Informações sobre a GRIPE A/H1N1

CLIPPING - MAIO/09

— clipping: próximo
28/5/09 Casos de gripe suína dobram na Austrália

Especialistas suspeitam que embarcação com passageiros contaminados possa ser o motivo de contaminação.

De Sydney para a BBC Brasil - O governo da Austrália confirmou, nesta quinta-feira, que o número de casos de gripe suína no país dobrou para mais de 100 apenas nas últimas 24 horas.

Na opinião de especialistas, o rápido alastramento se deve ao navio Pacific Down, um cruzeiro que ancorou em Sydney mesmo depois de ter casos suspeitos a bordo.

Autoridades australianas haviam permitido que os 2 mil passageiros desembarcassem no porto de Sydney mesmo com a suspeita. Mais tarde, pelo menos 20 passageiros e três funcionários foram diagnosticados com o vírus, o que, segundo especialistas, pode ter sido a razão para o aumento repentino da gripe no país.

O navio está se dirigindo à cidade de Brisbane com os passageiros em quarentena. Eles receberão assistência médica ao chegarem ao porto. Como medida de prevenção, a embarcação teve viagens futuras canceladas.

Casos moderados

Segundo a ministra da Saúde, Nicola Roxon, os casos de gripe suína são moderados, com apenas quatro pessoas hospitalizadas. Seis dos oito estados e territórios australianos possuem o vírus A(H1N1).

Segundo Roxon, mais de 10 mil doses de um antiviral foram liberados pelo governo para o Estado de Victoria, que possui mais da metade dos casos de gripe suína no país.

O governo federal solicitou também 10 milhões de doses de vacina contra a gripe, esperando distribuí-las nos próximos meses.

Por enquanto, autoridades disseram que aqueles identificados com o vírus e tratados de imediato estão se recuperando muito rápido com o auxílio dos antivirais.

Além disso, o governo australiano começou a transmitir propagandas televisivas advertindo sobre o vírus e com medidas de prevenção, incluindo dicas básicas de higiene e o que fazer no caso de manifestar sintomas da gripe.

Em entrevista à imprensa local, o presidente do serviço médico do país, John Bishop, disse que as autoridades tiveram tempo de organizar estratégias e começar preparações para lidar com a gripe por conta do alastramento tardio do vírus no país.

Alastramento

Apenas no estado de Victoria, foram 19 novos casos em poucas horas com pessoas com idade entre seis e 44 anos, incluindo 14 estudantes mirins. Algumas escolas em Melbourne foram fechadas, enquanto outras fornecem explicações sobre como prevenir a doença aos alunos.

Alguns especialistas temem que a gripe possa se transformar em epidemia no país, afetando até 25% da população.

Cerca de 20 comissários de bordo da companhia aérea australiana Qantas que tiveram contato com vítimas da gripe durante voos estão em quarentena por precaução, assim como outras centenas de australianos.

Em todo o mundo, cerca de 48 países foram afetados com o vírus, e mais de 13 mil pessoas foram contaminadas pela gripe, que contabiliza 100 mortes até o momento.

Os sintomas da influenza A (H1N1) são similares aos de gripe comuns, incluindo febre, tosse, dor de cabeça, de garganta, dores no corpo e corrimento nasal BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

BBC Brasil

 

28/5/2009 Casos de gripe suína passam de 19 para 37 na Argentina

SÃO PAULO - Em 48 horas, os casos de influenza A (H1N1), a gripe suína, duplicaram na Argentina. O número de casos confirmados passou de 19 para 37, até ontem à noite, segundo o boletim do Ministério de Saúde do país. Os novos contaminados, em grande parte, são alunos de um colégio no bairro portenho de Belgrano, que tiveram algum contato com uma garota infectada que havia viajado para Orlando, nos Estados Unidos. Sete escolas do país suspenderam as aulas até o dia 8 de junho.

A ministra de Saúde, Graciela Ocaña, esclareceu que nenhum dos adolescentes apresentou sintomas muito diferentes de uma gripe normal. Os pacientes estão sob tratamento ambulatorial em seus casas. Ontem o Uruguai confirmou os dois primeiros casos da gripe suína no país, "importados da Argentina", segundo o Ministério de Saúde daquele país. No Chile, o número de infectados subiu de 86 para 168.

Agencia Estado

 

28/5/2009 Casos de "gripe suína" triplicam na Austrália

O governo da Austrália confirmou, nesta quinta-feira, que o número de casos de "gripe suína" (rebatizada de gripe A H1N1) no país dobrou para 148 apenas nas últimas 24 horas. Na opinião de especialistas, o rápido alastramento se deve ao navio Pacific Down, um cruzeiro que ancorou em Sydney mesmo depois de ter casos suspeitos a bordo.

Autoridades australianas haviam permitido que os 2 mil passageiros desembarcassem no porto de Sydney mesmo com a suspeita. Mais tarde, pelo menos 20 passageiros e três funcionários foram diagnosticados com o vírus, o que, segundo especialistas, pode ter sido a razão para o aumento repentino da gripe no país.

O navio está se dirigindo à cidade de Brisbane com os passageiros em quarentena. Eles receberão assistência médica ao chegarem ao porto. Como medida de prevenção, a embarcação teve viagens futuras canceladas.

Casos moderados

Segundo a ministra da Saúde, Nicola Roxon, os casos de gripe suína são moderados, com apenas quatro pessoas hospitalizadas. Seis dos oito estados e territórios australianos possuem o vírus A(H1N1).

Segundo Roxon, mais de 10 mil doses de um antiviral foram liberados pelo governo para o Estado de Victoria, que possui mais da metade dos casos de gripe suína no país.

O governo federal solicitou também 10 milhões de doses de vacina contra a gripe, esperando distribuí-las nos próximos meses.

Por enquanto, autoridades disseram que aqueles identificados com o vírus e tratados de imediato estão se recuperando muito rápido com o auxílio dos antivirais.

Além disso, o governo australiano começou a transmitir propagandas televisivas advertindo sobre o vírus e com medidas de prevenção, incluindo dicas básicas de higiene e o que fazer no caso de manifestar sintomas da gripe.

Em entrevista à imprensa local, o presidente do serviço médico do país, John Bishop, disse que as autoridades tiveram tempo de organizar estratégias e começar preparações para lidar com a gripe por conta do alastramento tardio do vírus no país.

Alastramento

Apenas no estado de Victoria, foram 19 novos casos em poucas horas com pessoas com idade entre seis e 44 anos, incluindo 14 estudantes mirins. Algumas escolas em Melbourne foram fechadas, enquanto outras fornecem explicações sobre como prevenir a doença aos alunos.

Alguns especialistas temem que a gripe possa se transformar em epidemia no país, afetando até 25% da população.

Cerca de 20 comissários de bordo da companhia aérea australiana Qantas que tiveram contato com vítimas da gripe durante voos estão em quarentena por precaução, assim como outras centenas de australianos.

Em todo o mundo, cerca de 48 países foram afetados com o vírus, e mais de 13 mil pessoas foram contaminadas pela gripe, que contabiliza 100 mortes até o momento.

Os sintomas da influenza A (H1N1) são similares aos de gripe comuns, incluindo febre, tosse, dor de cabeça, de garganta, dores no corpo e corrimento nasal.

BBC Brasil

 

28/5/2009 Décimo caso de gripe suína do país é do Rio

RIO DE JANEIRO - É de uma pessoa que mora no Rio de Janeiro o décimo caso confirmado da gripe suína no Brasil – e o quarto na cidade. O Ministério da Saúde não informou o sexo do paciente. É a primeira vez que procede desta forma, desde quando foram notificados os primeiros casos no país. As secretarias municipal e estadual de Saúde também não deram mais informações: a medida visaria a preservar a identidade do paciente e evitar algum estigma social, atendendo a recomendações da Organização Mundial de Saúde. A pessoa infectada pegou a gripe suína nos Estados Unidos.

Os EUA são o país mais atingido pela gripe suína, com 6.764 casos e dez mortes, segundo dados atualizados ontem pela Organização Mundial de Saúde. No site do Ministério da Saúde há a informação de que o novo infectado, que contraiu a doença nos EUA, não está internado, mas sim em tratamento domiciliar, e passa bem.

O paciente viajou aos EUA no dia 14 de maio e retornou ao Brasil em 21 de maio. No dia seguinte, começou a apresentar os sintomas - tosse seca, cefaléia, mal estar e febre com temperatura aferida acima de 38 graus. No dia 24 de maio, domingo passado, procurou um médico.

É o segundo caso no Rio de uma pessoa que contraiu a doença no exterior. O primeiro infectado, um jovem de 21 anos, morador da Ilha, adoeceu após voltar de Cancún, no México. Ele transmitiu a doença para um amigo de 29 anos, que por sua vez contagiou a própria mãe. Todos já receberam alta.

Agora, somam 10 os casos confirmados no país, mas oito dos pacientes já receberam alta. Um paciente homem, de São Paulo, ainda está internado. Dos casos confirmados da doença, além dos quatro do Rio, há três em São Paulo. Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina têm uma ocorrência cada. O Ministério da Saúde acompanha ainda 16 casos suspeitos, em oito estados.

JORNAL DO BRASIL

 

27/5/2009 Ministério da Saúde confirma décimo caso de gripe suína no Brasil

 Folha Online

O Ministério da Saúde confirmou na tarde desta quarta-feira o décimo caso de gripe suína ---influenza A (H1N1)-- no Brasil.

O novo caso é de um paciente do Rio, que viajou aos Estados Unidos no dia 14 de maio e retornou ao Brasil no dia 21 deste mês com sintomas da doença. Ele procurou um centro médico no último domingo (24) e, segundo o governo, está em tratamento e passa bem.

Este é o quarto caso da doença no Estado do Rio. Outros Estados que confirmaram a doença são: São Paulo (3), Minas Gerais (1), Rio Grande do Sul (1) e Santa Catarina (1).

Segundo o Ministério da Saúde, todas as pessoas quer tiveram contato com os pacientes contaminados pela gripe estão sendo monitorados.

Além dos dez casos confirmados da doença, há no Brasil 16 casos suspeitos em oito Estados. Os casos estão sendo analisados. Outros 19 casos estão em monitoramento (pessoas que apresentaram os sintomas, mas cujos casos não são considerados suspeitos), e até 315 foram descartados.

O Ministério da Saúde afirmou ainda que não acredita na possibilidade de transmissão do vírus de pessoa para pessoa no país, "uma vez que, até o momento, foram detectados somente dois casos de transmissão autóctone (dentro do território nacional), ambos com vínculo epidemiológico com o caso índice procedente do México", afirmou o órgão, em nota.

Mundo

O mais recente balanço da OMS (Organização Mundial de Saúde) afirma que há 13.398 casos de gripe suína em 48 países. A doença, denominada oficialmente gripe A (H1N1), deixou ainda 95 mortos --a maioria no México.

Como nos balanços anteriores, os Estados Unidos é o país mais atingido pelo novo vírus. São 6.764 casos confirmados em laboratório, incluindo dez mortes.

Sintomas

A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha vírus, e examinadas em laboratório. Os antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).

 

27/5/2009 México alerta donas de casa jovens para gripe suína em outubro

France Presse, na Cidade do México
Folha Online

Mulheres jovens e donas de casa são vítimas perfeitas para o vírus da nova gripe suína, a gripe A (H1N1) no México, de acordo com um mapa psicossocial que as autoridades locais começaram a esboçar para se preparar contra uma nova onda de epidemia da gripe suína prevista para outubro que vem.

O perfil da vítima indica que o vírus da gripe suína afetou com maior intensidade grupos sociais há até pouco tempo vulneráveis, como os jovens e as mulheres, em particular as dedicadas ao "lar", com cerca de 27% do total dos 85 mortos pela doença.

"Com as donas-de-casa temos um problema muito forte", disse à agência de notícias France Presse Margarita Rosas, epidemiologista do hospital Geral da Secretaria de Saúde. "Elas vão frequentemente a supermercados, onde existem grandes aglomerações, e andam correndo porque precisam dar atenção aos filhos e aos maridos, sem dar importância para as doenças nem ir ao médico quando precisam", acrescentou Rosas.

Muitas mulheres ainda têm outras doenças, como diabetes, obesidade e hipertensão, que colocam em risco sua saúde, indicou a epidemiologista.

Entre os 85 mortos por causa da gripe suína, quase 51% foram em pessoas de entre 20 e 39 anos, segundo dados oficiais. Do total de mortos, 35% eram funcionários de firmas privadas e trabalhadores independentes, 4,7% tinham mais de 60 anos de idade e 5,88% eram menores de quatro anos.

Os mexicanos, de um modo geral, sofrem há alguns anos com uma grande quantidade de doenças crônicas degenerativas, o que torna ainda mais complicada a questão.

Conforme balanço da OMS (Organização Mundial de Saúde), o México continua considerado como o epicentro da doença já que, lá, há 4.541 casos e 83 mortes confirmados. Os Estados Unidos são o país com maior número de casos, 6.764. Foram confirmadas ainda dez mortes. No total há, atualmente, 13.398 casos e 95 mortes confirmados de gripe suína, em 48 países.

Folha  Online

 

27/5/2009 China coloca 24 turistas dos EUA em quarentena por gripe suína

O governo da China colocou um grupo de 24 turistas dos Estados Unidos em isolamento pela suspeita de que eles tenham tido contato com uma pessoa contaminada pela nova gripe suína --a gripe A (H1N1)--, informou a agência estatal Xinhua. Os turistas entraram em quarentena nesta segunda-feira (25).

De acordo com a Xinhua, os turistas estiveram no voo entre São Francisco e Hong Kong no qual também viajou uma pessoa cujo diagnóstico de gripe suína já foi confirmado --ela foi o 6º caso da doença confirmado no país. No dia seguinte ao voo, os turistas viajaram a Guiyang, capital da Província de Guizhou, no sul do país.

Os turistas permanecem em observação em um hotel e deverão ser liberados na próxima segunda-feira (1º), se os exames laboratoriais descartarem gripe suína.

Conforme balanço da OMS (Organização Mundial de Saúde), a China possui, atualmente, 22 casos confirmados de gripe suína --sem nenhuma morte. Destes casos, cinco ocorreram em Pequim e dez em Hong Kong. No total há, atualmente, 13.398 casos e 95 mortes confirmados de gripe suína, em 48 países.

Os Estados Unidos são o país com maior número de casos, 6.764. Foram confirmadas ainda dez mortes. Para o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos), porém, já há 12 mortes, e o número pode chegar a 14 caso sejam confirmadas mais duas suspeitas sobre pessoas que morreram justamente em Nova York.

Mesmo com o alto número de casos nos EUA, o México continua considerado epicentro da doença já que, lá, há 4.541 casos e 83 mortes confirmados.

Folha Online

 

27/5/2009 Chile tem 165 casos de gripe H1N1; mulher segue em estado grave

SANTIAGO (Reuters) - O Chile registrou nesta quarta-feira 46 novos casos da gripe H1N1, elevando para 165 o número de casos confirmados da doença no país, entre crianças e adultos, dos quais somente uma mulher de 38 anos permanece em estado grave, disse uma fonte do governo.

O Chile é o país com maior número de infectados pela nova gripe na América do Sul.

Dos novos casos, 41 estão na capital chilena e o restante nas regiões da costa central e sul do país.

O caso mais grave é de uma mulher, que sofre também de pneumonia, e que teve leve melhora dentro de seu complexo estado e segue respirando com ajuda de aparelhos em um hospital de Santiago.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, já são 13.000 infectados pela nova gripe em 46 países

REUTERS BRASIL

 

25/5/2009 Gripe suína atinge 46 países; mortes chegam a 91 no mundo, diz OMS

Os casos de gripe suína continuam a se espalhar pelo mundo, atingindo um total de 46 países --três a mais do que o registrado no balanço da OMS (Organização Mundial da Saúde) deste domingo. Ao menos 91 pessoas morreram e outras 12.515 foram infectadas pelo vírus A (H1N1).

O México, considerado o epicentro da doença, continua sendo o país com o maior número de mortes: 80 entre os 4.174 infectados. Os Estados Unidos registram a maioria dos casos confirmados da gripe --6.552, com nove mortes.

Segundo o balanço da organização, países como Canadá, Chile, Japão, Kuwait e Peru registraram grande avanço da doença nas últimas horas, com a confirmação de ao menos 18 casos em cada país. Desde o balanço anterior, divulgado neste domingo, o México confirmou 282 novos casos.

Houve ainda registro de novos casos na Argentina, Austrália, China, Colômbia, Costa Rica, Equador, Espanha, Honduras, Islândia, Israel, Itália, Polônia, Reino Unido e Suíça.

Nesta segunda-feira, o grupo farmacêutico francês Sanofi-Pasteur confirmou que recebeu uma encomenda do governo americano de vacinas contra o vírus A (H1N1), causador da doença.

A Sanofi "recebeu o primeiro pedido, de uma série futura, do Departamento de Saúde dos EUA para o lançamento da produção de uma vacina contra o novo vírus da gripe A (H1N1)", anunciou o grupo em comunicado. O preço do lote de medicamentos é de US$ 190 milhões, segundo o laboratório.

Sintomas

A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha vírus, e examinadas em laboratório. Os antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).

Veja abaixo a lista dos dez países mais afetados, segundo a OMS:

1.     Estados Unidos: 6.552 casos, 9 mortes

2.     México: 4.174 casos, 80 mortes

3.     Canadá: 805 casos, uma morte

4.     Costa Rica: 28 casos, uma morte

5.     Japão: 345 casos

6.     Espanha: 133

7.     Reino Unido: 122

8.     Panamá: 76

9.     Chile: 44

10.  Alemanha: 17

Folha Online

 

25/5/2009 Coreia do Sul já registra 22 casos de gripe suína

SEUL, Coreia do Sul (AFP) - A Coreia do Sul confirmou nesta segunda-feira seu 22º registro de gripe suína, após a multiplicação dos casos de vírus A (H1N1) no final de semana, revelou o ministério da Saúde.

 O último caso envolve um professor americano, de 24 anos, que vive no mesmo prédio de uma professora americana já diagnosticada com a gripe suína.

O jovem está de quarentena em um hospital desde o domingo.

Na véspera, as autoridades confirmaram a presença do vírus A (H1N1) em três crianças procedentes dos Estados Unidos e em oito estrangeiros que mantiveram contato com a professora americana.

O número de casos de gripe suína segue aumentando no mundo e segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), já há 12 mil afetados, com 86 óbitos

Yahoo Notícias

 

25/5/2009 Washington encomenda vacinas contra gripe suína a laboratório francês

PARIS, França (AFP) - O governo dos Estados Unidos fez um primeiro pedido de vacinas contra o novo vírus da gripe suína ao grupo farmacêutico francês Sanofi-Pasteur por 190 milhões de dólares, anunciou o laboratório.

"Sanofi recebeu o primeiro pedido, de uma série futura, do Departamento Americano de Saúde para o início da produção de uma vacina contra o novo vírus da gripe A (H1N1)", informa um comunicado.

A gripe suína, que surgiu no México há um mês, já infectou mais de 12.000 pessoas em 43 países e provocou pelo menos 86 mortos, segundo o último balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Nos Estados Unidos, país mais afetado, os casos confirmados chegam a 6.500, com nove mortes.

Yahoo Notícias

 

25/5/2009 Gripe suína causa segunda morte em NY, a décima nos EUA

NOVA YORK, EUA (AFP) - Uma mulher com gripe suína morreu neste final de semana, em Nova York, tornando-se a segunda vítima fatal do vírus A-H1N1 na cidade, e a décima nos Estados Unidos, revelou a imprensa local neste domingo.

A vítima tinha cerca de 50 anos e já apresentava problemas de saúde, segundo o jornal New York Times, que cita funcionários do departamento de Saúde.

