem eram 32.
A quantidade de casos confirmados permanece sendo oito. Os casos suspeitos estão nos Estados de São Paulo (14),
Minas Gerais (7), Pernambuco (3), Rio de Janeiro (3), Alagoas (2), Ceará
(1), Pará (1), Rio Grande do Sul (1), Rondônia (1) e no Distrito Federal
(4). Sintomas A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus
influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e
tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC,
tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e articulações, irritação
dos olhos e fluxo nasal. |
| 13/5/2009 | |
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Agencia Estado SÃO PAULO - O primeiro paciente a ser internado no Rio com a
nova gripe Influenza A (H1N1), a gripe suína, contraída em Cancún, no México,
teve alta na manhã de hoje, segundo informações do Hospital Universitário
Clementino Fraga Filho, na Ilha do Governador, no subúrbio do Rio, onde
estava internado havia cerca de 10 dias. |
| 13/5/2009 | |
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Folha Online O governo mexicano apresentará nesta quarta-feira, em
reunião em Praga, na República Tcheca, seu plano de ação contra a
epidemia de gripe suína a chanceleres da União Europeia (UE). Também
nesta quarta-feira, o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva,
enviou uma mensagem de solidariedade ao colega mexicano, Felipe Calderón,
e ao povo do México pelas vítimas da doença, denominada oficialmente
gripe A (H1N1). Em Praga, a comunidade internacional examinará o plano de
ação do México para avaliar sua estratégia de combate a doença que,
segundo mais recente balanço da OMS (Organização Mundial de Saúde),
atinge 5.728 pessoas em 33 países, incluindo 61 mortes. O México é
considerado o epicentro da epidemia e destino da maioria dos turistas
estrangeiras que foram diagnosticados com a gripe em seus países de
origem. "Nossa intenção é conversar sobre as medidas
tomadas, o que pensamos a respeito e ver se podemos nos ajudar
mutuamente", declarou o chanceler tcheco, Jan Kohout. "Queremos saber mais do que dizem os meios de comunicação",
afirmou Kohout, que descartou a possibilidade dos ministros da UE adotarem
medidas concretas de cooperação durante a reunião, que prosseguirá na
quarta-feira. O México, que preside atualmente o Grupo do Rio, está
representado em Praga pela chanceler Patricia Espinosa, que pretende
informar os colegas sobre o plano para proteger a população e evitar uma
propagação ao exterior. A UE pretende manifestar a disponibilidade para ajudar a
OMS, que mantém o nível de alerta em cinco, em uma escala máxima de
seis. O alerta indica risco de pandemia iminente. Solidariedade O presidente Lula pediu que sua mensagem de solidariedade
fosse transmitida aos familiares das pessoas "que infelizmente
morreram por causa desta doença", segundo a Secretaria de Relações
Exteriores do México. O presidente disse que "acompanhou com atenção as
medidas adotadas pelas autoridades mexicanas para controlar a epidemia, e
considera que as mesmas serão bem-sucedidas". O governo mexicano registra, até o momento, 2.224 casos de
gripe suína no país, incluindo 58 mortes. O Brasil tem oito casos
confirmados da doença. Recompensa Para tentar trazer de volta os turistas que evitam viajar
ao México desde a epidemia de gripe suína, um grupo de hotéis de Cancún
e da Riviera Maya convidam turistas mexicanos e estrangeiros a visitar a
região e oferecem férias gratuitas por 3 anos se comprovarem que se
contagiaram com gripe suína após a estadia no Caribe mexicano. "No caso de ser comprovado que um turista se contagiou
aqui nas férias, se nos mandarem uma análise de sangue que confirme que
se trata do vírus A (H1N1) e que o contágio se manifestou até 14 dias
após a saída, terá férias de graça por 3 anos com um
acompanhante", disse o empresário Fernando García Zalvidea. O também diretor-geral do consórcio Nacional Real Resorts
disse que oito hotéis aderiram à iniciativa, que busca recuperar a ocupação,
que caiu para 20% neste período. García Zalvidea explicou que os empresários do setor que
se uniram à campanha desinfetam paredes, portas, varandas, escrivaninhas
e quartos dos estabelecimentos. |
| 13/5/2009 | |
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94,7% dos casos foram registrados nos Estados Unidos, Canadá e México;
mortes continuam em 61 Efe GENEBRA - Os casos de gripe suína no mundo comunicados até agora à Organização Mundial de Saúde (OMS) chegam a 5.728 em 33 países, segundo o último balanço divulgado pela entidade nesta quarta-feira, 13. O México notificou 2.059 ocorrências
confirmadas da doença, 56 delas fatais. Já os Estados Unidos informaram
sobre 3.009 casos, sendo que três deles terminaram em morte. O Canadá
comunicou sobre 358 contaminados pela doença, sendo que um deles morreu.
Na Costa Rica, são oito os casos, um deles fatal. |
| 13/5/2009 | |
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RIO DE JANEIRO - A mãe do rapaz de 21 anos que teve
o primeiro caso confirmado de "gripe suína" (rebatizada de gripe A H1N1), no Rio de Janeiro se
emocionou ao falar da alta médica recebida pelo filho nesta quarta-feira.
"É um alívio por ele não ter tido nada sério", disse. O jovem deixou o hospital universitário Clementino Fraga Filho, na Ilha
do Fundão, antes das 10h desta quarta-feira por uma saída dos fundos da
unidade para não falar com a imprensa. O rapaz ficou internado por dez
dias no hospital, tempo necessário para a cura da "gripe suína"
e garantia de não transmissão do vírus da doença. De acordo com a mãe do jovem, rever o filho foi um alívio. "Foi um
reencontro de mãe e filho que não se viam há dez dias. Eu também
passei na casa da minha mãe, que eu não estava podendo ver",
relatou emocionada. Segundo ela, os médicos informaram que o filho está totalmente curado
da doença e não recebeu nenhum tipo de recomendação. A mãe do jovem
disse que a gripe do filho foi mais branda que a normal. "Foi
somente tosse e uma febre pequena de 37,5º, foi bem leve o que ele
teve", afirmou. Após receber alta, o rapaz não foi para sua casa, e sim para a residência
de amigos da família para fugir do assédio da imprensa. De acordo com a
mãe, o filho busca tranquilidade. "Agora é seguir um rumo e ficar
rezando pelas pessoas que ficaram lá no hospital", finalizou. Em entrevista à "TV Globo" na terça-feira, ele contou
ter ficado um pouco assustado ao receber a notícia de que estava com a
doença, mas que foi uma gripe "relativamente fraca", em comparação
com outras que ele já teve. Internados Segundo o chefe do serviço de epidemiologia e avaliação do Hospital do
Fundão, dr. Roberto Fiszman, um amigo dele e a mãe desse amigo, também
confirmados como portadores do vírus da "gripe suína", continuam
em tratamento, apesar de estarem sem febre e em bom estado de saúde. De acordo com o médico, eles aguardam em regime de isolamento até o término
do período de risco de contágio do vírus, que é de dez dias. Um outro paciente, de 24 anos, que chegou dos Estados Unidos, foi
internado na tarde de terça-feira com suspeita de estar com a
gripe. Ele está com febre mas não apresenta evidências de complicações
clínicas. Casos De acordo com o último balanço do Ministério da Saúde, até o
momento, há 29 casos em monitoramento, em 10 Estados. 168 casos já foram
descartados. O Ministério da Saúde
acompanha ainda 32 casos suspeitos de "gripe suína" no País. Os
casos suspeitos estão nos Estados de São Paulo (14), Distrito Federal
