|
O
Boletim Epidemiológico
Paulista (Bepa) é uma publicação mensal da Coordenadoria de
Controle de Doenças (CCD), órgão da Secretaria de Estado da Saúde
de São Paulo (SES-SP) responsável pelo planejamento e execução das
ações de promoção à saúde e prevenção de quaisquer riscos,
agravos e doenças, nas diversas áreas de abrangência do Sistema Único
de Saúde de São Paulo (SUS-SP).
Missão
Editado nos formatos
impresso e eletrônico, o Bepa tem o objetivo de documentar e divulgar
trabalhos relacionados a essas ações, de maneira rápida e precisa,
estabelecendo um canal de comunicação entre as diversas áreas do
SUS-SP. Além de disseminar informações entre os profissionais de saúde,
o Boletim propõe o incentivo à produção de trabalhos técnico-científicos
desenvolvidos no âmbito da rede pública de saúde. Nesse sentido,
proporciona a atualização e, conseqüentemente, o aprimoramento dos
profissionais e das instituições responsáveis pelos processos de
prevenção e controle de doenças, tanto na esfera pública quanto na
privada.
Arbitragem
Os
manuscritos submetidos ao Bepa devem atender às instruções aos
autores, que seguem as diretrizes dos Requisitos
Uniformes para Manuscritos Apresentados a Periódicos Biomédicos,
editados pela Comissão Internacional de Editores de Revistas Médicas
(Committee of Medical Journals Editors – Grupo de Vancouver), disponíveis
em: http://www.icmje.org/.
Processo
de revisão
Todos os trabalhos publicados no Boletim
Epidemiológico Paulista passam por processo de revisão por
especialistas. Os editores fazem uma revisão inicial para avaliar se
os autores atenderam aos padrões do boletim, bem como ao atendimento
das normas para o envio dos originais. Em seguida o artigo é
encaminhado a dois revisores da área pertinente, sempre de instituições
distintas daquela de origem do artigo, e cegos quanto à identidade e
vínculo institucional dos autores. Após receber os pareceres, o
Conselho Editorial, que detém a decisão final sobre a publicação
ou não do trabalho, avalia a aceitação do artigo sem modificações,
a recusa ou a devolução ao autor com as sugestões apontadas pelo
revisor.
Tipos
de artigo
O
Boletim Epidemiológico Paulista
recebe trabalhos nas seguintes modalidades:
- Artigos
de pesquisa –
Apresentam resultados originais provenientes de estudos sobre
quaisquer aspectos da prevenção e controle de agravos e de promoção
à saúde, desde que no escopo da epidemiologia, incluindo relatos
de casos, de surtos e/ou vigilância. Esses artigos devem ser
baseados em novos dados ou perspectivas relevantes para a saúde pública.
Devem relatar os resultados a partir de uma perspectiva de saúde
pública, podendo, ainda, ser replicados e/ou generalizados por
todo o sistema (o que foi encontrado e o que a sua descoberta
significa). No máximo, 6.000 palavras, 10 ilustrações (tabelas,
figuras, gráficos e fotos) e 40 referências bibliográficas.
Resumo em Português e em Inglês (Abstract),
com no máximo 250 palavras, e entre 3 e 6 palavras-chave (key
words).
- Revisão
–
Avaliação crítica sistematizada da literatura sobre assunto
relevante à saúde pública. Devem ser descritos os procedimentos
adotados, esclarecendo os limites do tema. Os artigos desta seção
incluem relatos de políticas de saúde pública ou relatos históricos
baseados em pesquisa e análise de questões relativas a doenças
emergentes ou reemergentes. Extensão máxima: 6.000 palavras;
Resumo (Abstratct) de até
250 palavras; entre 3 e 6 palavras-chave (key words); 80 referências bibliográficas e 6 ilustrações
(tabelas, figuras, gráficos e fotos).
- Comunicações
rápidas –
São relatos curtos destinados à rápida divulgação de eventos
significativos no campo da vigilância à saúde. A sua publicação
em versão impressa pode ser antecedida de divulgação em meio
eletrônico. No máximo 2.000 palavras; Resumo de até 150
palavras; entre 3 e 6 palavras-chave; 4 ilustrações (tabelas,
figuras, gráficos e fotos); e 10 referências. É recomendável
que os autores das comunicações rápidas apresentem,
posteriormente, um artigo mais detalhado.