A primeira vítima fatal da gripe suína em Nova York foi o subdiretor de uma escola, que também já apresentava outros problemas de saúde.

As autoridades acreditam que pessoas que sofrem de doenças como diabetes ou problemas imunológicos têm maior risco de falecer em consequência da gripe suína.

O New York Times revelou, citando funcionários da Saúde, que o número de casos de gripe suína tratados nos hospitais de Nova York subiu a 94 neste domingo, contra 68 no sábado e 57 na sexta-feira.

Segundo o Centro de Controle de Enfermidades, na sexta-feira, antes da segunda morte em Nova York, havia nos Estados Unidos 6.552 casos confirmados de gripe suína, com nove óbitos.

A Organização Mundial de Saúde já confirmou mais de 12 mil casos de gripe suína no planeta, com 86 óbitos, desde o início da epidemia, no final de abril

Yahoo Notícias

 

21/5/2009 MP libera R$ 1,2 bi para chuvas, seca e gripe suína

BRASÍLIA - O governo liberou hoje, por meio de Medida Provisória, R$ 1,217 bilhão. O dinheiro será destinado à prevenção e combate ao vírus Influenza A (H1N1), a gripe suína, no Brasil e assistência às populações vítimas de enchentes nas regiões Norte e Nordeste e nas localidades que sofrem com a escassez de chuvas na região Sul. O texto foi publicado hoje, no Diário Oficial da União.

O Ministério da Saúde receberá R$ 102,4 milhões para a aquisição de equipamentos de proteção individual e kits de diagnóstico laboratorial; instalação de força-tarefa em portos, aeroportos, fronteiras; ações de publicidade e confecção e distribuição de material de divulgação, e aquisição de insumos e matéria prima necessários à produção de medicamentos contra a gripe suína.

Os demais recursos serão divididos entre os ministérios da Integração Nacional (R$ 880 milhões), o Ministério da Defesa (R$ 174,8 milhões), Transportes (R$ 40,1 milhões), Fazenda (R$ 8,3 milhões), Desenvolvimento Agrário (R$ 5,1 milhões), Secretaria de Portos (R$ 4,6 milhões) e Meio Ambiente (R$ 2,1 milhões). Os recursos são provenientes de superávit financeiro apurado no Balanço Patrimonial da União do exercício de 2008 e de repasse da União.

Fonte; O ESTADO DE SÃO PAULO

 

21/5/2009 MP libera R$ 1,2 bi para chuvas, seca e gripe suína

BRASÍLIA - O governo liberou hoje, por meio de Medida Provisória, R$ 1,217 bilhão. O dinheiro será destinado à prevenção e combate ao vírus Influenza A (H1N1), a gripe suína, no Brasil e assistência às populações vítimas de enchentes nas regiões Norte e Nordeste e nas localidades que sofrem com a escassez de chuvas na região Sul. O texto foi publicado hoje, no Diário Oficial da União.

O Ministério da Saúde receberá R$ 102,4 milhões para a aquisição de equipamentos de proteção individual e kits de diagnóstico laboratorial; instalação de força-tarefa em portos, aeroportos, fronteiras; ações de publicidade e confecção e distribuição de material de divulgação, e aquisição de insumos e matéria prima necessários à produção de medicamentos contra a gripe suína.

Os demais recursos serão divididos entre os ministérios da Integração Nacional (R$ 880 milhões), o Ministério da Defesa (R$ 174,8 milhões), Transportes (R$ 40,1 milhões), Fazenda (R$ 8,3 milhões), Desenvolvimento Agrário (R$ 5,1 milhões), Secretaria de Portos (R$ 4,6 milhões) e Meio Ambiente (R$ 2,1 milhões). Os recursos são provenientes de superávit financeiro apurado no Balanço Patrimonial da União do exercício de 2008 e de repasse da União.

Fonte: O ESTADO DE SÃO PAULO

 

21/5/2009 Japão: estudantes com gripe suína assistiram reunião da ONU

TÓQUIO - Duas estudantes japonesas que contraíram a gripe suína assistiram a uma conferência em Nova York da Organização das Nações Unidas (ONU), ao lado de 2.300 jovens de todo o mundo.

As duas, ambas com 16 anos, tiveram detectado a presença do vírus A (H1N1) na quarta-feira e se tornaram os primeiros casos de contágio na área de Tóquio. As estudantes passaram o fim de semana em Nova York, onde participaram em uma conferência da ONU.

De acordo com o site da Federação Mundial de Associações das Nações Unidas, de 14 a 16 de maio foi organizada a 10ª Conferência Anual do Modelo da ONU em Nova York, com 2.300 estudantes convidados a debater diferentes temas internacionais.

O Japão tem 276 casos confirmados de gripe suína, segundo as autoridades, sem nenhuma morte registrada até o momento.

Agencia AFP

 

21/5/2009 OMS contabiliza mais de 11 mil casos de gripe suína e 85 mortes

A OMS (Organização Mundial da Saúde) registrou quase mil novos casos de gripe suína nas últimas 24 horas e elevou para 11.034 o número de pessoas infectadas pelo novo vírus, denominado oficialmente gripe A (H1N1). O balanço, que inclui 41 países, registra ainda 85 mortes.

A maioria dos novos casos foram oficialmente registrados nos quatro países mais afetados pela doença: México, Estados Unidos, Canadá e Japão.

Na lista de países mais afetados, os EUA continuam à frente com 5.710 casos confirmados em laboratório, além de oito mortes --duas delas registradas nas últimas 24 horas.

O México, considerado epicentro da doença, registrou 244 novos casos e três mortes e tem agora 3.892 pessoas infectadas com o vírus e 75 mortes.

O Canadá também registrou aumento no número de casos e tem agora 719 pessoas com gripe suína, incluindo uma morte, uma mulher da Província de Alberta.

A outra vítima da doença foi registrada na Costa Rica, que tem agora 20 casos confirmados, um salto de mais de 100% no número de infectados.

A organização registra ainda um aumento no número de casos no Japão, que tem agora 259 casos da doença.

As autoridades japonesas confirmaram nesta quinta-feira os dois primeiros casos da nova gripe na populosa capital Tóquio e arredores, o que aumenta temores de que o vírus alcance proporções tão grandes quanto na América do Norte. Tóquio tem a maior densidade populacional do mundo, com 5.847 habitantes por quilômetro quadrado, muito acima dos 340 habitantes de média japonesa, já por si elevada.

O governo japonês registra assim 267 casos da doença.

A gripe já tinha afetado três Províncias do centro do Japão --Hyogo, Osaka e Shiga-- em menores e jovens de idades compreendidas entre 10 e 19 anos, nenhum deles em estado grave.

A OMS inclui ainda casos da doença registrados na Espanha (111), Reino Unido (109), Panamá (69), França (16), Alemanha (14), Colômbia (12), Itália (10), Nova Zelândia (9), Brasil (8), China (8), Israel (7), El Salvador (6), Bélgica (5), Chile (5), Guatemala (4), Cuba (4), Noruega (3), Suécia (3), Austrália (3), Holanda (3), Peru (3), Coreia do Sul (3), Finlândia (2), Tailândia (2), Turquia (2), Malásia (2), Polônia (2), Argentina (1), Áustria (1), Dinamarca (1), Equador (1), Índia (1), Irlanda (1), Portugal (1), Grécia (1) e Suíça (1).

Sintomas

A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha vírus, e examinadas em laboratório. Os antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos EUA).

Folha online

 

21/5/2009 Austrália tem 9 casos confirmados da gripe suína

As autoridades sanitárias da Austrália confirmaram nesta quinta quatro novos casos de gripe suína no país, entre eles de uma turista mexicana e duas crianças, o que eleva para nove o total de pessoas infectadas por esta doença.

O primeiro contágio confirmado foi o da mexicana, uma mulher de 51 anos que viajou a Melbourne, capital do Estado de Victoria, e que adoeceu na terça-feira passada, dois dias após aterrissar em solo australiano, e apresentou resultado positivo na quarta-feira nos exames para o vírus A (H1N1).

Depois, foi comprovado o caso de uma criança que vive em Sydney, capital do estado de Nova Gales do Sul, e cuja mãe contraiu a gripe.

As outras vítimas foram descobertas hoje, uma menina de 10 anos de Melbourne, que frequenta o mesmo colégio onde houve um caso de gripe na quarta-feira, e um australiano de 25 anos.

As autoridades temem que, embora as aulas nesse colégio tenham sido canceladas, possam aparecer mais casos nos próximos dias.

A Austrália se manteve até ontem com apenas um caso, o de uma mulher de 28 anos que retornou em 7 de maio dos Estados Unidos, e quem recebeu alta médica.

Ontem, foram confirmados outros quatro casos: uma mulher de Nova Gales do Sul e três crianças de uma mesma família em Victoria, duas das quais foram à escola.

Apesar do nome, a gripe suína não apresenta risco de infecção por ingestão de carne de porco e derivados.

TERRA

 

21/5/2009 Taiwan registra segundo caso da gripe suína

Uma taiuanesa que estuda em Nova York é o segundo caso de gripe suína detectado em Taiwan, informou hoje o Centro para Controle de Doenças (CDC, em inglês) da ilha.

"Após registrar febre ao chegar, foi colocada em quarentena e nos exames foi detectado o vírus da gripe A (H1N1)", disse o diretor do CDC, Steve Hsu-Sung Kuo.

O primeiro caso detectado na ilha foi o de um médico australiano, que chegou a Taiwan procedente de Nova York e Hong Kong, após passar meses trabalhando em cruzeiros pelo Caribe.

O australiano, de 52 anos, chegou com febre à ilha e foi colocado em quarentena em 18 de maio.

Apesar do nome, a gripe suína não apresenta risco de infecção por ingestão de carne de porco e derivados.

EFE

 

21/5/2009 Chile é o pais mais afetado pela gripe suína na América do Sul

O governo chileno anunciou hoje (21) que já contabiliza 24 casos da influenza A (H1N1) gripe suína. Com isso, o Chile passa a ser o país da América do Sul mais afetado pela doença, seguido pela Colômbia (12) e pelo Brasil (oito).

Autoridades chilenas informaram que o quadro clínico da maioria dos pacientes é considerado leve e com sintomas similares aos da gripe comum. Entre eles estão três chilenos que visitaram a República Dominicana, além de 20 estudantes.

"Esta situação epidemiológica é a esperada diante de um vírus facilmente transmissível entre pessoas especialmente entre crianças", afirma comunicado divulgado no site oficial do governo chileno.

Ao todo, 37.612 passageiros e tripulantes já passaram pelo chamado "scanner térmico" no aeroporto internacional de Santiago. O objetivo é detectar febre acima de 38 graus, um dos sintomas da doença.

Agência Brasil

 

21/5/2009 Jovem do Arizona morre vítima de gripe suína

Um jovem do Arizona, que já apresentava problemas de saúde, morreu de gripe suína, afirmaram autoridades sanitárias dos EUA nesta quarta-feira.

O Departamento de Saúde do condado de Pima informou que um jovem de 13 anos, com a "saúde comprometida", morreu no dia 15 de maio por complicações decorrentes da gripe.

Alguns familiares do adolescente também se infectaram pelo vírus, mas a maioria se recuperou, apenas uma pessoa permanecia hospitalizada.

Esta é a terceira morte ocorrida no Arizona ligada à nova variante da gripe.

Reuters

 

21/5/2009 Chefe da OMS diz que gripe precisa ser global para elevar alerta

GENEBRA (Reuters) - A chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) disse nesta quinta-feira que não vai hesitar em elevar o alerta global de pandemia para fase 6, último nível na escala, se o novo vírus da gripe H1N1 se disseminar globalmente.

"Se eu vir mais sinais relativos ao vírus ou da disseminação da doença, incluindo (sobre sua) gravidade, eu não hesitarei em tomar uma decisão muito difícil. Eu não vou comprometer a saúde da população mundial", afirmou Margaret Chan.

"Para passar da fase 5 para a fase 6 eu preciso estar segura de que se trata de um fenômeno global", afirmou Chan durante reunião anual da OMS em Genebra.

Segundo a diretora, no momento especialistas em saúde estão monitorando criteriosamente sinais do vírus no Hemisfério Sul.

Atualmente a OMS mantém na fase 5, numa escala que vai até 6, o nível de alerta de pandemia.

(Reportagem de Laura MacInnis)

 

20/5/2009 Poderia o H1N1 estar se tornando resistente aos medicamentos?

Por Maggie Fox, Editora de Ciência e Saúde

WASHINGTON (Reuters) – O novo virus da influenza H1N1 está, agora, amplamente disseminado, causando surtos da doença, e autoridades de saúde americanas manifestaram, nesta terça-feira, o temor de que ele possa se combinar com versões da influenza sazonal resistentes aos medicamentos.

Até o momento, a nova cepa da gripe suína, que matou sete pessoas nos Estados Unidos e pode ter infectado mais de 10.000 pessoas, responde bem ao tratamento com medicamentos antivirais, segundo informam autoridades do Centro de Controle e Prevenção de Doenças – CDC.

Este ano, porém, um primo desse vírus, a cepa do H1N1 sazonal, se tornou mais resistente aos antivirais mais comumente usados – o Tamiflu da Roche e um medicamento inalável, o Relenza da GlaxoSmithKline, ainda mostram resultados.

O CDC disse que uma maior quantidade de vírus da influenza sazonal estava causando doença nas pessoas do que seria esperado para o mês de maio, e os motivos disso não estavam claros.

“Pensamos que até metade – ou até mais – dos vírus que estamos testando agora são o novo H1N1 ou não podem ser subtipados”, disse Anne Schuchat, do CDC aos repórteres, num briefing concedido por telefone.

“O risco particular, aqui, é que a co-circulação desse novo vírus, em conjunto com as cepas sazonais, pode nos colocar em risco de que ocorra um evento de recombinação”.

A recombinação equivale ao sexo, para os vírus – dois vírus podem se encontrar e trocar sequencias inteiras de seu material genético. Os vírus da influenza tendem de maneira especial para essa recombinação, e algumas pandemias emergiram em razão dessa mistura genética.

Os vírus da influenza também sobre mutações, ao cometer erros quando se replicam.

O H1N1 sazonal, que circulou nos Estados Unidos nesta temporada era resistente ao Tamiflu – tão resistente que o CDC nem recomendou que os doentes fossem tratados com esse medicamento, este ano. “Detestaríamos ver essa nova cepa se tornar resistente, através desse mecanismo”, disse Schuchat.

PONTA DO ICEBERG

O CDC diz que ocorreram mais de 5.469 casos confirmados da nova influenza nos Estados Unidos, porém Schuchat diz que essa é apenas a ponta do iceberg. O diretor em exercício do CDC, Richard Besser, estimou, na semana passada, a ocorrência de 100.000 casos.

Autoridades do município de St. Louis, no Missouri, relataram, na terça-feira, a sétima morte ocorrida nos Estados Unidos: um homem de 44 anos que não tinha condições clínicas subjacentes.

No estado da Califórnia, autoridades de saúde divulgaram os detalhes de 30 dos primeiros casos graves do H1N1 ocorridos ali, incluindo um bebê prematuro que se infectou no hospital e diversas pessoas com graves condições clínicas.

“Cerca de dois terços dos pacientes tinham pelo menos uma condição subjacente que os colocava em maior risco”, disse Schuchat.

Cinco eram grávidas – tema que já tinha sido objeto de alerta do CDC alertou, na semana passada. A gravidez pode aumentar a probabilidade de que a mulher venha a sofrer complicações graves causadas por qualquer tipo de influenza.

Algumas ainda estão no hospital com uma forma muito grave da doença, informou Schuchat. Embora as co-infecções sazonais com bactérias frequentemente causem formas mais graves da doença, esse não era o caso em qualquer dos casos do H1N1 investigados, acrescentou Schuchat.

“Fomos surpreendidos, também, pela freqüência da obesidade entre os casos graves que estamos monitorando”, disse Schuchat. Não está claro se a obesidade torna o paciente mais vulnerável, ou se a incidência reflete apenas o quão comum a obesidade está se tornando entre a população americana.

(Fonte: Reuters Health Report)

 

20/5/2009 Gripe suína: mais de 10.000 casos e 80 mortes

GENEBRA, Suíça (AFP) - Um total de 10.243 pessoas foram contaminadas pela gripe suína e 80 morreram desde o surgimento do novo vírus gripal no fim de abril, anunciou a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A maioria dos novos casos foi registrada nos Estados Unidos e Japão", afirmou Fadela Chaib, porta-voz da OMS.

O Japão, que pode se tornar o segundo foco autônomo da doença - depois da América do Norte - já tem 210 casos, 51 deles diagnosticados nas últimas 24 horas.

As autoridades japonesas anunciaram, no entanto, 232 casos no arquipélago.

Mais de 20 novos casos foram declarados na metrópole de Kobe (município de Hyogo), a mais afetada do Japão.

As autoridades da cidade admitiram que diante do rápido aumento de casos possíveis, renunciam à detecção do vírus A(H1N1) em todos os casos suspeitos e autorizam os médicos de família a curar os pacientes que sofrem de febres altas.

Entre os novos casos confirmados está o de um paciente que mora em Shiga, perto de Osaka e Hyogo, que concentram a pandemia no país.

Em Taiwan foi confirmado o primeiro caso de gripe suína, o de um estrangeiro que chegou à ilha no início da semana.

"É um estrangeiro de 52 anos, um médico de um cruzeiro, que chegou ao aeroporto de Taoyuan na segunda-feira, procedente de Hong Kong", disse o porta-voz do Centro de Controle de Doenças, Shih Wen-yi.

"Está bem e se recupera com o tratamento", informou o porta-voz, sem revelar a nacionalidade do paciente.

Taoyuan é o maior aeroporto de Taipé, a capital de Taiwan.

Na Austrália, o governo anunciou dois novos casos confirmados de gripe suína, incluindo o de uma criança de nove anos, o que eleva a três o número de pacientes australianos afetados pelo vírus da gripe A(H1N1).

 

20/5/2009 Número de casos de gripe suína passam de 10 mil, diz OMS

Em meio à cautela em aumentar o alerta para o nível de pandemia, a OMS (Organização Mundial de Saúde) afirmou nesta quarta-feira que o número total de casos confirmados de gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1), chega a 10.243.

A maioria dos novos casos foi registrada nos Estados Unidos e Japão, segundo afirmou Fadela Chaib, porta-voz da organizaço.

Assim, o Japão já tem 210 casos, 51 deles diagnosticados nas últimas 24 horas. As autoridades japonesas, contudo, já contabilizam 232 casos no arquipélago.

O temor dos especialistas é que o Japão possa se tornar o segundo foco autônomo da doença --depois da América do Norte--, o que justificaria aumentar o nível de alerta da doença para seis, o mais alto, o que indica uma pandemia --epidemia de caráter global.

Nesta segunda-feira (18), a assembleia anual da OMS estudou o caso da gripe suína no Japão para avaliar se a doença criou um novo foco autônomo no país. A organização decidiu, contudo, manter o alerta no nível cinco, que indica pandemia iminente.

Chaib afirmou ainda que o número de vítimas da doença respiratória também aumentou, para 80, a maioria no México --país considerado epicentro do novo vírus.

"Houve um aumento de 413 casos nas últimas 24 horas. Os EUA tem 346 novos casos de gripe suína", disse Chaib.

O novo balanço não foi divulgado detalhadamente pelo site da organização.

Sintomas

A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha vírus, e examinadas em laboratório.

Os antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA. ]

FOLHA ONLINE

 

20/5/2009 Austrália confirma mais quatro casos de gripe suína

As autoridades de saúde da Austrália confirmaram nesta quarta mais quatro casos de gripe suína no país, três em crianças de uma família do estado de Victoria e um numa mulher de Nova Gales do Sul.