(4), Pernambuco (2), Rio de Janeiro (4), Ceará (1), Paraná (2), Rondônia
(1), Alagoas (2) e Minas Gerais (2). Oito casos da doença já foram
confirmados, nos Estados do Rio de Janeiro (3), São Paulo (2), Minas
Gerais (1), Rio Grande do Sul (1) e Santa Catarina (1). |
| 12/5/2009 | |
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O número de casos confirmados de gripe suína chegou a
5.251, incluidos 61 casos fatais, em 30 países, segundo o balanço mais
recente da OMS. O maior número de casos é registrado nos Estados Unidos,
com 2.600 infecções, três delas fatais. O México tem 2.059 casos,
incluindo 56 mortes, e o Canadá aparece com 330 casos uma morte, desde o
surgimento no mês passado do foco da nova gripe A (H1N1). A Costa Rica
também registrou um caso fatal. Nas últimas horas Cuba, Tailândia e Finlândia anunciaram
a confirmação de pacientes com o vírus. Havana confirmou o caso em um joven mexicano que chegou à
ilha como parte de um grupo de estudantes de Medicina. Diante da propagação da doença no México, Cuba suspendeu
os voos com este país, o que provocou mal-estar no governo de Felipe
Calderón, que pode cancelar uma viagem à ilha programada para as próximas
semanas. O líder cubano Fidel Castro acusou na segunda-feira à
noite o México de ocultar a epidemia de gripe A H1N1 para não impedir a
visita do presidente americano Barack Obama, nos dias 16 e 17 de abril. "As autoridades mexicanas não informaram ao mundo a
presença da mesma esperando a visita de Obama. Agora nos ameaçam com
suspender a do presidente (do México, Felipe) Calderón", afirma
Fidel em um artigo publicado no site estatal Cubadebate. "Neste momento nós e dezenas de outros países pagamos
o pato e ainda nos acusam de medidas lesivas ao México", completa o
texto, em uma referência à decisão de Cuba de suspender, desde 29 de
abril, os voos para o país. A Finlândia também confirmou os dois primeiros casos de
gripe A (H1N1) nesta terça-feira. Os pacientes são dois jovens que
retornaram recentemente de uma viagem ao México. Além disso, Bangcoc confirmou os casos de dois tailandeses
que viajaram ao México de modo separado e que, segundo o governo, estão
completamente curados. Na Suíça, o grupo farmacêutico Roche anunciou a doação
de 5,65 milhões de doses adicionais do antigripal Tamiflu, eficaz contra
a gripe suína, à OMS. O laboratório suíço também aumentará as capacidades de
produção do antiviral, do qual produzirá 110 milhões de tratamentos
nos próximos cinco meses. A meta é reconstituir as reservas regionais
armazenadas pela OMS e pela própria Roche, além de adicionar 650.000
tratamentos pediátricos. "É urgente reconstituir as reservas da OMS, assim como
as da Roche, destinadas a dar uma resposta rápida, sem esquecer dos
governos nacionais, para enfrentar as ondas posteriores da epidemia de
H1N1 ou o surgimento de um novo vírus da gripe", afirma o laboratório
em um comunicado. O número dois da OMS, Keiji Fukuda, defendeu o sistema de
alerta da organização. Ele disse que a doença teria se propagado muito
mais se há duas semanas a OMS não tivesse elevado para 5 o nível de
alerta em uma escala máxima de 6. "Se os países não soubessem o que fazer nesta situação,
a confusão teria sido maior. E em muitos sentidos, a situação teria
sido muito mais grave", afirmou. O México, epicentro da doença, anunciou que 25 hotéis das
zonas turísticas de Cancún e da Riviera Maya foram fechados
temporariamente pela falta de hóspedes desde o surgimento da gripe suína. |
| 12/5/2009 | |
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Folha Online Balanço da OMS (Organização Mundial de Saúde) divulgado
nesta terça-feira registra 5.251 casos de gripe suína --a gripe A
(H1N1)--, em 30 países. Os Estados Unidos são o país com maior número
de casos confirmados, 2.600 incluindo três mortes; enquanto o vizinho O Canadá, também na América do Norte, tem o terceiro
maior número de casos --330, incluindo uma morte. O quarto país a
registrar morte --uma-- foi a Costa Rica, com oito casos confirmados da
doença. No Brasil há oito casos da doença, conforme a OMS e o
Ministério de Saúde. Os outros países com casos confirmados --e nenhuma morte--
são Espanha (95), Reino Unido (55), Panamá (16), França (13), Alemanha
(12), Itália (9), Israel (7), Nova Zelândia (7), El Salvador (4), Japão
(4), Colômbia (3), Coreia do Sul (3), Holanda (3), Noruega (2), Suécia
(2), Argentina (1), Austrália (1), Áustria (1), China (2, sendo um em
Hong Kong), Dinamarca (1), Guatemala (1), Irlanda (1), Polônia (1),
Portugal (1) e Suíça (1). O balanço não inclui quatro casos confirmados, nas últimas
horas, pelos governos da Finlândia, Tailândia e Cuba. Na Finlândia, de acordo com o ministério de Assuntos
Sociais e Saúde, Tapani Melkas, há dois casos confirmados da doença. São
dois estudantes que vivem na região metropolitana de Helsinque e que
contraíram o vírus em uma recente viagem ao México. Os dois têm
sintomas leves e são atendidos em casa, para evitar a propagação do vírus.
Na Tailândia, o caso foi confirmado pelo premiê Abhisit
Vejjajiva. Segundo ele, os exames que confirmaram o diagnóstico de gripe
suína foram realizados no Centro de Controle de Doenças (CDC, na sigla
em inglês), nos EUA. Segundo o governo, a pessoa afetada, de
nacionalidade tailandesa, passou diversos dias em um hospital, mas já
recebeu alta. Em Cuba, o Ministério de Saúde confirmou a doença em um
jovem mexicano que estuda em Havana e que chegou à ilha em 25 de abril
passado, com um grupo de mexicanos, dos quais outros 13 apresentaram
sintomas leves e estão em bom estado de saúde. Devido à epidemia no México,
Cuba suspendeu os voos entre os dois países desde 29 de abril passado. Segundo o governo cubano, são analisadas no momento "84 pessoas, de oito nacionalidades, com suspeita clínico-epidemiológica". Sintomas A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus
influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e
tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC,
tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e articulações, irritação
dos olhos e fluxo nasal. Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha vírus, e examinadas em laboratório. Os antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos). |
| 12/5/2009 | |
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Folha de S.Paulo O vírus da gripe suína parece se transmitir mais
facilmente do que o da gripe comum, aponta estudo publicado ontem na
revista "Science". De acordo com os pesquisadores, que verificaram o padrão
de disseminação da doença, o vírus A (H1N1) deve ter afetado pelo
menos 23 mil mexicanos até o final de abril. A taxa de letalidade deve
ser de quatro casos por mil --severidade menor do que a da pandemia de
1918. O estudo aponta ainda que no vilarejo de La Gloria, no México,
as crianças abaixo de 15 anos são 61% dos infectados. O número é
semelhante ao do trabalho publicado no periódico "The New England
Journal of Medicine", apontando que 60% das pessoas contaminadas nos
EUA têm menos de 18 anos. "Os resultados mostram uma transmissão muito alta,
mas com severidade baixíssima. A alta disseminação pode ser explicada
porque as pessoas não possuem anticorpos contra o vírus. Esbarrou,
pegou", avalia o infectologista Caio Rosenthal, do hospital Emílio
Ribas. Rosenthal diz que um dado que chama a atenção é o fato
de a doença se espalhar com mais frequência entre os mais jovens.