- Informe
epidemiológico –
Tem por objetivo apresentar ocorrências relevantes para a saúde
coletiva, bem como divulgar dados dos sistemas públicos de
informação sobre doenças e agravos e programas de prevenção
ou eliminação de doenças infectocontagiosas. Máximo de 5.000
palavras; 15 referências; e 4 ilustrações (tabelas, figuras, gráficos
e fotos). Não inclui Resumo nem palavras-chave.
- Informe
técnico –
Texto institucional que tem por objetivo definir procedimentos,
condutas e normas técnicas das ações e atividades desenvolvidas
no âmbito da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP).
Inclui, ainda, a divulgação de práticas, políticas e orientações
sobre promoção à saúde e prevenção e controle de agravos. No
máximo 5.000 palavras; 6 ilustrações (tabelas, figuras, gráficos
e fotos); e 30 referências bibliográficas. Não inclui Resumo
nem palavras-chave.
- Resumo
– Serão aceitos resumos de teses e dissertações até dois
anos após a defesa. Devem conter os nomes do autor e do
orientador, título do trabalho (em Português e Inglês), nome da
instituição em que foi apresentado e ano de defesa. No máximo
250 palavras e entre 3 e 6 palavras-chave.
- Pelo
Brasil –
Deve apresentar a análise de um aspecto ou função específica
da promoção à saúde, vigilância, prevenção e controle de
agravos nos demais
Estados brasileiros. No máximo 3.500 palavras; Resumo com até
250 palavras; entre 3 e 6 palavras-chave; 30 referências; e 6
ilustrações (tabelas, figuras, gráficos e fotos).
- Atualizações
–
Textos que apresentam, sistematicamente, atualizações de
dados estatísticos gerados pelos órgãos e programas de prevenção
e controle de riscos, agravos e doenças do Estado de São Paulo.
Até 1.000 palavras e 8 ilustrações. Não inclui Resumo nem
palavras-chave.
- Editoriais
– São escritos por especialistas convidados a comentar artigos
e tópicos especiais cobertos pelo Bepa. No máximo 1.500
palavras.
- Relatos
de encontros
– Devem enfocar o conteúdo do evento e não sua estrutura. Não
mais do que 2.000 palavras; 10 referências (incluindo eventuais
links para a íntegra do texto); e sem ilustrações. Não incluem
Resumo nem palavras-chave.
- Notícias
– Até 600 palavras,
sem referências ou ilustrações. São notícias rápidas sobre
saúde pública, produzidas pela equipe editorial do Bepa.
- Cartas – As cartas permitem comentários sobre artigos veiculados no
Bepa, e podem ser apresentadas a qualquer momento após a sua
publicação. No máximo 600 palavras, sem ilustrações.
Apresentação
dos trabalhos
Ao
trabalho deverá ser anexada uma carta de apresentação, assinada por
todos os autores, dirigida ao Conselho Editorial do Boletim
Epidemiológico Paulista. Nela deverão constar as seguintes
informações: o trabalho não foi publicado, parcial ou
integralmente, em outro periódico; nenhum autor tem vínculos
comerciais que possam representar conflito de interesses com o
trabalho desenvolvido; todos os autores participaram da elaboração
do seu conteúdo (elaboração e execução, redação ou revisão crítica,
aprovação da versão final).
Os
critérios éticos da pesquisa devem ser respeitados. Nesse sentido,
os autores devem explicitar em MÉTODOS que a pesquisa foi concluída
de acordo com os padrões exigidos pela Declaração de Helsink e
aprovada por comissão de ética reconhecida pela Comissão Nacional
de Ética em Pesquisa (Conep), vinculada ao Conselho Nacional de Saúde
(CNS), bem como registro dos estudos de ensaios clínicos em base de
dados, conforme recomendação aos editores da Lilacs e Scielo, disponível
em: http://bvsmodelo.bvsalud.org/site/lilacs/homepage.htm.
O nome da base de dados, sigla e/ou número do ensaio clínico deverão
ser colocados ao final do RESUMO.
O
trabalho deverá ser redigido em Português do Brasil, com
entrelinhamento duplo. O manuscrito deve ser encaminhando em formato
eletrônico (e-mail, disquete ou CD-ROM) e impresso (folha A4), aos
cuidados do editor científico do Bepa, no seguinte endereço:
Boletim
Epidemiológico Paulista
Av.