Até hoje, o único caso da nova gripe na Austrália tinha sido o de uma mulher de 28 anos, já curada, que, em 7 de maio, chegou de volta a Queensland vindo dos Estados Unidos.

As autoridades de Victoria informaram que os exames feitos em três irmãos, de 9, 10, e 12 anos, confirmaram que o trio foi infectado pelo vírus AH1N1. Porém, todos já estão em tratamento.

Segundo informações, as três crianças chegaram à cidade de Melbourne em 12 de maio, num voo procedente de Los Angeles (EUA).

Por sua vez, as autoridades de Nova Gales do Sul informaram que a mulher diagnosticada com a doença no estado foi tratada com um antiviral e agora apresenta um quadro de gripe não infecciosa.

Na vizinha Nova Zelândia, as autoridades sanitárias informaram hoje que foram confirmados nove casos de gripe suína no país e que outras dez pessoas são suspeitas de ter a doença.

TERRA

 

20/5/2009 Instituto Butantã vai produzir vacina da gripe suína

AE - Agencia Estado

GENEBRA - O Instituto Butantã vai produzir a vacina da gripe suína, com ou sem a autorização do governo federal. A ideia inicial é produzir 100 mil doses, mas o total pode chegar a 1 milhão se o vírus se espalhar no País. Ontem, a entidade foi uma das poucas farmacêuticas convidadas pelo secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, para uma reunião em Genebra para montar uma estratégia de produção da vacinas contra o vírus A (H1N1).

Mas o encontro mostrou que não há acordo sobre como entregar as vacinas aos países pobres nem quais seriam os preços. Os únicos que prometeram ajudar a formar estoques de vacinas na ONU foram as empresas dos países em desenvolvimento. As multinacionais mantiveram seus planos em sigilo. Para o diretor do Butantã, Isaias Raw, a reunião deixou claro que existe um ?monopólio? na produção de vacinas. ?Há um lobby para impedir que haja uma queda nos preços das vacinas. Esse grupo é pior que o dos produtores de petróleo?, disse.

Durante o encontro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) iniciou negociações para garantir não apenas um preço adequado para as vacinas, mas uma garantia de que os países pobres terão acesso aos produtos. A decisão sobre o início da produção não foi tomada e alguns alertam que o dilema é se essa fabricação geraria interrupções no abastecimento de vacinas para a gripe sazonal. As informações são do jornal

O Estado de S. Paulo.

 

20/5/2009 Governo cubano confirma quarto casos de gripe suína

O Ministério da Saúde Pública de Cuba confirmou oficialmente nesta quarta-feira um quarto caso da gripe suína no país, um bebê canadense.

De acordo com o governo, os três outros pacientes - todos eles bolsistas mexicanos que voltaram a Havana depois de passarem férias em seu país - já tiveram alta hospitalar.

"No dia de hoje se confirma um quarto caso. Trata-se de um menino canadense de 14 meses de idade, que chegou a Cuba com seus pais procedente de Toronto... e que apresentou febre e sintomas respiratórios", disse a nota divulgada pela imprensa estatal.

O bebê "evoluiu satisfatoriamente e hoje se encontra assintomático, se mantém com tratamento antiviral específico."

As autoridades disseram na semana passada que havia na ilha cerca de cem pacientes com suspeita de contaminação pela nova gripe, que já afetou mais de 8 mil pessoas em 40 países.

Reuters  TERRA

 

20/5/2009 Taiwan anuncia primeiro caso de gripe suína

 As autoridades de Taiwan anunciaram nesta quarta-feira o primeiro caso confirmado de gripe suína diagnosticado em seu território, envolvendo um estrangeiro que chegou à ilha no início da semana.

"É um estrangeiro de 52 anos, um médico de um cruzeiro, que chegou ao aeroporto de Taoyuan na segunda-feira, procedente de Hong Kong", disse o porta-voz do Centro de Controle de Doenças local, Shih Wen-yi.

"Está bem e se recupera com o tratamento", informou o porta-voz, sem revelar a nacionalidade do paciente.

Taoyuan é o maior aeroporto de Taipé, a capital de Taiwan.

Shih não informou a nacionalidade do paciente, que teria viajado no fim do mês passado a Nova York a trabalho. Um funcionário do hospital de Taipei onde ele está sendo tratado identificou-o como australiano.

O anúncio do Departamento de Saúde chega no mesmo dia em que representantes taiwaneses participam da assembleia anual da OMS (Organização Mundial de Saúde) --a primeira vez desde que a cadeira da China nos órgãos internacionais foi transferida de Taipei para Pequim, em 1971.

Folha Online

 

19/5/2009 Organização Mundial da Saúde confirma mil casos da nova gripe em 24 horas

Número de mortes sobe para 79, segundo a agência da ONU.
OMS diz que vírus deve se alastrar, mas mantém alerta pandêmico.

Do G1, com agências internacionais

O número de casos registrados da nova gripe pelo mundo subiu de 8.829 a 9.830 em 24 horas, com 79 mortes, segundo o relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) desta terça-feira (19).

 A doença atinge 40 países, segundo a OMS.

A maioria dos novos casos foram registrados no México e nos EUA, onde surgiu  a epidemia. O México tem 3.648 casos confirmados em laboratório, com 72 mortes. Os EUA têm 5.123 casos , com 4 mortes. No Canadá, há 496 casos e uma morte. A Costa Rica tem 9 casos e uma morte.

Também há casos confirmados, sem mortes, nos seguintes países: Argentina (1), Austrália (1), Áustria (1), Bélgica (5), Brasil (8), Chile (4), China (7), Colômbia (11), Cuba (3), Dinamarca (1), Equador (1), El Salvador (6), Finlândia (2), França (14), Alemanha (14), Guatemala (3), Índia (1), Irlanda (1), Israel (7), Itália (9), Japão (159), Malásia (2), Holanda (3), Nova Zelândia (9), Noruega (2), Panamá (59), Peru (2), Polônia (1), Portugal (1), Coreia do Sul (3), Espanha (103), Suécia (3), Suíça (1), Tailândia (2), Turquia (1) e Reino Unido (102).

 Os números da OMS podem divergir dos dados divulgados pelos governo nacionais, dependendo da demora em transmitir as informações para a agência.

Fonte: G1

 

19/5/2009 OMS registra mais de 9.800 casos de gripe suína; 79 morreram

da Folha Online

A OMS (Organização Mundial de Saúde) registrou quase mil novos casos de gripe suína nas últimas 24 horas, o que eleva o número de pessoas afetadas pela doença, denominada oficialmente gripe A (H1N1), a 9.830 em 40 países. O novo balanço da organização inclui ainda 79 mortes, a maioria no México.

A maior parte dos novos contágios confirmados em laboratório estão no México, que, com mais 545 casos diagnosticados tem 3648 registros da doença, incluindo 72 mortes.

Os Estados Unidos, que tiveram 409 novos casos, continuam liderando a lista de países mais atingidos pela nova gripe. Segundo a OMS, são 5123 casos confirmados do vírus A (H1N1), incluindo cinco mortes.

Já o Canadá manteve o número de casos registrados 496 e uma morte.

A outra vítima da doença respiratório foi registrada na Costa Rica, que tem ao todo nove casos.

O Japão também teve um aumento significativo no número de casos de gripe suína e registra agora 159 pacientes com o vírus A (H1N1).

A OMS registrou ainda casos da gripe suína na A organização registra ainda casos da doença na Espanha (103), Reino Unido (102), Panamá (59), França (14), Alemanha (14), Colômbia (11), Nova Zelândia (9), Itália (9), Brasil (8), Israel (7), China (7), El Salvador (6), Bélgica (5), Cuba (3), Suécia (3), Holanda (3), Guatemala (3), Coreia do Sul (3), Finlândia (2), Noruega (2), Tailândia (2), Turquia (2), Malásia (2), Peru (2), Argentina (1), Austrália (1), Áustria (1), Chile (4), Dinamarca (1), Equador (1), Índia (1), Irlanda (1), Polônia (1), Portugal (1), Suíça (1).

Ásia

A gripe suína avança nesta terça-feira sobre a Ásia oriental com novos casos registrados na China e na Coreia do Sul. O Japão, país asiático mais afetado pela gripe suína, fechou mais de 4.000 colégios e creches na região de Kobe e Osaka (oeste) para tentar conter uma possível epidemia local.

O mais recente caso de gripe suína confirmado na China é um homem de 59 anos que foi retido com febre quanto tentava embarcar em um trem procedente de Hong Kong na sexta-feira passada (15), segundo o Ministério da Saúde. O paciente chegou a Hong Kong após uma viagem aos Estados Unidos e ao Canadá --dois dos principais países atingidos pela gripe suína, junto ao México.

O homem, Pequim, morador de Foshan, na Província de Cantão, é o sétimo caso da doença no país, embora seus testes de laboratório não tenham sido confirmados pela OMS.

Na Coreia do Sul, o governo registrou o quarto caso da nova gripe. A paciente é uma mulher vietnamita que fez uma escala no país após retornar de uma viagem a Seattle (EUA). Ela foi colocada em quarentena em um hospital da capital Seul.

Segundo a agência Yonhap, a mulher, de 22 anos, tomaria um voo para o Vietnã. A passageira apresentava febre e, por isso, as autoridades sul-coreanas decidiram deixá-la em quarentena para submetê-la a exames médicos mais exaustivos em um hospital local, segundo o Centro Sul-coreano para a Prevenção e o Controle de Doenças.

O Japão também registrou um aumento no número de casos no país, que chegam agora a 173 --segundo números do governo, ainda não confirmados pela OMS.

A doença se alastrou rapidamente desde sábado pela região, o que levou as autoridades a determinar o fechamento das escolas e creches para evitar mais problemas. Nesta terça-feira, 4.000 colégios e creches foram fechados para evitar transmissão do vírus entre as crianças.

Ao que tudo indica, o vírus se propagou pela região após um torneio de vôlei entre estudantes das duas cidades. A maioria dos infectados são estudantes, mas um dos últimos casos detectados é o de um bebê de um ano.

Sintomas

A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha vírus, e examinadas em laboratório. Os antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).

FONTE
: FOLHA ONLINE

 

19/5/2009 Polícia prende chinês por fingir ter gripe suína para ser atendido

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da Efe, em Pequim

Um camponês passará dez dias preso por fingir que estava com a gripe suína para receber tratamento gratuito em um hospital, informou a polícia à agência oficial Xinhua.

O homem, de sobrenome Li, se mudou para a cidade de Tieling, na Província nordeste de Liaoning, em busca de trabalho.

Ele foi punido por "mentir sobre uma situação epidêmica grave", de acordo com as forças de segurança locais.

Aparentemente, Li ficou doente na semana passada mas decidiu não ir ao médico porque não podia pagar pelo atendimento, já que na China o sistema de seguridade social cobre apenas 10% da população.

No entanto, ele ficou sabendo pela televisão da existência da gripe suína e decidiu fingir ter a doença para conseguir o atendimento gratuito.

Na sexta-feira passada (15), Li foi diagnosticado com a gripe comum. Ele já se recuperou da doença.

FONTE: FOLHA ONLINE

 

19/5/2009 China e Coreia do Sul têm novos casos de gripe suína; Japão fecha escolas

da Folha Online

A gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1), avança nesta terça-feira sobre a Ásia oriental com novos casos registrados na China e na Coreia do Sul. O Japão, país asiático mais afetado pela gripe suína, com 125 casos confirmados pela OMS (Organização Mundial da Saúde), fechou mais de 4.000 colégios e creches na região de Kobe e Osaka (oeste) para tentar conter uma possível epidemia local.

O mais recente caso de gripe suína confirmado na China é um homem de 59 anos que foi retido com febre quanto tentava embarcar em um trem procedente de Hong Kong na sexta-feira passada (15), segundo o Ministério da Saúde. O paciente chegou a Hong Kong após uma viagem aos Estados Unidos e ao Canadá --dois dos principais países atingidos pela gripe suína, junto ao México.

O homem, Pequim, morador de Foshan, na Província de Cantão, é o sétimo caso da doença no país, embora seus testes de laboratório não tenham sido confirmados pela OMS.

Segundo o comunicado do Ministério, publicado em seu site oficial, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China obteve hoje o resultado positivo dos exames realizados no paciente, que começou a se sentir mal no dia 15 de maio.

As autoridades sanitárias da região estão em busca das pessoas que mantiveram contato direto com o paciente, de sobrenome Yang, mas por enquanto nenhuma apresentou sintomas da gripe suína.

Yang, que viajou sozinho como turista à América do Norte no final de abril e começo de maio, aterrissou em Hong Kong no dia 13 de maio, via Coreia do Sul, e um dia depois começou a apresentar sintomas da doença.

Mesmo assim, dois dias depois tomou um trem entre a antiga colônia britânica e Cantão, já na parte continental chinesa. Yang começou a se sentir pior durante a viagem, e, por isso, foi internado posteriormente em um centro hospitalar.

Coreia do Sul

Na Coreia do Sul, o governo registrou o quarto caso da nova gripe. A paciente é uma mulher vietnamita que fez uma escala no país após retornar de uma viagem a Seattle (EUA). Ela foi colocada em quarentena em um hospital da capital Seul.

Segundo a agência Yonhap, a mulher, de 22 anos, tomaria um voo para o Vietnã. A passageira apresentava febre e, por isso, as autoridades sul-coreanas decidiram deixá-la em quarentena para submetê-la a exames médicos mais exaustivos em um hospital local, segundo o Centro Sul-coreano para a Prevenção e o Controle de Doenças.

As autoridades sul-coreanas anunciaram os outros três casos nas últimas semanas, mas todas as pessoas infectadas já receberam alta, após ter respondido satisfatoriamente ao tratamento médico recebido, segundo a Yonhap.

Prevenção

O Japão também registrou um aumento no número de casos no país, que chegam agora a 173 --segundo números do governo, ainda não confirmados pela OMS.

A doença se alastrou rapidamente desde sábado pela região, o que levou as autoridades a determinar o fechamento das escolas e creches para evitar mais problemas. Nesta terça-feira, 4.000 colégios e creches foram fechados para evitar transmissão do vírus entre as crianças.

Ao que tudo indica, o vírus se propagou pela região após um torneio de vôlei entre estudantes das duas cidades. A maioria dos infectados são estudantes, mas um dos últimos casos detectados é o de um bebê de um ano.

Até o momento nenhum caso foi registrado na zona metropolitana de Tóquio, que tem 36 milhões de habitantes, mas as autoridades dizem que a propagação do vírus em Tóquio é praticamente inevitável.

Nesta segunda-feira, a assembleia anual da OMS estudou o caso da gripe suína no Japão para avaliar se a doença criou um novo foco autônomo no país, o que justificaria aumentar o nível de alerta para seis, o máximo na escala, que indica uma pandemia.

A organização decidiu, contudo, manter o alerta no nível cinco, que indica pandemia iminente.

Com Efe, France Presse e Associated Press

 

19/5/2009 Gripe suína: ofensiva evita declaração de pandemia

AE - Agencia Estado

PARIS - Governos deixaram questões de saúde de lado e promoveram uma ofensiva política para evitar que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarasse pandemia de gripe suína. Técnicos da entidade estimaram que os números de casos e países afetados seriam suficientes para decretar o nível máximo de alerta - até ontem foram 8.829 registros. Mas México, Brasil, China, Japão, Reino Unido, países árabes e outros alertaram que novos critérios devem ser incluídos na avaliação. Com isso, frearam a declaração. O governo americano foi mais pragmático e alertou que o vírus vai continuar a se espalhar.

Ontem, a Assembleia Mundial da Saúde abriu a reunião anual em Genebra sob a ameaça da declaração da pandemia. Os casos crescem em regiões fora da América do Norte (onde a doença surgiu), com mais de cem registros no Japão, Espanha e Reino Unido. José Gomes Temporão, ministro da Saúde do Brasil, diz que o Japão entrou no grupo de países com transmissão continuada da gripe.

Pelos critérios técnicos, a proliferação do vírus em 2 das 6 regiões seria suficiente para a declaração de uma pandemia. As regiões da OMS são: Américas, Europa, África, Mediterrâneo Leste, Sudeste Asiático e Pacífico Oeste. O chefe do Comitê de Emergência da OMS, John McKenzie, disse ao Estado que o padrão de transmissão da doença no Japão é similar ao de Nova York quando o nível de alerta passou de 4 para 5 (em uma escala de 1 a 6), há três semanas. Governos temem, porém, que a declaração de pandemia cause perdas econômicas, além de consequências políticas, pânico e pressão sobre os sistemas de saúde.

Países pediram que a gravidade da doença fosse considerada, pois a maioria dos casos foi suave. ?O Brasil apoia a revisão dos critérios?, afirmou Temporão. ?Já sabemos alguma coisa do vírus e que a letalidade está em queda.? O ministro diz que passar para nível máximo de alerta não mudaria nada no Brasil. Mas admite que o País não está livre de novos casos. ?Nos Estados Unidos, os casos continuam aumentando. No México, há queda, mas o vírus continua circulando. Portanto, do governo, a estratégia não muda.?

 

19/5/2009 Gripe suína: Novartis afirma estar preparada para produzir vacina

A gigante farmacêutica suíça Novartis recebeu o novo vírus virus A (H1N1) da gripe suína e anunciou que aguarda a autorização da Organização Mundial da Saúde (OMS) para começar a produzir uma vacina.

"Recebemos o vírus e nossos pesquisadores estão modificando-o para começar a produzir uma vacina", afirmou uma porta-voz da empresa à AFP.

Ela explicou que serão necessárias de três a quatro semanas para o início da produção efetiva da vacina.

"Esperamos a autorização da OMS e do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA) para iniciar a produção da vacina contra a gripe suína", acrescentou.

Último Segundo

 

18/5/2009 México diz à OMS que epidemia de gripe está sob controle

CIDADE DO MEXICO (Reuters) - O México informou à Organização Mundial da Saúde (OMS) que a epidemia de nova gripe, que matou 68 pessoas no país, está sob controle.

O secretário da Saúde mexicano, José Angel Córdoba, afirmou que apesar de existirem casos confirmados nos 31 Estados do país, graças a medidas de contenção a epidemia se concentra em zonas urbanas.

"A epidemia mexicana está sob controle e faço um apelo aos presentes para visitarem tranquilamente o México, onde serão bem-vindos", disse em comunicado a Secretaria de Saúde em um comunicado na noite de domingo, citando Córdova.

No sábado, o governo informou que o número de infectados pelo vírus H1N1, uma nova cepa resultante da mistura de vírus humano, suíno e de aves, subiu a 3.102 casos.

A maioria das mortes no México relacionadas ao vírus foi registrada na capital.

Apesar do controle obtido no México, a OMS mantém a fase 5 de alerta em uma escala de 1 a 6, o que significa que uma pandemia é iminente.

O vírus se expandiu por mais de 40 países, mas seus sintomas acabaram sendo mais leves do que se estimava no início.

Os mexicanos compõem a maioria das vítimas. A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, disse nesta segunda-feira durante reunião da agência que o vírus da gripe H1N1 continuará sua rápida disseminação pelo mundo e que pode representar riscos ao se misturar com o H5N1, vírus da gripe aviária.

FONTE;REUTERS

 

18/5/2009 Países pedem que OMS seja mais flexível em alerta de pandemia

GENEBRA (Reuters) - Diversos países pediram nesta segunda-feira que a Organização Mundial da Saúde (OMS) tenha uma interpretação mais flexível de sua escala de alerta de pandemia, especialmente quando for decidir se vai declarar uma epidemia global.

Declarar a fase 6, o nível máximo de alerta, deveria refletir o rigor do novo vírus, e não apenas sua expansão geográfica, disseram os países em uma reunião durante assembleia anual da OMS.

