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O Boletim Epidemiológico
Paulista (Bepa) – publicação mensal da Coordenadoria de
Controle de Doenças, órgão da Secretaria de Estado da Saúde de São
Paulo (CCD/SES-SP) – veicula artigos relacionados aos agravos à saúde
pública ocorridos nas diversas áreas de controle, assistência e
diagnóstico laboratorial do Sistema Único de Saúde de São Paulo
(SUS-SP). Além de disseminar informações entre os profissionais de
saúde de maneira rápida e precisa, o Bepa tem como objetivo
incentivar a produção de trabalhos que subsidiem as ações de
prevenção e controle de doenças na rede pública, apoiando, ainda,
a atuação dos profissionais do sistema de saúde privado, promovendo
a atualização e o aprimoramento de ambos.
Os documentos que podem
ser publicados neste boletim estão divididos nas seguintes
categorias:
1.
Artigos
originais – Destinados à divulgação de resultados de pesquisa original inédita,
que possam ser replicados e/ou generalizados. Devem ter de 2.000 a
4.000 palavras, excluindo tabelas, figuras e referências.
2.
Revisão
– Avaliação crítica sistematizada da
literatura sobre assunto relevante à saúde pública. Devem ser
descritos os procedimentos adotados, esclarecendo a delimitação e
limites do tema. Extensão máxima: 5.000 palavras.
3.
Comunicações
breves – São
artigos curtos destinados à divulgação de resultados de pesquisa.
No máximo 1.500 palavras, uma tabela/figura e cinco referências.
4.
Informe
epidemiológico –
Textos que têm por objetivo apresentar ocorrências relevantes para a
saúde coletiva, bem como divulgar dados dos sistemas de informação
sobre doenças e agravos. Máximo de 3.000 palavras.
5.
Informe
técnico – Trabalhos
que têm por objetivo definir procedimentos, condutas e normas técnicas
das ações e atividades desenvolvidas no âmbito da saúde coletiva.
No máximo 5.000 palavras.
A estrutura dos textos produzidos para a publicação
deverá adequar-se ao estilo Vancouver, cujas linhas gerais seguem
abaixo.
·
Página de identificação – Título
do artigo, conciso e completo, em Português e Inglês; nome completo
de todos os autores; indicação da instituição à qual cada autor
está afiliado; indicação do autor responsável pela troca de
correspondência; se subvencionado, indicar nome da agência de
fomento que concedeu o auxílio e respectivo nome do processo; se foi
extraído de dissertação ou tese, indicar título, ano e instituição
em que foi apresentada.
·
Resumo – Todos
os textos, à exceção dos informes
técnicos, deverão ter resumo em Português e em Inglês (Abstract), dimensionado entre 150 palavras (comunicações breves) e no máximo 250 palavras (artigos originais, revisões,
atualizações e informes epidemiológicos). Para os artigos originais, o resumo deve
destacar os propósitos do estudo, procedimentos básicos adotados
(seleção de sujeitos de estudo ou animais de laboratório, métodos
analíticos e observacionais), principais descobertas e conclusões.
Devem ser enfatizados novos e importantes aspectos do estudo ou das
observações. Uma vez que os resumos são a principal parte indexada
do artigo em muitos bancos de dados eletrônicos, e a única parte que
alguns leitores lêem, os autores precisam lembrar que eles devem
refletir, cuidadosamente, o conteúdo do artigo. Para os demais
textos, o resumo deve ser narrativo, mas com as mesmas informações.
·
Descritores (unitermos ou palavras-chave) – Seguindo-se ao resumo, devem ser indicados no mínimo
três e no máximo dez descritores do conteúdo, que têm por objetivo
facilitar indexações cruzadas dos textos e podem ser publicados
juntamente com o resumo. Em Português, os descritores deverão ser
extraídos do vocabulário “Descritores em Ciências em Saúde” (DeCS),
da Bireme. Em Inglês, do “Medical Subject Headings” (Mesh). Caso
não sejam encontrados descritores adequados à temática abordada,
termos ou expressões de uso corrente poderão ser empregados.
·
Introdução
– Contextualiza o estudo, a natureza dos problemas tratados e sua
significância. A introdução deve ser curta, definir o problema
estudado, sintetizar sua importância e destacar as lacunas do
conhecimento abordadas.
·
Metodologia (Métodos) –
A metodologia deve incluir apenas informação disponível no momento
em que foi escrito o plano ou protocolo do estudo; toda a informação
obtida durante a conduta do estudo pertence à seção de resultados.
Deve conter descrição, clara e sucinta, acompanhada da respectiva
citação bibliográfica, dos procedimentos adotados, a população
estudada (universo e amostra), instrumentos de medida e, se aplicável,
método de validação e método estatístico.
·
Resultados –
Devem ser apresentados em seqüência lógica no texto, tabelas e
figuras, colocando as descobertas principais ou mais importantes
primeiro. Os resultados encontrados devem ser descritos – sem
incluir interpretações e/ou comparações. Sempre que possível,
devem ser apresentados em tabelas e figuras auto-explicativas e com análise
estatística, evitando-se sua repetição no texto.