Dr. Arnaldo, 351, 1º andar, sala 135
Cerqueira César – São Paulo/SP – Brasil
CEP: 01246-000
bepa@saude.sp.gov.br
Estrutura
dos textos
O manuscrito deverá ser apresentado segundo a estrutura das
normas de Vancouver: TÍTULO; AUTORES e INSTITUIÇÕES; RESUMO e
ABSTRACT; INTRODUÇÃO; METODOLOGIA; RESULTADOS; DISCUSSÃO e CONCLUSÃO
(se houver); AGRADECIMENTOS; REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS; e TABELAS,
FIGURAS e FOTOGRAFIAS.
- Página
de rosto
– Contém o título do artigo, que deve ser conciso, específico
e descritivo, em Português e Inglês. Em seguida, deve ser
colocado o nome completo de todos os autores e a instituição a
que pertencem; indicação do autor responsável pela troca de
correspondência; se subvencionado, indicar nome da agência de
fomento que concedeu o auxílio e respectivo nome do processo; se
foi extraído de dissertação ou tese, indicar título, ano e
instituição em que foi apresentada.
- Resumo
– Colocado no início do texto, deve conter a descrição,
sucinta e clara, dos propósitos do estudo, metodologia,
resultados, discussão e conclusão do artigo. Em muitos bancos de
dados eletrônicos o resumo é a única parte substantiva do
artigo indexada e, também, o único trecho que alguns leitores lêem.
Por isso, deve refletir, cuidadosamente, o conteúdo do artigo.
- Palavras-chave
(descritores ou unitermos) –
Seguindo-se ao resumo, devem ser indicadas no mínimo três e
no máximo 6 palavras-chave do conteúdo, que têm por objetivo
facilitar indexações cruzadas dos textos e podem ser publicadas
pela base de dados juntamente com o Resumo. Em Português, as
palavras-chave deverão ser extraídas do vocabulário Descritores
em Ciências em Saúde (DeCS), da Bireme (http://decs.bvs.br/);
em Inglês, do Medical
Subject Headings (http://www.nlm.nih.gov/mesh/). Caso não
sejam encontradas palavras-chave adequadas à temática abordada,
termos ou expressões de uso corrente poderão ser empregados.
- Introdução
– Iniciada em página nova, contextualiza o estudo, a natureza
das questões tratadas e sua significância. A introdução deve
ser curta, definir o problema estudado, sintetizar sua importância
e destacar as lacunas do conhecimento abordadas.
- Metodologia
(Métodos) –
Deve incluir apenas informação disponível no momento em que foi
escrito o plano ou protocolo do estudo (toda a informação obtida
durante a conduta do estudo pertence à seção de resultados).
Deve conter descrição, clara e sucinta, acompanhada da
respectiva citação bibliográfica, dos procedimentos adotados, a
população estudada (universo e amostra), instrumentos de medida
e, se aplicável, método de validação e método estatístico.
- Resultados
–
Devem ser apresentados em seqüência lógica no texto, tabelas e
figuras, colocando as descobertas principais ou mais importantes
primeiro. Os resultados encontrados devem ser descritos sem
incluir interpretações e/ou comparações. Sempre que possível,
devem ser apresentados em tabelas e figuras auto-explicativas e
com análise estatística, evitando-se sua repetição no texto.
- Discussão
–
Deve começar com a apreciação das limitações do estudo,
seguida da comparação com a literatura e da interpretação dos
autores, explorando adequada e objetivamente os resultados.
- Conclusão
–
Traz as conclusões relevantes, considerando os objetivos, e
indica formas de continuidade do trabalho. Se tais aspectos
estiverem incluídos na “discussão”, a “conclusão” não
deve ser feita.
- Agradecimentos
– Em havendo, deve-se limitar ao mínimo possível, sempre ao
final do texto.
- Citações
bibliográficas –
A exatidão das referências bibliográficas é de
responsabilidade dos autores. Ao longo do artigo, o número de
cada referência deve corresponder ao número sobrescrito, colocado
sem parênteses e imediatamente após a respectiva citação.
Devem ser numeradas, a partir daí, consecutivamente. Exemplo:
“No
Brasil, a hanseníase ainda é um problema a ser equacionado e, no
Estado de São Paulo, há várias regiões com altas taxas de detecção1.