"Eles estão mais expostos do que os idosos. Talvez essa seja uma
explicação razoável." Outro dado presente no trabalho do "New England"
é a alta taxa de hospitalização (9%), bem acima da registrada na gripe
comum (1%, em média). O sintomas mais prevalentes entre os 642 casos
avaliados foram febre (94%), tosse (92%), dor de garganta (66%), diarreia
(25%) e vômito (25%). Os dois últimos não são sintomas da gripe sazonal e podem indicar uma característica particular da gripe A. Para a infectologista Maria Cláudia Stockler de
Almeida, Hospital das Clínicas de São Paulo, a alta taxa de internação
deve levar a uma mudança no conceito de como lidar com a nova gripe:
"A pessoa não poderá ir trabalhar com gripe, ir para a escola com
gripe. As empresas deverão dar licença para os empregados ou para os
filhos deles que forem infectados". |
| 12/5/2009 | |
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Agência AFP GENEBRA - O número de casos confirmados de gripe suína
subiu para 5.251 em 30 países, com 61 mortes, segundo o último balanço
da Organização Mundial de Saúde (OMS). Os Estados Unidos lideram em número
de casos, com 2.600. O país registrou três mortes até agora. Em
seguida, vem o México com 2.059 casos, incluídas 56 mortes. Este balanço ainda não inclui os casos registrados em Cuba
e Tailândia, divulgados pouco antes do anúncio da OMS. Dois tailandeses que voltaram do México foram contaminados
pelo vírus da gripe H1N1 mas já se recuperam da doença, informou o
ministro da Saúde, Witthaya Kaewparadai, nesta terça-feira. Outras oito
pessoas que tiveram contato com os dois pacientes confirmados com a doença
foram liberadas após cumprirem quarentena por uma semana e não mostram
sinais da chamada gripe suína, acrescentou o ministro. - Temos dois casos
confirmados da gripe, que foram contraídos no exterior. Os pacientes se
recuperaram - disse Witthaya em entrevista coletiva. Ele não deu mais
detalhes sobre os casos e não disse quando os pacientes estiveram no México,
epicentro da doença. Na noite de quinta-feira, Cuba confirmou seu primeiro caso da gripe, um mexicano que estuda medicina na ilha e voltou de férias em seu país no mês passado. Os seguintes países também confirmaram casos,
mas sem mortes: Argentina (1), Austrália (1), Áustria (1), Brasil (8),
China (1), Hong Kong (1), Colômbia (3), Dinamarca (1), El Salvador (4),
França (13), Alemanha (12), Guatemala (1), Irlanda (1), Israel (7), Itália
(9), Japão (4), Holanda (3), Nova Zelândia (7), Noruega (2), Panamá
(16), Polônia (1), Portugal (1), Coreia do Sul (3), Espanha (95), Suécia
(2), Suíça (1) e Reino Unido (55). |
| 12/5/2009 | |
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HAVANA - O ex-presidente cubano Fidel Castro acusou o México de não alertar o mundo a tempo sobre a epidemia de "gripe suína" para não frustrar uma visita do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao país, realizada em abril. Em coluna publicada na noite de segunda feira na internet, Fidel,
afastado do poder há quase três anos por motivo de saúde, disse que países
como Cuba estão sofrendo as consequencias de o México não ter alertado
para a doença anteriormente. O governo da ilha disse ter confirmado o primeiro caso de "gripe suína",
embora ele ainda não tenha sido reconhecido pela Organização Mundial de
Saúde (OMS). Há duas semanas, Cuba suspendeu os voos com origem ou destino no México,
irritando autoridades mexicanas. O presidente Felipe Calderón disse que
poderia cancelar uma visita à ilha programada para este ano. "Agora ficamos como injustos, sem fundamentos técnicos, e país
hostil ao povo do México", acrescentou Fidel, em um texto intitulado
"O que passou na minha mente". A visita de Calderón a
Cuba é considerada um sinal de que os dois vizinhos superaram as rusgas
diplomáticas que quase provocaram um rompimento das relações sob o
governo do mexicano Vicente Fox. |
| 12/5/2009 | |
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O número de casos
suspeitos de gripe suína no Paraná caiu de sete para dois, segundo o último
boletim divulgado pela Secretaria de Saúde. Até agora, foram descartados
18 casos no estado. Segundo a assessoria de imprensa da secretaria, os
casos suspeitos são de duas mulheres da região de Londrina. Uma delas
retornou recentemente da Nigéria e da Espanha e está internada. A outra
paciente está isolada em casa, após ter voltado de viagem ao México e
Estados Unidos. A secretaria informou também que recebeu a notificação
do primeiro possível caso de influenza A (H1N1) na região oeste do Paraná.
Uma mulher está em monitoramento em Foz do Iguaçu e aguarda em casa o
resultado de exames laboratoriais. A região de Foz do Iguaçu
é prioritária nas ações do comitê intersetorial que acompanha a situação
da doença no estado. Segundo a assessoria, a confirmação de casos na
Argentina e na Colômbia, além de dois na Ragião Sul (um em Santa
Catarina e um no Rio Grande do Sul, de um total de oito comprovados no
Brasil) fez o governo do Paraná aumentar a vigilância nas cidades com
grande fluxo de turistas. |
| 12/5/2009 | |
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555
dos 5,13 milhões de passageiros que entraram no país de 25 de abril a 10
de maio apresentavam sintomas Efe PEQUIM - O Ministério da Saúde chinês ordenou nesta terça-feira,
12, que seja comunicado em um prazo máximo de duas horas qualquer caso
suspeito ou confirmado da gripe suína para intensificar a prevenção de
contágios, após a confirmação de um caso na província de Sichuan
(sul). A Administração Geral de Inspeção, Supervisão e Quarentena informou
que 555 dos 5,13 milhões de passageiros que entraram na China de 25 de
abril a 10 de maio apresentavam sintomas da gripe, e foram enviados a
departamentos de saúde para seu controle e eventual tratamento. Além disso, aviões, navios, trens, automóveis e outros tipos de veículos
procedentes dos países afetados pela gripe foram especialmente
desinfetados, e seus passageiros tiveram de preencher formulários para
sua eventual localização posterior. O Ministério pediu também o aumento da vigilância contra a gripe
comum, com especial atenção para detectar eventuais casos da gripe suína
na China. Um homem de 30 anos que voltou dos Estados Unidos se transformou no primeiro caso confirmado da doença no país. |
| 11/5/2009 | |
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SÃO PAULO - A Organização Mundial de Saúde (OMS) elevou
hoje para 4.694 os casos de influenza A (H1N1), a gripe suína, no mundo.
Segundo boletim da entidade, esse número era registrado às 3h (de Brasília).