O novo vírus H1N1 já foi confirmado em 8.829 pessoas em 40 países, causando 74 mortes, de acordo com os últimos dados da OMS.

A OMS declarou a fase 5 do nível de alerta devido à expansão da transmissão na América do Norte, indicando que uma pandemia (epidemia global) é iminente, e poderá mudar para a fase 6 se o vírus se disseminar de forma sustentada em apenas mais um país, mesmo que de forma branda.

O ministro da Saúde da Grã-Bretanha, Alan Johnson, disse à diretora-geral da OMS, Margaret Chan, que presidiu a reunião: "Devemos alterar e adaptar de acordo com as circunstâncias".

"Acredito, doutora Chan, que devemos dar a você e à sua equipe mais flexibilidade sobre se vamos mudar para a fase 6", acrescentou.

"Temos explicado em nosso país, e outros têm explicado, que uma pandemia descreve a expansão geográfica mais que a severidade. Então, gostaria de propor que vocês tenham mais flexibilidade em vez de seguir um processo mecânico", afirmou Johnson.

Chan respondeu: "Vocês estão me pedindo para colocarmos outros fatores em questão antes de mudarmos para a fase 6. Eu levo em consideração esse pedido, mas gostaria de receber orientação e conselhos de outros países membros sobre como proceder."

Outros países que manifestaram apoio à flexibilização são China, Omã, Egito e Emirados Árabes Unidos.

FONTE; REUTERS

 

18/5/2009 Cientistas do Rio de olho no outro vírus

Em época de gripe suína, pesquisadores do estado mantêm vigilância sobre pássaros que podem trazer a versão aviária da doença

Enquanto todas as atenções estão voltadas para a gripe suína, que chegou ao País há duas semanas, pesquisadores de várias instituições do estado trabalham duro para monitorar a aproximação de novos vírus perigosos que podem vir das aves, como o da gripe aviária. Até agora, 573 delas — algumas vindas de outros continentes, já que o Rio é rota migratória desses animais — foram analisadas pelo projeto. Cerca de 2% apresentaram algum tipo de vírus Influenza, que pode causar a gripe.

Cientista Luz Alba trabalha em laboratório da Universidade Federal do Rio que faz parte do projeto. Foto Uanderson Fernandes / Ag. O Dia

Intitulada ‘Projeto de Vigilância Laboratorial da Influenza Aviária no Estado’, a iniciativa começou no Laboratório de Biologia Animal da Pesagro-Rio e prossegue no Instituto de Microbiologia da Universidade Federal do Rio, com o apoio de pesquisadores da Universidade Estadual do Norte Fluminense e da Faperj e com a coordenação de Maíra Halfen Teixeira Liberal. Entre os animais analisados estão cisnes, gansos, patos, marrecas, gaivotas, maçaricos e pinguins.

“Sabe-se que as aves migratórias têm um papel importante na disseminação de várias doenças virais: elas levam e trazem agentes infecciosos, tais como os vírus Influenza, entre outros. Existem várias espécies migratórias que se deslocam do Hemisfério Norte até a América do Sul e representam um risco potencial para a entrada desses agentes no País”, explica a professora Luz Alba, que participa da pesquisa.

Amostras da maioria dos animais são coletadas na Bacia de Campos, no Norte Fluminense. Segundo Carlos Eurico Pires Ferreira Travassos, da Uenf, até agora, o vírus da gripe aviária, o H5N1, não foi encontrado, mas é importante que o monitoramento continue, já que o vírus apresenta muitas mutações perigosas.

A gripe aviária mata mais de 60% das pessoas que a contraem, mas não é facilmente transmissível no contato entre humanos. Já a gripe suína pode ser transmitida facilmente, mas mata muito menos.

Estado é rota de pássaros que fogem de regiões frias

Segundo os pesquisadores, o monitoramento de vírus em aves é importante no País porque o Brasil faz parte de uma rota de aves que vêm para cá sobretudo quando o clima começa a esfriar em outras regiões do planeta, onde estes animais se reproduzem.

“O Brasil é um país que está na rota de muitas espécies de aves migratórias, tanto de visitantes que possuem seus sítios de reprodução no Hemisfério Norte, como as que reproduzem em áreas aqui do Hemisfério Sul”, explica a pesquisadora Luz Alba Fornells.

Ainda segundo a cientista, os locais escolhidos por essas aves para repouso, ou parada, dependem de vários fatores, como hábitos alimentares e táticas para esse descanso e para alimentação. “A costa do Rio de Janeiro é rica em vários pontos de repouso”, assinala.

Fonte: O DIA ONLINE

 

18/5/2009 ''A pandemia vai exigir cooperação mundial''

Para a ex-ministra da Saúde de Hong Kong, a gripe suína não é suave e patentes não serão obstáculo entre os países

Jamil Chade

 A diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, rejeita a tese de que a gripe suína seja um fenômeno suave, alerta para o "potencial real de uma pandemia" e diz que o Hemisfério Sul será testado no inverno. Em sua primeira entrevista a veículos de imprensa latino-americanos desde o surgimento da gripe, Chan mandou um recado ao Brasil: a questão das patentes de antivirais e de vacinas não será obstáculo e os países poderão comprar remédio onde acharem melhor, inclusive de fabricantes de genéricos.

Ela só evitou responder se a OMS, pressionada por países ricos e empresas, ajudaria governos a quebrar patentes quando necessário e a produzir os remédios localmente. Em vez disso, pediu que o compartilhamento de informações seja total. Ex-ministra da Saúde de Hong Kong, Chan ficou conhecida nos anos 90 por ter ordenado o sacrifício de 1,4 milhão de aves no país para evitar uma epidemia de gripe aviária à época. A seguir, trechos da entrevista.

O esquema de alerta da OMS foi criticado. Apesar disso, a OMS ainda considera declarar pandemia?

Uma pandemia é uma fase definida por cientistas em um entendimento que foi negociado por dois anos entre governos. Queríamos transparência na forma de tomada de decisões. Agora, o critério para a declaração de uma pandemia é geográfico. Vai depender se teremos uma proliferação do vírus para fora das Américas.

A senhora considera que o mundo já está nessa etapa?


Não estamos nessa fase ainda. Mas é imprevisível o que pode ocorrer. Temos de continuar monitorando a situação e manter vigilância total. Se decidirmos ir à fase da pandemia, temos de informar a governos e cidadãos o que isso significa. Mas, para os governos, a realidade é que não haverá diferença do que estão fazendo hoje. Mas sabemos que a declaração terá um impacto psicológico importante. As pessoas ficarão ansiosas.

Mas isso é normal, não?

Claro. Mas temos de explicar que a declaração de uma pandemia não significa que cada pessoa no mundo será atingida nem que cada país será afetado. O mundo precisa saber que, mesmo que haja uma pandemia, a vida continua. Não vamos pedir para as pessoas se trancarem em casa. Durante a Sars (Síndrome Respiratória Aguda Severa), essa foi a reação das pessoas. O custo econômico disso foi enorme.

O inverno no Sul está chegando. Devemos esperar um surto?

Esse será um teste. Pela experiência, a época de gripe começa agora. Com o vírus A(H1N1) chegando, ninguém sabe o que vai ocorrer. Quero deixar claro que os governos precisam fortalecer seus mecanismos de monitoramento. Se isso não ocorrer, não haverá como lidar com a doença e um eventual surto.

Mas como países pobres poderão lidar com mais uma doença, com seus sistemas de saúde a ponto de colapso?

Nossa recomendação é para que todos os países nos informem imediatamente caso tenham dados sobre casos ou surtos. Nosso plano será o de apelar para recursos internacionais e, assim, ajudar os países que necessitem. A verdade é que o mundo está nisso junto. Essa pandemia vai exigir uma cooperação mundial. O planeta já experimentou outras pandemias, mas essa é a primeira que ocorre diante de nossos olhos, por causa de nossa capacidade de acompanhar o que ocorre a cada minuto. A OMS está se tornando uma polícia mundial em busca de um ladrão. Estamos nessa busca 24 horas por dia e vamos até onde for necessário.

Mas os países mais pobres podem de fato sofrer mais que os ricos.

Em 25% dos casos houve vômito e diarreia. Se esse vírus estiver sendo transmitido também por esgoto, países com infraestruturas precárias podem sofrer mais. Teremos de promover campanhas para lidar com isso.

No Brasil e em outros países emergentes, uma questão é o acesso a remédios e vacinas. Os países terão o direito de quebrar patentes?

Estamos preocupados com a capacidade de produção e a qualidade dos remédios. Mas posso garantir que a questão das patentes não será o obstáculo. A OMS acaba de pré-qualificar um antiviral genérico (da Cipla) e cada país pode escolher de quem irá comprar.

Em países onde o antiviral Tamiflu é patenteado, a importação desse genérico exigirá quebra de patentes. A OMS vai apoiar?

Os tratados de propriedade intelectuais são claros e os países sabem muito bem seus direitos.

Já se pode dizer que o A(H1N1) é um vírus suave ou tão fraco como o da gripe sazonal?

Não estamos diante de um vírus normal. Essa doença é um alvo que se move todos os dias. Ninguém pode prever o que ela será. O vírus está se espalhando, está se desenvolvendo e ainda vai mudar. Mas não sabemos ainda em qual direção. Qualquer pandemia do A(H1N1) seria mais forte que a da gripe. Sabemos que ele pode matar e o problema é que o mundo não tem imunidade. O mundo está virtualmente suscetível à essa doença.

Muita gente acredita que há um exagero nos alertas.

É verdade que vimos muitos casos suaves. Mas o que eu alerto é que não podemos nos deixar ser enganados por esse vírus. O maior perigo agora é de que todos digam que os riscos já acabaram e começam a baixar a guarda. Não podemos ser complacentes. Poderemos ser surpreendidos. Vamos ser claros, esse vírus tem o potencial de ser uma verdadeira pandemia.

FONTE; ESTADÃO.COM.BR

 

18/5/2009 Assembleia da OMS discute ameaça de pandemia de gripe suína

 Folha Online

A OMS (Organização Mundial da Saúde) iniciou nesta segunda-feira em Genebra, na Suíça, sua assembleia anual na presença de representantes dos 193 Estados membros. A reunião deste ano deve ser dominada pelas discussões sobre a ameaça de pandemia da gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1), preparativos para enfrentá-la e a produção de uma vacina.

Segundo o balanço mais recente da organização, há 8.480 casos da doença registrados em 39 países, incluindo 72 mortes, a maioria delas no México (66), e as demais nos Estados Unidos (4), Canadá (1) e Costa Rica (1).

Em 29 de abril passado, a OMS elevou a 5 o nível de alerta (de uma escala até 6), o que significa uma pandemia iminente.

Agora, a organização espera os resultados dos exames sobre possíveis novos focos de transmissão que não estão vinculados a pessoas procedentes do epicentro da doença na América do Norte. Segundo os critérios da OMS, caso se confirme um foco da doença no Japão, que registra 92 casos da doença, o nível de alerta seria elevado ao máximo de 6, o que significaria o surgimento da primeira grande pandemia gripal do século 21.

A OMS pediu uma mobilização geral contra o vírus, que pode sofrer uma mutação e se tornar uma cepa mais perigosa.

A organização encurtou de nove para quatro dias a duração da assembleia anual, que chegará ao fim na próxima sexta-feira (23), para que os ministros possam se dedicar a organizar as respostas em seus países no caso de declaração da pandemia.

Balanço

Segundo o mais recente balanço da OMS, EUA tem 4.714 casos registrados da doença, incluindo quatro mortes. O país é o mais atingido pela nova gripe até o momento.

O México, considerado epicentro da doença, registrou 2.895 casos da doença, incluindo 66 mortes.

Já o Canadá tem 496 pessoas infectadas pelo vírus A (H1N1), incluindo uma morte.

A Costa Rica, único país fora da América do Norte a registrar uma morte, tem nove casos confirmados da nova gripe.

A organização registra ainda casos da gripe suína na Argentina (1), Austrália (1), Áustria (1), Bélgica (4), Brasil (8), China (5), Colômbia (11), Cuba (3), Dinamarca (1), Equador (1), El Salvador (4), Finlândia (2), França (14), Alemanha (14), Guatemala (3), Índia (1), Irlanda (1), Israel (7), Itália (9), Japão (7), Malásia (2), Holanda (3), Nova Zelândia (9), Noruega (2), Panamá (54), Peru (1), Polônia (1), Portugal (1), Espanha (103), Suécia (3), Suíça (1), Tailândia (2), Turquia (1), Coreia do Sul (3) e Reino Unido (82).

Vacina

O secretário mexicano da Saúde, José Angel Córdova, entregou nesta segunda-feira simbolicamente a diretora geral da OMS, Margaret Chan, a informação científica do vírus da gripe A (H1N1) para contribuir com a elaboração de uma vacina.

Uma equipe de cientistas sul-coreanos assegura ter desenvolvido uma vacina contra a gripe suína que poderia ser comercializada em um prazo de quatro meses, informa nesta segunda-feira a agência local Yonhap.

A equipe, liderada pelo professor Seo Sang-heui da Faculdade de Veterinária da Universidade Nacional de Chungnam, afirma ter criado na sexta-feira passada (15) uma vacina a partir de uma amostra do vírus oferecida pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) dos EUA 11 dias antes.

A vacina, denominada como CNUK-RG A/CA/4xPR/8, é a primeira desenvolvida para o homem contra a gripe suína no mundo, segundo a Yonhap.

A equipe sul-coreana se mostrou disposta a oferecê-la de forma gratuita aos laboratórios e à indústria farmacêutica, e disse que assim comunicou à OMS e ao CDC.

Os cientistas consideram que a indústria farmacêutica poderia fabricar essa vacina em um prazo de quatro meses após um teste humano e que seu custo seria de 3,50 euros (R$ 9,96) por pessoa.

Por outro lado, as autoridades sanitárias sul-coreanas isolaram em um hospital uma cidadã vietnamita que apresentava sintomas similares à gripe suína.

A mulher, de 22 anos, foi isolada no aeroporto depois de ter chegado este domingo à Coreia do Sul procedente de Seattle (EUA) em rota para o Vietnã.

 

18/5/2009

Casos de gripe suína disparam no Japão

da BBC Brasil

O número de casos de gripe suína no Japão subiu rapidamente, com mais de 120 casos confirmados. Quase 2.000 escolas e empresas foram fechadas e o governo está desencorajando viagens desnecessárias para conter a propagação da doença.

Na sexta-feira, apenas quatro casos haviam sido confirmados no país, e em pessoas que haviam voltado do Canadá. O primeiro caso de gripe suína em uma pessoa que não havia viajado para o exterior --um estudante de 17 anos de Kobe-- foi registrado no sábado.

Apelo por calma

A mídia japonesa disse que uma nova onda de infecções tornaria o Japão o quarto país mais infectado do mundo, depois de México, Estados Unidos e Canadá.

Apesar de dizer que nenhuma das pessoas infectadas corre risco de vida, as autoridades continuam apreensivas. "Nós precisamos ter cautela, mas com um tratamento rápido os pacientes podem se recuperar", disse o primeiro-ministro Taro Aso. "Nós precisamos agir de maneira calma e apropriada."

Acredita-se que a maioria das pessoas infectadas é de estudantes nas regiões de Hyogo e Osaka, no oeste do Japão. Especialistas acreditam que o vírus H1N1 se propagou rapidamente entre os dois centros urbanos depois que alunos de escolas em Kobe e Osaka se reuniram para um torneio de vôlei.

O Japão criou centros para testes médicos nos aeroportos e está encorajando grupos de alto risco a lavarem as mãos com frequência e a usar máscaras.

Até no setor de esportes foram adotadas medidas para reduzir o potencial para infecções.
Na competição nacional de sumô em Tóquio no domingo, as autoridades usaram um desinfetante em spray que borrifaram nas mãos de todos os espectadores que chegavam.

O correspondente da BBC em Tóquio, Roland Buerk, disse que o surto de gripe suína causou alarme no Japão, onde há um grande número de pessoas idosas que estão particularmente preocupadas com a doença.

 

18/5/2009

Morre primeira vítima da gripe suína em Nova York

AE - Agencia Estado

NOVA YORK - Um vice-diretor de uma escola do Queens, Mitchell Wiener, morreu na noite de ontem após contrair o vírus da influenza A (H1N1), a gripe suína. Wiener, de 55 anos, tornou-se a primeira vítima da doença em Nova York. Um porta-voz do Flushing Hospital Medical Center, onde o paciente estava internado, disse que ele faleceu "apesar do tratamento com um medicamento experimental".

Com a morte de Wiener, sobe para seis o número de óbitos relacionados à doença nos Estados Unidos. No balanço de ontem, a Organização Mundial de Saúde (OMS) contabilizava 8.480 casos da nova gripe, incluindo 72 mortes. A doença, conhecida como gripe suína até ser rebatizada pela OMS, já se espalhou por mais de 40 países. As informações são da Dow Jones.

 

18/5/2009 Com 129 casos no Japão, gripe suína dominará reunião da OMS

Autoridades japonesas ordenam fechamento de mil escolas e pré-escolas nesta segunda-feira

Efe Estado de S. Paulo

TÓQUIO - O número de casos da gripe suína no Japão chegou a 129, com mais 33 pacientes confirmados nesta segunda-feira, segundo cálculos da agência de notícias Kyodo. Em meio à rápida disseminação do vírus no país, o primeiro-ministro Taro Aso pediu calma à população. Aso fez o pedido quando o total de casos estava em 92, de acordo com a contagem oficial.

 Em uma reunião da força-tarefa do governo criada para cuidar da epidemia, Aso afirmou que as autoridades japonesas não pretendem pedir aos cidadãos para evitarem reuniões ou diminuírem a atividade nas empresas.

Com o número de casos no mundo disparando para mais de 8 mil e o Japão fechando centenas de escolas para combater a epidemia, a gripe suína deve dominar as discussões da assembleia anual da Organização Mundial de Saúde (OMS), a ser aberta nesta segunda-feira em Genebra.

 O vírus A/H1N1 já teve um efeito sobre a reunião dos 193 países-membros: a OMS propôs o encurtamento do encontro, de 10 para cinco dias, a fim de minimizar o tempo em que as principais autoridades de saúde ficam fora de seus países. A agência disse que os ministros precisam voltar para coordenar esforços nacionais contra a gripe, que já atingiu pelo menos 39 países em menos de um mês.

 Uma comissão foi formada para levar a proposta de encurtamento da reunião à assembleia da OMS. Se a ideia for aprovada, podem ser canceladas as discussões sobre tuberculose, hepatite viral e transplantes de órgãos humanos.

 Desde que chamou a atenção do mundo no México e nos EUA, o novo vírus já infectou quase 8.500 pessoas, segundo a OMS, e se espalhou para além da América do Norte, levado por viajantes. Em 29 de abril, a OMS elevou o nível de alerta sobre a gripe para o nível 5, um abaixo do de uma pandemia, ou disseminação sustentada da doença em mais de um continente.

 No Japão, a maioria dos pacientes infectados foi registrada entre os estudantes do ensino básico e das escolas secundárias, e em torno das cidades de Kobe e Osaka, no oeste do país, onde as autoridades ordenaram que mais de mil escolas e pré-escolas ficassem fechadas nesta segunda-feira.

 Mais de 70 pessoas morreram em decorrência do vírus - todas elas nas Américas e quase todas no México, onde foi detectada pela primeira vez a variante nova do vírus da gripe suína. No domingo, as autoridades de saúde do Chile registraram o primeiro caso do país, que se tornou o 40º afetado.

 A assembleia da OMS deve concentrar ao longo do dia discussões de alto nível sobre o vírus, antes de uma aparição oficial da diretora-geral da agência, Margaret Chan. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, deve comparecer na terça-feira.