Dentre as diversas medidas tomadas pelo Ministério da Saúde (MS)2
para eliminação da hanseníase como um problema de saúde pública
no País, atingindo a prevalência de um caso para cada 10 mil
habitantes, destacam-se as ações de educação e informação,
preconizadas para todos os níveis de complexidade de atenção.”
·
Referências bibliográficas:
listadas ao final do trabalho, devem ser numeradas de
acordo com a ordem em que são citadas no texto. A quantidade de
referências deve se limitar ao definido em cada tipo de artigo aceito
pelo Boletim Epidemiológico Paulista.
a)
Orientações gerais:
1.
Os
autores (pessoa física) devem ser referenciados pelo seu sobrenome
(apenas a letra inicial colocada em maiúscula), seguido das iniciais
do nome, sem ponto.
2.
Quando
o documento consultado possui até seis autores, citam-se todos os
nomes, separados por vírgulas. Acima disso, citar os seis primeiros,
seguidos da expressão em Latim “et
al”.
3.
Indicar
as organizações quando estas assumem a autoria do documento. Se for
mais de uma organização, devem ser separadas por ponto-e-vírgula.
Para identificar a hierarquia dentro da organização, separar por vírgula.
4.
Quando
o documento é de autoria de pessoas físicas e organizações, os
nomes devem ser separados por ponto-e-vírgula, de acordo com a
hierarquia.
5.
Quando
o documento consultado não possui autoria, iniciar a referência
bibliográfica pelo título.
6.
Somente
a primeira letra do título deve ser grafada em maiúscula.
b)
Artigos de periódicos – As referências
devem ser iniciadas pelo nome do autor, seguido dos títulos do artigo
e do periódico, separados por ponto final, respectivamente. Os títulos
dos periódicos devem ser abreviados pela lista do Index
Medicus (base de dados Medline), disponível no endereço: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?db=journals.
Após o título do periódico, coloca-se um ponto final, seguido da
data de publicação; volume (número): página inicial-final. Para
consultar periódicos nacionais e latino-americanos: http://portal.revistas.bvs.br/main.php?home=true&lang=pt.
Exemplos:
B) Livros –
Na
citação de livros deve constar a cidade de publicação –
opcionalmente, a sigla do Estado ou província pode ser acrescentada,
assim como o país, por extenso, entre parênteses; exemplos: São
Paulo (SP) e São Paulo (Brasil). Quando se tratar da primeira edição,
não é necessário indicar. A abreviação do número da edição
seguirá a norma da língua portuguesa; exemplo: 4ª ed. A seguir,
alguns modelos:
C)
Capítulos de livro – Já ao referenciar
capítulos de livros, os autores deverão adotar o exemplo a seguir:
D) Dissertações, teses e
monografias:
E) Trabalhos de congressos, simpósios,
encontros, seminários e outros:
F) Periódicos e dados eletrônicos:
G) Legislação:
H) Autoria institucional:
Casos não contemplados nesta instrução devem ser citados
conforme indicação do Committee
of Medical Journals Editors (Grupo
Vancouver), disponível http://www.cmje.org.
- Tabelas
–
Devem ser apresentadas em folhas separadas, ou arquivo a parte,
numeradas consecutivamente com algarismos arábicos, na ordem em
que forem citadas no texto. A cada uma deve ser atribuído um título
breve, evitando-se linhas horizontais ou verticais. Notas explicativas
devem ser limitadas ao menor número possível e colocadas no
rodapé das tabelas e não no cabeçalho ou título.
- Quadros
–
São identificados como tabelas, seguindo uma única numeração
em todo o texto.
- Figuras
–
Fotografias, desenhos, gráficos etc., citados como figuras, devem
ser numerados consecutivamente com algarismos arábicos, na ordem
em que foram mencionados no texto, por número e título abreviado
no trabalho. As legendas devem ser apresentadas em folha à parte;
as ilustrações devem ser suficientemente claras para permitir
sua reprodução. Não são permitidas figuras que representem os
mesmos dados.
- Orientações
gerais:
tabelas, ilustrações e outros elementos gráficos devem ser nítidos
e legíveis, em alta resolução. Se já tiverem sido publicados,
mencionar a fonte e anexar a permissão para reprodução. O número
de elementos gráficos está limitado ao definido em cada tipo de
artigo aceito pelo Bepa. Abreviaturas, quando citadas pela
primeira vez, devem ser explicadas.
|