O México já confirmou, com testes em laboratório, 1.626 casos em
humanos, com 48 mortes. Os Estados Unidos registraram 2.532 casos, com três
mortes. O Canadá teve 284 ocorrências, com uma morte. A Costa Rica também
teve uma morte e oito casos. FONTE: AGENCIA ESTADO |
| 11/5/2009 | |
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CHENGDU, China (AFP) - A gripe suína driblou as medidas rígidas
impostas por Pequim ao ser diagnosticada em um homem da província de
Sichuan, centro-sul do país, que acabara de retornar dos Estados Unidos. O novo vírus já matou 53 pessoas - 48 no México, três nos Estados
Unidos, uma no Canadá e outra na Costa Rica - e foi diagnosticado em
quase 4.500 em 30 países. Segundo os últimos dados da Organização
Mundial da Saúde (OMS), o países com mais casos confirmados são Estados
Unidos (2.254) e México (1.626). O Brasil confirmou mais dois casos de pacientes e agora tem oito pessoas
com a doença. As autoridades chinesas confirmaram a notícia do primeiro contágio na
China continental e procuram agora as pessoas que viajaram ao lado do
infectado, identificado apenas como Bao, que chegou no sábado a Chengdu,
capital de Sichuan, procedente dos Estados Unidos após uma viagem via Tóquio
e Pequim. No início do mês já havia sido detectado um caso de gripe A (H1N1),
nome oficial da doença, na região administrativa chinesa de Hong Kong. "A província de Sichuan confirmou um caso de vírus da gripe A
(H1N1)", afirmou o porta-voz do ministério da Saúde, Mao Qunan. Bao viajou a Pequim a partir de Tóquio no voo NW029 da Northwest
Airlines, antes de seguir para Chengdu. As autoridades informaram que a maioria dos passageiros do voo entre
Pequim e Chengdu foram localizados e colocados em quarentena. Também
anunciaram que 120 dos 144 passageiros do voo Tóquio-Pequim foram
localizados. O jornal Diário de Pequim afirma que os dois voos tinham 75
estrangeiros. O governo continua tentando localizar os demais passageiros e colocou em
observação a equipe médica que tratou Bao. A China tem mais de 300 pessoas em quarentena como medida de precaução.
O governo do país se defende das críticas internacionais às medidas
adotadas, sob a alegação de que o objetivo é evitar "consequências
catastróficas" que a propagação da epidemia teria no país de
maior população do mundo. O México denunciou no domingo que 14 cidadãos do país continuam em
quarentena na China e um em Cingapura e protestou publicamente por estas
medidas. O Canadá também pediu explicações na semana passada pela quarentena
imposta por Pequim a 26 estudantes canadenses. O governo mexicano desaconselhou a população a viajar à China e
cancelou a participação no Salão Internacional da Alimentação (SIAL),
que acontecerá de 19 a 21 de maio em Xangai. Em mais um protesto, a Federação Mexicana de Futebol (FMF) anunciou na
sexta-feira sua retirada das competições da Conmebol (Libertadores,
Sul-Americana e Copa América), porque os clubes do país não podem jogar
em casa na Libertadores em consequência da gripe suína. A ONU condenou as quarentenas impostas segundo critérios de
nacionalidade para conter a gripe, por considerá-las discriminatórias. |
| 11/5/2009 | |
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Publicada em 08/05/2009 às 20h54m MEXICO - A gripe aviária mata mais de 60% dos humanos que a contraem,
mas não é facilmente transmissível no contato entre seres humanos. Já
a gripe suína pode ser transmitida por um simples aperto de mão ou um
espirro, mas a quantidade de pessoas mortas em decorrência da contaminação
por esse tipo de vírus é bem menor. Muitos cientistas temem, no entanto, que os dois vírus se encontrem -
possivelmente na Ásia, onde a gripe aviária é endêmica - e se combinem
em uma nova variação altamente contagiosa e letal e se espalhe pelo
mundo. Apesar de não se saber qual a probabilidade de que isso ocorra,
cientistas chamam atenção para o fato de que a nova cepa de gripe suína
- uma combinação de vírus humanos, aviários e suínos - já mostrou
que pode se apropriar de material genético que favoreça sua evolução. - Este vírus em particular parece ter essa habilidade única de coletar
outros genes - disse o virologista doutor Robert Webster, cuja equipe
descobriu, em 1998, uma versão anterior a do atual vírus da gripe suína
em uma fazenda de porcos na Carolina do Norte, nos Estados Unidos. A atual variação de gripe suína, H1N1, já contaminou cerca de 2.500
pessoas em 25 países (entre eles o Japão). Enquanto isso, o vírus da
gripe aviária, H5N1, matou pelo menos 258 pessoas no mundo desde que começou
a contaminar aves na Ásia, no fim de 2003. Na quarta-feira, a Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou dois
novos casos de gripe aviária. Um paciente se recupera no Egito e um outro
morreu no Vietnã, em um sinal de que a ameaça do H5N1 não desapareceu. - Não podemos baixar a guarda no monitoramento do H5N1. Não temos idéia
de como o H5N1 vai se comportar sob a pressão de uma pandemia - disse a a
diretora geral da OMS, Margaret Chan em uma reunião na quinta-feira em
Bangcoc com autoridades sanitárias da Ásia. Cientistas temem que o vírus da gripe aviária possa sofrer uma mutação
e se disseminar facilmente entre os seres humanos. As últimas três
pandemias de influenza - a espanhola de 1918, a asiática de 1957-58 e a
de Hong Kong de 1968-69 - eram vinculadas a aves, ainda que alguns
cientistas acreditem que os suínos tenham tido papel na de 1918 também. FONTE O GLOBO |
| 11/5/2009 | |
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Seis quartos ficam no
Hospital Conceição e outros dois no Hospital da Criança As oito unidades de isolamento para pacientes com suspeita
da gripe suína (H1N1) em Porto Alegre ficam localizadas em dois hospitais
do Grupo Conceição. São seis quartos no Hospital Conceição e dois no
Hospital da Criança. As áreas foram criadas em 2003, durante plano de ação
em todo Brasil para casos da gripe aviária. FONTE ZERO HORA |
| 11/5/2009 | |
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A OMS (Organização Mundial de Saúde) divulgou nesta
segunda-feira seu mais recente balanço da gripe suína, denominada
oficialmente gripe A (H1N1), no mundo. Segundo a organização são 4.694
casos da doença em 30 países. O relatório inclui ainda o segundo caso
da gripe registrada na China, o primeiro em um chinês. Os Estados Unidos mantêm-se como país mais afetado pela gripe suína, com 2.532 casos confirmados em laboratório. O número inclui ainda três mortes registradas no país --um bebê mexicano, uma professora americana, ambos no Texas, e um homem em Washington. O México, que por dias apresentava o maior crescimento no número do casos, manteve o mesmo número de casos do relatório anterior: 1.626. O país, contudo, registrou um número maior de mortos, 48, segundo a organização. O Canadá permanece em terceiro na lista de países mais
afetados, com 284 casos confirmados por laboratório, incluindo uma morte
--uma mulher da Província de Alberta. A Costa Rica permanece com oito casos confirmados de gripe
suína, incluindo uma morte. O relatório da OMS inclui ainda casos confirmados na
Argentina (1), Austrália (1), Áustria (1), Colômbia (3), Dinamarca (1),
El Salvador (4), França (13), Alemanha (11), Guatemala (1), Irlanda (1),
Israel (7), Itália (9), Japão (4), Holanda (3), Nova Zelândia (7),
Noruega (2), Panamá (15), Polônia (1), Portugal (1), Coreia do Sul (3),
Espanha (95), Suécia (2), Suíça (1) e Reino Unido (47). China A China também está na lista da OMS com dois casos da
doença, um turista mexicano diagnosticado na região administrativa
especial de Hong Kong e um chinês na Província de Sichuan. O novo paciente é um universitário, que retornou dos EUA
para China no dia 8 de maio e foi confirmado como o primeiro caso de gripe
suína no território continental do país. O homem viajou de Saint Louis (EUA) para a China no dia 7
de maio, fez escalas em São Paulo e Tóquio, onde tomou um voo da
companhia aérea americana Northwest para Pequim. Na capital chinesa,
permaneceu algumas horas antes de ir para Chengdu, quando já sentia
febre, dor de cabeça e tosse. Ao não passar bem em sua chegada à capital de Sichuan, o
primeiro chinês com gripe suína se dirigiu ao hospital da Província e
foi submetido a dois testes que deram resultado positivo, por isso que foi
considerado suspeito e isolado em outro hospital de doenças infecciosas. As autoridades chinesas procuram agora os 143 passageiros
do avião de Tóquio a Pequim da companhia Northwest Airlines, que o
infectado pegou após chegar à capital japonesa vindo de Minnesota (EUA),
e os 150 do voo de Sichuan Airlines, no qual embarcou no mesmo dia em
Pequim. Segundo Sun Hao, porta-voz do escritório de resposta
urgente, 120 passageiros dos 143 do voo NW029 foram localizados, sendo 70
deles estrangeiros, segundo o "Beijing News", e, embora sem
sintomas, foram convidados a se submeter a quarentena no hotel Guomenlu de
Pequim. A OMS alerta, contudo, que não é necessário restringir
viagens a países com focos da doença. a organização pede que turistas
com sintomas da gripe evitem viajar e que passageiros que chegarem de países
com grande número de casos procurem o médico se sentirem qualquer
sintoma. Brasil O Ministério da Saúde brasileiro informou na tarde deste
domingo que mais dois casos de doentes infectados pela gripe suína foram
confirmados, um no Rio de Janeiro e um no Rio Grande do Sul. Ao todo, são
agora oito casos confirmados no Brasil, sendo seis com vínculo de viagens
internacionais e dois autóctones (contaminados dentro do território
nacional). O paciente do Rio contraiu a doença em solo brasileiro e,
o do Sul, chegou ao Brasil com os sintomas após viajar pela Europa. Com
este no caso do Rio, somam três os pacientes infectados pelo vírus no
Estado, sendo dois de transmissão autóctone. O ministério reforçou que esses dois casos de transmissão
autóctone estão fortemente vinculados ao primeiro, que contraiu a doença
no México. "Desse modo, até o momento, o Ministério da Saúde
ratifica que a transmissão do vírus no Brasil permanece limitada, sem
evidência de transmissão sustentada", informou. O outro caso confirmado hoje, do Rio Grande do Sul, é uma
mulher e esteve em vários países europeus (Alemanha, República Tcheca,
Hungria, Áustria, Itália e Espanha), antes de voltar ao Brasil.