 Horas de debate deverão ser dedicadas aos preparativos para pandemias e para a influenza, um assunto habitual nos últimos anos, desde que o vírus H5N1, da gripe aviária, passou a infectar seres humanos.

 Em uma reunião em Genebra antes da assembleia, os governos não chegaram a um acordo sobre o compartilhamento de vacinas e de material de pesquisa de vírus no caso de uma pandemia global de gripe.

 A OMS também discute com cientistas e fabricantes de vacinas sobre o início da produção em larga escala de uma vacina contra a pandemia e sobre a necessidade de suspender a fabricação da vacina contra a gripe sazonal para liberar capacidade de produção.

 Os especialistas se mostraram preocupados com a possível mutação do A/H1N1, que poderia torná-lo mais resistente a antivirais como Tamiflu e Relenza, que têm sido estocados para o tratamento da gripe forte.

A assembleia da OMS também deve examinar a implementação do Regulamento Sanitário Internacional, que desde 2005 obriga países como o México a alertar imediatamente sobre possíveis ameaças à saúde mundial.

 

18/5/2009 FMI alerta para efeitos da gripe suína na economia

A propagação da gripe suína pode ter efeitos consideráveis na economia mundial, já abalada por uma crise que está longe do fim, advertiu em Tóquio o FMI (Fundo Monetário Internacional).

O primeiro subdiretor do FMI, John Lipsky, afirmou que os riscos da gripe H1N1, "tanto sua extensão como letalidade, são difíceis de prever". "Mesmo assim, pode ter efeitos consideráveis", disse Lipsky.

"Felizmente, o impacto deve ser bastante leve e contido. Mas depois da ameaça de gripe aviária há alguns anos, elaboramos grandes planos de emergência para o sistema financeiro, por exemplo", afirmou.

Sobre a crise econômica, reafirmou que está longe do fim e sugeriu que vários países asiáticos ainda têm margem para reduzir as taxas de juros em caso de necessidade para estimular suas economias.

A gripe suína já contaminou 8.480 pessoas em 39 nações, deixando 72 mortos.

Fonte O ESTADO DE S.PAULO

 

13/5/2009 OMS investiga se vírus da gripe suína resultou de erro em laboratório

Folha Online

A OMS (Organização Mundial da Saúde) disse nesta quarta-feira que seus cientistas investigarão a hipótese de um especialista australiano de que o vírus da gripe suína foi produto de um erro humano em laboratório.

"Pedimos a nossos especialistas para que determinem se há provas. Por enquanto, é cedo demais para dizer algo o respeito", declarou o porta-voz da OMS, Gregory Hartl.

A gripe suína já atinge 5.728 pessoas em 33 países, incluindo 61 mortes. Segundo novo balanço da organização, os Estados Unidos mantêm o maior número de casos da gripe suína, com 3.009 registros, incluindo três mortes --um bebê mexicano e uma professora americana no Texas e um homem em Washington.

O México, considerado epicentro da doença, tem 2.059 casos da doença e o maior número de vítimas --56. O Canadá registrou 358 casos de gripe suína confirmados em laboratório, incluindo uma morte. A Costa Rica tem oito casos registrados, incluindo também uma morte.

A organização registra ainda casos da doença na Espanha (98), Reino Unido (68), Panamá (29), França (13), Alemanha (12), Itália (9), Israel (7), Nova Zelândia (7), Colômbia (6), Japão (4) e El Salvador (4). Guatemala, Holanda e Coreia do Sul têm três casos cada. Já China Finlândia, Noruega, Suécia e Tailândia têm dois casos cada.

A Argentina, Austrália, Áustria, Cuba, Dinamarca, Hong Kong, Irlanda, Polônia, Portugal e Suíça têm um caso cada.

 

13/5/2009 Casos suspeitos de gripe suína sobem para 37; Brasil tem 8 casos confirmados

Folha Online

O número de casos suspeitos de gripe suína --influenza A (H1N1)-- no Brasil subiu para 37 segundo relatório divulgado pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira. Ontem eram 32.

A quantidade de casos confirmados permanece sendo oito.

Os casos suspeitos estão nos Estados de São Paulo (14), Minas Gerais (7), Pernambuco (3), Rio de Janeiro (3), Alagoas (2), Ceará (1), Pará (1), Rio Grande do Sul (1), Rondônia (1) e no Distrito Federal (4).

Sintomas

A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha vírus, e examinadas em laboratório. Os antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).

 

13/5/2009 Gripe suína: primeiro infectado no RJ deixa hospital

Agencia Estado

SÃO PAULO - O primeiro paciente a ser internado no Rio com a nova gripe Influenza A (H1N1), a gripe suína, contraída em Cancún, no México, teve alta na manhã de hoje, segundo informações do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, na Ilha do Governador, no subúrbio do Rio, onde estava internado havia cerca de 10 dias.

O amigo, de 29 anos, que foi o primeiro a contrair a doença no Brasil, deve receber alta amanhã, de acordo com o hospital. A mãe do rapaz, de 52 anos, que pegou a gripe do filho no País, foi internada no último sábado e deve permanecer internada por 10 dias.

 

13/5/2009 México apresenta plano contra gripe suína; Lula envia mensagem de apoio

Folha Online

O governo mexicano apresentará nesta quarta-feira, em reunião em Praga, na República Tcheca, seu plano de ação contra a epidemia de gripe suína a chanceleres da União Europeia (UE). Também nesta quarta-feira, o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, enviou uma mensagem de solidariedade ao colega mexicano, Felipe Calderón, e ao povo do México pelas vítimas da doença, denominada oficialmente gripe A (H1N1).

Em Praga, a comunidade internacional examinará o plano de ação do México para avaliar sua estratégia de combate a doença que, segundo mais recente balanço da OMS (Organização Mundial de Saúde), atinge 5.728 pessoas em 33 países, incluindo 61 mortes. O México é considerado o epicentro da epidemia e destino da maioria dos turistas estrangeiras que foram diagnosticados com a gripe em seus países de origem.

"Nossa intenção é conversar sobre as medidas tomadas, o que pensamos a respeito e ver se podemos nos ajudar mutuamente", declarou o chanceler tcheco, Jan Kohout.

"Queremos saber mais do que dizem os meios de comunicação", afirmou Kohout, que descartou a possibilidade dos ministros da UE adotarem medidas concretas de cooperação durante a reunião, que prosseguirá na quarta-feira.

O México, que preside atualmente o Grupo do Rio, está representado em Praga pela chanceler Patricia Espinosa, que pretende informar os colegas sobre o plano para proteger a população e evitar uma propagação ao exterior.

A UE pretende manifestar a disponibilidade para ajudar a OMS, que mantém o nível de alerta em cinco, em uma escala máxima de seis. O alerta indica risco de pandemia iminente.

Solidariedade

O presidente Lula pediu que sua mensagem de solidariedade fosse transmitida aos familiares das pessoas "que infelizmente morreram por causa desta doença", segundo a Secretaria de Relações Exteriores do México.

O presidente disse que "acompanhou com atenção as medidas adotadas pelas autoridades mexicanas para controlar a epidemia, e considera que as mesmas serão bem-sucedidas".

O governo mexicano registra, até o momento, 2.224 casos de gripe suína no país, incluindo 58 mortes. O Brasil tem oito casos confirmados da doença.

Recompensa

Para tentar trazer de volta os turistas que evitam viajar ao México desde a epidemia de gripe suína, um grupo de hotéis de Cancún e da Riviera Maya convidam turistas mexicanos e estrangeiros a visitar a região e oferecem férias gratuitas por 3 anos se comprovarem que se contagiaram com gripe suína após a estadia no Caribe mexicano.

"No caso de ser comprovado que um turista se contagiou aqui nas férias, se nos mandarem uma análise de sangue que confirme que se trata do vírus A (H1N1) e que o contágio se manifestou até 14 dias após a saída, terá férias de graça por 3 anos com um acompanhante", disse o empresário Fernando García Zalvidea.

O também diretor-geral do consórcio Nacional Real Resorts disse que oito hotéis aderiram à iniciativa, que busca recuperar a ocupação, que caiu para 20% neste período.

García Zalvidea explicou que os empresários do setor que se uniram à campanha desinfetam paredes, portas, varandas, escrivaninhas e quartos dos estabelecimentos.

O empresário disse que os hotéis mantiveram conversas com outras cadeias mexicanas que se interessaram em participar. "Confiamos no que fazemos", explicou.

 

13/5/2009 Casos da gripe suína passam de 5,7 mil em 33 países, diz OMS

94,7% dos casos foram registrados nos Estados Unidos, Canadá e México; mortes continuam em 61

Efe

GENEBRA -  Os casos de gripe suína no mundo comunicados até agora à Organização Mundial de Saúde (OMS) chegam a 5.728 em 33 países, segundo o último balanço divulgado pela entidade nesta quarta-feira, 13.

O México notificou 2.059 ocorrências confirmadas da doença, 56 delas fatais. Já os Estados Unidos informaram sobre 3.009 casos, sendo que três deles terminaram em morte. O Canadá comunicou sobre 358 contaminados pela doença, sendo que um deles morreu. Na Costa Rica, são oito os casos, um deles fatal.

De acordo com os dados da OMS - que nem sempre correspondem aos dos governos locais -, os demais países que notificaram casos, mas sem falecimentos, são: Brasil (8), Espanha (98), Reino Unido (68), Panamá (29), França (13), Alemanha (12), Itália (9), Nova Zelândia (7), Israel (7), Colômbia (6), Japão (4), El Salvador (4), Guatemala (3), Holanda (3), China (3) e Coreia do Sul (3).

Além destes, Noruega, Suécia, Tailândia e Finlândia apresentam dois casos cada, enquanto que Argentina, Austrália, Áustria, Cuba, Dinamarca, Irlanda, Polônia, Portugal e Suíça possuem uma ocorrência cada, segundo a OMS.

A entidade continua sem recomendar restrições a viagens por causa do vírus. Apesar do nome, a doença não apresenta risco de infecção por ingestão de carne de porco e derivados

 

13/5/2009 Mãe de jovem infectado por "gripe suína" se emociona no Rio de Janeiro

RIO DE JANEIRO - A mãe do rapaz de 21 anos que teve o primeiro caso confirmado de "gripe suína" (rebatizada de gripe A H1N1), no Rio de Janeiro se emocionou ao falar da alta médica recebida pelo filho nesta quarta-feira. "É um alívio por ele não ter tido nada sério", disse.

O jovem deixou o hospital universitário Clementino Fraga Filho, na Ilha do Fundão, antes das 10h desta quarta-feira por uma saída dos fundos da unidade para não falar com a imprensa. O rapaz ficou internado por dez dias no hospital, tempo necessário para a cura da "gripe suína" e garantia de não transmissão do vírus da doença.

De acordo com a mãe do jovem, rever o filho foi um alívio. "Foi um reencontro de mãe e filho que não se viam há dez dias. Eu também passei na casa da minha mãe, que eu não estava podendo ver", relatou emocionada.

Segundo ela, os médicos informaram que o filho está totalmente curado da doença e não recebeu nenhum tipo de recomendação. A mãe do jovem disse que a gripe do filho foi mais branda que a normal. "Foi somente tosse e uma febre pequena de 37,5º, foi bem leve o que ele teve", afirmou.

Após receber alta, o rapaz não foi para sua casa, e sim para a residência de amigos da família para fugir do assédio da imprensa. De acordo com a mãe, o filho busca tranquilidade. "Agora é seguir um rumo e ficar rezando pelas pessoas que ficaram lá no hospital", finalizou.

Em entrevista à "TV Globo" na terça-feira, ele contou ter ficado um pouco assustado ao receber a notícia de que estava com a doença, mas que foi uma gripe "relativamente fraca", em comparação com outras que ele já teve.

Internados

Segundo o chefe do serviço de epidemiologia e avaliação do Hospital do Fundão, dr. Roberto Fiszman, um amigo dele e a mãe desse amigo, também confirmados como portadores do vírus da "gripe suína", continuam em tratamento, apesar de estarem sem febre e em bom estado de saúde.

De acordo com o médico, eles aguardam em regime de isolamento até o término do período de risco de contágio do vírus, que é de dez dias.

Um outro paciente, de 24 anos, que chegou dos Estados Unidos, foi internado na tarde de terça-feira com suspeita de estar com a gripe. Ele está com febre mas não apresenta evidências de complicações clínicas.

Casos

De acordo com o último balanço do Ministério da Saúde, até o momento, há 29 casos em monitoramento, em 10 Estados. 168 casos já foram descartados.

O Ministério da Saúde acompanha ainda 32 casos suspeitos de "gripe suína" no País. Os casos suspeitos estão nos Estados de São Paulo (14), Distrito Federal (4), Pernambuco (2), Rio de Janeiro (4), Ceará (1), Paraná (2), Rondônia (1), Alagoas (2) e Minas Gerais (2). Oito casos da doença já foram confirmados, nos Estados do Rio de Janeiro (3), São Paulo (2), Minas Gerais (1), Rio Grande do Sul (1) e Santa Catarina (1).

 

12/5/2009 Gripe suína tem mais de 5.000 casos no mundo

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta terça-feira que mais de 5.000 pessoas no planeta estão afetadas pela gripe suína. Além disso, mais três países confirmaram os primeiros casos: Cuba, Tailândia e Finlândia.

O número de casos confirmados de gripe suína chegou a 5.251, incluidos 61 casos fatais, em 30 países, segundo o balanço mais recente da OMS.

O maior número de casos é registrado nos Estados Unidos, com 2.600 infecções, três delas fatais. O México tem 2.059 casos, incluindo 56 mortes, e o Canadá aparece com 330 casos uma morte, desde o surgimento no mês passado do foco da nova gripe A (H1N1). A Costa Rica também registrou um caso fatal.

Nas últimas horas Cuba, Tailândia e Finlândia anunciaram a confirmação de pacientes com o vírus.

Havana confirmou o caso em um joven mexicano que chegou à ilha como parte de um grupo de estudantes de Medicina.

Diante da propagação da doença no México, Cuba suspendeu os voos com este país, o que provocou mal-estar no governo de Felipe Calderón, que pode cancelar uma viagem à ilha programada para as próximas semanas.

O líder cubano Fidel Castro acusou na segunda-feira à noite o México de ocultar a epidemia de gripe A H1N1 para não impedir a visita do presidente americano Barack Obama, nos dias 16 e 17 de abril.

"As autoridades mexicanas não informaram ao mundo a presença da mesma esperando a visita de Obama. Agora nos ameaçam com suspender a do presidente (do México, Felipe) Calderón", afirma Fidel em um artigo publicado no site estatal Cubadebate.

"Neste momento nós e dezenas de outros países pagamos o pato e ainda nos acusam de medidas lesivas ao México", completa o texto, em uma referência à decisão de Cuba de suspender, desde 29 de abril, os voos para o país.

A Finlândia também confirmou os dois primeiros casos de gripe A (H1N1) nesta terça-feira. Os pacientes são dois jovens que retornaram recentemente de uma viagem ao México.

Além disso, Bangcoc confirmou os casos de dois tailandeses que viajaram ao México de modo separado e que, segundo o governo, estão completamente curados.

Na Suíça, o grupo farmacêutico Roche anunciou a doação de 5,65 milhões de doses adicionais do antigripal Tamiflu, eficaz contra a gripe suína, à OMS.

O laboratório suíço também aumentará as capacidades de produção do antiviral, do qual produzirá 110 milhões de tratamentos nos próximos cinco meses. A meta é reconstituir as reservas regionais armazenadas pela OMS e pela própria Roche, além de adicionar 650.000 tratamentos pediátricos.

"É urgente reconstituir as reservas da OMS, assim como as da Roche, destinadas a dar uma resposta rápida, sem esquecer dos governos nacionais, para enfrentar as ondas posteriores da epidemia de H1N1 ou o surgimento de um novo vírus da gripe", afirma o laboratório em um comunicado.

O número dois da OMS, Keiji Fukuda, defendeu o sistema de alerta da organização. Ele disse que a doença teria se propagado muito mais se há duas semanas a OMS não tivesse elevado para 5 o nível de alerta em uma escala máxima de 6.

"Se os países não soubessem o que fazer nesta situação, a confusão teria sido maior. E em muitos sentidos, a situação teria sido muito mais grave", afirmou.

O México, epicentro da doença, anunciou que 25 hotéis das zonas turísticas de Cancún e da Riviera Maya foram fechados temporariamente pela falta de hóspedes desde o surgimento da gripe suína.

 

12/5/2009 Finlândia, Tailândia e Cuba confirmam casos de gripe suína

Folha Online

Balanço da OMS (Organização Mundial de Saúde) divulgado nesta terça-feira registra 5.251 casos de gripe suína --a gripe A (H1N1)--, em 30 países. Os Estados Unidos são o país com maior número de casos confirmados, 2.600 incluindo três mortes; enquanto o vizinho

O Canadá, também na América do Norte, tem o terceiro maior número de casos --330, incluindo uma morte. O quarto país a registrar morte --uma-- foi a Costa Rica, com oito casos confirmados da doença.

No Brasil há oito casos da doença, conforme a OMS e o Ministério de Saúde.

Os outros países com casos confirmados --e nenhuma morte-- são Espanha (95), Reino Unido (55), Panamá (16), França (13), Alemanha (12), Itália (9), Israel (7), Nova Zelândia (7), El Salvador (4), Japão (4), Colômbia (3), Coreia do Sul (3), Holanda (3), Noruega (2), Suécia (2), Argentina (1), Austrália (1), Áustria (1), China (2, sendo um em Hong Kong), Dinamarca (1), Guatemala (1), Irlanda (1), Polônia (1), Portugal (1) e Suíça (1).

O balanço não inclui quatro casos confirmados, nas últimas horas, pelos governos da Finlândia, Tailândia e Cuba.

Na Finlândia, de acordo com o ministério de Assuntos Sociais e Saúde, Tapani Melkas, há dois casos confirmados da doença. São dois estudantes que vivem na região metropolitana de Helsinque e que contraíram o vírus em uma recente viagem ao México. Os dois têm sintomas leves e são atendidos em casa, para evitar a propagação do vírus.

Na Tailândia, o caso foi confirmado pelo premiê Abhisit Vejjajiva. Segundo ele, os exames que confirmaram o diagnóstico de gripe suína foram realizados no Centro de Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês), nos EUA. Segundo o governo, a pessoa afetada, de nacionalidade tailandesa, passou diversos dias em um hospital, mas já recebeu alta.

Em Cuba, o Ministério de Saúde confirmou a doença em um jovem mexicano que estuda em Havana e que chegou à ilha em 25 de abril passado, com um grupo de mexicanos, dos quais outros 13 apresentaram sintomas leves e estão em bom estado de saúde. Devido à epidemia no México, Cuba suspendeu os voos entre os dois países desde 29 de abril passado.

Segundo o governo cubano, são analisadas no momento "84 pessoas, de oito nacionalidades, com suspeita clínico-epidemiológica".

Sintomas

A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha vírus, e examinadas em laboratório. Os antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).

 

12/5/2009 Vírus da gripe suína se espalha mais rápido que o da comum, diz estudo

Folha de S.Paulo

O vírus da gripe suína parece se transmitir mais facilmente do que o da gripe comum, aponta estudo publicado ontem na revista "Science".

De acordo com os pesquisadores, que verificaram o padrão de disseminação da doença, o vírus A (H1N1) deve ter afetado pelo menos 23 mil mexicanos até o final de abril. A taxa de letalidade deve ser de quatro casos por mil --severidade menor do que a da pandemia de 1918.