·
Discussão –
Deve enfatizar os novos e importantes aspectos do estudo e as conclusões
que dele derivam, sem repetir material colocado nas seções de
introdução e resultados. Deve começar com a apreciação das limitações
do estudo, seguida da comparação com a literatura e da interpretação
dos autores, apresentando, quando for o caso, novas hipóteses.
·
Conclusão –
Traz as conclusões relevantes, considerando os objetivos do trabalho
e formas de continuidade. Se tais aspectos já estiverem incluídos na
discussão, a conclusão não deve ser escrita.
Referências
bibliográficas – A
exatidão das referências bibliográficas é de responsabilidade dos
autores.
·
Citações
bibliográficas no texto, tabelas e figuras: deverão ser colocadas em ordem numérica, em
algarismo arábico, sobrescrito, após a citação, constando da lista
de referências bibliográficas. Exemplo:
“Os fatores de risco para a infecção
cardiovascular estão relacionados à imunocompetência do hospedeiro1.”
·
Referências
bibliográficas:
devem ser numeradas consecutivamente, obedecendo à ordem em que
aparecem pela primeira vez no texto, de acordo com o estilo Vancouver.
A ordem de citação no texto obedecerá esta numeração. Até seis
autores, citam-se todos os nomes; acima disso, apenas os seis primeiros, seguido da expressão em Latim “et
al”. É recomendável não ultrapassar o número de 30 referências
bibliográficas por texto.
A) Artigos de periódicos – As abreviaturas dos títulos dos periódicos
citados devem estar de acordo com o Index
Medicus, e marcadas em negrito.
Exemplo:
1. Ponce de Leon P; Valverde J e Zdero M.
Preliminary studies on antigenic mimicry of Ascaris
Lumbricoides. Rev Lat-amer
Microbiol 1992; 34:33-38.
2. Cunha MCN, Zorzatto JR, Castro LLC. Avaliação
do uso de Medicamentos na rede pública municipal de Campo Grande, MS.
Rev Bras Cien Farmacêuticas 2002;
38:217-27.
B) Livros – A
citação de livros deve seguir o exemplo abaixo:
3. Medronho RA. Geoprocessamento e saúde: uma nova
abordagem do espaço no processo saúde-doença. Primeira edição.
Rio de Janeiro: Fiocruz/CICT/NECT.
C) Capítulos de livro
– Já ao referenciar capítulos de livros, os autores
deverão adotar o modelo a seguir:
4. Arnau JM, Laporte JR. Promoção do uso racional
de medicamentos e preparação de guias farmacológicos. In: Laporte JR, Tognoni G, Rozenfeld S. Epidemiologia do
medicamento: princípios gerais. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro:
Abrasco; 1989.
D) Dissertações e teses:
5. Moreira MMS. Trabalho, qualidade de vida e
envelhecimento [dissertação]. Rio de Janeiro: Escola Nacional de Saúde
Pública; 2000. p. 100.
E) Trabalhos de congressos, simpósios, encontros,
seminários e outros:
6. Barboza et
al. Descentralização das políticas públicas em DST/Aids no
Estado de São Paulo. In:
III Encontro do Programa de Pós-Graduação em Infecções e Saúde Pública;
2004 ago; São Paulo: Rev IAL. P. 34 [resumo 32-SC].
F) Periódicos e artigos eletrônicos:
7. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE). Síntese de indicadores sociais 2000. [Boletim on-line].
Disponível em: http://www.ibge.gov.br [2004 mar 5]
G) Publicações e documentos de organizações
governamentais:
8. Brasil. Decreto 793, de 5 de abril de 1993.
Altera os Decretos 74.170, de 10 de junho de 1974, e 79.094, de 5 de
janeiro de 1977, que regulamentam, respectivamente, as Leis 5991, de
17 de janeiro de 1973, e 6360, de 23 de setembro de 1976, e dá outras
providências. Brasília (DF): Diário Oficial da
União; 6 abr 1993. Seção 1. p. 4397.
9. Organización Mundial de la Salud (OMS). Como
investigar el uso de medicamentos em los servicios de salud.
Indicadores seleccionados del uso de medicamentos. Ginebra; 1993. (DAP.
93.1).
Casos
não contemplados nesta instrução devem ser citados conforme indicação
do Committee of Medical
Journals Editors (Grupo
Vancouver) http://www.cmje.org
.
Tabelas – Devem ser apresentadas em folhas separadas,
numeradas consecutivamente com algarismos arábicos, na ordem em que
forem citadas no texto. A cada uma deve ser atribuído um título
breve, NÃO SE UTILIZANDO TRAÇOS INTERNOS HORIZONTAIS OU VERTICAIS. Notas
explicativas devem ser colocadas no rodapé das tabelas e não no cabeçalho
ou título.
Quadros
– São identificados como tabelas, seguindo uma única
numeração em todo o texto.
Figuras
– Fotografias, desenhos, gráficos etc., citados como
figuras, devem ser numerados consecutivamente com algarismos arábicos,
na ordem em que foram mencionados no texto, por número e título
abreviado no trabalho. As legendas devem ser apresentadas em folha à
parte; as ilustrações devem ser suficientemente claras para permitir
sua reprodução. Não são permitidas figuras que representem os
mesmos dados.
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