Apresentou os primeiros sintomas, leves, no dia 3 de maio, na Itália.
Viajou no mesmo dia para Madri (Espanha), onde embarcou no dia seguinte
para o Brasil. Procurou o serviço de saúde e foi notificada no dia 7. A
mulher passa bem. O ministério ressaltou que, no dia de seu desembarque,
estavam em funcionamento às medidas de alerta aos viajantes. FONTE: FOLHA ONLINE |
| 11/5/2009 | |
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O Ministério da Saúde confirmou neste domingo mais
dois casos de gripe suína no Brasil, levando o total de pessoas
infectados pelo vírus influenza A (H1N1) para oito em todo o País. Um
dos novos casos confirmados está no Rio de Janeiro e outro no Rio Grande
do Sul. Seis têm vínculo com viagens internacionais e dois foram
infectados dentro do território nacional. Um dos novos casos confirmados está no Rio de
Janeiro e é o segundo caso de transmissão do vírus dentro do País. O
ministério não divulga a identidade dos infectados, mas o caso é da mãe
de um dos jovens contaminados, que estava sendo monitorada depois de
cuidar do filho que contraiu a doença de um amigo que viajou ao México.
Ela foi internada no sábado com os sintomas. Segundo o ministério, o
paciente encontra-se em quadro clínico estável. Já o caso do Rio Grande do Sul passou recentemente
por vários países europeus (Alemanha, República Checa, Hungria, Áustria,
Itália e Espanha) e apresentou os primeiros sintomas leves na Itália, em
3 de maio. A pessoa passou por Madri antes de voltar ao Brasil e procurar
o serviço de saúde com os sintomas da gripe suína. De acordo com o
ministério, o infectado passa bem. Em nota, o ministério informou que recebeu na tarde
deste domingo "os resultados de 20 exames laboratoriais para detecção
do vírus influenza A (H1N1)", dos quais 18 foram descartados. Os
demais casos confirmados se encontram em São Paulo (2), Minas Gerais (1)
e Santa Catarina (1). O ministério afirmou também que o governo
brasileiro cumpre rigorosamente as medidas de vigilância e monitoramento
recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tomando todas as
precauções indicadas para conter a doença, rastreando, monitorando e
tratando os possíveis doentes. Segundo os últimos dados divulgados pela
OMS, já foram confirmados 4.379 casos de gripe suína em 29 países. Mesmo com a elevação do número de casos, o
governo reiterou que a propagação do vírus no Brasil "permanece
limitada, sem evidência de transmissão sustentada". Atualmente,
sete países apresentam transmissão dentro do próprio país: Reino
Unido, Espanha, Alemanha, Itália, Brasil, Estados Unidos e México.
Apenas os dois últimos têm transmissão sustentada. O que é a gripe suína A gripe suína geralmente não atinge os humanos, e
até então eram raros são os casos de contágio de pessoa para pessoa. A
contaminação ocorre da mesma forma que a gripe comum, por meio de
perdigotos (gotículas de saliva) lançados na tosse e espirros. Sobre o recente surto que teve origem no México, a
Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou que alguns dos casos
registrados são formas não conhecidas da variedade H1N1 do vírus
Influenza A. Ele é geneticamente diferente do vírus H1N1 que
vem atacando humanos nos últimos anos e contém DNA associado aos vírus
que causam as gripes aviária, suína e humana, incluindo elementos de
viroses européias e asiáticas. FONTE; TERRA |
| 11/5/2009 | |
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O Ministério da Saúde informou que os casos
suspeitos de gripe suína no País caíram de 30 no sábado para 18 neste
domingo. Com isso, passou para 156 o número de casos descartados pelos
exames laboratoriais, mas 25 ainda seguem em monitoramento (pessoas que
chegaram de países afetados ou não que apresentam alguns sintomas). Os casos suspeitos estão nos Estados de São Paulo
(6), Rio de Janeiro (2), Minas Gerais (1), Paraná (1), Distrito Federal
(3), Santa Catarina (1), Pernambuco (2), Ceará (1) e Rondônia (1). Até
o momento, seis contaminações por influenza A (H1N1) no Brasil foram
confirmados pelos laboratórios da Fiocruz (RJ) e Instituto Adolfo Lutz
(SP). Os casos confirmados são de brasileiros, sendo
cinco adultos jovens e uma criança. Dois casos são de São Paulo, dois
do Rio de Janeiro, um de Minas Gerais e um de Santa Catarina. Três
estiveram recentemente no México e dois nos Estados Unidos. Com um único caso confirmado de transmissão dentro
do território nacional, o Ministério da Saúde considera que não há
evidências de sustentabilidade da transmissão de pessoa a pessoa do vírus.
No sábado, o órgão confirmou suspeita sobre a mãe de um dos
infectados, que foi isolada no Hospital do Fundão, no Rio de Janeiro, e
recebe tratamento. O que é a gripe suína A gripe suína geralmente não atinge os humanos, e
até então eram raros são os casos de contágio de pessoa para pessoa. A
contaminação ocorre da mesma forma que a gripe comum, por meio de
perdigotos (gotículas de saliva) lançados na tosse e espirros. Sobre o recente surto que teve origem no México, a
Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou que alguns dos casos
registrados são formas não conhecidas da variedade H1N1 do vírus
Influenza A. Ele é geneticamente diferente do vírus H1N1 que vem atacando humanos nos últimos anos e contém DNA associado aos vírus que causam as gripes aviária, suína e humana, incluindo elementos de viroses européias e asiáticas. |
| 11/5/2009 | |
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que
a gripe suína é grave, mas que a doença não é "do tamanho que
parecia ser". Segundo Lula, a entrada de pessoas no País está sendo
bem monitorada e os cuidados do Ministério da Saúde serão redobrados
nos próximos dias. "A gente vai intensificar a vigilância e, ao
mesmo tempo, intensificar o tratamento das pessoas que estão doentes.