O estudo aponta ainda que no vilarejo de La Gloria, no México, as crianças abaixo de 15 anos são 61% dos infectados. O número é semelhante ao do trabalho publicado no periódico "The New England Journal of Medicine", apontando que 60% das pessoas contaminadas nos EUA têm menos de 18 anos.

"Os resultados mostram uma transmissão muito alta, mas com severidade baixíssima. A alta disseminação pode ser explicada porque as pessoas não possuem anticorpos contra o vírus. Esbarrou, pegou", avalia o infectologista Caio Rosenthal, do hospital Emílio Ribas.

Rosenthal diz que um dado que chama a atenção é o fato de a doença se espalhar com mais frequência entre os mais jovens. "Eles estão mais expostos do que os idosos. Talvez essa seja uma explicação razoável."

Outro dado presente no trabalho do "New England" é a alta taxa de hospitalização (9%), bem acima da registrada na gripe comum (1%, em média). O sintomas mais prevalentes entre os 642 casos avaliados foram febre (94%), tosse (92%), dor de garganta (66%), diarreia (25%) e vômito (25%).

Os dois últimos não são sintomas da gripe sazonal e podem indicar uma característica particular da gripe A.

Para a infectologista Maria Cláudia Stockler de Almeida, Hospital das Clínicas de São Paulo, a alta taxa de internação deve levar a uma mudança no conceito de como lidar com a nova gripe: "A pessoa não poderá ir trabalhar com gripe, ir para a escola com gripe. As empresas deverão dar licença para os empregados ou para os filhos deles que forem infectados".

 

12/5/2009 OMS confirma mais de cinco mil casos de gripe suína no mundo

Agência AFP

GENEBRA - O número de casos confirmados de gripe suína subiu para 5.251 em 30 países, com 61 mortes, segundo o último balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS). Os Estados Unidos lideram em número de casos, com 2.600. O país registrou três mortes até agora. Em seguida, vem o México com 2.059 casos, incluídas 56 mortes.

Este balanço ainda não inclui os casos registrados em Cuba e Tailândia, divulgados pouco antes do anúncio da OMS.

Dois tailandeses que voltaram do México foram contaminados pelo vírus da gripe H1N1 mas já se recuperam da doença, informou o ministro da Saúde, Witthaya Kaewparadai, nesta terça-feira. Outras oito pessoas que tiveram contato com os dois pacientes confirmados com a doença foram liberadas após cumprirem quarentena por uma semana e não mostram sinais da chamada gripe suína, acrescentou o ministro. - Temos dois casos confirmados da gripe, que foram contraídos no exterior. Os pacientes se recuperaram - disse Witthaya em entrevista coletiva. Ele não deu mais detalhes sobre os casos e não disse quando os pacientes estiveram no México, epicentro da doença.

Na noite de quinta-feira, Cuba confirmou seu primeiro caso da gripe, um mexicano que estuda medicina na ilha e voltou de férias em seu país no mês passado.

Os seguintes países também confirmaram casos, mas sem mortes: Argentina (1), Austrália (1), Áustria (1), Brasil (8), China (1), Hong Kong (1), Colômbia (3), Dinamarca (1), El Salvador (4), França (13), Alemanha (12), Guatemala (1), Irlanda (1), Israel (7), Itália (9), Japão (4), Holanda (3), Nova Zelândia (7), Noruega (2), Panamá (16), Polônia (1), Portugal (1), Coreia do Sul (3), Espanha (95), Suécia (2), Suíça (1) e Reino Unido (55).

 

12/5/2009 Fidel diz que México escondeu "gripe suína" para não assustar Obama

HAVANA - O ex-presidente cubano Fidel Castro acusou o México de não alertar o mundo a tempo sobre a epidemia de "gripe suína" para não frustrar uma visita do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao país, realizada em abril.

Em coluna publicada na noite de segunda feira na internet, Fidel, afastado do poder há quase três anos por motivo de saúde, disse que países como Cuba estão sofrendo as consequencias de o México não ter alertado para a doença anteriormente.

O governo da ilha disse ter confirmado o primeiro caso de "gripe suína", embora ele ainda não tenha sido reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Há duas semanas, Cuba suspendeu os voos com origem ou destino no México, irritando autoridades mexicanas. O presidente Felipe Calderón disse que poderia cancelar uma visita à ilha programada para este ano.

"As autoridades mexicanas não informaram ao mundo a presença da gripe esperando a visita de Obama. Agora ameaçam suspender a (visita) do presidente Calderón", escreveu Fidel, de 82 anos, na página oficial do governo cubadebate.cu. "Neste momento, nós e dezenas de outros países pagamos o preço e ainda nos acusam de medidas lesivas ao México", acrescentou.

"Agora ficamos como injustos, sem fundamentos técnicos, e país hostil ao povo do México", acrescentou Fidel, em um texto intitulado "O que passou na minha mente".

A visita de Calderón a Cuba é considerada um sinal de que os dois vizinhos superaram as rusgas diplomáticas que quase provocaram um rompimento das relações sob o governo do mexicano Vicente Fox.

O México também criticou Argentina, Cuba, Equador e Peru por cancelar seus voos ao país. Calderón disse depois que a decisão de Cuba precisava de embasamento.

 

12/5/2009 Paraná monitora dois casos suspeitos de gripe suína

O número de casos suspeitos de gripe suína no Paraná caiu de sete para dois, segundo o último boletim divulgado pela Secretaria de Saúde. Até agora, foram descartados 18 casos no estado.

Segundo a assessoria de imprensa da secretaria, os casos suspeitos são de duas mulheres da região de Londrina. Uma delas retornou recentemente da Nigéria e da Espanha e está internada. A outra paciente está isolada em casa, após ter voltado de viagem ao México e Estados Unidos.

A secretaria informou também que recebeu a notificação do primeiro possível caso de influenza A (H1N1) na região oeste do Paraná. Uma mulher está em monitoramento em Foz do Iguaçu e aguarda em casa o resultado de exames laboratoriais.

A região de Foz do Iguaçu é prioritária nas ações do comitê intersetorial que acompanha a situação da doença no estado. Segundo a assessoria, a confirmação de casos na Argentina e na Colômbia, além de dois na Ragião Sul (um em Santa Catarina e um no Rio Grande do Sul, de um total de oito comprovados no Brasil) fez o governo do Paraná aumentar a vigilância nas cidades com grande fluxo de turistas.

 

12/5/2009 China intensifica controle para evitar contágio da gripe suína

555 dos 5,13 milhões de passageiros que entraram no país de 25 de abril a 10 de maio apresentavam sintomas

Efe

PEQUIM - O Ministério da Saúde chinês ordenou nesta terça-feira, 12, que seja comunicado em um prazo máximo de duas horas qualquer caso suspeito ou confirmado da gripe suína para intensificar a prevenção de contágios, após a confirmação de um caso na província de Sichuan (sul).

A Administração Geral de Inspeção, Supervisão e Quarentena informou que 555 dos 5,13 milhões de passageiros que entraram na China de 25 de abril a 10 de maio apresentavam sintomas da gripe, e foram enviados a departamentos de saúde para seu controle e eventual tratamento.

Além disso, aviões, navios, trens, automóveis e outros tipos de veículos procedentes dos países afetados pela gripe foram especialmente desinfetados, e seus passageiros tiveram de preencher formulários para sua eventual localização posterior.

O Ministério pediu também o aumento da vigilância contra a gripe comum, com especial atenção para detectar eventuais casos da gripe suína na China.

Um homem de 30 anos que voltou dos Estados Unidos se transformou no primeiro caso confirmado da doença no país.

 

11/5/2009 OMS eleva para 4.694 total de casos de gripe suína

SÃO PAULO - A Organização Mundial de Saúde (OMS) elevou hoje para 4.694 os casos de influenza A (H1N1), a gripe suína, no mundo. Segundo boletim da entidade, esse número era registrado às 3h (de Brasília). O México já confirmou, com testes em laboratório, 1.626 casos em humanos, com 48 mortes. Os Estados Unidos registraram 2.532 casos, com três mortes. O Canadá teve 284 ocorrências, com uma morte. A Costa Rica também teve uma morte e oito casos.

Os seguintes países registraram a doença, sem mortes, segundo a OMS: Argentina (1 caso), Austrália (1), Brasil (8), China (2, incluindo 1 em Hong Kong), Colômbia (3), Dinamarca (1), El Salvador (4), França (13), Alemanha (11), Guatemala (1), Irlanda (1), Israel (7), Itália (9), Japão (4), Holanda (3), Nova Zelândia (7), Noruega (2), Panamá (15), Polônia (1), Portugal (1), Coreia do Sul (3), Espanha (95), Suécia (2), Suíça (1) e Reino Unido (47).

A OMS não recomenda nenhuma restrição a viagens por causa do influenza A (H1N1). Já os indivíduos doentes devem adiar planos para viajar e buscar auxílio médico. A doença era conhecida como gripe suína até ser rebatizada pela OMS. As informações são da Dow Jones.

FONTE: AGENCIA ESTADO

 

11/5/2009 Gripe suína prossegue com avanço e chega à China continental

CHENGDU, China (AFP) - A gripe suína driblou as medidas rígidas impostas por Pequim ao ser diagnosticada em um homem da província de Sichuan, centro-sul do país, que acabara de retornar dos Estados Unidos.

O novo vírus já matou 53 pessoas - 48 no México, três nos Estados Unidos, uma no Canadá e outra na Costa Rica - e foi diagnosticado em quase 4.500 em 30 países. Segundo os últimos dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o países com mais casos confirmados são Estados Unidos (2.254) e México (1.626).

O Brasil confirmou mais dois casos de pacientes e agora tem oito pessoas com a doença.

As autoridades chinesas confirmaram a notícia do primeiro contágio na China continental e procuram agora as pessoas que viajaram ao lado do infectado, identificado apenas como Bao, que chegou no sábado a Chengdu, capital de Sichuan, procedente dos Estados Unidos após uma viagem via Tóquio e Pequim.

No início do mês já havia sido detectado um caso de gripe A (H1N1), nome oficial da doença, na região administrativa chinesa de Hong Kong.

"A província de Sichuan confirmou um caso de vírus da gripe A (H1N1)", afirmou o porta-voz do ministério da Saúde, Mao Qunan.

Bao viajou a Pequim a partir de Tóquio no voo NW029 da Northwest Airlines, antes de seguir para Chengdu.

As autoridades informaram que a maioria dos passageiros do voo entre Pequim e Chengdu foram localizados e colocados em quarentena. Também anunciaram que 120 dos 144 passageiros do voo Tóquio-Pequim foram localizados.

O jornal Diário de Pequim afirma que os dois voos tinham 75 estrangeiros.

O governo continua tentando localizar os demais passageiros e colocou em observação a equipe médica que tratou Bao.

A China tem mais de 300 pessoas em quarentena como medida de precaução. O governo do país se defende das críticas internacionais às medidas adotadas, sob a alegação de que o objetivo é evitar "consequências catastróficas" que a propagação da epidemia teria no país de maior população do mundo.

O México denunciou no domingo que 14 cidadãos do país continuam em quarentena na China e um em Cingapura e protestou publicamente por estas medidas.

O Canadá também pediu explicações na semana passada pela quarentena imposta por Pequim a 26 estudantes canadenses.

O governo mexicano desaconselhou a população a viajar à China e cancelou a participação no Salão Internacional da Alimentação (SIAL), que acontecerá de 19 a 21 de maio em Xangai.

Em mais um protesto, a Federação Mexicana de Futebol (FMF) anunciou na sexta-feira sua retirada das competições da Conmebol (Libertadores, Sul-Americana e Copa América), porque os clubes do país não podem jogar em casa na Libertadores em consequência da gripe suína.

A ONU condenou as quarentenas impostas segundo critérios de nacionalidade para conter a gripe, por considerá-las discriminatórias.

 

11/5/2009 Cientistas temem combinação dos vírus das gripes aviária e suína

Publicada em 08/05/2009 às 20h54m

MEXICO - A gripe aviária mata mais de 60% dos humanos que a contraem, mas não é facilmente transmissível no contato entre seres humanos. Já a gripe suína pode ser transmitida por um simples aperto de mão ou um espirro, mas a quantidade de pessoas mortas em decorrência da contaminação por esse tipo de vírus é bem menor.

Muitos cientistas temem, no entanto, que os dois vírus se encontrem - possivelmente na Ásia, onde a gripe aviária é endêmica - e se combinem em uma nova variação altamente contagiosa e letal e se espalhe pelo mundo.

Apesar de não se saber qual a probabilidade de que isso ocorra, cientistas chamam atenção para o fato de que a nova cepa de gripe suína - uma combinação de vírus humanos, aviários e suínos - já mostrou que pode se apropriar de material genético que favoreça sua evolução.

- Este vírus em particular parece ter essa habilidade única de coletar outros genes - disse o virologista doutor Robert Webster, cuja equipe descobriu, em 1998, uma versão anterior a do atual vírus da gripe suína em uma fazenda de porcos na Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

A atual variação de gripe suína, H1N1, já contaminou cerca de 2.500 pessoas em 25 países (entre eles o Japão). Enquanto isso, o vírus da gripe aviária, H5N1, matou pelo menos 258 pessoas no mundo desde que começou a contaminar aves na Ásia, no fim de 2003.

Na quarta-feira, a Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou dois novos casos de gripe aviária. Um paciente se recupera no Egito e um outro morreu no Vietnã, em um sinal de que a ameaça do H5N1 não desapareceu.

- Não podemos baixar a guarda no monitoramento do H5N1. Não temos idéia de como o H5N1 vai se comportar sob a pressão de uma pandemia - disse a a diretora geral da OMS, Margaret Chan em uma reunião na quinta-feira em Bangcoc com autoridades sanitárias da Ásia.

Cientistas temem que o vírus da gripe aviária possa sofrer uma mutação e se disseminar facilmente entre os seres humanos. As últimas três pandemias de influenza - a espanhola de 1918, a asiática de 1957-58 e a de Hong Kong de 1968-69 - eram vinculadas a aves, ainda que alguns cientistas acreditem que os suínos tenham tido papel na de 1918 também.

FONTE  O GLOBO

 

11/5/2009 Porto Alegre tem oito unidades de isolamento da gripe

Seis quartos ficam no Hospital Conceição e outros dois no Hospital da Criança

As oito unidades de isolamento para pacientes com suspeita da gripe suína (H1N1) em Porto Alegre ficam localizadas em dois hospitais do Grupo Conceição. São seis quartos no Hospital Conceição e dois no Hospital da Criança. As áreas foram criadas em 2003, durante plano de ação em todo Brasil para casos da gripe aviária.

Segundo Renato Cassol, médico infectologista do Hospital Conceição, no momento, dos seis quartos de isolamento, três estão ocupados.

— Se houver demanda nós desocupamos os outros — explica.

Como na época não foram atendidos casos da gripe aviária na Capital, as unidades de isolamento são usadas normalmente para pacientes com doenças respiratórias, como tuberculose, que tem risco de contágio.

Os quartos de isolamento tem pressão negativa, ou seja, o ar só entra e o que sai é filtrado antes de ir para a rua. No Conceição, um deles fica localizado na emergência, outro na CTI e os demais espalhados entre os outros quartos do hospital. No Hospital da Criança, as duas unidades ficam localizadas na UTI pediátrica e podem receber até quatro pacientes em isolamento.

De acordo com Cassol, o protocolo de atendimento de 2003 foi adaptado para casos do vírus A (H1N1) e os funcionários receberam treinamento. Caso a Emergência receba algum paciente com os sintomas da gripe suína, vai direto para isolamento no quarto localizado neste setor.

Segundo a secretaria municipal de Saúde, pacientes que forem atendidos em outras unidades da Capital e forem diagnosticados com sintomas da nova gripe serão encaminhados para o Conceição.

Gaúcha monitorada recebe alta

A gaúcha que estava sendo monitorada no Hospital Conceição recebeu alta nesta manhã. Recém chegada de Barcelona, na Espanha, a mulher foi internada na quinta-feira. De acordo com a secretaria da Saúde do Estado, a paciente continuará sendo monitorada nos próximos dias, por telefone ou pessoalmente.

A jovem, cuja identidade e cidade de origem não foram reveladas — sabe-se apenas que seria do litoral do Estado —, veio da Espanha nesta semana, sem sintomas. Posteriormente, começou a apresentar dores de cabeça, tosse e dor de garganta, mas não teve febre.

FONTE ZERO HORA

 

11/5/2009 OMS confirma mais de 4.600 casos de gripe suína; China registra 2º caso

A OMS (Organização Mundial de Saúde) divulgou nesta segunda-feira seu mais recente balanço da gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1), no mundo. Segundo a organização são 4.694 casos da doença em 30 países. O relatório inclui ainda o segundo caso da gripe registrada na China, o primeiro em um chinês.

Os Estados Unidos mantêm-se como país mais afetado pela gripe suína, com 2.532 casos confirmados em laboratório. O número inclui ainda três mortes registradas no país --um bebê mexicano, uma professora americana, ambos no Texas, e um homem em Washington.

O México, que por dias apresentava o maior crescimento no número do casos, manteve o mesmo número de casos do relatório anterior: 1.626. O país, contudo, registrou um número maior de mortos, 48, segundo a organização.

O Canadá permanece em terceiro na lista de países mais afetados, com 284 casos confirmados por laboratório, incluindo uma morte --uma mulher da Província de Alberta.

A Costa Rica permanece com oito casos confirmados de gripe suína, incluindo uma morte.

O relatório da OMS inclui ainda casos confirmados na Argentina (1), Austrália (1), Áustria (1), Colômbia (3), Dinamarca (1), El Salvador (4), França (13), Alemanha (11), Guatemala (1), Irlanda (1), Israel (7), Itália (9), Japão (4), Holanda (3), Nova Zelândia (7), Noruega (2), Panamá (15), Polônia (1), Portugal (1), Coreia do Sul (3), Espanha (95), Suécia (2), Suíça (1) e Reino Unido (47).

China

A China também está na lista da OMS com dois casos da doença, um turista mexicano diagnosticado na região administrativa especial de Hong Kong e um chinês na Província de Sichuan.

O novo paciente é um universitário, que retornou dos EUA para China no dia 8 de maio e foi confirmado como o primeiro caso de gripe suína no território continental do país.

O homem viajou de Saint Louis (EUA) para a China no dia 7 de maio, fez escalas em São Paulo e Tóquio, onde tomou um voo da companhia aérea americana Northwest para Pequim. Na capital chinesa, permaneceu algumas horas antes de ir para Chengdu, quando já sentia febre, dor de cabeça e tosse.

Ao não passar bem em sua chegada à capital de Sichuan, o primeiro chinês com gripe suína se dirigiu ao hospital da Província e foi submetido a dois testes que deram resultado positivo, por isso que foi considerado suspeito e isolado em outro hospital de doenças infecciosas.

As autoridades chinesas procuram agora os 143 passageiros do avião de Tóquio a Pequim da companhia Northwest Airlines, que o infectado pegou após chegar à capital japonesa vindo de Minnesota (EUA), e os 150 do voo de Sichuan Airlines, no qual embarcou no mesmo dia em Pequim.

Segundo Sun Hao, porta-voz do escritório de resposta urgente, 120 passageiros dos 143 do voo NW029 foram localizados, sendo 70 deles estrangeiros, segundo o "Beijing News", e, embora sem sintomas, foram convidados a se submeter a quarentena no hotel Guomenlu de Pequim.

A OMS alerta, contudo, que não é necessário restringir viagens a países com focos da doença. a organização pede que turistas com sintomas da gripe evitem viajar e que passageiros que chegarem de países com grande número de casos procurem o médico se sentirem qualquer sintoma.

Brasil

O Ministério da Saúde brasileiro informou na tarde deste domingo que mais dois casos de doentes infectados pela gripe suína foram confirmados, um no Rio de Janeiro e um no Rio Grande do Sul. Ao todo, são agora oito casos confirmados no Brasil, sendo seis com vínculo de viagens internacionais e dois autóctones (contaminados dentro do território nacional).