Estamos cuidando para evitar que se alastre em outras pessoas", disse
Lula em seu programa semanal Café com o Presidente. Lula afirmou
que não deve haver pânico entre a população. "O que as pessoas
devem ter é cuidado." No domingo, dois novos casos de gripe suína foram
confirmados no Brasil, um no Rio de Janeiro e um no Rio Grande do Sul, o
que eleva para oito o número de pessoas contaminadas.Agência
Brasil |
| 11/5/2009 | |
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Referência no combate a epidemias, hospital tem plano contra a gripe Eduardo Nunomura Foi um susto quando chegou o primeiro paciente com possível contaminação
de gripe suína ao Instituto de Infectologia Emílio Ribas. O jovem vinha
do México, apresentava dor muscular, mas não estava com febre. Era sábado
à noite, mas naquele dia 25 só havia incertezas sobre a pandemia que
estava por vir. "Opa, a doença chegou", anteviu o médico
Carlos Frederico Dantas Anjos, que chefiava o plantão do pronto-socorro. FONTE;ESTADÃO |
| 11/5/2009 | |
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A
gripe aviária mata mais de 60% de suas vítimas humanas, mas não é
passada facilmente de pessoa para pessoa. |
| 8/5/2009 | |
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O México notificou 1112 casos de infecçõa em seres humanos confirmados
laboratorialmente, incluindo 42 óbitos. Os Estados Unidos notificaram 896
casos de infecção em seres humanos confirmados laboratorialmente,
incluindo dois óbitos Os seguintes países notificaram casos confirmados
em laboratório, sem óbitos: - Áustria (1), Canadá (214), China, Hong
Kong (1), Colombia (1), Costa Rica (1), Dinamarca (1), El Salvador (2),
França (5), Alemanha (10), Guatemala (1), Irlanda (1), Israel (6), Itália
(5), Holanda (2), Nova Zelândia (5), Polônia (1), Portugal (1), República
da Coréia (3), Espanha (81), Suécia (1), Suíça (1) e o Reino Unido
(32). O Organização Mundial da Saúde – OMS – não estabeleceu restrições
de viagem relacionadas ao surto do vírus da influenza A(H1N1). Pessoas doentes devem adiar planos de viagem e os viajantes que
retornarem doentes a seus países devem buscar atendimento médico
apropriado. Estas recomendações são medidas de cautela que podem
limitar a disseminação de muitas doenças transmissíveis, inclusive a
influenza. (Fonte: Website do CDC) |
| 8/5/2009 | |
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Colaboração para a Folha Online Médicos infectologistas negam haver motivo para pânico
por conta dos quatro
casos confirmados de gripe suína no Brasil. Segundo especialistas, não
há a necessidade de as pessoas mudarem seus hábitos, informa reportagem
de Cláudia Collucci e Julliane Silveira publicada na edição desta
sexta-feira da Folha Conforme os médicos, o índice de letalidade do novo vírus é baixo --cerca de 1,5%, contra 0,5% da gripe comum. Além disso, os pacientes com a doença contraíram o vírus fora do país. Para o infectologista David Uip, diretor do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, a confirmação dos casos era esperada. "Estamos preparados. Em nível de diagnóstico, no nível de busca dos casos, dos comunicantes [quem convive com doentes], de atenção a terceiros e agora, também, do diagnóstico", disse Fonte: FOLHA ONLINE |
| 8/5/2009 | |
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Agência AFP HAIA - Os organizadores de um torneio de futebol
internacional de juniores de Terborg, leste da Holanda, cancelaram a
participação de um clube mexicano por temer o vírus da gripe suína. -
Não queremos correr riscos inúteis - explicou o diretor do torneio, Rob
Gudden. - Esperamos receber 5.000 torcedores por dia, que devem
poder assistir ao torneio com toda a tranquilidade. Vamos agora buscar uma
equipe para substituir o Chivas Guadalajara - completou. O Atlético Mineiro defenderá o título na 30ª edição do torneio de Terborg, que acontecerá de 22 a 24 de maio, contra outras nove equipes de todo o mundo. |
| 8/5/2009 | |
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Portal Terra BRASÍLIA - Os resultados de mais 15 exames de suspeita de
gripe suína no Brasil devem ficar prontos nesta sexta-feira. Outros
quatro casos foram confirmados ontem, segundo informou o Ministro da Saúde,
José Gomes Temporão. Dos casos confirmados, três contraíram a doença no México
e outro nos Estados Unidos. Dois pacientes foram internados em São Paulo,
um no Rio de Janeiro e outro em Minas Gerais, mas apenas o da capital
fluminense permanece no hospital. O governo de São Paulo descartou que os dois pacientes
identificados com o vírus no estado tenham transmitido a doença para
outras pessoas. Segundo o secretário de Saúde, Luiz Roberto Barradas
Barata, a certeza vem do tempo que os pacientes estão com a doença. - Não
houve transmissão em nenhum dos dois casos, porque faz mais de dez dias
do início dos sintomas - disse. E é bom o estado de saúde do paciente internado no
Hospital Clementino Fraga Filho, no Fundão, no Rio. Segundo os médicos,
ele já poderia ter alta, mas deve permanecer 10 dias em isolamento, que
é o tempo de duração do vírus da doença. O jovem, morador da Ilha do Governador, está em um quarto
fechado do quinto andar da unidade com banheiro próprio e uma antessala.
Os profissionais de saúde que têm contato com ele usam luvas, máscaras,
macacão e óculos. O doente foi infectado pelo vírus durante viagem a
Cancún, no México. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, o governador Sérgio
Cabral e o prefeito do Rio, Eduardo Paes, visitam neste momento o Centro
de Operações de Emergência para Influenza A [H1N1], montado na sede da
Defesa Civil estadual, na Praça da Bandeira. A instalação do Centro de
Operações foi uma das principais medidas adotadas pelo Gabinete
Integrado de Emergência para Gripe, criado há duas semanas pelas
secretarias estadual e municipal de Saúde e Defesa Civil para combate à
gripe suína. |
| 8/5/2009 | |
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ROSANA DE CASSIA - Agencia
Estado BRASÍLIA - O ministro da Saúde, José Gomes Temporão,
reafirmou hoje, em entrevista ao programa Bom Dia Brasil, da TV Globo, que
apesar dos quatro casos de gripe suína detectados no Brasil, a situação
está sob controle, porque o vírus da Influenza A (H1N1) não circulou.
"É claro que nós estamos preocupados, porque os cientistas não
sabem o que vai acontecer com essa doença, porque é um vírus novo.
Ninguém sabe, numa segunda onda, o que pode acontecer. Detectamos que o vírus
entrou, mas não circulou. A orientação é redobrar a vigilância,
manter a mesma estrutura, a mesma estratégia", disse. |
| 8/5/2009 | |
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JB
Online RIO
- Em entrevista ao programa Bom dia Brasil, da Rede Globo, o ministro da
Saúde, José Gomes Temporão, tranquilizou a população quanto ao
surgimento dos primeiros casos de gripe suína no país. Segundo ele, as
pessoas estão sendo orientadas e os caso confirmados foram isolados e
tratados. - Colocamos em ação um plano como em 2003 com a gripe aviária.