O paciente do Rio contraiu a doença em solo brasileiro e, o do Sul, chegou ao Brasil com os sintomas após viajar pela Europa. Com este no caso do Rio, somam três os pacientes infectados pelo vírus no Estado, sendo dois de transmissão autóctone.

O ministério reforçou que esses dois casos de transmissão autóctone estão fortemente vinculados ao primeiro, que contraiu a doença no México. "Desse modo, até o momento, o Ministério da Saúde ratifica que a transmissão do vírus no Brasil permanece limitada, sem evidência de transmissão sustentada", informou.

O outro caso confirmado hoje, do Rio Grande do Sul, é uma mulher e esteve em vários países europeus (Alemanha, República Tcheca, Hungria, Áustria, Itália e Espanha), antes de voltar ao Brasil. Apresentou os primeiros sintomas, leves, no dia 3 de maio, na Itália. Viajou no mesmo dia para Madri (Espanha), onde embarcou no dia seguinte para o Brasil. Procurou o serviço de saúde e foi notificada no dia 7. A mulher passa bem.

O ministério ressaltou que, no dia de seu desembarque, estavam em funcionamento às medidas de alerta aos viajantes.

FONTE: FOLHA ONLINE

 

11/5/2009 Total de casos de gripe no País vai a 8; RS tem 1º infectado

O Ministério da Saúde confirmou neste domingo mais dois casos de gripe suína no Brasil, levando o total de pessoas infectados pelo vírus influenza A (H1N1) para oito em todo o País. Um dos novos casos confirmados está no Rio de Janeiro e outro no Rio Grande do Sul. Seis têm vínculo com viagens internacionais e dois foram infectados dentro do território nacional.

Um dos novos casos confirmados está no Rio de Janeiro e é o segundo caso de transmissão do vírus dentro do País. O ministério não divulga a identidade dos infectados, mas o caso é da mãe de um dos jovens contaminados, que estava sendo monitorada depois de cuidar do filho que contraiu a doença de um amigo que viajou ao México. Ela foi internada no sábado com os sintomas. Segundo o ministério, o paciente encontra-se em quadro clínico estável.

Já o caso do Rio Grande do Sul passou recentemente por vários países europeus (Alemanha, República Checa, Hungria, Áustria, Itália e Espanha) e apresentou os primeiros sintomas leves na Itália, em 3 de maio. A pessoa passou por Madri antes de voltar ao Brasil e procurar o serviço de saúde com os sintomas da gripe suína. De acordo com o ministério, o infectado passa bem.

Em nota, o ministério informou que recebeu na tarde deste domingo "os resultados de 20 exames laboratoriais para detecção do vírus influenza A (H1N1)", dos quais 18 foram descartados. Os demais casos confirmados se encontram em São Paulo (2), Minas Gerais (1) e Santa Catarina (1).

O ministério afirmou também que o governo brasileiro cumpre rigorosamente as medidas de vigilância e monitoramento recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tomando todas as precauções indicadas para conter a doença, rastreando, monitorando e tratando os possíveis doentes. Segundo os últimos dados divulgados pela OMS, já foram confirmados 4.379 casos de gripe suína em 29 países.

Mesmo com a elevação do número de casos, o governo reiterou que a propagação do vírus no Brasil "permanece limitada, sem evidência de transmissão sustentada". Atualmente, sete países apresentam transmissão dentro do próprio país: Reino Unido, Espanha, Alemanha, Itália, Brasil, Estados Unidos e México. Apenas os dois últimos têm transmissão sustentada.

O que é a gripe suína
É uma doença respiratória que atinge porcos causada pelo vírus influenza tipo A, que tem diversas variantes. Algumas das mais conhecidas são a H1N1, a H2N2 e a H3N2.

A gripe suína geralmente não atinge os humanos, e até então eram raros são os casos de contágio de pessoa para pessoa. A contaminação ocorre da mesma forma que a gripe comum, por meio de perdigotos (gotículas de saliva) lançados na tosse e espirros.

Sobre o recente surto que teve origem no México, a Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou que alguns dos casos registrados são formas não conhecidas da variedade H1N1 do vírus Influenza A.

Ele é geneticamente diferente do vírus H1N1 que vem atacando humanos nos últimos anos e contém DNA associado aos vírus que causam as gripes aviária, suína e humana, incluindo elementos de viroses européias e asiáticas.

FONTE; TERRA

 

11/5/2009 Casos suspeitos de gripe suína no País caem para 18

O Ministério da Saúde informou que os casos suspeitos de gripe suína no País caíram de 30 no sábado para 18 neste domingo. Com isso, passou para 156 o número de casos descartados pelos exames laboratoriais, mas 25 ainda seguem em monitoramento (pessoas que chegaram de países afetados ou não que apresentam alguns sintomas).

Os casos suspeitos estão nos Estados de São Paulo (6), Rio de Janeiro (2), Minas Gerais (1), Paraná (1), Distrito Federal (3), Santa Catarina (1), Pernambuco (2), Ceará (1) e Rondônia (1). Até o momento, seis contaminações por influenza A (H1N1) no Brasil foram confirmados pelos laboratórios da Fiocruz (RJ) e Instituto Adolfo Lutz (SP).

Os casos confirmados são de brasileiros, sendo cinco adultos jovens e uma criança. Dois casos são de São Paulo, dois do Rio de Janeiro, um de Minas Gerais e um de Santa Catarina. Três estiveram recentemente no México e dois nos Estados Unidos.

Com um único caso confirmado de transmissão dentro do território nacional, o Ministério da Saúde considera que não há evidências de sustentabilidade da transmissão de pessoa a pessoa do vírus. No sábado, o órgão confirmou suspeita sobre a mãe de um dos infectados, que foi isolada no Hospital do Fundão, no Rio de Janeiro, e recebe tratamento.

O que é a gripe suína
É uma doença respiratória que atinge porcos causada pelo vírus influenza tipo A, que tem diversas variantes. Algumas das mais conhecidas são a H1N1, a H2N2 e a H3N2.

A gripe suína geralmente não atinge os humanos, e até então eram raros são os casos de contágio de pessoa para pessoa. A contaminação ocorre da mesma forma que a gripe comum, por meio de perdigotos (gotículas de saliva) lançados na tosse e espirros.

Sobre o recente surto que teve origem no México, a Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou que alguns dos casos registrados são formas não conhecidas da variedade H1N1 do vírus Influenza A.

Ele é geneticamente diferente do vírus H1N1 que vem atacando humanos nos últimos anos e contém DNA associado aos vírus que causam as gripes aviária, suína e humana, incluindo elementos de viroses européias e asiáticas.

 

11/5/2009 Gripe suína não é do tamanho que parecia ser, diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a gripe suína é grave, mas que a doença não é "do tamanho que parecia ser". Segundo Lula, a entrada de pessoas no País está sendo bem monitorada e os cuidados do Ministério da Saúde serão redobrados nos próximos dias.

"A gente vai intensificar a vigilância e, ao mesmo tempo, intensificar o tratamento das pessoas que estão doentes. Estamos cuidando para evitar que se alastre em outras pessoas", disse Lula em seu programa semanal Café com o Presidente. Lula afirmou que não deve haver pânico entre a população. "O que as pessoas devem ter é cuidado."

No domingo, dois novos casos de gripe suína foram confirmados no Brasil, um no Rio de Janeiro e um no Rio Grande do Sul, o que eleva para  oito o número de pessoas contaminadas.Agência Brasil

FONTE; TERRA

 

11/5/2009 No Emílio Ribas, um espirro diz muito

Referência no combate a epidemias, hospital tem plano contra a gripe

Eduardo Nunomura

Foi um susto quando chegou o primeiro paciente com possível contaminação de gripe suína ao Instituto de Infectologia Emílio Ribas. O jovem vinha do México, apresentava dor muscular, mas não estava com febre. Era sábado à noite, mas naquele dia 25 só havia incertezas sobre a pandemia que estava por vir. "Opa, a doença chegou", anteviu o médico Carlos Frederico Dantas Anjos, que chefiava o plantão do pronto-socorro.

Hora do protocolo. Foi isolada uma sala do PS com a proteção adequada, como aventais, luvas, gorros, óculos, máscaras cirúrgicas e máscaras 4N95, que filtram 95% das partículas e devem ser usadas pelos profissionais e pelo paciente. O jovem foi examinado e então encaminhado para a unidade de terapia intensiva. Não era ainda a nova gripe, pois ele foi liberado dez dias depois.

Em um hospital comum, pacientes gripados não são prioridade. O Emílio Ribas não é um hospital comum. Por ser referência em doenças infectocontagiosas, um espirro diz muito. Ele lidera desde 1880 o combate de epidemias como febre tifoide, malária, varíola, febre amarela, aids, hepatite e também das que não passaram de ameaças. Graças à última destas, a da gripe aviária, o instituto já possuía um plano de contingência, elaborado quando o doutor Frederico era diretor clínico. "Temos história, tradição e excelência." Desta vez, antes que muitos hospitais se mobilizassem, a unidade já recebia casos.

Se um suspeito chega ou é enviado para lá por outra unidade hospitalar, ele é isolado no primeiro instante. É um erro imaginar que ali a pessoa corre mais risco do que se viajar ao México. São Paulo possui 60 leitos de isolamento, metade deles no Emílio Ribas, todos com pressão negativa, onde o fluxo de ar impede que o vírus saia.

Os atuais casos suspeitos da gripe A(H1N1) estão sendo monitorados na UTI, que tem 16 leitos no 7º andar. Mas há outros 14 leitos preparados e equipados no PS. Nas internações, as amostras das secreções nasais e da boca são colhidas e enviadas ao Instituto Adolfo Lutz, distante não mais do que 100 metros. O paciente pode receber visitas, mas por pouco tempo e sempre paramentadas com máscara, luva, avental , gorro. Esta, aliás, é a única visão dos pacientes isolados, já que até os médicos atendem dessa forma.

O instituto é o termômetro da saúde pública, garantem muitos doutores. Se é assim, São Paulo está longe de estar febril no trato da gripe suína. Em situações de emergência, o corpo clínico e os funcionários se desdobram para homenagear um dos maiores sanitaristas do País, o médico Emílio Ribas (mais informações nesta página). Deixam de lado o dissabor de atuar numa unidade estatal, com dificuldades de material, equipamentos e pessoal.

"Esta é a extensão da minha casa há 33 anos", resume o infectologista Caio Rosenthal. Com a gripe A, nada o faz lembrar dos anos terríveis da epidemia de meningite, quando a ditadura militar obrigou os profissionais a ocultarem da população a doença. "Mas estávamos era num hospital de guerra, com colchonetes no chão e pacientes recebendo antibióticos deitados." Ou da aids, nos anos 1990. "Antes dos coquetéis antirretrovirais, o clima era pesado, milhares morriam e não havia como evitar. Era deprimente."

Momentos críticos como o atual têm o poder de mostrar que o Emílio Ribas é motivo de orgulho para seus trabalhadores, de segurança para os que não querem estar lá e de preocupação para as autoridades. É que o instituto tem uma infecção institucional de difícil controle, como reconhece o diretor David Uip. Há dois meses no comando, ele mal teve tempo de diagnosticar o próprio hospital. A gripe A atacou antes.

Para a Secretária da Saúde, trata-se de uma unidade cara demais. Poucos atendimentos para os cerca de 300 médicos e 1.800 funcionários. Por mês, são atendidas 1.800 pessoas no PS, 3.800 no ambulatório e 250 internações. Há 194 leitos disponíveis e uma capacidade teórica de 300. Médicos do instituto criticam a terceirização dos laboratórios e a falta de pessoal.

Em 15 mil metros quadrados, o hospital atende predominantemente pacientes soropositivos. As outras doenças acabam sendo preteridas, o que faz o Emílio Ribas se distanciar da vocação de ser um centro de referência para as moléstias infectocontagiosas. São nove andares, cada um deles loteado por faculdades de medicina particulares. "Cobram caro do aluno e não criam serviços de infectologia em seus locais", critica Marcos Boulos, diretor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

David Uip terá R$ 30 milhões para melhorar o Emílio Ribas. Metade servirá para erguer um novo prédio para o ambulatório, criando mais 104 leitos, e outros R$ 3,3 milhões para comprar aparelhos. Será o ponto de partida para integrar o instituto com o Adolfo Lutz, a FMUSP, o Instituto de Medicina Tropical, todos no complexo das Clínicas. É mais uma tentativa de criar um Centro de Controle de Doenças aos moldes do americano. Hoje, a realidade é outra. Se um paciente do Emílio Ribas precisar de uma tomografia, em vez de ir até o vizinho Hospital das Clínicas, ele tem de ir até Itaquera, zona leste

FONTE;ESTADÃO

 

11/5/2009 Alerta sobre mistura de vírus

A gripe aviária mata mais de 60% de suas vítimas humanas, mas não é passada facilmente de pessoa para pessoa.

A gripe A pode se espalhar com um espirro ou um aperto de mão, mas mata apenas uma pequena fração de infectados. Mas, o que aconteceria se elas se misturassem?

Este é o cenário que alguns cientistas temem: os dois vírus se encontram – possivelmente na Ásia, onde a gripe aviária é endêmica – e se combinam numa nova cepa que é tanto altamente contagiosa quanto letal e se espalha ao redor do mudo.

Os cientistas não estão certos sobre a probabilidade de isso acontecer, mas lembram que a nova cepa de gripe A – uma mistura inédita de vírus suíno, humano e aviário – mostrou-se especialmente rápida em se aproveitar das vantagens evolucionárias de outros vírus de gripe.

FONTE; DIÁRIO CATARINENSE

 

8/5/2009 Até as 6h00 GMT deste dia, 24 países oficialmente notificaram 2384 casos de infecção por influenza A (H1N1)

O México notificou 1112 casos de infecçõa em seres humanos confirmados laboratorialmente, incluindo 42 óbitos. Os Estados Unidos notificaram 896 casos de infecção em seres humanos confirmados laboratorialmente, incluindo dois óbitos Os seguintes países notificaram casos confirmados em laboratório, sem óbitos: - Áustria (1), Canadá (214), China, Hong Kong (1), Colombia (1), Costa Rica (1), Dinamarca (1), El Salvador (2), França (5), Alemanha (10), Guatemala (1), Irlanda (1), Israel (6), Itália (5), Holanda (2), Nova Zelândia (5), Polônia (1), Portugal (1), República da Coréia (3), Espanha (81), Suécia (1), Suíça (1) e o Reino Unido (32).

O Organização Mundial da Saúde – OMS – não estabeleceu restrições de viagem relacionadas ao surto do vírus da influenza A(H1N1).

Pessoas doentes devem adiar planos de viagem e os viajantes que retornarem doentes a seus países devem buscar atendimento médico apropriado. Estas recomendações são medidas de cautela que podem limitar a disseminação de muitas doenças transmissíveis, inclusive a influenza.

(Fonte: Website do CDC)

 

8/5/2009 Médicos negam haver motivo de pânico por conta da gripe suína

Colaboração para a Folha Online

Médicos infectologistas negam haver motivo para pânico por conta dos quatro casos confirmados de gripe suína no Brasil. Segundo especialistas, não há a necessidade de as pessoas mudarem seus hábitos, informa reportagem de Cláudia Collucci e Julliane Silveira publicada na edição desta sexta-feira da Folha

Conforme os médicos, o índice de letalidade do novo vírus é baixo --cerca de 1,5%, contra 0,5% da gripe comum. Além disso, os pacientes com a doença contraíram o vírus fora do país.

Para o infectologista David Uip, diretor do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, a confirmação dos casos era esperada. "Estamos preparados. Em nível de diagnóstico, no nível de busca dos casos, dos comunicantes [quem convive com doentes], de atenção a terceiros e agora, também, do diagnóstico", disse

Fonte: FOLHA ONLINE

 

8/5/2009 Holanda cancela convite a clube mexicano por gripe suína

Agência AFP

HAIA - Os organizadores de um torneio de futebol internacional de juniores de Terborg, leste da Holanda, cancelaram a participação de um clube mexicano por temer o vírus da gripe suína. - Não queremos correr riscos inúteis - explicou o diretor do torneio, Rob Gudden.

- Esperamos receber 5.000 torcedores por dia, que devem poder assistir ao torneio com toda a tranquilidade. Vamos agora buscar uma equipe para substituir o Chivas Guadalajara - completou.

O Atlético Mineiro defenderá o título na 30ª edição do torneio de Terborg, que acontecerá de 22 a 24 de maio, contra outras nove equipes de todo o mundo.

 

8/5/2009 Resultado de 15 exames de suspeita de gripe suína deve sair hoje

Portal Terra

BRASÍLIA - Os resultados de mais 15 exames de suspeita de gripe suína no Brasil devem ficar prontos nesta sexta-feira. Outros quatro casos foram confirmados ontem, segundo informou o Ministro da Saúde, José Gomes Temporão.

Dos casos confirmados, três contraíram a doença no México e outro nos Estados Unidos. Dois pacientes foram internados em São Paulo, um no Rio de Janeiro e outro em Minas Gerais, mas apenas o da capital fluminense permanece no hospital.

O governo de São Paulo descartou que os dois pacientes identificados com o vírus no estado tenham transmitido a doença para outras pessoas.

Segundo o secretário de Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, a certeza vem do tempo que os pacientes estão com a doença. - Não houve transmissão em nenhum dos dois casos, porque faz mais de dez dias do início dos sintomas - disse.

E é bom o estado de saúde do paciente internado no Hospital Clementino Fraga Filho, no Fundão, no Rio. Segundo os médicos, ele já poderia ter alta, mas deve permanecer 10 dias em isolamento, que é o tempo de duração do vírus da doença.

O jovem, morador da Ilha do Governador, está em um quarto fechado do quinto andar da unidade com banheiro próprio e uma antessala. Os profissionais de saúde que têm contato com ele usam luvas, máscaras, macacão e óculos. O doente foi infectado pelo vírus durante viagem a Cancún, no México.

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, o governador Sérgio Cabral e o prefeito do Rio, Eduardo Paes, visitam neste momento o Centro de Operações de Emergência para Influenza A [H1N1], montado na sede da Defesa Civil estadual, na Praça da Bandeira. A instalação do Centro de Operações foi uma das principais medidas adotadas pelo Gabinete Integrado de Emergência para Gripe, criado há duas semanas pelas secretarias estadual e municipal de Saúde e Defesa Civil para combate à gripe suína.

Fonte: Portal Terra

 

8/5/2009 Temporão diz que gripe suína no País está sob controle

ROSANA DE CASSIA - Agencia Estado

BRASÍLIA - O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, reafirmou hoje, em entrevista ao programa Bom Dia Brasil, da TV Globo, que apesar dos quatro casos de gripe suína detectados no Brasil, a situação está sob controle, porque o vírus da Influenza A (H1N1) não circulou. "É claro que nós estamos preocupados, porque os cientistas não sabem o que vai acontecer com essa doença, porque é um vírus novo. Ninguém sabe, numa segunda onda, o que pode acontecer. Detectamos que o vírus entrou, mas não circulou. A orientação é redobrar a vigilância, manter a mesma estrutura, a mesma estratégia", disse.

O ministro recomendou que apenas as pessoas que estiveram em área de risco de contaminação do vírus e que apresentaram sintomas devem procurar um médico imediatamente. "Os outros brasileiros não precisam se preocupar", afirmou o ministro. "As pessoas que estiveram em país com casos confirmados e a partir da chegada, dentro de dez dias, apresentaram febre súbita acima de 38 graus, tosse, dor muscular, dor articular e dificuldade respiratória, devem procurar o serviço de saúde, ou pessoas que não viajaram mas entraram em contato com pessoas que vieram de área de risco e apresentaram esses sintomas também devem relatar ao seu médico para impedir que o vírus circule."

Temporão desaconselhou a utilização de máscaras como prevenção. "A mascara é indicada para pessoa que está em suspeita ou doente", disse. Segundo ele, nem as pessoas que vão viajar para outros países devem utilizar as máscaras e ressaltou que a automedicação "é a pior coisa a ser feita". O ministro lembrou também que embora não haja restrição de trânsito para outros países, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que as viagens para as áreas de risco sejam adiadas por algum tempo, até que a situação se normalize.

Além do esquema de atendimento em hospitais para o isolamento do vírus, os novos kits de testes, que chegaram dos Estados Unidos, têm facilitado o diagnóstico de casos suspeitos. Foi por meio deles que os quatro primeiros casos no Brasil foram detectados. Ainda hoje, o ministro acredita que outros 15 casos suspeitos poderão ser esclarecidos.

 

8/5/2009 Temporão diz que gripe suína está sendo monitorada em tempo real
JB Online

RIO - Em entrevista ao programa Bom dia Brasil, da Rede Globo, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, tranquilizou a população quanto ao surgimento dos primeiros casos de gripe suína no país. Segundo ele, as pessoas estão sendo orientadas e os caso confirmados foram isolados e tratados. - Colocamos em ação um plano como em 2003 com a gripe aviária. Foi feito um trabalho de estruturação: 19 centros de vigilância, preparamos 52 hospitais para isolar os eventuais casos. O cidadão comum tem que confiar que tudo está sendo feito para a segurança dele - garantiu.

Temporão revelou que é a primeira vez que uma doença está sendo monitorada em tempo real no país. No entanto, segundo ele, existe uma preocupação. - Os cientistas não sabem dizer o que vai acontecer com essa doença. É um vírus novo. Os casos confirmados não parecem ser muito graves, mas ninguém sabe como o vírus vai se comportar. Uma segunda onda pode acontecer daqui a algum tempo como foi no caso da gripe espanhola - alertou.

Os resultados de mais 15 exames de suspeita de gripe suína no Brasil devem ficar prontos nesta sexta-feira. Outros quatro casos foram confirmados ontem, segundo informou o ministro. Dos casos confirmados, três contraíram a doença no México e outro nos Estados Unidos. Dois pacientes foram internados em São Paulo, um no Rio de Janeiro e outro em Minas Gerais, mas apenas o da capital fluminense permanece no hospital.

O governo de São Paulo descartou que os dois pacientes identificados com o vírus no estado tenham transmitido a doença para outras pessoas.

Segundo o secretário de Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, a certeza vem do tempo que os pacientes estão com a doença. - Não houve transmissão em nenhum dos dois casos, porque faz mais de dez dias do início dos sintomas - disse.

E é bom o estado de saúde do paciente internado no Hospital Clementino Fraga Filho, no Fundão, no Rio. Segundo os médicos, ele já poderia ter alta, mas deve permanecer 10 dias em isolamento, que é o tempo de duração do vírus da doença.

O jovem, morador da Ilha do Governador, está em um quarto fechado do quinto andar da unidade com banheiro próprio e uma antessala. Os profissionais de saúde que têm contato com ele usam luvas, máscaras, macacão e óculos. O doente foi infectado pelo vírus durante viagem a Cancún, no México.

 

8/5/2009 ONU denuncia discriminação em quarentenas impostas por gripe suína

da France Presse, em Genebra

A ONU (Organização das Nações Unidas) condenou nesta sexta-feira as quarentenas impostas segundo critérios de nacionalidade para conter a gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1). A organização criticou especialmente a quarentena "discriminatória" imposta a turistas mexicanos na China, episódio que desencadeou tensão diplomática entre os dois países.

"Ninguém deveria ser colocado em quarentena apenas por sua nacionalidade", afirmou em Genebra o porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Rupert Colville.

"Estas medidas são claros e inaceitáveis atos de discriminação com efeitos negativos evidentes para os direitos das pessoas afetadas, incluindo possíveis prejuízos econômicos, por exemplo nas viagens de negócios", completou Colville.

Colville mencionou o caso de mexicanos sem sintomas da gripe suína que foram colocados sob quarentena em diversas cidades chinesas.

A China começou a suspender nesta quinta-feira a quarentena de sete dias imposta aos passageiros de um voo procedente do México, considerado epicentro da epidemia. Os passageiros viajaram com o turista mexicano de 25 anos confirmado como único caso de gripe suína no país.

Nove moradores de Pequim deixaram o isolamento com um documento que afirma que não possuem nenhum sintoma do vírus A (H1N1), informou a agência oficial Xinhua (Nova China).

A China rastreou e isolou as pessoas que viajaram na quinta-feira passada (30) no voo AM098, que partiu da Cidade do México com destino a Xangai. A medida foi duramente criticada pelo governo mexicano, que a classificou de injustificada e discriminatória.

Segundo o subdiretor do Centro de Controle de Doenças de Pequim, He Xiongn, 51 pessoas permanecem em quarentena na capital chinesa.

 

8/5/2009 OMS registra 2.384 pessoas com gripe suína; Brasil confirma 4 casos

Folha ONLINE

O número de casos de gripe suína confirmados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) atingiu os 2.384 casos em 24 países, incluindo 44 mortos --42 no México e dois nos Estados Unidos. O novo balanço da organização não inclui, ainda, os quatro casos da doença, denominada oficialmente gripe A (H1N1), confirmados nesta quinta-feira pelo Ministério da Saúde do Brasil.

A lista da epidemia é liderada pelo México, país mais afetado pela gripe suína, que registra 1.112 casos confirmados em laboratório, incluindo 42 mortes.

Segundo a OMS, os EUA registram a infecção em 896 pessoas, incluindo duas mortes. O novo número apresenta 254 casos a mais que o relatório anterior da OMS.

O terceiro lugar por número de casos é ocupado pelo Canadá, com 214 pessoas afetadas.

 

8/5/2009 Itália confirma dois novos casos de gripe suína no país

O subsecretário de Saúde italiano, Fabrizio Fazio, confirmou nesta sexta-feira dois novos casos da gripe suína na Itália. O novo registro aumenta para sete o número de contágios pela gripe A (H1N1) no país.

Segundo a imprensa local, um dos novos casos é o de uma mulher de 48 anos do norte da Itália, que retornou recentemente de viagem ao México --considerado epicentro da doença, com 1.112 casos confirmados, incluindo 42 mortes.

O segundo é de um homem de 40 anos, músico, que retornou de Nova York, nos Estados Unidos, e que está internado em um hospital também no norte da Itália.

Com esses dois novos contágios se eleva a sete o número total de casos da gripe confirmados na Itália.

O primeiro contágio confirmado no país foi registrado em 2 de maio. O paciente era um homem que retornou do México em 23 de abril e que já está recuperado.
Segundo o ministério, os dois novos pacientes estão sendo tratados com remédios antivirais e estão em boas condições.

Balanço

O número de casos de gripe suína confirmados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) atingiu os 2.384 casos em 24 países, incluindo 44 mortos --42 no México e dois nos Estados Unidos. O novo balanço da organização não inclui, ainda, os dois novos casos registrados pelo governo italiano.

A lista da epidemia é liderada pelo México, país mais afetado pela gripe suína, que registra 1.112 casos confirmados em laboratório, incluindo 42 mortes. Segundo a OMS, os EUA registram a infecção em 896 pessoas, incluindo duas mortes. O novo número apresenta 254 casos a mais que o relatório anterior da OMS.

O terceiro lugar por número de casos é ocupado pelo Canadá, com 214 pessoas afetadas.

Na Europa, a Espanha apresenta o maior número de doentes (81), seguida do Reino Unido (32). A doença é registrada ainda na Alemanha (10), Nova Zelândia (5), França (5), Israel (6), El Salvador (2), Itália (5), Áustria (1), China (1 em Hong Kong), Colômbia (1), Costa Rica (1), Guatemala (1), Dinamarca (1), Irlanda (1), Holanda (2), Coreia do Sul (3), Polônia (1), Portugal (1), Polônia (1), Suécia (1) e Suíça (1).

Fonte: Folha Online

 

8/5/2009 Jovem com gripe suína permanece internado no Rio; Brasil tem quatro casos confirmados

Colaboração para a Folha Online

O jovem de 21 anos que teve diagnóstico confirmado para gripe suína permanece internado no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, ligado à UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Outros três casos da doença foram confirmados no Brasil, e os pacientes já receberam alta médica.

Segundo informações do Hospital Universitário, o paciente --que não teve a identidade revelada-- está em isolamento desde a última terça-feira (5) e passa bem. A unidade também informou que ele contraiu a doença durante uma viagem ao México, de onde retornou no domingo (3).

Os outros três casos da gripe no Brasil são de São Paulo (2) e de Minas (1). De acordo com o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, os pacientes são adultos e também contraíram a doença no exterior.

Para o ministro, a confirmação da doença não muda a estratégia do Brasil para se prevenir contra a gripe suína, já que todas as medidas preventivas foram tomadas com antecedência. Ele afirma que a população deve evitar a automedicação. "Todos os casos são importados, e o vírus não circula no Brasil", afirmou.

Ainda segundo o ministro, outros 15 casos suspeitos da doença ainda são analisados no país. Os exames laboratoriais que confirmam ou descartam a contaminação pela doença podem sair nesta sexta-feira. Outros 93 casos foram descartados.

Classificações

São consideradas suspeitas de ter a doença pessoas que tiverem febre alta repentina (acima de 38ºC) e tosse. Também podem estar acompanhadas de dor de cabeça, dores musculares e nas articulações ou dificuldade respiratória.

Além disso, o paciente deve ter apresentado os sintomas até dez dias depois de sair de países que reportaram casos pela influenza A (H1N1) ou ter tido contato próximo, nos últimos dez dias, com uma pessoa classificada como caso suspeito de contaminação.

São monitoradas pessoas que chegaram de países afetados, com febre não medida e tosse. De acordo com o ministério, o paciente também pode apresentar um dos sintomas apontados na definição de caso suspeito.

Também são monitorados viajantes procedentes de voos internacionais, nos últimos dias dias, de países não afetados pela doença e que apresentaram sintomas conforme definição de caso suspeito.

 

7/5/2009 México rejeita estereótipo da gripe suína como mal mexicano

Num momento em que os casos de contágio por gripe suína no mundo superaram 1.500 e as mortes chegam a 42 pessoas, no México, surgem os estereótipos que identificam o novo vírus como mexicano, o que vem irritando as autoridades desse país, a começar pelo presidente Felipe Calderón.

A situação mais difícil foi vivida pela maioria dos 136 mexicanos que foram repatriados nesta quarta-feira da China depois de terem sido isolados em várias cidades do país, alguns dos quais denunciaram que haviam sido vítimas de discriminação.

"No meu caso houve discriminação e humilhação, pela forma com que nos desembarcaram do avião e com que nos transferiram sem nos dizer nada, sem que ninguém estivesse doente nem com febre", disse Myrna Berlanga, um dos cinco passageiros que participaram de uma entrevista coletiva à imprensa depois de chegarem ao México.

Calderón havia manifestado, dias antes, a "mais enérgica rejeição às medidas vexatórias ou discriminatórias adotadas por vários países contra os mexicanos".

O uso do termo "gripe mexicana" pela imprensa europeia, a venda de camisas nas quais a bandeira mexicana aparece estampada em um porco, o cancelamento de voos para o México e a suspensão das importações de produtos suínos mexicanos desencadearam várias manifestações de descontentamento neste país.

Em resposta às medidas chinesas, a chanceler Patricia Espinosa exortou os mexicanos a não viajar para o gigante asiático e criticou os países latino-americanos que cancelaram seus voos ao México ou que submetem os viajantes mexicanos a rigorosos controles.

Uma das reações mais enérgicas foi a do prefeito da Cidade do México, Marcelo Ebrard, que vê uma forma de "racismo" nas expressões que identificam a gripe suína como um mal mexicano.

"Quando há medo, afloram o racismo, a agressão ou a exclusão, isto é a pior coisa que pode haver. Quando foi registrada a gripe aviária na Ásia, nós não nos dedicamos a perseguir as pessoas de origem asiática", disse na sexta-feira o prefeito, visivelmente incomodado.

No âmbito comercial, o México exigiu na Organização Mundial do Comércio que Rússia, China, Equador e El Salvador expliquem com "base científica" a suspensão das importações de carne de porco mexicana, quando há evidências científicas de que o contágio ocorre de humano para humano.

Fonte Último Segundo

 

7/5/2009 Gripe suína: vacina eficaz está longe, diz especialista

BRASÍLIA - Há ainda um bom caminho a percorrer até se chegar a uma vacina comprovadamente eficaz contra a gripe suína, admite o gerente de Vigilância em Saúde, Prevenção e Controle de Doenças da Organização Pan-Americana de Saúde, Jarbas Barbosa. Apesar de as pesquisas terem começado logo após o vírus ser identificado, é consenso entre especialistas que, por enquanto, a estratégia de vacina somente poderá ser adotada em médio prazo. Até lá, os caminhos para enfrentar a doença devem ser baseados nos recursos disponíveis.

Por precaução, as pesquisas foram iniciadas. A estratégia é enviar os lotes-sementes dos insumos para os centros produtores. Esses lotes seriam usados caso necessário?, diz o infectologista. Mas, para isso, uma série de etapas teria de ser cumprida. Algo que a experiência com outra vacina, a desenvolvida para a gripe aviária, já mostrou não ser fácil. Depois de muita pesquisa, ela apresentou eficácia reduzida. ?Mesmo entre vacinas sazonais, há uma inconstância nos resultados. Para algumas cepas, a imunização é muito boa. Para outras, o resultado é bem mais limitado.?

Essas dificuldades do passado, avaliou Barbosa, mostram que não é prudente depositar todas as esperanças na vacina contra o vírus A (H1N1). ?Sobretudo porque temos outros trunfos?, completou. Entre eles, o medicamento antiviral oseltamivir, eficiente no tratamento. Há outro problema. Como não se sabe a real agressividade do A (H1N1), é preciso pesar prós e contras antes de interromper a produção da vacina sazonal. ?Não há como produzir as duas simultaneamente?, explicou.

Fonte:  O Estado de S. Paulo.

 

7/5/2009 Fronteiras são monitoradas para evitar gripe, diz presidente da Anvisa

BRASÍLIA - Em reunião na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Dirceu Raposo de Mello, afirmou que as fronteiras terrestres do país estão sendo monitoradas para impedir a chegada da gripe H1N1, conhecida como gripe suína. A medida foi tomada depois da ocorrência de um caso da gripe em uma pessoa na Colômbia, esclareceu.

Segundo Dirceu Raposo, o país está preparado e tem todas as condições de evitar a entrada da gripe, já que observa os protocolos da Organização Mundial de Saúde (OMS) e tem um trabalho avançado nesse sentido, desenvolvido por um grupo formado no âmbito do Ministério da Saúde para o combate a outra ameaça - a da gripe aviária.

Dirceu Raposo acrescentou que a Anvisa considera a informação a melhor forma de abordagem para a contenção da possível epidemia e tem atuado na orientação dos viajantes nos portos e aeroportos, o que agora foi estendido aos ônibus e caminhões que cruzam as fronteiras.

Ele comentou ainda que, na Anvisa, quem cuida diretamente da questão é o diretor de Portos, Aeroportos e Fronteiras, o ex-ministro da Saúde Agenor Álvares, que integra o comitê de emergência do ministério responsável pelo " monitoramento contínuo no sentido de ter informações em tempo real para que ações sejam executadas em tempo real. "

O diretor-presidente da Anvisa afirmou também que, na tarde de ontem, a diretoria da Agência decidiu acelerar o processo para possibilitar aos institutos brasileiros de pesquisa a produção da vacina contra a gripe H1N1 assim que a cepa for disponibilizada pela OMS.

Fonte: Valor Online

 

7/5/2009 Gripe suína faz Brasil reavaliar programa de produção de vacina

Fabricação nacional de imunizante contra a gripe sazonal está atrasada e sofrerá interferência com nova doença

O surgimento do novo vírus da gripe suína está obrigando as autoridades de saúde brasileiras a reavaliar as suas metas de produção de vacinas contra a gripe sazonal. A autossuficiência na produção de vacinas contra a doença comum, prometida pelos governos federal e do Estado de São Paulo para 2008, ainda não se concretizou. E, se o Brasil for produzir a nova vacina, terá também de rever novamente a meta.

Veja os números da doença e acompanhe o noticiário sobre o vírus

Ainda nesta semana, a Fundação Butantã, responsável pelo envasamento da vacina contra a gripe sazonal e que recebeu a incumbência de fazer a nova vacina, deverá se reunir com o Ministério da Saúde para discutir o que será feito.

"Se tivermos de usar o H1N1 (a vacina contra o vírus da gripe suína), não tem para comprar. Todos os produtores estão recebendo as cepas do vírus e não vão dar para ninguém. Se precisar, vamos adiar a produção da vacina H5N1 (contra a gripe aviária, que vem sendo pesquisada no Butantã) e da vacina sazonal e comprar novamente no próximo ano", defendeu Isaías Raw, presidente da fundação, que levará a posição no encontro nesta semana no ministério.

A gripe comum causa cerca de 500 mil mortes anuais no mundo e, até o momento, sabe-se que a nova gripe suína gerou 30 óbitos. No entanto, a Organização Mundial da Saúde resolveu na semana passada mobilizar os produtores de vacina em razão do alto potencial de transmissão do vírus A (H1N1) e da possibilidade de ele sofrer novas mutações e voltar mais letal em breve. Ontem, no entanto, integrantes da organização apontaram que a estratégia está sendo reavaliada (mais informações nesta página).

Desde 1999, o Brasil vem perseguindo a autossuficiência na produção de vacinas contra a gripe comum, tecnologia atualmente concentrada na França, Austrália, Canadá, Alemanha, Japão, Reino Unido e nos EUA, que detêm 95% da produção. A fabricação nacional, que recebeu investimentos de pelo menos R$ 54 milhões do Ministério da Saúde e do governo estadual, é estratégica para diminuir os custos para o Sistema Único da Saúde e também para o caso de pandemia.

No entanto, até hoje, o País apenas realiza no Butantã o envasamento de vacinas compradas de um laboratório privado francês, que neste ano forneceu 22 milhões de doses para a campanha de vacinação dos idosos - a vacina por enquanto é fornecida principalmente para pessoas a partir dos 60 anos. A fábrica, pronta, construída via transferência de tecnologia da França, ainda não recebeu certificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), não só para a produção da nova vacina como também para a produção do imunizante contra a gripe comum.

"A culpa não é do Butantã, mas das empresas que fizeram as obras", diz Raw sobre os atrasos . O diretor do Butantã, Otávio Mercadante, diz que "houve adaptações" e enfatizou que a instituição já tem a tecnologia e uma planta-piloto - e que aguarda decisão do Ministério da Saúde sobre qual vacina deve ser priorizada. Procurado, o ministério não se manifestou.

Especialista em vacinas, Paul Offit, professor da Universidade da Pennsylvania, considera precipitado investir na nova vacina em detrimento da sazonal. "A gripe comum causa 40 mil mortes só nos EUA ao ano. Estou muito preocupado com este movimento da OMS", disse ele ao Estado.

A cúpula da Organização das Nações Unidas, no entanto, sinalizou preocupação ontem com a necessária colaboração entre os países para produzir vacinas contra a doença. Ela apelou para que as nações fechem um acordo sobre o compartilhamento de vírus. Brasil e outros países defendem mais acesso aos estudos científicos sobre as vacinas e as amostras de vírus necessárias à produção.

Fonte: O Estado de S.Paulo