Foi feito um trabalho de estruturação: 19 centros de vigilância,
preparamos 52 hospitais para isolar os eventuais casos. O cidadão comum
tem que confiar que tudo está sendo feito para a segurança dele -
garantiu. Temporão
revelou que é a primeira vez que uma doença está sendo monitorada em
tempo real no país. No entanto, segundo ele, existe uma preocupação. -
Os cientistas não sabem dizer o que vai acontecer com essa doença. É um
vírus novo. Os casos confirmados não parecem ser muito graves, mas ninguém
sabe como o vírus vai se comportar. Uma segunda onda pode acontecer daqui
a algum tempo como foi no caso da gripe espanhola - alertou. Os
resultados de mais 15 exames de suspeita de gripe suína no Brasil devem
ficar prontos nesta sexta-feira. Outros quatro casos foram confirmados
ontem, segundo informou o ministro. Dos casos confirmados, três contraíram
a doença no México e outro nos Estados Unidos. Dois pacientes foram
internados em São Paulo, um no Rio de Janeiro e outro em Minas Gerais,
mas apenas o da capital fluminense permanece no hospital. O
governo de São Paulo descartou que os dois pacientes identificados com o
vírus no estado tenham transmitido a doença para outras pessoas. Segundo
o secretário de Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, a certeza vem do
tempo que os pacientes estão com a doença. - Não houve transmissão em
nenhum dos dois casos, porque faz mais de dez dias do início dos sintomas
- disse. E
é bom o estado de saúde do paciente internado no Hospital Clementino
Fraga Filho, no Fundão, no Rio. Segundo os médicos, ele já poderia ter
alta, mas deve permanecer 10 dias em isolamento, que é o tempo de duração
do vírus da doença. O jovem, morador da Ilha do Governador, está em um quarto fechado do quinto andar da unidade com banheiro próprio e uma antessala. Os profissionais de saúde que têm contato com ele usam luvas, máscaras, macacão e óculos. O doente foi infectado pelo vírus durante viagem a Cancún, no México. |
| 8/5/2009 | |
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da France Presse, em Genebra A ONU (Organização das Nações Unidas) condenou nesta sexta-feira as
quarentenas impostas segundo critérios de nacionalidade para conter a
gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1). A organização
criticou especialmente a quarentena "discriminatória" imposta a
turistas mexicanos na China, episódio que desencadeou tensão diplomática
entre os dois países. "Ninguém deveria ser colocado em quarentena apenas por sua
nacionalidade", afirmou em Genebra o porta-voz do Alto Comissariado
das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Rupert Colville. "Estas medidas são claros e inaceitáveis atos de discriminação
com efeitos negativos evidentes para os direitos das pessoas afetadas,
incluindo possíveis prejuízos econômicos, por exemplo nas viagens de
negócios", completou Colville. Colville mencionou o caso de mexicanos sem sintomas da gripe suína que
foram colocados sob quarentena em diversas cidades chinesas. A China começou a suspender nesta quinta-feira a quarentena de sete dias
imposta aos passageiros de um voo procedente do México, considerado
epicentro da epidemia. Os passageiros viajaram com o turista mexicano de
25 anos confirmado como único caso de gripe suína no país. Nove moradores de Pequim deixaram o isolamento com um documento que
afirma que não possuem nenhum sintoma do vírus A (H1N1), informou a agência
oficial Xinhua (Nova China). A China rastreou e isolou as pessoas que viajaram na quinta-feira passada
(30) no voo AM098, que partiu da Cidade do México com destino a Xangai. A
medida foi duramente criticada pelo governo mexicano, que a classificou de
injustificada e discriminatória. Segundo o subdiretor do Centro de Controle de Doenças de Pequim, He Xiongn, 51 pessoas permanecem em quarentena na capital chinesa. |
| 8/5/2009 | |
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Folha ONLINE O número de casos de gripe suína
confirmados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) atingiu os 2.384
casos em 24 países, incluindo 44 mortos --42 no México e dois nos
Estados Unidos. O novo balanço da organização não inclui, ainda, os
quatro casos da doença, denominada oficialmente gripe A (H1N1),
confirmados nesta quinta-feira pelo Ministério da Saúde do Brasil. A lista da epidemia é liderada
pelo México, país mais afetado pela gripe suína, que registra 1.112
casos confirmados em laboratório, incluindo 42 mortes. Segundo a OMS, os EUA registram
a infecção em 896 pessoas, incluindo duas mortes. O novo número
apresenta 254 casos a mais que o relatório anterior da OMS. |
| 8/5/2009 | |
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O subsecretário de Saúde italiano, Fabrizio Fazio, confirmou nesta
sexta-feira dois novos casos da gripe suína na Itália. O novo registro
aumenta para sete o número de contágios pela gripe A (H1N1) no país. Segundo a imprensa local, um dos novos casos é o de uma mulher de 48
anos do norte da Itália, que retornou recentemente de viagem ao México
--considerado epicentro da doença, com 1.112 casos confirmados, incluindo
42 mortes. O segundo é de um homem de 40 anos, músico, que retornou de Nova York,
nos Estados Unidos, e que está internado em um hospital também no norte
da Itália. Com esses dois novos contágios se eleva a sete o número total de casos
da gripe confirmados na Itália. O primeiro contágio confirmado no país foi registrado em 2 de maio. O
paciente era um homem que retornou do México em 23 de abril e que já está
recuperado. Balanço O número de casos de gripe suína confirmados pela OMS (Organização
Mundial da Saúde) atingiu os 2.384 casos em 24 países, incluindo 44
mortos --42 no México e dois nos Estados Unidos. O novo balanço da
organização não inclui, ainda, os dois novos casos registrados pelo
governo italiano. A lista da epidemia é liderada pelo México, país mais afetado pela
gripe suína, que registra 1.112 casos confirmados em laboratório,
incluindo 42 mortes. Segundo a OMS, os EUA registram a infecção em 896
pessoas, incluindo duas mortes. O novo número apresenta 254 casos a mais
que o relatório anterior da OMS. O terceiro lugar por número de casos é ocupado pelo Canadá, com 214
pessoas afetadas. Na Europa, a Espanha apresenta o maior número de doentes (81), seguida
do Reino Unido (32). A doença é registrada ainda na Alemanha (10), Nova
Zelândia (5), França (5), Israel (6), El Salvador (2), Itália (5), Áustria
(1), China (1 em Hong Kong), Colômbia (1), Costa Rica (1), Guatemala (1),
Dinamarca (1), Irlanda (1), Holanda (2), Coreia do Sul (3), Polônia (1),
Portugal (1), Polônia (1), Suécia (1) e Suíça (1). |
| 8/5/2009 | |
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Colaboração para a Folha Online O jovem de 21 anos que teve diagnóstico confirmado para gripe suína
permanece internado no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho,
ligado à UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Outros três
casos da doença foram confirmados no Brasil, e os pacientes já receberam
alta médica. Segundo informações do Hospital Universitário, o paciente --que não
teve a identidade revelada-- está em isolamento desde a última terça-feira
(5) e passa bem. A unidade também informou que ele contraiu a doença
durante uma viagem ao México, de onde retornou no domingo (3). Os outros três casos da gripe no Brasil são de São Paulo (2) e de
Minas (1). De acordo com o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, os
pacientes são adultos e também contraíram a doença no exterior. Para o ministro, a confirmação da doença não muda a estratégia do
Brasil para se prevenir contra a gripe suína, já que todas as medidas
preventivas foram tomadas com antecedência. Ele afirma que a população
deve evitar a automedicação. "Todos os casos são importados, e o vírus
não circula no Brasil", afirmou. Ainda segundo o ministro, outros 15 casos suspeitos da doença ainda são
analisados no país. Os exames laboratoriais que confirmam ou descartam a
contaminação pela doença podem sair nesta sexta-feira. Outros 93 casos
foram descartados. Classificações São consideradas suspeitas de ter a doença pessoas que tiverem febre
alta repentina (acima de 38ºC) e tosse. Também podem estar acompanhadas
de dor de cabeça, dores musculares e nas articulações ou dificuldade
respiratória. Além disso, o paciente deve ter apresentado os sintomas até dez dias
depois de sair de países que reportaram casos pela influenza A (H1N1) ou
ter tido contato próximo, nos últimos dez dias, com uma pessoa
classificada como caso suspeito de contaminação. São monitoradas pessoas que chegaram de países afetados, com febre não medida e tosse. De acordo com o ministério, o paciente também pode apresentar um dos sintomas apontados na definição de caso suspeito. Também são monitorados viajantes procedentes de voos internacionais, nos últimos dias dias, de países não afetados pela doença e que apresentaram sintomas conforme definição de caso suspeito. |
| 7/5/2009 | |
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Num momento em que os
casos de contágio por gripe suína no mundo superaram 1.500 e as mortes
chegam a 42 pessoas, no México, surgem os estereótipos que identificam o
novo vírus como mexicano, o que vem irritando as autoridades desse país,
a começar pelo presidente Felipe Calderón. A situação mais difícil foi vivida pela maioria dos 136 mexicanos que
foram repatriados nesta quarta-feira da China depois de terem sido
isolados em várias cidades do país, alguns dos quais denunciaram que
haviam sido vítimas de discriminação. |
| 7/5/2009 | |
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BRASÍLIA - Há ainda um bom caminho a percorrer até se chegar
a uma vacina comprovadamente eficaz contra a gripe suína, admite o
gerente de Vigilância em Saúde, Prevenção e Controle de Doenças da
Organização Pan-Americana de Saúde, Jarbas Barbosa. Apesar de as
pesquisas terem começado logo após o vírus ser identificado, é
consenso entre especialistas que, por enquanto, a estratégia de vacina
somente poderá ser adotada em médio prazo. Até lá, os caminhos para
enfrentar a doença devem ser baseados nos recursos disponíveis. Fonte: O Estado de S.
Paulo. |
| 7/5/2009 | |
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BRASÍLIA - Em reunião na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado,
o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa),
Dirceu Raposo de Mello, afirmou que as fronteiras terrestres do país estão
sendo monitoradas para impedir a chegada da gripe H1N1, conhecida como
gripe suína. A medida foi tomada depois da ocorrência de um caso da
gripe em uma pessoa na Colômbia, esclareceu. Segundo Dirceu Raposo, o país está preparado e tem todas as condições
de evitar a entrada da gripe, já que observa os protocolos da Organização
Mundial de Saúde (OMS) e tem um trabalho avançado nesse sentido,
desenvolvido por um grupo formado no âmbito do Ministério da Saúde para
o combate a outra ameaça - a da gripe aviária. Dirceu Raposo acrescentou que a Anvisa considera a informação a melhor
forma de abordagem para a contenção da possível epidemia e tem atuado
na orientação dos viajantes nos portos e aeroportos, o que agora foi
estendido aos ônibus e caminhões que cruzam as fronteiras. Ele comentou ainda que, na Anvisa, quem cuida diretamente da questão é
o diretor de Portos, Aeroportos e Fronteiras, o ex-ministro da Saúde
Agenor Álvares, que integra o comitê de emergência do ministério
responsável pelo " monitoramento contínuo no sentido de ter informações
em tempo real para que ações sejam executadas em tempo real. " O diretor-presidente da Anvisa afirmou também que, na tarde de ontem, a
diretoria da Agência decidiu acelerar o processo para possibilitar aos
institutos brasileiros de pesquisa a produção da vacina contra a gripe
H1N1 assim que a cepa for disponibilizada pela OMS. |
| 7/5/2009 | |
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Fabricação nacional de imunizante contra a gripe sazonal está atrasada
e sofrerá interferência com nova doença O surgimento do novo vírus da gripe suína está obrigando as autoridades de saúde brasileiras a reavaliar as suas metas de produção de vacinas contra a gripe sazonal. A autossuficiência na produção de vacinas contra a doença comum, prometida pelos governos federal e do Estado de São Paulo para 2008, ainda não se concretizou. E, se o Brasil for produzir a nova vacina, terá também de rever novamente a meta. Veja os números da doença e acompanhe o noticiário sobre o vírus Ainda nesta semana, a Fundação Butantã, responsável pelo envasamento da vacina contra a gripe sazonal e que recebeu a incumbência de fazer a nova vacina, deverá se reunir com o Ministério da Saúde para discutir o que será feito. "Se tivermos de usar o H1N1 (a vacina contra o vírus da gripe suína), não tem para comprar. Todos os produtores estão recebendo as cepas do vírus e não vão dar para ninguém. Se precisar, vamos adiar a produção da vacina H5N1 (contra a gripe aviária, que vem sendo pesquisada no Butantã) e da vacina sazonal e comprar novamente no próximo ano", defendeu Isaías Raw, presidente da fundação, que levará a posição no encontro nesta semana no ministério. A gripe comum causa cerca de 500 mil mortes anuais no mundo e, até o momento, sabe-se que a nova gripe suína gerou 30 óbitos. No entanto, a Organização Mundial da Saúde resolveu na semana passada mobilizar os produtores de vacina em razão do alto potencial de transmissão do vírus A (H1N1) e da possibilidade de ele sofrer novas mutações e voltar mais letal em breve. Ontem, no entanto, integrantes da organização apontaram que a estratégia está sendo reavaliada (mais informações nesta página). Desde 1999, o Brasil vem perseguindo a autossuficiência na produção de vacinas contra a gripe comum, tecnologia atualmente concentrada na França, Austrália, Canadá, Alemanha, Japão, Reino Unido e nos EUA, que detêm 95% da produção. A fabricação nacional, que recebeu investimentos de pelo menos R$ 54 milhões do Ministério da Saúde e do governo estadual, é estratégica para diminuir os custos para o Sistema Único da Saúde e também para o caso de pandemia. No entanto, até hoje, o País apenas realiza no Butantã o envasamento de vacinas compradas de um laboratório privado francês, que neste ano forneceu 22 milhões de doses para a campanha de vacinação dos idosos - a vacina por enquanto é fornecida principalmente para pessoas a partir dos 60 anos. A fábrica, pronta, construída via transferência de tecnologia da França, ainda não recebeu certificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), não só para a produção da nova vacina como também para a produção do imunizante contra a gripe comum. "A culpa não é do Butantã, mas das empresas que fizeram as obras", diz Raw sobre os atrasos . O diretor do Butantã, Otávio Mercadante, diz que "houve adaptações" e enfatizou que a instituição já tem a tecnologia e uma planta-piloto - e que aguarda decisão do Ministério da Saúde sobre qual vacina deve ser priorizada. Procurado, o ministério não se manifestou. Especialista em vacinas, Paul Offit, professor da Universidade da Pennsylvania, considera precipitado investir na nova vacina em detrimento da sazonal. "A gripe comum causa 40 mil mortes só nos EUA ao ano. Estou muito preocupado com este movimento da OMS", disse ele ao Estado. A cúpula da Organização das Nações Unidas, no entanto, sinalizou preocupação ontem com a necessária colaboração entre os países para produzir vacinas contra a doença. Ela apelou para que as nações fechem um acordo sobre o compartilhamento de vírus. Brasil e outros países defendem mais acesso aos estudos científicos sobre as vacinas e as amostras de vírus necessárias à produção. Fonte: O Estado de S.Paulo |